Assembleia Legislativa do MA
Assembleia Legislativa do MA lança campanha contra assédio no Carnaval
Publieditorial

Peças são assinadas pela agência Opendoor e fazem parte da nova estratégia de comunicação da Casa. Iniciativa tem a participação da Procuradoria da Mulher

A Assembleia Legislativa do Maranhão — que retoma os trabalhos nesta segunda-feira 5 — lançou, neste domingo 4, campanha educativa e preventiva contra o assédio, com foco no Carnaval 2018. “Faça bonito na folia. Quando uma não quer, o outro respeita” é o tema da campanha.

As peças são assinadas pela agência Opendoor, e fazem parte da nova estratégia de comunicação da Casa, agora sob comando do jornalista Edwin Jinkings, pós-graduado em Marketing Político. A iniciativa tem ainda a participação da Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa, comandada pela deputada Valéria Macedo.

Foram produzidos anúncios para impressos, outdoors, ventarolas, abadá e camisa, filme para TV e banners para a redes sociais. A diversificação tem por objetivo atingir todos os públicos.

“Paquerar no carnaval é legal. Mas assédio é crime. Se a mulher disser ‘não’, não insista. Pode brincar, abraçar, beijar, desde que ela esteja de acordo. Respeito é bom e todo mundo gosta. Além disso, é importante praticar o sexo seguro, respeitar a diversidade, e evitar excessos, especialmente de álcool. Brinque legal. Aproveite o carnaval”, conscientiza uma das peças.

Assembleia Legislativa do MA abre trabalhos de 2018 na segunda-feira
Política

Este é o último ano dos 42 mandatos de deputados estaduais iniciados em 2015

Às 17 horas da próxima segunda-feira 5, a Assembleia Legislativa do Maranhão se reúne em sessão solene para inaugurar a 4ª Sessão Legislativa da 18ª Legislatura e assistir à leitura da mensagem que o governador Flávio Dino (PCdoB) enviará ao Parlamento com um panorama de seu governo e de suas metas para o ano que se inicia.

A solenidade marca a retomada dos trabalhos do Legislativo estadual após o recesso parlamentar.

TV Assembleia e Rádio Assembleia farão, conjuntamente, a transmissão ao vivo da cerimônia de abertura e da sessão solene e a Agência Assembleia publicará notícias, vídeos e fotos em tempo real, nas redes sociais da Casa.

Depois de lida a mensagem governamental, é a vez da presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, fazer sua apresentação para 2018. Em seguida, deve falar o presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB). Os demais parlamentares não fazem uso da palavra.

Este é o último ano dos 42 mandatos de deputados estaduais iniciados em 2015.

Cleones Cunha evita julgar processo que pode livrar fantasmas da AL-MA
Política

Presidente do TJ-MA teme ser alvo da PF. Ele foi denunciado ao CNJ e a PRG por suposto tráfico de influência e concessão de decisões judiciais em favor de Humberto Coutinho

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Cleones Cunha, tem evitado julgar o processo que, semelhante ocorreu no Tribunal de Contas do Estado (TCE), pode livrar a cara, literalmente, de todos os funcionários fantasmas lotados na Assembleia Legislativa do Maranhão.

A ação está assentada na mesa do magistrado desde a última quinta-feira 17, um dia antes do encerramento do prazo para que o presidente da AL-MA, deputado Humberto Coutinho (PDT), fornecesse à Justiça a relação completa de todos os deputados estaduais e servidores (efetivos, comissionados, contratados e requisitados) lotados na Casa, com indicação de cargo, remuneração do mês de maio deste ano (inclusive verba de gabinete e eventuais vantagens) e lotação.

Na Assembleia, onde há filhos e até um sobrinho de desembargadores do TJ-MA lotados, a canetada de Cleones Cunha era dada como certa.

Pelos bastidores, o comentário é de que Cunha teria recuado em julgar o processo após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Procuradoria Geral da República (PGR) tomarem conhecimento de que ele estaria atuando em um suposto tráfico de influência, que envolve decisões judiciais de sua lavra, com o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão.

O chefe do Poder Judiciário maranhense, comenta-se, teria sido informado de que, caso viesse a derrubar a determinação do juiz Douglas de Melo Martins, que cuida da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, seria denunciado também ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele teme que, ao defender os interesses de Humberto Coutinho de não divulgar a lista de servidores da AL-MA com seus respectivos vencimentos, possa ser alvo de uma visita da Polícia Federal em sua casa e gabinete, como ocorreu com uma desembargadora do Amazonas que estaria envolvida num mesmo suposto esquema de concessão de decisões judiciais.