Eleições 2020
Jair Bolsonaro sanciona fundo eleitoral de R$ 2 bilhões
Política

Dispositivo prevê o uso da verba pública para financiar as campanhas dos candidatos nas eleições municipais de outubro

O presidente Jair Bolsonaro sancionou integralmente, nessa sexta-feira 17, a LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2020, que inclui o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões.

Conhecido como fundão, o dispositivo prevê o uso da verba pública para financiar as campanhas dos candidatos nas eleições municipais de 2020.

O valor de R$ 2 bilhões foi aprovado pelo Congresso em dezembro do ano passado.

Após cobrança de eleitores nas redes sociais, Bolsonaro chegou a indicar que vetaria o fundo, mas poucas horas depois recuou, sob alegação de que poderia sofrer um processo de impeachment.

Mesmo sancionando, o presidente pediu aos eleitores para não votarem em candidatos que usarem recursos do fundo.

Com discurso de gestão e contra a corrupção, Madeira confirma pré-candidatura
Política

Apesar de filiação ao SD, juiz federal aposentado entra na disputa pela prefeitura de São Luís como terceira via

O juiz federal aposentado Carlos Madeira confirmou, nesta quarta-feira 15, durante coletiva de imprensa, que é pré-candidato a prefeito de São Luís. Embora tenha se filiado ao Solidariedade, partido que faz parte da base do governador Flávio Dino (PCdoB) no estado, e de quem é também amigo, ele entra na disputa como representante da terceira via.

Com forte discurso focado em gestão e de combate à corrupção, defendeu parcerias público-privadas para setores importantes da administração e mostrou coragem ao ser o primeiro e único prefeiturável a dizer abertamente que fará uma auditoria, se eleito, para confirmar informações sobre “um volume imenso de cargos em comissão” na prefeitura —desde 2013 sob comando de Edivaldo Holanda Júnior (PDT), afilhado político de Dino.

“Me proponho a fazer, eleito, uma auditoria, para que se possa aferir, por meio de um levantamento criterioso, se esse número de comissionados é realmente necessário e adequado para dar eficiência à máquina administrativa”, garantiu.

Com a confirmação da pré-candidatura, Madeira qualifica a corrida eleitoral e passa a representar uma barreira para o deputado federal e também pré-candidato a prefeito Eduardo Braide (Podemos).

Líder absoluto em todas as pesquisas de intenção de votos realizadas no ano passado, até então, Braide era o único postulante ao Palácio de La Ravardière a não se posicionar como situação, nem como oposição. Agora, há ainda possibilidade de perder espaço também no meio do alto empresariado e entre os mais carentes, devido à trajetória de empreendedor de sucesso e infância dura na periferia do Bairro de Fátima vivida por Carlos Madeira, que apresentará propostas para a cidade com base técnica e experiência próprias.

Disposto, segundo declarou o próprio, a “construir pontes, não muros”, após a coletiva, em ato de maturidade política, Madeira visitou Dino no Palácio dos Leões, acompanhado do secretário estadual Simplício Araújo (Indústria e Comércio), presidente do SD no Maranhão. A ação, segundo o pré-candidato a prefeito de São Luís, deve acontecer também em relação ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), caso seja eleito prefeito em outubro próximo.

“Não me esquivarei de dialogar com quem é de direita ou de esquerda. Quem estiver no comando da prefeitura tem de ter esse olhar, de buscar [aproximação] em favor do povo”, disse.

“Serei a novidade nesta eleição”, diz Rubens Júnior
Política

Pré-candidato a prefeito de São Luís, comunista está na política desde 2006

Na vida pública desde 2006, quando entrou pela primeira vez para a Assembleia Legislativa do Maranhão então filiado ao PRTB, o hoje deputado federal licenciado pelo PCdoB e secretário estadual Rubens Pereira Júnior (Cidades e Desenvolvimento Urbano) disse que será a cara nova na disputa pela prefeitura de São Luís este ano.

“Eu não tenho dúvidas que eu serei a novidade nesta eleição. Quando São Luis conhecer a minha história e ver o quanto eu estou preparado para ser prefeito da minha cidade, eu não tenho dúvidas que cresceremos no momento certo”, disse.

A declaração foi dada ao programa programa Ponto Continuando, da Mais FM, em entrevista nessa sexta-feira 10, ao ser questionado sobre a desastrosa intenção de votos que recebeu em todas as pesquisas divulgadas em 2019.

Para o pré-candidato comunista, os cenários mostrados pelos institutos de pesquisa não devem ser levados em consideração, por ainda faltar 10 meses para o pleito.

“Quem analisar eleição baseada em pesquisa apenas quantitativa dez meses antes da eleição, está cometendo um erro primário. Nós não somos pautados por pesquisas com um momento tão longe assim”, garante.

Além de Rubens Júnior, disputa a unção do PCdoB para a corrida eleitoral na capital o deputado estadual e também pré-candidato a prefeito Duarte Júnior.

A escolha entre eles, segundo o governador Flávio Dino (PCdoB), será definida até março —caso um dos dois, sob pressão, não desista antes.

Rubens Júnior assume pré-candidatura a prefeito de São Luís
Política

Ausência de anúncio público vinha sendo utilizada pelo comunista para minimizar vexame em pesquisas eleitorais

O deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), resolveu assumir publicamente que é pré-candidato a prefeito de São Luís.

Apesar de diversas movimentações políticas ao longo do ano passado, públicas e de bastidor, visando o pleito de 2020, o comunista vinha usando a ausência do anúncio para justificar o desempenho desastroso em todas as pesquisas eleitorais realizadas no ano passado.

“Sou o pré-candidato ‘dos vermelhos’ e estou pronto para repetir em São Luís os bons resultados do governo Lula e também os grandes avanços do governador Flávio Dino para o Maranhão. O PCdoB e o PT são aliados históricos e seguiremos unidos”, publicou no Twitter, nessa quarta-feira 8, com foto de encontro entre ele, os petistas Lawrence Melo e Honorato Fernandes, e o ex-deputado estadual Rubens Pereira, o Rubão, seu pai e entalhador.

Apesar da declaração de Rubens Pereira Júnior e da aposta na popularidade do ex-presidente Lula em São Luís, o PT segue dividido para a eleição majoritária da capital do Maranhão. Os deputados Zé Inácio e Zé Carlos, por exemplo, defendem que o partido tenha candidatura própria.

Antes do anúncio no Twitter, Rubens Júnior já havia confirmado a pré-candidatura a prefeito, mas somente em reuniões fechadas, realizadas no ano passado: na conferência municipal do PCdoB, em novembro, e no almoço com apoiadores e simpatizantes, em dezembro.

Seccor abre investigação sobre gastos da Câmara de São José de Ribamar
Política

Casa é comandada por Beto das Vilas. Ele pretende disputar em 2020 a prefeitura do município

A Seccor (Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção), da Polícia Civil do Maranhão, abriu investigação sobre gastos da Câmara Municipal de São José de Ribamar.

A Casa é comandada há mais de uma década por Manoel Albertin Dias dos Santos, o Beto das Vilas.

Segundo disse ao ATUAL7 uma fonte com acesso a investigação, a apuração teve início no final do ano passado, por meio de uma VPI (Verificação de Procedência das Informações), mecanismo criado pela legislação para averiguar a verossimilhança de suposta ocorrência de fato criminoso e a viabilidade de instauração de inquérito policial.

Os levantamentos correm sob sigilo, no âmbito do 2ª Deccor (Departamento de Combate à Corrupção). O objetivo é apurar suspeitas de ilegalidades nas despesas do Poder Legislativo ribamarense, entre 2017 e 2018.

Coincidentemente, no pleito de 2020, pela primeira vez, Beto das Vilas pretende disputar a prefeitura do município, pelo PSD do deputado federal Edilázio Júnior, oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB).

Atualmente, a prefeitura de São José de Ribamar está sob gestão de Eudes Sampaio (PTB), que virou prefeito após a renúncia de Luis Fernando Silva (sem partido) para tentar reconstruir a vida pública como secretário de Estado de Programas Estratégicos no governo de Dino, ex-desafeto. Eudes tentará a reeleição.

Eleições 2020: o começo do jogo e os desafios
Artigo

Por Abdon Marinho*

NO ÚLTIMO dia do ano passado um dos editores de jornalismo de uma emissora local me alcançou através de um aplicativo de celular. Queria uma entrevista sobre o calendário eleitoral, para o dia seguinte. Não vendo qualquer óbice, já marcamos para as oito e trinta horas do dia seguinte.

Se a primeira visita não parecesse muito adequado se falar de política logo no primeiro dia do ano, o assunto era mais do que oportuno. O dia primeiro já trazia as primeiras vedações a vincular os agentes e o processo político eleitoral como um todo, como por exemplo, a vedação de divulgação de pesquisas sem prévio registro na justiça eleitoral e dentro das balizas legais; a proibição de doar bens, valores ou benefícios por parte da administração pública, ressalvados os casos de calamidade pública ou programas sociais já em andamento e, ainda assim, podendo ser acompanhado pelo ministério público; a proibição de execução de programas sociais por entidades vinculadas nominalmente a candidatos ou por estes mantidas; e, por fim, a limitação à publicidade da administração pública federal, estadual ou municipal.

Quem tem acompanhado a cena política estadual – e nos municípios –, têm visto que desde o encerramento do último pleito municipal os pretendentes às sucessões já colocaram seus “blocos” nas ruas cometendo toda sorte de abusos.

Tais práticas recrudesceram a partir do término do pleito estadual – e posse dos eleitos –, quando acrescentou-se aos primeiros pretendentes uma série de outros pretendentes, estes, “calçados” nos mandatos de deputados estaduais e federais, que passaram a usar as prerrogativas e poderes inerentes aos cargos para se apresentarem como pré-candidatos e a fazerem campanhas com recursos públicos, se promovendo através das mais variadas mídias custeadas pelos contribuintes/eleitores.

Se no interior do estado – e mesmo na região metropolitana –, temos pretendentes ao cargo de alcaide e/ou vereadores substituindo o poder público na execução de obras ou mesmo destruindo benesses, tais como material de construção, cestas básicas, equipagem, equipamentos de som, motos, pneus, etc., e até mesmo refeições, além de promoverem uma infinidade de atividades festivas, na capital, principalmente, na periferia, não é muito diferente.

A cidade está coalhada de propaganda promocional dos pretensos candidatos à sucessão municipal.

Isso sem contar a promoção regiamente paga através de blogues e outras mídias.

O mal exemplo vem de cima. Praticamente no mesmo dia em assumia o segundo mandato o governador do estado já “se lançou” candidato à presidência da República. Fez mais, a partir de então, os interesses da boa gestão foram jogados para “escanteio” e o Estado do Maranhão passou a ser apenas um degrau dos seus sonhos (ou delírios).

A população mais esclarecida ilha – o pouco que restou –, assistiu, no penúltimo dia do ano, a espetáculo, digamos, inusitado: um governador de estado ir a “inauguração” de uma reforma de feira. Acho que já seria demasiado um governador ir a inauguração de uma feira. Ir a inauguração de reforma, então, dispensa quaisquer comentários. Falta do que fazer ou, talvez, a revelação, inadvertida, da real dimensão do governo.

Não que seja novidade o atual governo “apequenar” o papel do estado. Noutras oportunidades já o vimos inaugurar “um” poço artesiano, uma escolinha de duas salas, etc.

Assim, não foi de todo surpreendente que o governador, em pessoa, em pleno horário de expediente, fosse com seu séquito de postulantes a candidatos a prefeito da capital à inauguração da “reforma” da feira da Macaúba, no antigo Caminho da Boiada, onde se deliciou com um fumegante mocotó.

Na inauguração da “reforma” da feira o governador cumpriu o duplo papel: apresentar-se como líder popular e apresentar, à população local, seus prováveis candidatos à sucessão do atual alcaide.

A nota pitoresca – sem a qual o evento não estaria completo como a comédia bufa, que foi –, é que um dos pré-candidatos do consórcio governista apresentado a uma legítima iguaria da culinária maranhense, o mocotó, comportou-se como se estivesse diante de um guisado de “kriptonita”, o que foi capitado pelas lentes indiscretas de alguns dos presentes e explorado, à exaustão, pelos próprios integrantes do consórcio, através das diversos veículos de comunicação a soldo ou simpáticos aos outros concorrentes, que não “descansaram” na “queimação” do pretendente a prefeito nem durante a queima de fogos da virada de ano.

Nunca se viu tanto “fogo amigo” contra uma pessoa quanto este, dispensado pelos próprios aliados, contra o concorrente.

O jogo político maranhense para esta eleição, e para a de 2022, se apresenta como o espetáculo dantesco. Com raríssimas exceções, impondo ao cidadão a obrigação de escolher entre o pior e o menos ruim.

Com raríssimas exceções, repito, olhamos para os quadros sucessórios nos municípios – e, mesmo, o que se desenha para o pleito estadual –, e ficamos com a clara sensação que o homem de bem desistiu da política, resolveu deixar o comando dos destinos das cidades – e do estado –, nas mãos dos arrivistas de sempre, os que enricaram enquanto diziam representar o povo.

O pior é que, na maioria das vezes, são jovens, mas já “doutores” nas velhas práticas, o que nos leva ter menos esperança no futuro do que no presente.

A política maranhense não apresenta qualquer novidade entre o que vivenciamos nos quase cinquenta anos sob o jugo do sarneísmo e que se vivência agora, sob o comando dos comunistas.

Arriscamos-nos a dizer, até, que essa nova hegemonia se apresenta muito mais deletéria que a anterior, não apenas sob a ótica da dominação política como, também, no que se refere à gestão da máquina administrativa.

A sucessão municipal que está posta não apresenta para os cidadãos quaisquer melhoras (ressalvando a exceção que justifica a regra) em relação aos pleitos anteriores, antes, pelo contrário.

Mesmo a capital, sempre reconhecida como celeiro de novidades e rebeldia, se desertificou. Dentre as pré-candidaturas postas a única que se apresenta como “algo novo” é a do (ex) juiz Carlos Madeira. Não que eu acredite que possa obter êxito no pleito que se avizinha, quando, até aqui, se apresenta, segundo a última pesquisa do ano passado, com menos de um por cento de preferência do eleitorado – a não ser que aconteça alguma coisa imprevisível –, mas pelo que representa como alternativa futura.

Ressaltando, entretanto, que para isso é necessário que ele se coloque como oposição a tudo isso que está posto, não se deixando “abduzir” pelo antigo regime, representado pelo grupo Sarney ou pelo atual modelo vinculado aos “comunistas”. Numa ou noutra hipótese será apenas mais um.

Em um quadro político tão ruim, com tantos abusos acontecendo diariamente em todos os municípios e praticados por pessoas que se acostumaram a desafiar a lei, a Justiça Eleitoral, por suas diversas instâncias, precisa ficar atenta e combater com severidade e celeridade os “desvios” e/ou crimes perpetrado pelos pretensos candidatos.

Embora entendendo que os abusos que vêm sendo cometidos nos últimos anos não estejam isentos de punição e/ou mesmo do impedimento à participação destes candidatos no pleito vindouro, ainda que se limite a uma ação efetiva a partir do primeiro dia deste ano, já pode contribuir – e muito –, com o igualdade de condições na disputa entre todos os candidatos.

Durante o ano tentaremos acompanhar e expor nossas opiniões sobre o quadro político, os processos sucessórios e as demais novidades na área da Justiça Eleitoral.

Um bom ano de 2020 a todos com esperança e fé.

*Abdon Marinho é advogado.

Baixa intenção de votos impacta pré-candidatura de Rubens Júnior
Política

Há 13 anos na política, comunista chegou no máximo a 1% em pesquisas eleitorais ao longo de 2019, ano pré-eleitoral

O deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Ruben Pereira Júnior (PCdoB), termina 2019, ano pré-eleitoral, sem conseguir decolar nas pesquisas de intenção de votos, se consolidando como o picolé de chuchu na disputa pela prefeitura de São Luís.

Segundo todos os levantamentos realizados ao longo deste ano, o comunista apresenta, no máximo, 1% da intenção de votos do eleitorado ludovicense, mesmo com o apoio aberto do governador Flávio Dino (PCdoB), que há seis meses o presenteou com uma agenda de R$ 140 milhões para um programa gerenciado por sua pasta.

Apesar de tentar minimizar a situação, a baixa intenção de votos traz complicações para a pré-candidatura de Rubens Júnior.

Ao contrário do que argumenta, embora não tenha ainda se declarado pré-candidato, Rubens Júnior não é novato na política, onde entrou desde 2006. Logo, deveria ser conhecido pela população. Se não cresce nas pesquisas, é pelo baixo carisma ou por falta de trabalho relevante e digno de reconhecimento durante esses 13 anos. Ou mesmo os dois.

Como o nome de Rubens Júnior não deslancha, o deputado federal e presidente do PCdoB no Maranhão, Márcio Jerry, tem declarado que o nome do partido para a prefeitura de São Luís em 2020 pode ser o do deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB), melhor colocado da legenda e do grupo governista em todas as pesquisas eleitorais divulgadas até aqui, aparecendo sempre entre a segunda ou terceira posição.

Até mesmo o próprio Flávio Dino, diante da baixa intenção de votos do secretário de Cidades, também tem deixado publicamente aberta a possibilidade de urgir Duarte Júnior para a disputa.

Em entrevista recente, o governador do Maranhão declarou que até março definirá entre os dois —esticando o tempo inicial, que era até dezembro de 2019. Será o último prazo para Rubens Júnior tentar mudar a própria realidade.

Luciano lidera com folga em todos os cenários em Pinheiro
Política

Pesquisa Econométrica ouviu 354 eleitores, entre os dias 20 e 22 de dezembro

Pesquisa do Instituto Econométrica aponta que o prefeito Luciano (PP) é o favorito, em todos os cenários e com folga, na disputa pela prefeitura de Pinheiro em 2020, quando concorrerá à reeleição.

Segundo o cenário estimulado, em que aparecem todos os pré-candidatos, Luciano está em primeiro com 36,7%, seguido pelo deputado estadual Leonardo Sá com 26,3%, o ex-prefeito Filuca (15,8%), o ex-prefeito Zé Arlindo (10,5%), e Pr. Lobato e Tony Ferreira, ambos com 2%.

Em um contexto sem os dois últimos colocados do cenário anterior, Luciano aumenta suas intenções de voto para 37,9%, em segundo Leonardo Sá com 27,4%, seguido por Filuca (16,4%) e Zé Arlindo com 10,2%.

No cenário sem a participação do ex-prefeito Zé Arlindo, Luciano Genésio aumenta seus números para 41,5%. Mais atrás aparecem Leonardo Sá com 30,2% e Filuca com 18,1%.

A maioria do eleitorado de Pinheiro, independente das posições políticas, acha que Luciano Genésio será reeleito prefeito da cidade. 45,2% dos pinheirenses acreditam nisso, enquanto somente 18,9% acham que Leonardo Sá vencerá as eleições. 10,5%, 3,4% e 1,1% acreditam que o vencedor possa ser Filuca, Zé Arlindo ou Pr. Lobato, respectivamente.

A pesquisa Econométrica foi realizada de 20 a 22 de dezembro, e ouviu 354 eleitores de vários bairros de Pinheiro. O erro amostral é de 4,8% com um intervalo de confiança de 95%.

TRE-MA libera filiação de Yglésio Moyses a outro partido
Política

Corte julgou procedente a ação declaratória de desfiliação do PDT

O TRE (Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão julgou, nesta segunda-feira 16, procedente a ação declaratória de desfiliação do PDT que libera o deputado estadual Yglésio Moyses para filiar-se a outro partido.

A decisão da corte foi unânime.

Participaram do julgamento os desembargadores Cleones Cunha, Tyrone Silva; os juízes José Gonçalo Filho, Júlio César Praseres; e os juristas Bruno Duailibe e Gustavo Vilas Boas.

Com a decisão do TRE-MA, Yglésio deve avançar nas tratativas partidárias para entrar em definitivo na pré-campanha a prefeito de São Luís.

Presidente do PV diz que pré-candidatura de Adriano é prioridade nacional
Política

Deputado teve o nome lançado para a disputa pela prefeitura de São Luís em 2020

Em encontro realizado nessa sexta-feira 13, o presidente nacional do Partido Verde, José Luiz Penna, chancelou a decisão da executiva estadual de apoiar a pré-candidatura do deputado estadual Adriano Sarney ao cargo de prefeito de São Luís. “O Adriano tem o total apoio da Executiva Nacional para entrar na disputar. Afinal, sabemos que ele irá defender, e bem, nossas bandeiras partidárias”, disse Penna.

Este foi o segundo encontro do PV em pouco mais de um mês.

Nas duas ocasiões o nome do parlamentar foi ovacionado pelos presentes. Neste encontro, também foi eleita a nova diretoria executiva do PV no Maranhão. O partido será conduzido por Adriano (presidência) e o deputado César Pires (vice-presidência).

O Partido Verde possui hoje uma estrutura partidária razoável no estado. São seis prefeitos, 13 vice-prefeitos, 100 vereadores e três deputados estaduais.

De acordo com Adriano Sarney, a meta do partido para 2020 é dobrar estes números.

“Iremos trabalhar para aumentar nosso número de prefeitos e nossa bancada de vereadores nas eleições do ano que vem. E esse aumento se dará incentivando a renovação na política”, afirmou.

Movimento pró-Roseana implode tratativas do MDB com Carlos Madeira
Política

Juiz federal vai se aposentar neste mês e disputará a prefeitura de São Luís em 2020

Repentinamente lançado pelo deputado estadual Roberto Costa —que há poucos dias promovia atos públicos de apoio à pré-candidatura do deputado Neto Evangelista (DEM)— o movimento do MDB pela entrada da ex-governadora Roseana Sarney na disputa pela prefeitura de São Luís implodiu as tratativas do partido com o juiz federal Carlos Madeira.

Com aposentadoria confirmada para este mês, Madeira estava praticamente a caminho certo da legenda, inclusive tendo a própria Roseana como principal entusiasta do projeto de ter o magistrado na corrida pelo Executivo da capital. A mudança de planos da cúpula emedebista, porém, fez com que ele decidisse retomar a agenda de contatos com outras siglas.

“Página virada. Compreendo que o partido está fazendo opção pela pacificação de seus membros, que passa pelo nome de Roseana”, declarou ao ATUAL7, ao ser questionado sobre como fica a agenda com o MDB após a ex-governadora ter deixado em aberto que pode ela própria concorrer à prefeitura.

Embora não possa ser oficialmente declarado pré-candidato —em razão do impedimento legal por ainda ocupar o cargo na magistratura— Madeira tem sido cobiçado por diversos partidos para a disputa pela prefeitura de São Luís em 2020.

Diante da inviabilidade do MDB como rumo partidário, segundo apurou o ATUAL7, as conversas devem avançar com o Solidariedade, do secretário estadual de Indústria e Comércio, Simplício Araújo.

Natural de São Luís, Carlos Madeira teve o nome lembrado pelo eleitorado ludovicense na última pesquisa de intenção de votos do Instituto Escutec, realizada entre a primeira e segunda quinzena de outubro.

Como o perfil de magistrado e de outsider agrada o eleitor de São Luís, que almeja um gestor sem tradição política, tem forte potencial de crescimento, sobretudo pela baixa rejeição.

Braide começa a usar eleição de 2020 como palanque para Palácio dos Leões em 2022
Política

Pré-candidato a prefeito de São Luís, deputado tem centrado críticas em Flávio Dino, e não apenas em Edivaldo Holanda Júnior. Ele foi o mais votado em São Luís para a Câmara em 2018

Mais do que uma possível derrota do PDT em São Luís, a eleição para a prefeitura da capital em 2020 poderá ser também o fim antecipado da hegemonia do PCdoB e do grupo liderado pelo governador Flávio Dino no Maranhão.

Pelas movimentações e discursos mais recentes, se não houver erros de marketing ou problemas com a Justiça, essa eventual derrocada caminha para ser determinada por Eduardo Braide, deputado federal mais votado em São Luís em 2018 e pré-candidato a prefeito da cidade pelo Podemos, partido ao qual ele passa a integrar a partir desta sexta-feira 29.

Em publicações nas redes sociais e em entrevistas à imprensa, o parlamentar começou a demonstrar que vai usar a eleição do próximo ano como palanque para o Palácio dos Leões em 2022. Nas últimas semanas, por exemplo, em vez de críticas apenas a gestão Edivaldo Holanda Júnior, passou também a mirar, principalmente, Flávio Dino, e o que chamou de “projeto de poder” do PCdoB e do PDT.

“O que existe é um projeto de poder. E o que a gente percebe é que tem um projeto de permanecer nesse poder, porque se tivesse um projeto de governo realmente os índices divulgados seriam positivos. Essa é uma parceria de televisão, só existe nas propaganda”, apontou mais cedo ao programa Nova Manhã, da Rádio Nova FM.

A estratégia parece ser a mesma adotada pelo próprio Dino, que primeiro concorreu para a prefeitura de São Luís como vitrine eleitoral para logo depois disputar e vencer para governador.

Contudo, diferentemente do comunista, diante do vácuo na sucessão de 2022 criado pela briga de bastidor entre o vice-governador Carlos Brandão (PRB) e o senador Weverton Rocha (PDT), somada à pré-candidatura precoce de Flávio Dino à Presidência da República, Eduardo Braide tem hoje maior chance de vitória já na primeira disputa pelo Palácio dos Leões, ganhando ou perdendo o pleito de 2020.

Em caso de vitória de Braide nas urnas ano que vem, quem indicar o nome para vice-prefeito —daí o porquê da vaga estar em negociação com o PSDB e o PL, de Roberto Rocha e Josimar Maranhãozinho, respectivamente—, poderá já contar com a única vaga ao Senado que o Maranhão terá direito em 2022.

Braide se filia ao Podemos nesta sexta para disputar prefeitura
Política

Parlamentar elegeu-se pelo PMN em 2018. Partido não atingiu a cláusula de barreira

O deputado federal Eduardo Braide confirmou nas redes sociais, para esta sexta-feita 29, sua filiação ao Podemos.

O ato ocorrerá em São Luis, onde o parlamentar pretende disputar a prefeitura em 2020.

Nas eleições de 2018, Braide elegeu-se pelo PMN, partido que não atingiu a cláusula de barreira. Em uma articulação envolvendo o deputado federal Aluísio Mendes (PSC), há alguns meses garantiu o controle do Podemos, para onde já havia mandado alguns de seus assessores e correligionários mais próximos.

No PMN, seu antigo partido, colocou no comando o seu irmão, Fernando Braide.

Anildes Cruz alega foro íntimo e deixa relatoria de ação contra Edmar Cutrim e Rubens Júnior
Política

Conselheiro do TCE e secretário estadual de Cidades são acusados de nepotismo cruzado pelo Ministério Público do Maranhão

A desembargadora Anildes Cruz, do Tribunal de Justiça do Maranhão, deixou a relatoria do recurso interposto pelo conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado), Edmar Serra Cutrim, contra decisão da juíza Alexandra Ferraz Lopez, titular do 2º cargo da 7ª Vara da Fazenda Pública, que aceitou ação contra ele e o secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior, sob acusação de nepotismo cruzado.

Na decisão, proferida no último dia 21, quase um mês após a promotora Sidneya Nazareth Liberato apresentar parecer contrário ao agravo de instrumento de Edmar Cutrim, Anildes invocou o parágrafo primeiro do artigo 145 do CPC (Código de Processo Civil), segundo o qual “poderá o juiz declarar-se suspeito por motivo de foro íntimo, sem necessidade de declarar suas razões”.

Os autos foram remetidos ao setor de distribuição, para que seja designado um novo relator na 6ª Câmara Cível, onde tramita o processo. Anildes Cruz, por conta do foro íntimo alegado, será substituída na votação do caso.

Rubens Júnior também tentou suspender a ação, mas teve liminar negada pelo desembargador Ricardo Dualibe. Posteriormente, Duailibe decidiu redistribuir o processo que estava sob sua relatoria para Anildes Cruz, então relatora preventa.

Como mostrou o ATUAL7, Edmar Cutrim e Rubens Júnior viraram réus por improbidade administrativa na segunda quinzena de agosto último.

Segundo o Ministério Público do Maranhão, Rubens Júnior, à época deputado estadual, empregou em seu gabinete na Assembleia Legislativa o filho de Edmar Cutrim, Glalbert Cutrim, atualmente deputado estadual pelo PDT. Em contrapartida, diz o Ministério Público, o conselheiro empregou em seu gabinete no TCE a irmã do parlamentar comunista, Camila Torres e Silva, a Camila Pereira. A irregularidade durou quase seis anos.

Nos autos, ambos negam que tenham cometido a irregularidade apontada, e requerem a improcedência da ação.

Pela legislação, entre as sanções previstas para quem comete improbidade administrativa estão as de a perda do cargo público e a suspensão dos direitos políticos, por até oito anos.

Wellington do Curso e Duarte Júnior comentam pesquisa Exata
Política

Instituto apontou tendência de segundo turno com um dos dois disputando contra Eduardo Braide

Os deputados estaduais Wellington do Curso (PSDB) e Duarte Júnior (PCdoB) comentaram, em resposta ao ATUAL7, o resultado da pesquisa do Instituto Exata que aponta tendência de segundo turno na eleição de 2020 para a prefeitura de São Luís.

Segundo o levantamento, eles aparecem tecnicamente empatados, com 12% e 11%, respectivamente, devendo um dos dois disputar contra o deputado federal Eduardo Braide (PMN), líder absoluto em intenções de voto, com 40%.

O ATUAL7 tentou ouvir Braide sobre a sondagem eleitoral, também, mas não conseguiu até a publicação dessa matéria.

Para Wellington, o resultado da Exata confirma o reconhecimento ao trabalho que ele vem desenvolvendo na Assembleia Legislativa do Maranhão, focado principalmente em denúncias, cobranças e fiscalização do dinheiro público para melhor aplicação em prol da população.

“É com alegria que recebemos o resultado dessa pesquisa que reflete, na realidade, o reconhecimento da população pelo nosso trabalho sério e independente em defesa de São Luís. O sentimento do povo é maior que qualquer apoio político e prova disso é que entre todos os candidatos, exceto o que ocupa a primeira posição, somos o único a não contar com apoio de governo nem de prefeitura. Seguiremos assim, trabalhando com coragem e sempre à disposição dos maranhenses. Tenho denunciado, cobrado e fiscalizado para que o dinheiro público seja aplicado na melhoria da qualidade de vida das pessoas. Conheço a realidade de São Luís e da sua população é apresentamos solução para os problemas da nossa cidade. O nosso apoio vem das ruas e é com a força da nossa gente que seguiremos firmes para construir uma cidade melhor”, declarou.

Comentário no mesmo sentido, de reconhecimento do trabalho desenvolvido, foi feito por Duarte Júnior. Ainda de acordo com ele, a população cansou de políticos aventureiros, e deseja que a cidade seja gerida por quem realmente tem um plano concreto de ações e histórico de resultados.

“Me sinto honrado por mais uma vez ter o meu trabalho reconhecido pelo povo da minha cidade. Está nítido que as pessoas não aguentam mais críticos ou vendedores de sonhos, mas buscam, para cuidar da cidade, quem realmente tenha um plano concreto de ações e resultados apresentados. Tenho me preparado muito e me dedicado ao máximo. A cada dia me sinto mais preparado para esta honrosa oportunidade.
Não vou decepcionar”, disse.

A pesquisa Exata foi realizada entre 18 a 21 de novembro, tendo como base 1.016 entrevistas. A margem de erro é de 3,1 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Wellington ou Duarte disputará 2º turno contra Braide, diz Exata
Política

Levantamento foi realizado na semana passada

Pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Exata aponta que a eleição para a prefeitura de São Luís em 2020 será decidida somente no segundo turno.

De acordo com o levantamento, pela tendência apresentada pelo eleitorado ludovicense, disputará contra Eduardo Braide (PMN-MA), líder isolado com 40% das intenções de voto, Wellington do Curso (PSDB) ou Duarte Júnior (PCdoB), com 12% e 11%, respectivamente.

Como a margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados na segunda colocação.

Os demais pré-candidatos são Neto Evangelista (DEM) e Bira do Pindaré, ambos com 6%; Osmar Filho (PDT) e Adriano Sarney (PV), com 3%, cada; Jeisael Marx, com 2%; e Yglésio Moyses (PDT) e Rubens Pereira Júnior, empatados com 1%. Allan Garcês (PSL), não pontuou.

Brancos ou nulos somam 10%; e 5% não sabe ou não respondeu.

A pesquisa Exata ouviu 1.016 eleitores, de 18 a 21 de novembro. O nível de confiança é de 95%.

Ampla maioria rejeita gestões Gil Cutrim e Luis Fernando em São José de Ribamar
Política

Escutec aponta que eventual apadrinhamento dos dois políticos no pleito de 2020 servirá apenas para atrapalhar postulantes à prefeitura

O deputado federal Gil Cutrim (ainda no PDT) e o secretário estadual de Programas Estratégicos do Maranhão, Luis Fernando Silva (sem partido), carregam em seus currículos números vexatórios relacionados à São José de Ribamar, município situado na Grande Ilha e quarto maior colégio eleitoral do estado, que ambos administraram.

É o que aponta resultado de pesquisa de intenção de votos realizada pelo Instituto Escutec, no mês passado. Segundo revelou o levantamento, as gestões dos ex-prefeitos possuem rejeições estratosféricas e eventual apadrinhamento deles no pleito do ano que vem servirá, tão somente, para atrapalhar candidatos que pretendem ser alçados ao comando da cidade do santo padroeiro do Maranhão.

De acordo com os números, pelo menos 77% dos entrevistados pela Escutec, que ouviu 801 ribamarenses, disseram não votar de maneira nenhuma em um candidato a prefeito apoiado por Gil Cutrim, que geriu São José de Ribamar de 2011 a 2016.

Levando em consideração a margem de erro de 3,45% para mais, o ex-prefeito soma uma desaprovação de mais de 80%, um recorde na história política da cidade.

Ex-pré-candidato ao Palácio dos Leões pelo grupo Sarney, Luis Fernando administrou o município em três oportunidades. Por conveniência política, renunciou ao mandato duas vezes –2010 e neste ano–, traindo a confiança do povo que o elegeu.

Seu terceiro mandato, para o qual foi eleito em 2016, foi um verdadeiro desastre administrativo, situação que o levou a deixar a prefeitura para abrigar-se na gestão Flávio Dino (PCdoB), a quem ele criticou por diversas vezes em passado bem recente.

De acordo com a Escutec, instituto que o próprio Luis Fernando sempre contratou e apontou como de grande credibilidade, 57% dos ribamarenses não votam, de modo algum, em um candidato apoiado por ele.

Esta desaprovação, também levando em consideração a margem de erro para mais, ultrapassa a casa dos 60% de rejeição. Um percentual considerável e que enterra a imagem de bom gestor daquele que um dia foi considerado por alguns analistas políticos como o melhor prefeito do Maranhão.

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