Bira do Pindaré
PSB confirma candidatura de Bira a prefeito de São Luís
Política

Puro-sangue, a chapa tem a professora da UFMA, Letícia Cardoso, na vice

Em convenção partidária realizada presencial e virtualmente, nesse sábado 12, o PSB confirmou o deputado federal Bira do Pindaré como candidato à prefeitura de São Luís. Puro-sangue, a chapa tem a professora da UFMA (Universidade Federal do Maranhão), Letícia Cardoso, na vice.

“Vamos caminhar 300 quilômetros na nossa São Luís, como sempre fizemos, seja como militante social, candidato ou parlamentar de três mandatos”, discursou Bira.

“Ninguém, mais do que nós, tem a representatividade e identidade da gente que vive na cidade, que conhece seus problemas porque viveu e vivem eles. Essa é grande diferença da nossa candidatura, é uma candidatura que vem das bases”, completou, em crítica, sem citar nomes, aos adversários que atropelaram o próprio histórico de vida pública para formar grandes coligações com quem, até semanas atrás, eram considerados desafetos ou abjetos.

No encontro, o PSB também oficializou 40 candidaturas para a Câmara Municipal de São Luís. Do total, segundo o partido, 62% de pessoas da cor/raça preta, 30% de mulheres e 5% LGBTQI+.

Três deputados do MA que votaram por perdão de dívidas de igrejas são pré-candidatos
Economia

Medida pode gerar impacto de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos

Dos 17 deputados federais na bancada do Maranhão que votaram a favor de emenda que concede anistia em tributos a serem pagos por igrejas no país, três disputarão prefeituras nas eleições municipais de 2020.

Dois deles serão cabeça de chapa, em São Luís: Bira do Pindaré (PSB) e Eduardo Braide (Pode). Já Paulo Marinho Júnior (PL) será novamente vice na chapa encabeçada pelo prefeito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos).

O ATUAL7 procurou os três pré-candidatos, mas apenas Braide, por meio de sua assessoria, retornou o contato explicando seu posicionamento.

“Por entender o papel fundamental na assistência social gratuita prestada pelas igrejas, que alcançam as comunidades mais vulneráveis, atendendo a quem mais precisa”, disse o pré-candidato do Podemos sobre o voto favorável à emenda.

O perdão de dívidas de igrejas registradas com a União foi aprovado pelo plenário da Câmara em julho, e pode gerar impacto de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem até sexta-feira 11 para tomar uma decisão. Sob pressão nas redes sociais, tende a vetar a medida, conforme recomendação da equipe econômica e setor jurídico do Palácio do Planalto.

Bira quer cotas em pós-graduação para negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência
Cotidiano

Projeto ajuda a evitar portarias como a editada pelo governo Bolsonaro, que tentou acabar com o estimulo de políticas afirmativas dessa natureza

Como política afirmativa, o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) apresentou, na semana passada, projeto de lei que assegura vagas para candidatos negros, indígenas, quilombolas e com deficiência em programas de pós-graduação das universidades e instituições federais de ensino superior.

A proposta reserva 50% das vagas para estes candidatos, observada a proporção ao total de vagas no mínimo igual à proporção respectiva de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência na população da unidade da Federação, de acordo com o último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O projeto ajuda a evitar portarias como a editada pelo agora ex-ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro (sem partido), Abraham Weintraub, que tentou acabar com o estimulo de políticas afirmativas dessa natureza em pós-graduações.

Algumas instituições da rede federal já colocaram em prática essa iniciativa, recentemente a Universidade de Brasília. Outras, desde 2013, como as universidades federais do Rio de Janeiro, de Alagoas, Bahia, de São Carlos e de Goiás também adotaram essa prática.

Bira quer que MPF investigue fala de Sérgio Camargo, da Fundação Palmares
Política

Em áudio de reunião realizada em abril, presidente da entidade classificou o movimento negro como ‘escória maldita’

O deputado federal Bira do Pindaré (PSDB-MA) pediu ao MPF (Ministério Público Federal) que instaure um inquérito para investigar a fala do presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, na qual ele chama o movimento negro de “escória maldita”, segundo áudio gravado sem que ele tivesse conhecimento em uma reunião em abril, revelado pelo Estadão na terça-feira 2. Na ocasião, Camargo também disse que Zumbi era “filho da puta que escravizava pretos” e criticou o Dia da Consciência Negra.

Subscrevem o pedido os deputados David Miranda (PSOL-RJ), Orlando Silva (PCdoB-SP), Talíria Petrone (PSOL-RJ), Benedita da Silva (PT-RJ), Áurea Carolina (PSOL-MG) e Damião Feliciano (PDT-PB).

De acordo com o áudio, na reunião, questionado a respeito de quem poderia ter pego um aparelho celular corporativo desaparecido, respondeu: “Qualquer um. Eu exonerei três diretores nossos assim que voltei. Qualquer um deles pode ter feito isso. Quem poderia? Alguém que quer me prejudicar, invadindo esse prédio aqui pra me espancar. Quem poderia ter feito isso? Invadindo com a ajuda de funcionários daqui. O movimento negro, os vagabundos do movimento negro, essa escória maldita”.

Os parlamentares consideram que Camargo promove o desvirtuamento dos objetivos legais da fundação que comanda, criada para promover e preservar a cultura negra, o que configura desvio de finalidade, abuso de poder e improbidade administrativa.

“Não pode as instituições públicas permitirem que o Presidente da Fundação, seguindo o ideário bolsonarista de promoção de ódio e de intolerância, contrarie as normas legais que fundaram e devem orientar a atuação do gestor público”, diz o documento.

Caberá ao MPF decidir se vai abrir uma investigação para apurar o caso.

No final de maio, a pedido de Bira do Pindaré e outros três parlamentares, a juíza a juíza Maria Cândida Carvalho Monteiro de Almeida, da 9ª Vara Federal Cível da SJDF​, deferiu pedido de liminar apresentado pelos deputados e determinou que a Fundação Palmares apagasse imediatamente de seus canais de comunicação dois textos que foram publicados contra Zumbi dos Palmares, sob pena de multa diária no valor de R$ 1 mil.

MP Eleitoral reverte no TSE decisões do TRE-MA que beneficiaram parlamentares
Política

Revisões atingem o senador Weverton Rocha; os deputados federais Josimar Maranhãozinho, Gil Cutrim e Bira do Pindaré; e os deputados estaduais Hélio Soares, Cleide Coutinho, Helena Duailibe, Detinha e Zé Inácio

O Ministério Público Eleitoral informou, nesta segunda-feira 1º, que conseguiu no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a revisão de decisões do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão que haviam beneficiado nove parlamentares maranhenses das eleições de 2018, todas relacionadas à prestação de contas de campanhas.

São eles: o senador Weverton Rocha (PDT); os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL), Gil Cutrim (PDT) e Bira do Pindaré (PSB); e os deputados estaduais Hélio Soares (PL), Cleide Coutinho (PDT), Helena Duailibe (SD), Detinha (PL) e Zé Inácio (PT).

“Temos conseguido ganhar no TSE as decisões do TRE-MA que não retratam a melhor solução para os casos submetidos à sua avaliação. Continuaremos vigilantes e interpondo os recursos quando se mostrar necessário para a correta aplicação da legislação eleitoral”, declarou o procurador-regional Eleitoral Juraci Guimarães Júnior.

Ao analisar os casos, o TSE divergiu no entendimento do TRE do Maranhão e determinou que seja feito o rejulgamento da prestação de contas de Weverton Rocha, Josimar Maranhãozinho, Gil Cutrim, Cleide Coutinho, Simplício Araújo, Helena Dualibe e Detinha, em razão da apresentação de documentação complementar apresentada fora do prazo legal, mas acolhida irregularmente pela corte eleitoral maranhense.

Já em relação às contas de campanha de Bira do Pindaré, Hélio Soares e Zé Inácio, que haviam sido aprovadas com ressalvas pelo TRE-MA, o TSE desaprovou todas. Determinou, ainda, a devolução de recursos do Fundão Eleitoral, nos valores de R$ 67,2 mil, R$ 42,4 mil e R$ 24,5 mil, respectivamente.

O que diz os parlamentares

O ATUAL7 enviou mensagem a todos os envolvidos, diretamente ou por meio da assessoria, para que se manifestem sobre o assunto. Inicialmente, apenas Bira do Pindaré, Weverton Rocha e Zé Inácio se posicionaram. Mais de 10 horas após esta publicação, também Gil Cutrim:

Bira do Pindaré

As contas foram devidamente aprovadas pelo TRE/MA. Não se feriu nenhuma lei e tudo foi feito conforme orientações técnicas e jurisprudência da Justiça Eleitoral até então.

Ressalto que não existe qualquer questionamento quanto a destinação de qualquer valor durante a campanha. Todos os gastos foram devidamente cadastrados e estão a disposição do público no próprio portal do TSE.

Ocorre que nossa assessoria contábil foi surpreendida por uma mudança de interpretação das próprias resoluções do TSE, o que era permitido e amplamente utilizado passou a ser indevido, ocasionando transtornos a inúmeros candidatos no país, e apenas por esse ponto ocorreu esta decisão.

Já estamos com recurso em andamento ainda pendente de julgamento.

Portanto, trata-se de questão meramente formal que em nada desabona a conduta ou traga quaisquer prejuízos para as condições de elegibilidade.

Gil Cutrim

A decisão, divulgada ontem nos canais de comunicação, foi proferida em outubro de 2019, pelo Tribunal Superior Eleitoral – TSE, a pedido do Ministério Público Eleitoral – MPE, que solicitou o retorno do processo de julgamento de contas da minha campanha eleitoral para o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão – TRE/MA.

O pedido do MPE foi em razão da decisão do TRE-MA, que julgou as contas com uma das provas juntadas fora do prazo, e para que não haja nenhuma dúvida sobre a lisura do julgamento, solicitou uma revisão pelo Tribunal maranhense dos autos do processo.

No mais, por se tratar de uma revisão processual, visto que as provas já se encontram nos autos, continuo tranquilo e confio no Tribunal Eleitoral maranhense, que outrora já fez um brilhante julgamento de minhas contas.

Weverton Rocha

Já recorremos da decisão e vamos aguardar. Quanto ao mérito estamos confiantes por se trata de questionamentos meramente burocráticos , sem nenhum tipo de Dolo.

Zé Inácio

Apesar de o TSE ter revisto a decisão do TRE, a decisão do tribunal eleitoral não é definitiva. Ainda existe um recurso pendente de apreciação por parte do TSE que acreditamos que vai garantir a aprovação das contas.

Bira, Jerry e outros três deputados do MA assinam CPI que mira Lava Jato
Política

Comissão pretende investigar as ações da força-tarefa do MPF de Curitiba e de Sérgio Moro. Também assinam Gil Cutrim, Pedro Lucas e Zé Carlos

Pelo menos 5 dos 18 deputados federais do Maranhão fazem parte da relação de 175 parlamentares que assinaram o pedido de instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara que tem como foco investigar as ações da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e os atos de Sérgio Moro, ex-juiz federal de primeira instância da maior operação de combate à corrupção do país e atual ministro da Justiça e Segurança Pública do governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo conferência feita pela Secretaria Geral da Mesa, divulgada na última sexta-feira 13, os maranhenses que assinam o requerimento para instalação da CPI são: Bira do Pindaré (PSB), Márcio Jerry (PCdoB), Gil Cutrim (PDT), Pedro Lucas (PTB) e Zé Carlos (PT).

De acordo com o requerimento de instalação da CPI, que tem como autora Jandira Feghali (PCdoB-RJ), os parlamentares pretendem apurar a suposta parcialidade de Moro com base em diálogos vazados atribuídos ele e a membros do MPF de Curitiba, como o procurador Deltan Dallagnol.

Para deputados contrários à comissão, porém, o objetivo da CPI é anular as condenações da Lava Jato.

Com três assinaturas a mais que a quantidade necessária — o número mínimo é 171 —, cabe agora ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), instalar a comissão, por meio da leitura do requerimento em plenário.

A expectativa é que isso ocorra já nesta semana.

Grupo de Flávio Dino tem 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís
Política

Apenas PCdoB e PDT têm três nomes, cada. Apesar de permitir que aliados tentem se viabilizar, governador já tem seu ungido para disputa

Entre nomes do alto e do baixo clero, o grupo comandado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) possui, atualmente, ao menos 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís para as eleições de 2020, segundo levantamento feito pelo ATUAL7.

Apesar da alta quantidade de postulantes, de acordo com declaração do presidente do PCdoB no Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, eminência parda da gestão comunista, chegado o período das convenções partidárias, não haverá dificuldade para a unção do escolhido.

Pelas movimentações públicas de Flávio Dino, apesar da permissão dada aos aliados para que tentem se viabilizar na disputa – sim!, por submissão voluntária dos próprios integrantes, no grupo dinista os passos só são dados após a permissão do governador –, o deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), desponta como já ungido antecipadamente pelo chefe. Recentemente, no que pode alavancá-lo na graça do ludovicense, ele recebeu das mãos do governador o comando do programa intitulado Nosso Centro, cujo investimento se aproxima de R$ 140 milhões.

Além de Rubens Júnior, também pelo PCdoB, se articulam no grupo dinista o deputado estadual Duarte Júnior e o vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro.

Outro partido que também possui três nomes em disputa interna é o PDT. Pela legenda, o predileto do presidente do partido no Maranhão, senador Weverton Rocha, é o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho. Em sua mais recente declaração sobre o pleito do próximo ano, porém, ele abriu brechas para que tentem se viabilizar o deputado estadual Yglésio Moyses e o vereador licenciado e secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues.

Os demais postulantes a prefeito de São Luís pela panelinha do Palácio dos Leões são: o deputado estadual Neto Evangelista, pelo DEM; o vice-presidente da Câmara de São Luís, Astro de Ogum, pelo PL (antigo PR); o deputado federal Bira do Pindaré, pelo PSB; e a deputada estadual Helena Duailibe, pelo Solidariedade.

Também recebeu autorização de Flávio Dino para tentar se viabilizar na disputa, mas ainda permanece sem partido, o comunicador Jeisael Marx, único outsider do grupo.

MPE pede desaprovação das contas de Bira do Pindaré e devolução de recursos
Política

Ele é acusado de aplicar indevidamente R$ 67,2 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. PRE diz que sequer há garantia de que valor tenha sido recebido por supostos panfleteiros

O Ministério Público Eleitoral (MPE) no Maranhão pediu a desaprovação das contas do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB), relativas à arrecadação e aplicação de recursos financeiros na campanha eleitoral de 2018. Ele foi eleito deputado federal, com 99.598 votos.

Segundo parecer assinado pelo procurador Regional Eleitoral, Pedro Henrique Oliveira Castelo Branco, relatório da Coordenadoria de Controle Interno e Auditoria (COCIN) da Justiça Eleitoral, produzido após a realização de diligências específicas para a complementação dos dados ou para o saneamento das falhas apresentadas nas contas de Bira, aponta para a existência de pelo menos cinco irregularidades — baixe a íntegra.

Dentre elas, porém, pelo uma, de pagamento de despesas com recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), não pode ser tratada como mera irregularidade formal, pois viola o disposto no artigo 40 da Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) n.º 23.553/2017.

Pelo resolução, gastos eleitorais de natureza financeira só podem ser efetuados por meio de cheque nominal, transparência bancária que identifique o CPF ou CNPJ do beneficiário ou débito em conta. Bira do Pindaré, porém, aponta a análise na prestação de contas do socialista, empregou exatos R$ 67.236,50 — dos R$ 528.370,00 gastos em sua campanha — a supostos prestadores de serviço de bandeiraço, panfletagem e divulgação de sua candidatura à Câmara dos Deputados em favor de apenas uma única pessoa, identificada como Thaynara Gomes Oliveira.

“O procedimento adotado, evidentemente, não foi correto. Se o serviço foi prestado pelos panfleteiros, os pagamentos deveriam ter sido efetuados diretamente a eles e não por meio de um intermediário. O prestador poderia ter optado cheques ou transferência bancária com identificação do CPF dos beneficiários também era uma hipótese admitida pelas normas aplicáveis”, destaca o MPE na manifestação.

Além disso, ainda segundo a resolução do TSE, para o pagamento de despesas de pequeno vulto, o candidato pode constituir um Fundo de Caixa (reserva de dinheiro), desde que observe o saldo máximo de 2% (dois por cento) dos gastos contratados, o que não foi o caso de Bira, cujo gastos com os supostos bandeiraços chegam a mais de 12% de sua arrecadação.

“Essa irregularidade por si só é grave o bastante para afetar a confiabilidade das contas, na medida em que impede a verificação, dentro dos parâmetros de segurança impostos pela legislação eleitoral. (...) A partir do momento em que o candidato utiliza um ‘intermediário’ para realizar seus gastos, ainda mais em grande monta como é o caso dos autos, burla a exigência legal e impede a sua finalidade. Não há sequer garantia de que os supostos panfleteiros, reais prestadores do serviço, tenham recebido o valor sacado da conta de campanha”, destaca o procurador Regional Eleitoral.

Além da desaprovação das contas, em razão do uso indevido de recursos do FEFC, o Ministério Público Eleitoral pede ainda que Bira do Pindaré seja condenado a devolver ao Tesouro Nacional o dinheiro pago irregularmente à Thaynara Gomes Oliveira, no prazo de cinco dias, após trânsito em julgado.

O pedido do MPE foi feito no último dia 29 e ainda não foi julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão. O relator é o juiz Eduardo José Leal Moreira. Em tese, caso as contas de Bira do Pindaré sejam desaprovadas, ele não poderá ser diplomado.

Outro lado

O ATUAL7 solicitou da assessoria de Bira do Pindaré um posicionamento do deputado a respeito do parecer do MPE. Até a publicação desta matéria, porém, não houve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.

Demora de Dino em apoiar Eliziane ao Senado aponta para plano B
Política

Parlamentar do PPS é a única postulante à vaga no grupo dinista há quase uma semana. Governador pode escolher Bira do Pindaré

A demora do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em declarador apoio a deputa Eliziane Gama (PPS) como segundo nome ao Senado Federal na chapa do Palácio dos Leões aponta para a possibilidade de um plano B do comunista para a vaga.

B mesmo, de Bira. Bira do Pindaré (PSB).

Há pouco mais de duas semanas, quando já havia o prenúncio de afastamento entre Dino e o deputado federal José Reinaldo Tavares (sem partido), Bira começou a surgir com força no entorno comunista como possibilidade do chefe do Executivo à Câmara Alta. O socialista, inclusive, chegou a dar entrevistas recentes à mídia local sobre o assunto, afirmando que sabe estar aberta a segunda vaga ao Senado, e que, “se fosse chamado aceitaria a missão na hora”.

No último sábado 24, Tavares confirmou o rompimento com o projeto de poder do governador. Desde então, Gama passou ser a única postulante do grupo, dos que estavam publicamente na disputa, à vaga.

Contudo, quase uma semana depois do ocorrido, mesmo com Gama sem adversários, já que o deputado Waldir Maranhão (Avante) também já não faz mais parte do projeto comunista — ele pode fechar com Eduardo Braide (PMN) —, Flávio Dino segue em silêncio desonesto sobre o assunto.

Pior ainda: tem estimulado, por meio de terceiros, o retorno de Zé Reinaldo ao grupo dinista, mesmo tendo provocado o afastamento do padrinho exatamente por também não querer apoiá-lo para o Senado.

Fora das pesquisas para o Senado, Bira já fala que tentará a Câmara em 2018
Política

Parlamentar caiu em desgraça popular após posicionamento favorável à MP de Flávio Dino que alterou o Estatuto do Magistério do Maranhão

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) anunciou, no último sábado 8, durante plenária sobre o seu mandato, que pretende disputar uma vaga Câmara Federal em 2018. O anúncio foi feito poucas semanas após o nome do socialista não ser lembrado ao Senado em nenhum cenário das diversas pesquisas divulgadas recentemente sobre as tendências do eleitorado maranhense neste momento.

“Estamos colocando nosso nome para deputado federal. Já estamos no segundo mandato de estadual e acredito que precisamos renovar os desafios”, declarou.

Ficha limpa e parlamentar de maior confiança do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), Bira era sondando para disputar o Senado, mas caiu em desgraça popular após posicionamento favorável à Medida Provisória (MP) 230/2017, de autoria do Poder Executivo, que alterou o Estatuto do Magistério Estadual – o Estatuto do Educador – e dispôs sobre o reajuste salarial dos professores da rede estadual pública de ensino. Mesmo pressionado por bandeiras em punho e gritos de ordem “deputado traidor, vota contra professor”, Bira preferiu manter-se fiel às ordens do Palácio dos Leões e votou pela aprovação da proposta.

Na prática, o dispositivo alterou o texto do Estatuto sancionado em 2013, prevendo, para este ano, um reajuste de 8% sobre os vencimentos e a Gratificação por Atividade no Magistério (GAM) para quem ganha abaixo do piso, e somente sobre a GAM para as demais classes. Ao final da votação, ele foi alcunhado pelos docentes de “Traíra do Pindaré” e teve de se esconder no fundão no Plenário da Assembleia Legislativa.

Apesar de já haver anunciado qual cargo pretende disputar, Bira também encontra dificuldades na busca por uma legenda que lhe garanta a entrada no pleito. Pelo PSB, ele só terá espaço se o senador Roberto Rocha deixar a legenda. O parlamentar estadual já chegou a cogitar a entrada no PCdoB, porém, diante da disputa a foice e martelo entre Rubens Pereira Júnior, Márcio Jerry, Jefferson Portela e Clayton Noleto, essa possibilidade foi colocada em segundo plano.

O mais provável, até agora, é que ele se filie ao PDT.

Palácio dos Leões quer Bira na presidência da CPI da Saúde
Política

Governo pretende indicar ainda o relator da comissão. Plano é controlar o que e quem poderá ser investigado

O Palácio dos Leões deu início, na sessão dessa quinta-feira 22, ao plano de tomar de conta da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, proposta pelo deputado Wellington do Curso (PP) para investigar contratos e convênios firmados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nos governos Jackson Lago, Roseana Sarney e Flávio Dino.

Um dia depois do líder do governo, deputado Rogério Cafeteira (PSB), revelar que a base estava liberada para assinar a instalação da CPI, o deputado Bira do Pindaré (PSB) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para declarar que apoia a criação da comissão.

“Estou inteiramente à disposição. (...) O que nos interessa é que seja apurado, é que seja investigado, que a gente chegue aos responsáveis pelo desvio do dinheiro público e que eles sejam punidos. É isso o que nós desejamos e é por isso que eu subscrevo a CPI ”, jurou.

Para que a comissão seja instalada, é necessária a adesão de pelo menos 14 assinaturas.

Segundo fontes palacianas, com a declaração de Bira em apoio à comissão e às investigações, a estratégia é aguardar as investidas de Wellington para garantir a coleta de outras assinaturas.

Caso os demais parlamentares do Bloco Independente, do qual o progressista faz parte, tomarem uma posição uniforme pela instalação da CPI, outros deputados da base também assinarão imediatamente a proposta, antes dos poucos membros do Bloco Parlamentar de Oposição que pretendem assinar, para que a maioria do colegiado seja formada por governistas. O plano do governo é garantir tanto a Presidência quanto a Relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Neste caso, como Bira é o queridinho e de extrema confiança de Flávio Dino (PCdoB), ele foi liberado a ser o primeiro governista a apoiar a instalação da CPI para já marcar o assento da presidência da comissão. Para a Relatoria, ainda segundo fontes, é analisado a indicação do deputado Marco Aurélio (PCdoB).

Com o domínio dos dois principais assentos da comissão especial, e ainda com a maioria dos membros da CPI, o Palácio dos Leões é quem controlará o que e quem poderá ser investigado, bem como quem será eventualmente punido.

Bira do Pindaré imita Eliziane Gama e se alia a quem antes criticava
Política

Socialista abandonou críticas a Edivaldo Holanda Júnior e declarou apoio ao pedetista

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) deu um duro golpe na população de São Luís, nesta quinta-feira 1º, e se aliou ao projeto de reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a quem até recentemente criticava e tentava varrer da prefeitura.

A neo aliança, segundo o próprio socialista relatou no Twitter, se deu em razão do remorso que nutre pelo presidente estadual do PSB no Maranhão, senador Roberto Rocha, que decidiu caminhar com a legenda pela eleição do candidato Wellington (PP).

Este é o segundo grande episódio de incoerência política nas eleições 2016 pela prefeitura de São Luís – ambos partindo de integrantes do consórcio montado pelo Palácio dos Leões.

Antes de Bira, a candidata da coligação “São Luís de Verdade”, Eliziane Gama (PPS), já havia esquecido do histórico político e ideologia em nome do poder.

Candidata ao executivo municipal pela segunda vez, Gama tem hoje como seu padrinho político e de candidatura o ex-prefeito da capital, João Castelo (PSDB), a quem até recentemente chamava por “Caostelo”, e acusava de escamotear verbas públicas na saúde, trânsito e educação. Em busca do tempo de TV do PSDB, a popular-socialista chutou o pau da barraca e decidiu caminhar com o ex-adversário – que acabou ficando apenas nos bastidores por ordem dos marqueteiros da campanha, mesmo a contragosto de Gama.

É a velha prática da conveniência política tentando ganhar os votos da Ilha Rebelde. Vai conseguir?

PRE-MA representa contra PP, PSB, PMN e PTB por propaganda partidária irregular
Política

Prática de propaganda partidária irregular teria sido cometida por Wellington do Curso, Eduardo Braide, Bira do Pindaré e Edivaldo Júnior

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Maranhão representou contra o Partido Progressista (PP), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido da Mobilização Nacional (PMN) junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão por suposta prática de propaganda partidária irregular. De acordo com a ação, os partidos utilizaram o tempo destinado à propaganda partidária para promover pré-candidatos à Prefeitura de São Luís nas eleições de outubro próximo.

Segundo a PRE-MA, em junho desse ano, os deputados estaduais Wellington do Curso (PP), Eduardo Braide (PMN) e Bira do Pindaré (PSB) participaram ativamente de inserções de seus respectivos partidos em emissora de televisão local com o objetivo de atender a interesses pessoais, já que são apontados como pré-candidatos a prefeito da capital maranhense.

Ao fundamentar a representação, o procurador regional eleitoral, Thiago Ferreira de Oliveira, afirmou que os três partidos “desvirtuaram a propaganda partidária, que tem como finalidade promover as ideias e programas do partido, e não ser usada como instrumento de promoção pessoal de qualquer filiado”.

Já o PTB, no mesmo mês, teria promovido o atual prefeito da capital maranhense, Edivaldo de Holanda Júnior, filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Nas inserções do PTB, Edivaldo anunciou suas realizações no exercício do cargo. Segundo a ação do PRE-MA, o “PTB submeteu-se a ser um veículo de propaganda do PDT e da futura candidatura do Sr. Edivaldo Holanda Júnior à reeleição ao cargo de Prefeito de São Luís”, o que também é vedado por lei.

O procurador regional eleitoral argumenta que, ao permitir a promoção pessoal de pretenso candidato a cargo eletivo em programa partidário e por permitir ainda a participação de pessoa não filiada, o PTB submeteu-se à aplicação de penalidade definida em lei, que prevê o desconto de tempo de programação no semestre seguinte àquele em que é praticado o ato ilícito. A mesma pena também é pedida pela PRE-MA aos outros partidos.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão pede da representação que o direito de transmissão do PP, PTB, PSB e PMN seja reduzido em cinco vezes o tempo das inserções irregulares no primeiro semestre de 2017, já que a pena não pode ser aplicada no segundo semestre de 2016, por ser proibida a veiculação de propaganda partidária gratuita nesse período.

Eliziane Gama e Fábio Câmara

Apesar da representação ter mostrado à sociedade que a PRE-MA está alerta contra qualquer abuso de candidatos e partidos nestas eleições, a ação foi recebida com estranheza nas redes sociais pelo fato dos pré-candidatos Eliziane Gama (PPS) e Fábio Câmara não terem sido incluídos. Isso ocorre porque, tanto Gama quanto Câmara usaram inserções partidárias para apontar problemas graves na gestão municipal e se apresentar como pré-candidatos à Prefeitura de São Luís.

Declaração de Bira do Pindaré sobre Sabatina Verde coloca Palácio dos Leões em saia justa
Política

Pré-candidato insinuou que somente quem trabalha pelo apoio dos Sarneys participou de sabatina promovida pelo PV

Foi muito mal recebida pelo Palácio dos Leões a justificava apresentada pelo deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) sobre sua ausência na Sabatina Verde. O evento suprapartidário foi realizado pelo Partido Verde na última sexta-feira 8, na sede Assembleia Legislativa, para conhecer as propostas dos pré-candidatos a prefeito de São Luís para a área de meio ambiente e sustentabilidade.

Ao comentar sobre sua ausência no evento durante debate com o deputado Adriano Sarney, Bira alegou que decidiu não participar da sabatina por não estar interessado no apoio do PV, controlado pelo deputado e por seu pai, o ministro Sarney Filho, à sua pré-candidatura.

– Não foi por falta de convite, já tinha dito antes ao deputado Adriano Sarney que não participaria porque não tenho interesse no apoio do PV, pois já sabemos quem controla o partido aqui no Maranhão, o deputado Adriano e o ministro Sarney Filho. Então, não faz sentido. Fosse em outra instância, eu debateria – declarou.

Ocorre que, além de Bira, outros dois candidatos do governador Flávio Dino e do PCdoB, a deputada federal Eliziane Gama (PPS) e o quase esquecido Eduardo Braide (PMN), também foram convidados para a sabatina e marcaram presença no evento. Como Bira insinuou que a participação na sabatina seria uma forma de buscar apoio do PV, a alegação do socialista acabou provocando nas redes sociais a dúvida de que Gama e Braide andam trabalhando nos bastidores para garantir o apoio dos Sarneys à suas pré-candidaturas na disputa.

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), candidato principal do Palácio dos Leões, também foi convidado, porém não participou da sabatina sob a alegação de não ter sido convidado para o evento, e não por querer evitar aproximação com o PV dos Sarneys.

Jerry insinua que Edivaldo, Bira, Eliziane e Braide são subservientes a Flávio Dino
Política

Para secretário, apenas o pré-candidato Wellington do Curso, embora da base, mantém postura independente ao Palácio dos Leões

O secretário estadual de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry Saraiva Barroso, insinuou por meio das redes sociais, nessa segunda-feira 11, que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), e os deputados Bira do Pindaré, Eliziane Gama (PPS) e Eduardo Braide (PMN) são subservientes ao governador Flávio Dino e ao PCdoB, partido do qual é presidente do diretório estadual.

A ação ocorreu quando Jerry afirmou que não havia incluído no consórcio do Palácio dos Leões o nome do pré-candidato a prefeito de São Luís, deputado Wellington do Curso (PP), em respeito à sua “independência política” na Assembleia Legislativa.

 Não citei o deputado Wellington em respeito à posição dele, de independência política. Apoia o governo na Alema, mas sempre frisa postura independente – explicou, confirmando o plano de Dino e do PCdoB de lançar e apoiar um pool de candidatos como estratégia de combater a possível vitória do progressistas nas urnas em outubro próximo.

A independência de Wellington, frisada pelo próprio Jerry, tem sido a principal causa de seu crescimento junto ao eleitorado de São Luís, em paralelo ao aumento de dor de cabeça do chefe do Palácio dos Leões. Embora pertencente à base, o deputado não tem silenciado diante de irregularidades encontradas no governo comunista.

Por esse motivo, Dino e o próprio Jerry sabem que, sendo eleito prefeito, Wellington é quem comandará a Prefeitura de São Luís. Contudo, conforme insinuou o próprio secretário, se o eleito for Edivaldo Júnior, Bira do Pindaré, Eliziane Gama ou ainda o deputado Eduardo Braide, o PCdoB é quem continuará a dar as cartas na Prefeitura de São Luís.

Bira também fica de fora de sabatina com empresários da construção civil
Política

Além dele, o pré-candidato Eduardo Braide não participará da rodada de conversas

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) se irmanou ao também deputado estadual Eduardo Braide (PMN) no vexame destruidor de não ser convidado por empresários de construção civil para sabatina com os principais pré-candidatos a disputa eleitoral da capital em outubro próximo.

A rodada de conversas está sendo promovida pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon) do Maranhão, a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) do Maranhão, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) do Maranhão, o Sindicato dos Engenheiros (Senge) do Maranhão e o Clube de Engenharia do Maranhão.

Os empresários pretendem conhecer as propostas para o setor e para a cidade como um todo, e apenas o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), Eliziane Gama (PPS), Wellington do Curso (PP), Fábio Câmara (PMDB), Rose Sales (PV) e até João Bentivi (PHS) tiveram seus nomes confirmados na sabatina.

Acordão: Eliziane silencia sobre Edivaldo e Flávio Dino se mantém neutro
Política

Bira do Pindaré também fechou o mesmo acordo em troca de ser o plano A do Palácio dos Leões para São Luís

Apesar de não ser a candidata B, C, D e nem mesmo Z do Palácio dos Leões, a deputada federal Eliziane Gama (PPS) celebrou um acordão com o governador Flávio Dino (PCdoB): manter-se em silêncio completo sobre o descaso da administração Edivaldo Holanda Júnior (PDT) em troca da neutralidade do comunista na capital.

Pelo acordo, diferente do que vem ocorrendo em outros municípios, principalmente os da Grande São Luís, Dino não declarará apoio a Edivaldo Júnior para que Eliziane não leve a tribuna da Câmara e à imprensa denúncias graves que tem contra Edivaldo em relação a dinheiro público federal enviado para obras de infraestrutura, educação e saúde.

A pré-candidata tem guardado contra Júnior, por exemplo, um vasto documento enviado há meses pelo Ministério das Cidades, de verba federal enviada para o canal que corta a famigerada ponte não concluída Pai Inácio, no Turu. A obra chegou a ser em parte construída, recentemente, pelo governo estadual, mas foi abandonada. As outras obras são, em sua maioria, de tapa buracos e recuperação de ruas e avenidas em São Luís, a exemplo da Avenida Aririzal e Rua Cel Eurípedes Bezerra.

A solicitação da documentação ao Ministério da Cidades chegou a ser divulgada pelo Atual7, ainda em setembro do ano passado. As informações contemplam ainda o dinheiro enviado para a gestão do ex-prefeito João Castelo (PSDB), hoje colega de bancada de Gama na Câmara Federal. Nitroglicerina pura.

Bira do Pindaré

Apesar de não ter documentos da verba federal destinada para São Luís e não usada por Edivaldo, o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) também mantém o mesmo acordo com o governador.

O silêncio de Bira foi trocado com a escolha de seu nome como plano A do Palácio dos Leões, sendo Edivaldo, embora no cargo, o candidato laranja do governo.

Apesar de Flávio Dino não declarar abertamente que o parlamentar estadual é seu ungido para as eleições de outubro próximo, o Palácio dos Leões vem jogando dinheiro público fora na tentativa de alavancar o crescimento de Bira nas pesquisas.

Recentemente, o governo chegou a lançar um revista com os feitos pela Secretaria de Estado de Ciências e Tecnologia, ainda comandada por Bira mesmo fora do cargo.