A gestão Dunga (PMN) em Icatu se antecipou à iminência de nova fase da Cobiça Fatal e conseguiu habilitação no processo que autorizou a deflagração da primeira fase da operação pela Polícia Federal e CGU (Controladoria-Geral da União), no início de junho.
A autorização foi dada pelo juiz federal substituto Luiz Régis Bomfim Filho, da 1º Vara Federal, no início do mês, após o procurador da República Marcílio Nunes Medeiros, do MPF (Ministério Público Federal) no Maranhão, não se opor ao pedido.
Embora não tenha sido alvo de mandado de prisão e nem de busca e apreensão pela Cobiça Fatal, a gestão Dunga foi citada nos autos pelos investigadores como suspeita de fraude e outras irregularidades por haver firmado contrato com a Precision Soluções em Diagnósticos, empresa de fachada envolvida em supostos crimes de fraudes licitatórias e irregularidades contratuais, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
A Prefeitura de Icatu garante que o contrato foi revogado, e se colocou à disposição da Justiça, para quaisquer esclarecimentos a respeito da contratação.
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