Pedro do Rosário
Em Pedro do Rosário, Toca Serra diz que prioridade de gestão é saúde
Política

Prefeito garante também que obras de escolas que estão paralisadas serão retomadas ainda em janeiro

Prefeito eleito de Pedro do Rosário, o ex-deputado estadual Toca Serra (PCdoB) afirmou, durante discurso de posse no início de janeiro, que vai priorizar a saúde pública do município.

“Sem saúde não se trabalha. Nós vamos melhorar a saúde contratando profissionais e especialistas, valorizando os servidores, reequipando unidades, adquirindo ambulâncias novas e realizando exames que a gestão passada não oferecia à população da cidade”, declarou.

Toca Serra também destacou a educação como um dos pontos prioritários de sua gestão. Segundo ele, ainda em janeiro, obras de escolas que estão paralisadas serão retomadas.

“Vamos sentar com as escolas, contabilidade, jurídico e empresas, e vamos terminar as obras. O povo não pode ficar com seus filhos sem estudar”, garantiu.

Geração de emprego e renda, implantação da lei geral da micro e pequena empresa e a compra da produção de mandioca da agricultura familiar pela iniciativa privada também estão na pauta de trabalho do primeiro ano de gestão.

O novo prefeito de Pedro do Rosário foi eleito com 53,53% dos votos válidos, dos poucos mais de 18,4 mil eleitores do município. O vice é Fábio Mendes (Patriota). Na campanha eleitoral, a coligação vitoriosa Liberdade e Esperança teve exatos R$ 210.240,35 em despesas.

Pedro do Rosário, Marajá do Sena e Primeira Cruz entre os menos desenvolvidos do país
Política

Ranking nacional de Desenvolvimento Municipal é da Firjan. Imperatriz foi a cidade que mais se desenvolveu em emprego e renda, educação e saúde

Estudo realizado em 5.517 municípios brasileiros aponta que o Maranhão tem três municípios entre os 10 menos desenvolvidos do Brasil. O levantamento é do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), e é feito a partir de estatísticas públicas oficiais, divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Educação e Ministério da Saúde

O ranking, divulgado no final do ano passado, tem como ano-base 2013, e foi norteado por critérios como emprego e renda; educação e saúde. Ficaram de fora do levantamento cinco cidades recém-criadas e 48 que não forneceram ou não possuem informações consistentes sobre seus indicadores.

De leitura simples, o índice varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de cada localidade em quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4 a 0,6), moderado (de 0,6 a 0,8) e alto (0,8 a 1) desenvolvimento. Ou seja, quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento da cidade.

Na 5514ª posição no ranking de desenvolvimento, Pedro do Rosário, administrada pelo prefeito Irlan Serra (PTC), ocupa o 4º lugar entre os 10 municípios menos desenvolvidos do país, com nota IFDM de apenas 0.3586. Em seguida, tem Marajá do Sena, administrada pelo prefeito Edivan Costa (PMN), em 6º, com nota IFDM de 0.3564; e Primeira Cruz, administrada pelo prefeito Sérgio Bogea (PMDB), em 7º, com nota IFDM de 0.3509. A liderança do ranking ficou com a cidade Santa Rosa do Purus, que fica no Acre, com nota IFDM de 0.2763.

Teresina, no Piauí, é a capital mais desenvolvida do Nordeste. Na avaliação geral, a cidade obteve nota 0,7813. Já a capital do Maranhão, administrada pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), ficou na 898º classificação geral, com IFDM de 0.7618. Se analisado apenas o ranking estadual, a cidade de Imperatriz, administrada pelo prefeito Sebastião Madeira (PSDB), que na nacional ficou na 679ª colocação, foi a que mais se desenvolveu segundo a Firjan, ficando em 1ª colocada, com IFDM de 0.7779.

O Firjan e o IFDM

O Sistema Firjan é composta por cinco organizações - Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Centro Industrial do Rio de Janeiro (CIRJ) e a própria Firjan-, e atua em áreas como a competitividade empresarial, a educação e a qualidade de vida do trabalhador e de seus familiares. Criado em 2008, o IFDM desenvolve suas pesquisas com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.

A metodologia do IFDM foi aprimorada em 2014 a fim de situar o Brasil no mundo, comparando dados nacionais com os de países mais avançados. Além disso, o ano de referência passou de 2000 para 2010 a fim de atualizar os parâmetros de comparação. Mas sua leitura continua a mesma: a partir de uma pontuação que vai de zero a um, o nível de desenvolvimento de cada município é classificado como baixo, regular, moderado ou alto.