Datafolha
Datafolha, votos válidos: Bolsonaro tem 56%; Haddad, 44%
Política

Nos votos totais Jair Bolsonaro tem 48% e Haddad 38%. Pesquisa ouviu 9.173 eleitores na quarta-feira 24 e nesta quinta-feira 25

O Datafolha divulgou o resultado da mais recente pesquisa do instituto, contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na quarta-feira 24 e nesta quinta-feira 25.

De acordo com votos válidos, Jair Bolsonaro (PSL) tem 56%, contra 44% de Fernando Haddad (PT). No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 59% e Haddad 41%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Já em votos totais, o capitão reformado de Exército tem 48% e o petista 38%. Brancos, nulos e em nenhum dos candidatos somam 8%. Não sabem chega a 6%.

A pesquisa Datafolha foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05743/2018, e ouviu 9.173 eleitores em 341 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Sem Lula, Jair Bolsonaro lidera pesquisa Datafolha
Política

Presidenciável do PSL aparece em primeiro lugar em todos os cenários sem o petista

Nos três cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — condenado em segunda instância e tecnicamente barrado pela Lei da Ficha Lima — testados pelo Datafolha e publicados na edição deste domingo 10, do jornal Folha de S. Paulo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) fica em primeiro lugar. Em todos, ele aparece com 19%. Nesses cenários, a opção no lugar de Lula foram, respectivamente, Fernando Haddad (1%), Jaques Wagner (1%) e sem candidato.

A ex-senadora Marina Silva (Rede) se consolidou no segundo lugar variando, conforme o cenário, entre 14 e 15%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, variando entre 10 e 11%. O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) tem entre 6 e 7%. O senador Álvaro Dias (Pode) fica com 4% em todos os cenários.

Quanto aos demais candidatos, nesses três cenário, nenhum nome obteve mais de 2% das intenções de voto no Datafolha.

A pesquisa foi contratada pela Empresa Folha da Manhã S/A, e ouviu 2.824 pessoas entre os dias 6 e 7 de junho de 2018. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança estimado é de 95%. O levantamento está registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05110/2018.

Nem saúde, nem segurança. Para brasileiros, corrupção é o maior problema do país
Política

Levantamento, realizado entre os dias 25 e 26 deste mês, foi fortemente influenciado pelas notícias da Operação Lava Jato

O Brasil sofre com vários problemas sociais, porém, para 34% dos moradores do país, o principal deles é a corrupção. É o que aponta uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha neste domingo 29. Na sequência aparecem saúde, com 16%; desemprego, com 10%; educação e violência, com 8%; e economia, com 5%.

O levantamento, realizado entre os dias 25 e 26 deste mês, foi fortemente influenciado pelas notícias da Operação Lava Jato, que sacode o cenário político e empresarial do país.

Sob os governos Lula e FHC, o tema “corrupção” nunca havia sido apontado como o principal problema do país por mais de 9% dos pesquisados. O tema começou a ganhar força em 2013, no auge das manifestações populares que assolaram o país, quando o problema foi citado por 11%.

O Datafolha realiza esse tipo de pesquisa desde o governo Fernando Henrique Cardoso para detectar as principais preocupações dos brasileiros. Em 1996, por exemplo, o desemprego liderava o ranking, com 53%.

Caso o levantamento do instituto fosse feito com base em moradores por estado, no Maranhão, a influência seria da Operação Sermão aos Peixes, também deflagrada pela Polícia Federal, que sacode o cenário político e empresarial do estado, por conta de uma mesma Organização de Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), o Instituto Cidadania e Natureza (ICN), que deixou de operar no governo Flávio Dino por exclusiva determinação da Justiça Federal, ter descoberto um furo nos cofres públicos do Estado por onde jorra somas milionárias desde o governo José Reinaldo Tavares.