Cleide Coutinho
PDT fica também com 2º Secretaria da Assembleia; Cleide Coutinho é indicada
Política

Oposição ficará com 4ª vice-presidência ou 4ª Secretaria. Nome a ser indicado ainda não foi definido

O PDT, do senador eleito com mais votos até do que o governador Flávio Dino (PCdoB), deputado federal Weverton Rocha, mostrou força e, além da 1ª vice-presidência da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão para o biênio 2019/2020, que tem como indicado o deputado reeleito Glalbert Cutrim, e de ter a maior bancada da casa, com o total de sete deputados, ficará também com a 2ª Secretaria.

A indicada do partido, segundo apurou o ATUAL7, é a deputada eleita Cleide Coutinho, que volta ao Palácio Manuel Beckman após o falecimento do seu marido, Humberto Coutinho, que comandou o Parlamento estadual até o primeiro semestre do ano passado.

Caminhando para ser aclamada, a nova composição da Mesa Diretora da Assembleia será oficializada no início de fevereiro do próximo ano, quando do início da nova legislatura e dos trabalhos na Assembleia Legislativa para o exercício de 2019.

Além de Glalbert e Cleide, conforme antecipou o ATUAL7, estão também já fechados para os cargos na nova Mesa Diretora o deputado Othelino Neto (PCdoB), atual presidente do Poder legislativo estadual, que será reconduzido; e as deputadas eleitas Detinha (PR) e Dra. Thaíza Hortegal, respectivamente, para a 2ª vice-presidência, pelo bloco PR/PRTB, e para a 3ª vice-presidência, pelo bloco PP/Solidariedade.

Há ainda um acerto para que a 1ª Secretaria da Assembleia Legislativa fique com o DEM, que tem o total de cinco deputados eleitos. O nome a ser indicado, porém, ainda não foi fechado.

A oposição — pelo menos aparentemente formada pelos partidos PSDB, PV, MDB e PMN — também terá uma vaga na nova composição da Mesa Diretora. Falta apenas definir se será na 4ª vice-presidência ou 4ª Secretaria, bem como a indicação do nome para o ocupar o cargo.

Confira quem são os 42 deputados estaduais eleitos no MA; 18 são novatos
Política

Nova composição do Palácio Manuel Beckman foi escolhida por mais de 3,6 milhões de eleitores. Eles assumem os cargos a partir de 1º de janeiro de 2019 para mandatos de quatro anos

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão concluiu, na madrugada desta segunda-feira 8, a lista dos 42 deputados estaduais oficialmente eleitos para a Assembleia Legislativa estadual, pelos próximos quatro anos. Eles assumem a partir de 1.º de janeiro de 2019.

De acordo com o resultado oficial da contagem de votos, a ex-prefeita de Centro do Guilherme, Maria Deusdete Lima Cunha Rodrigues, a Detinha (PR), foi a deputada estadual mais votada no Maranhão no pleito de 2018, com 88.402 votos. Cleide Coutinho (PDT) e Duarte Júnior (PCdoB) completam a tríade dos mais bem votados no estado para o Parlamento, respectivamente, com 65.438 e 65.114 votos, cada.

Para definição dos cargos, cabe ressaltar, são feitas as contas do quociente eleitoral e a divisão das cadeiras de acordo com o total obtido por cada coligação. Por isso, nem sempre o candidato que teve maior número de votos é eleito.

Ao todo — excluindo-se quem já esteve na Casa em legislaturas anteriores e agora conseguiu retornar, a exemplo de Cleide Coutinho (PDT), Zé Gentil (PRB), Marcelo Tavares (PSB), Rafael Leitoa (PDT), Hélio Soares (PR) e Arnaldo Melo (MDB) —, pelo menos 18 eleitos são novatos e irão assumir o mandato de deputado estadual pela primeira vez: a própria Detinha, Duarte Júnior (PCdoB), Márcio Honaiser (PDT), Dra. Thaíza (PP), Andreia Rezende (DEM), Adelmo Soares (PCdoB), Daniella Tema (DEM), Dr. Yglésio (PDT), Ciro Neto (PP), Fernando Pessoa (SD), Rildo Amaral (SD), Helena Duailibe (SD), Leonardo Sá (PRTB), Felipe dos Pneus (PRTB), Mical Damasceno (PTB), Pastor Cavalcante (PROS), Wendell Lages (PMN) e Pará Figueiredo (PSL).

A nova composição do Palácio Manuel Beckman foi escolhida por mais de 3,6 milhões de eleitores.

Confira a lista de todos os 42 deputados estaduais eleitos:

1. Detinha (PR)
2. Cleide Coutinho (PDT)
3. Duarte Júnior (PCdoB)
4. Zé Gentil (PRB)
5. Othelino Neto (PCdoB)
6. Márcio Honaiser (PDT)
7. Dra. Thaiza (PP)
8. Adriano Sarney (PV)
9. Carlinhos Florêncio (PCdoB)
10. Neto Evangelista (DEM)
11. Marcelo Tavares (PSB)
12. Marco Aurélio (PCdoB)
13. Fernando Pessoa (SD)
14. Andrea Rezende (DEM)
15. Edson Araújo (PSB)
16. Rafael Leitoa (PDT)
17. Ana do Gás (PCdoB)
18. Adelmo Soares (PCdoB)
19. Rigo Teles (PV)
20. Glalbert Cutrim (PDT)
21. Paulo Neto (DEM)
22. Daniela Tema (DEM)
23. Vinicius Louro (PR)
24. Yglésio Moisés (PDT)
25. Hélio Soares (PR)
26. Antonio Pereira (DEM)
27. Ciro Neto (PP)
28. Arnaldo Melo (MDB)
29. Roberto Costa (MDB)
30. Fábio Macedo (PDT)
31. Rildo Amaral (SD)
32. Ricardo Rios (PDT)
33. Leonardo Sá (PRTB)
34. Zé Inácio (PT)
35. Pará Figueiredo (PSL)
36. Helena Duailibe (SD)
37. Mical Damasceno (PTB)
38. César Pires (PV)
39. Pastor Cavalcante (PROS)
40. Wellington do Curso (PSDB)
41. Wendell Lages (PMN)
42. Felipe dos Pneus (PRTB)

Cleide tenta retorno à AL-MA com baixa de principais cabos eleitorais
Política

Cleomar Tema apoiará a própria mulher e Kleber Tratorzão entrará na disputa para deputado estadual

A ex-deputada estadual Cleide Coutinho, agora no PDT, entrará na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão com a baixa de pelo menos dois importantes cabo eleitorais.

O primeiro é o prefeito de Tuntum e presidente da Famem, Cleomar Tema (PSB); o segundo é o ex-prefeito de São Domingos do Maranhão, Kleber Tratorzão (PP).

Com a morte de Humberto Coutinho, marido de Cleide, Tema resolveu apoiar o nome da própria esposa, Daniella Tema, para o Parlamento estadual. A pré-candidatura, inclusive, conta o apoio do governador Flávio Dino (PCdoB).

Já Tratorzão, antigo angariador de votos para o clã de Caxias, decidiu que em 2018 tentará ele próprio se eleger a deputado estadual. Liderança política forte do Sertão Maranhense, ele é um dos principais nomes do PP, de André Fufuca, para a Assembleia Legislativa no pleito deste ano.

Sem os apoiadores, as chances de Cleide Coutinho retornar à Casa são minúsculas. A possível derrota dela nas urnas, inclusive, confirmará o fim da oligarquia de Caxias na política maranhense.

Antes de pensão de R$ 25,4 mil da AL-MA, Cleide declarou ter R$ 8,5 milhões em bens
Política

Socialista é viúva do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Humberto Coutinho. Novo rendimento passou a ser concedido desde o mês passado

A ex-deputada estadual Cleide Coutinho (PSB), que pretende voltar à Assembleia Legislativa do Maranhão nas eleições de 2018, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há quatro anos, possuir exatos R$ 8.467.942,79 (oito milhões, quatrocentos e sessenta e sete mil, novecentos e quarenta e dois reais e setenta e nove centavos) em bens.

Se não houver mal administrado o montante e ficado pobre de 2014 para cá, ela vai somar ao valor multimilionário uma pensão vitalícia de R$ 25,4 mil, que passou a acumular com a morte do marido, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Humberto Coutinho, no início de janeiro deste ano.

De acordo com o Diário Oficial da Casa, o benefício foi concedido no final do mês passado, mas com data retroativa ao primeiro dia do mês. Ou seja: agora em fevereiro, será a segunda vez em que ela receberá o novo rendimento.

A garantia a pensão tem por base o extinto Fundo de Previdência Parlamentar do Estado do Maranhão. Mesmo encerrado pelo Poder Legislativo estadual após ser saqueado por mais de duas décadas, com gente que sequer era deputado conseguindo se aposentar e até fazer empréstimos por meio do recurso, na prática, nada mudou, já que os “direitos adquiridos” às pensões concedidas e a conceder foram preservados por meio de uma lei criada pelos próprios parlamentares, em 2002.

Dentre os bens que Cleide Coutinho detalhou à Justiça Federal antes de ter direito ao benefício — quando o marido ainda estava vivo e havia declarado ao TSE possuir um patrimônio um pouco superior ao dela, de R$ 8.523.290,11 (oito milhões, quinhentos e vinte e três mil, duzentos e noventa reais e onde centavos) —, destacam-se mais de uma dezena de cadernetas de poupança; cotas em maternidade, faculdade e distribuidora de bebidas; uma dezena e meia de veículos; e dezenas de dezenas de residências, entre casas e apartamentos, e terras.

Viúva de Humberto, Cleide Coutinho ganha da AL-MA pensão vitalícia de R$ 25,4 mil
Política

Concessão foi publicada no Diário Oficial da Casa na semana passada, com efeito financeiro retroativo ao dia 1º de janeiro deste ano. Benefício foi criado pelos próprios membros do Poder

A ex-deputada estadual Cleide Coutinho (PSB), viúva do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Humberto Coutinho, ganhou o direito a uma pensão vitalícia custeada pela Casa. O valor é de exatos R$ 25.476,46.

Publicada no Diário Oficial da Assembleia no último dia 16, a concessão foi dada, segundo o documento, com base na lei n.º 8.010 de 28 de novembro de 2003, que assegurou aos pensionistas parlamentares e dependentes legais do extinto Fundo de Previdência Parlamentar do Estado do Maranhão.

Saqueado até a extinção, em 2002, o Fundo de Previdência Parlamentar foi um dos maiores escândalos do Poder Legislativo estadual, com gente que sequer era deputado, mas que conseguiu se aposentar e até fazer empréstimos por meio do recurso.

Embora os parlamentes tenham extinto o fundo, eles próprios trataram de criar uma lei que passou a obrigar o erário estadual a custear as pensões concedidas e a conceder a que o mesmo fundo dava garantia, definidas pelos deputados estaduais no dispositivo como “direitos adquiridos”.

Ou seja, na prática, nada mudou e a verba pública continua a ser embolsada.

Sobre a pensão de Cleide Coutinho, embora publicada somente na semana passada, a assinatura da resolução que concede o benefício é do dia 30 de janeiro último, com efeitos financeiros retroativos ao dia 1º do mesmo mês, mesma data de falecimento de seu marido.

De quase R$ 17 milhões, primeiro contrato de Léo Coutinho foi com a própria família
Política

Filhos e esposa do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Humberto Coutinho, chefe do clã e tio do prefeito, faturaram a verba pública

Trecho de cópia do contrato assinado entre Léo Coutinho e os outros Coutinhos, inclusive a esposa ficha suja do presidente da Assembleia, Humberto
Atual7 Máfia familiar Trecho de cópia do contrato assinado entre Léo Coutinho e os outros Coutinhos, inclusive a esposa ficha suja do presidente da Assembleia, Humberto

O prefeito de Caxias, Leonardo Barroso Coutinho, vulgo Léo (PSB), é um sujeito que realmente incorpora bem o título de filhote de oligarquia. Eleito em 2012 como uma das representações do discurso da mudança fabricado pelo primo político e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), assim que sentou na cadeira do Executivo municipal, Léo tratou logo de celebrar um contrato, o primeiro de sua administração, com a própria família.

O valor do repasse para os outros representantes da oligarquia Coutinho, uma das longevas do Maranhão: mais de 16.9 milhões de reais.

É o que mostra o contrato de n.º 001/2013, obtido com exclusividade pelo Atual7, assinado - sem passar pelo processo de licitação - entre a Prefeitura Municipal de Caxias, por meio da Secretaria Municipal de São Luís, e a empresa Casa de Saúde e Maternidade de Caxias Ltda, representada no contrato pela administradora legal, Ivanise Coutinho Araújo, tia do prefeito.

Além de Ivanise Coutinho, a maternidade privada tem ainda como sócios outros parentes de Léo Coutinho: os primos, George Barroso Coutinho e Georgia Andrea Barroso Coutinho; além da ex-deputada estadual ficha suja Cleide Barroso Coutinho, tia e esposa do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Humberto Coutinho (PDT), chefe do clã.

Só em um dos lotes, mais de 15 milhões de reais caíram na conta da empresa da oligarquia Coutinho
Atual7 Olgarquia faturadora Só em um dos lotes, mais de 15 milhões de reais caíram na conta da empresa da oligarquia Coutinho

Outro parente, que assina o contrato pela prefeitura, é Domingos Vinícius Araújo de Santos, titular da Saúde municipal e primo do coronel de Caxias. Uma verdadeira máfia!

Feito por Chamada Pública, o contrato teve duração de apenas 12 meses. Toda a verba utilizada para pagar de um lado e receber do outro lado do balcão saiu dos cofres públicos por meio do Fundo Municipal de Saúde (FMS).

Além do crime de improbidade administrativa caracterizado no negócio familiar com o dinheiro público de Caxias, o caso revela ainda que não foi por falta de dinheiro que o prefeito Léo Coutinho deixou de evitar a morte de quase 200 crianças, meses depois da oligarquia Coutinho embolsar o repasse milionário - verba que a Maternidade Carmosina Coutinho, a Maternidade da Morte, que é pública, nunca passou perto de receber.