Eleições 2020
Plano político de esquema de pirâmide financeira tem apoio de Josimar Maranhãozinho
Política

Em rede social, deputado publicou sobre reunião com pai e irmão de Rony Cardoso, apontado pela Polícia Civil como integrante da quadrilha. Objetivo é ganhar eleição para prefeitura de São João do Carú em 2020

A Polícia Civil do Maranhão descobriu, no bojo da investigação que resultou na megaoperação deflagrada mais cedo contra um esquema milionário de pirâmide financeira, que a quadrilha planejava se fortalecer politicamente no estado, com o lançamento de candidaturas a cargos eletivos, com a finalidade de se beneficiar financeiramente e dar respaldo e imunidade à quadrilha.

Segundo publicações feitas pelo deputado Josimar Maranhãozinho (PL) em sua página pessoal no Facebook, pelo menos uma dessas ramificações conta com o forte apoio e força dele próprio e de seu grupo político.

Trata-se da pré-candidatura para 2020 do agropecuarista Bruno Cardoso, o Peteca, a prefeito de São João do Carú, município localizado na Região Oeste do Maranhão, onde a maior parte da população vive em condições de pobreza extrema, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Peteca é irmão do empresário promotor de eventos no Maranhão, Rony Cardoso, preso na ação policial sob suspeita de integrar o esquema de pirâmide financeira que, no período de dois anos, de acordo com relatórios de Inteligência Financeira do Coaf (Conselho de Controle de Atividade Financeira), movimentou quase R$ 50 milhões.

Na rede social, segundo a publicação feita por Josimar, ele teria recebido a visita de Peteca e de seu genitor, Mizael Cardoso. “Recebi a visita do pré-candidato a prefeito de São João do Carú, Peteca, que estava acompanhado do seu pai Mizael. Peteca é irmão do empresário e promotor de eventos Rony Cardoso. Peteca abraça o nosso projeto político, e vem somar forças. Seja bem-vindo e estamos prontos para ajudar e trabalhar pelo bem dos municípios maranhenses”, publicou.

Procurado pelo ATUAL7, Josimar Maranhãozinho confirmou o fechamento de acordo político em apoio ao irmão de Rony Cardoso. O parlamentar garantiu, no entanto, desconhecer que a pré-candidatura de Peteca fizesse parte de algum esquema e, também, sobre as suspeitas que pesam contra o promotor de eventos.

“Não é o meu dever investigar as pessoas e empresas, para isso temos os órgãos responsáveis que com certeza fará os que forem responsáveis pagarem”, disse.

Flávio Dino conta com Duarte Júnior para forçar 2º turno em São Luís
Política

Governador avalia que, sem o deputado na disputa, chances de Eduardo Braide vencer no 1º turno são maiores. Apoio ao ex-presidente do Procon também mina planos de Weverton Rocha para 2022

O deputado estadual Duarte Júnior tem a certeza de apoio do governador Flávio Dino para disputar as eleições de 2020 em São Luís, em sucessão a Edivaldo Holanda Júnior (PDT). É o próprio governador, inclusive, quem tem dado abertura no bastidor para a saída do parlamentar do PCdoB, e entrada no PRB do vice-governador Carlos Brandão.

Segundo apurou o ATUAL7, Dino tem dito a aliados mais próximos que, apesar da principal aposta para o pleito ainda estar sendo depositada em Rubens Pereira Júnior (PCdoB), ele conta com o ex-presidente do Procon para forçar um segundo turno contra o deputado federal Eduardo Braide (PMN), que vem aparecendo como favorito na corrida.

Para o governador do Maranhão, como, segundo pesquisas eleitorais já realizadas, a população ludovicense quer um gestor para a administração da capital, Duarte já possui comprovadas ações a mostrar, além de qualidade no discurso e prontidão para o contraponto contra o opositor, o que mudaria o clima da eleição e diminuiria as chaves de eventual vitória de Braide no primeiro turno.

O apoio a Duarte Júnior, ainda de acordo com interlocutores do governador, mina também os planos do senador Weverton Rocha (PDT) para a sucessão do próprio Flávio Dino no Palácio dos Leões. Em vez de Weverton, o comunista prefere deixar Brandão no poder do Estado.

Na visão de Dino, conforme mostrou ontem o ATUAL7, numa eventual derrota de Weverton na capital do Maranhão nas eleições do próximo ano, o pedetista ficaria fragilizado e, com isso, impossibilitado de seguir com seu projeto de poder para 2022.

Eventual derrota em São Luís pode minar planos de Weverton para 2022
Política

Senador tem prefeitura da capital como principal força política para a disputa pela sucessão de Flávio Dino

O resultado das urnas em São Luís na eleição de outubro do ano que vem determinará se o senador Weverton Rocha (PDT) entrará ou não na disputa pela sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB) em 2022.

Se fizer o sucessor de Edivaldo Holanda Júnior —ainda que não necessariamente do PDT— na prefeitura, principal força política que o mantém como postulante ao Palácio dos Leões, terá musculatura para se impor como forte candidato ao pleito. Todavia, se perder o comando da capital, para não colher do mesmo caminho plantado pelo senador Roberto Rocha (PSDB), tratado como traidor por seu antigo grupo, Weverton terá, então, de se recolher à própria insignificância e apoiar o nome indicado pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

No caso, segundo apontam todas as movimentações públicas e de bastidor, antecipadamente, Dino já escolheu para sucedê-lo no controle do Estado o vice-governador Carlos Brandão (PRB).

Sob a benção de Dino, inclusive, que em reservado tem articulado contra as pretensões de poder de Weverton Rocha, Brandão opera para minar os planos do pedetista, por meio da candidatura do deputado estadual Duarte Júnior a prefeito por seu partido.

Além disso, embora, atualmente, Weverton reúna em torno de si diversos prefeitos, deputados federais e estaduais, vereadores e lideranças em todos os 217 municípios do Maranhão, Brandão é genuinamente municipalista. Ideologia política que, em 2022, quando assumir o comando do Palácio dos Leões para a saída de Flávio Dino para a disputa pela presidência da República, fortalecerá ainda mais seu papel de político agregador.

Edivaldo aposta em asfalto em ano pré-eleitoral para garantir sucessor
Cotidiano

Gestão pedetista deu início a obras em vários bairros de São Luís. Em 2016, ele conseguiu reverter alta desaprovação e pavimentar reeleição sob a mesma estratégia

Faltando um ano para a eleição municipal de 2020, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) traçou o derramamento de asfalto como tentativa de pavimentação da vitória de seu sucessor nas urnas no próximo ano.

Em agosto último, com o fim do período chuvoso, o pedetista lançou o programa São Luís em Obras, que além de recursos da União e do Estado, conta ainda com dinheiro dos cofres do próprio município, para investimentos principalmente em frentes de pavimentação de ruas e avenidas dos bairros da capital, nos últimos anos da gestão pedetista completamente tomada por descaso, crateras e lama.

Com a ação, Edivaldo tenta repetir para 2020 a façanha de 2016, quando conseguiu, também por meio de afasto em ano pré-eleitoral, reverter desaprovação estratosférica e ser reeleito para mais quatro anos no comando do Palácio de La Ravardière.

Segundo a estratégia de marketing, os serviços de asfaltamento promovem uma transformação positiva na cidade e na vida dos ludovicenses, mas, principalmente, melhoram, a imagem de Edivaldo Júnior como gestor —ainda que isso ocorra, novamente, apenas próximo ao fim do mandato.

Resta saber se, após dois mandatos de Edivaldo à frente da prefeitura e dezenas de promessas não cumpridas, a aposta ainda vai ser aceita pela população de São Luís.

Eduardo Braide oscila para baixo e sai de 25,2% para 23,3%
Política

Números foram registrados pelo instituto Prever, em maio e agosto

As intenções de voto em Eduardo Braide (PMN-MA) na disputa pela prefeitura de São Luís em 2020 oscilaram negativamente nos últimos meses, saindo de 25,2% em maio para 23,3% em agosto, segundo pesquisa do instituto Prever, divulgada pelo Maramais nesta sexta-feira 4.

A pesquisa mais recente foi realizada na capital maranhense entre os dias 23 a 25 de agosto, em 100 bairros. Foram ouvidas 888 pessoas, em 16 regiões da cidade. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

No cenário espontâneo em que Braide aparece com 23,3%, Duarte Júnior (PCdoB) aparece em segundo colocado, com 4,6%. Em maio, ele tinha 2,1%.

Ainda no levantamento espontâneo, Wellington do Curso (PSDB) aparece em terceiro lugar com 3,2%. Em maio, aparecia com apenas 1,0%.

Os demais resultados da espontânea são: Tadeu Palácio com 2,4%; Bira do Pindaré (PSB) com 1,5%; Allan Garcês (PSL) com 1,4%; Osmar Filho (PDT) com 1,2%; Neto Evangelista (DEM) com 1,0%; Adriano Sarney (PV) com 1,0%. Outros nomes citados pelos entrevistados não chegaram a 1%, e 49,8% não sabem em quem votar.

Ações na Justiça contra Duarte e Rubens Júnior podem favorecer Neto Evangelista
Política

Dos três principais postulantes pela unção de Flávio Dino na disputa pela prefeitura da capital, apenas o democrata não é alvo de processo no TJ ou TRE

O avanço das investigações contra o secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior, e contra o deputado estadual Duarte Júnior, ambos do PCdoB, criaram um ambiente favorável ao nome do também deputado estadual Neto Evangelista (DEM) na disputa pela prefeitura de São Luís, como candidato oficial do governador Flávio Dino (PCdoB).

Conforme publicou o ATUAL7 na semana passada, Rubens Júnior virou réu numa ação civil pública por ato de improbidade administrativa. Segundo o Ministério Público do Maranhão, autor da ação aceita pela Justiça estadual, ele praticou nepotismo cruzado com o ex-presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado), conselheiro Edmar Serra Cutrim, por cerca de seis anos, supostamente lesando os cofres públicos por meio da irregularidade apontada.

Já Duarte Júnior, alvo de Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão sob acusação de abuso de autoridade e de poder, sofreu baixa ao ter negado pelo desembargador Tyrone Silva, relator do caso na Justiça Eleitoral, solicitação de perícia em imagens e vídeos que servem de fundamentação para a representação do MPE (Ministério Público Eleitoral) que pede a cassação de seu diploma de parlamentar eleito.

Em ambos os casos, em eventual condenação e transitado em julgado, pela Lei da Ficha Limpa, eles não poderão concorrer nas eleições do ano que vem e nem disputar qualquer outro cargo público pelos próximos oito anos. Além disso, enquanto não julgados, enfrentarão o fantasma da perda da função pública e dos direitos políticos.

Embora no grupo de Flávio Dino existam outros oito postulantes à unção do comunista, segundo anunciaram todas as pesquisas de intenção de votos já divulgadas, Neto Evangelista tem maiores chances de ser o escolhido pelo governador.

Além da boa colocação nas sondagens, provavelmente em razão de seu cacife político e potencial eleitoral estarem diretamente relacionados com São Luís, o democrata é o único, até o momento, que tem a garantia do próprio partido para disputar a sucessão do pedetista Edivaldo Holanda Júnior.

Conta também, inclusive, com a simpatia do presidente do próprio PDT no Maranhão, senador Weverton Rocha.

Durante a convenção estadual do DEM em abril último, ciente da opinião dominante sobre o peso e preparo de Neto Evangelista para encarar o, até então, favoritismo do deputado federal Eduardo Braide (PMN) na disputa, o governador Flávio Dino fez questão de reconhecer a trajetória política e experiência administrativa do democrata, que comandou a Secid no primeiro mandato do comunista à frente do Palácio dos Leões.

“Você jamais me terá contra você, em nenhum projeto, em nenhum pleito. Você sempre terá minha palavra de apoio e de incentivo”, declarou Dino, enfático, já apontando quem poderá ser seu candidato a prefeito da capital nas eleições de 2020.

Por coerência, Braide terá de fazer campanha sem dinheiro do fundão
Política

Deputado foi o único maranhense da bancada na Câmara a votar contra projeto que também afrouxa regras eleitorais. Ele é pré-candidato a prefeito de São Luís

No último dia 18, durante a votação na Câmara do projeto de lei que pode, além de afrouxar regras de fiscalização, aumentar o montante destinado ao financiamento público de campanha, o deputado José Nelto (Podemos-GO) foi contestado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), depois de atacar o chamado fundão e defender a retirada de pauta da proposta.

Após ser acusado de estar “atropelando” o regimento da Câmara a fim de colocar a matéria em votação, Maia perguntou se o colega assumiria compromisso público de que o seu partido não usará recursos do fundo ano que vem. Nelto aceitou o desafio, mas ressaltou que tratava-se de posicionamento pessoal, não do partido: “Eu não vou utilizar”.

Embora não tenha entrado em atrito com Rodrigo Maia, o deputado federal Eduardo Braide (PMN-MA) também votou contra o projeto de lei. Foi, inclusive, o único integrante da bancada maranhense na Câmara a votar neste sentido.

Pré-candidato a prefeito de São Luís, para manter a coerência, até por ter utilizado as redes sociais para denunciar suposta fake news que teria sido espalhada por adversários de que teria votador a favor do projeto de lei, Braide terá de fazer campanha eleitoral em 2020 sem utilizar o dinheiro do fundão, como se comprometeu publicamente seu futuro colegada de partido – ele se prepara para sair do PMN e entrar no Podemos.

Caso utilize os recursos públicos, ficará claro que o voto contrário foi apenas uma jogada eleitoral para agradar a opinião pública, como fez por diversas vezes na Assembleia Legislativa do Maranhão, quando deputado estadual.

Em um dos casos mais emblemáticos, mesmo após utilizar a tribuna da Alema e as redes sociais para criticar o pacote anticrise do governador Flávio Dino (PCdoB), que tratava sobre o aumento de impostos, chamar a população para ocupar a galeria durante a sessão de votação e até conseguir adiar a apreciação em plenário, Braide resolveu se abster de votar a matéria, proporcionando à bancada governista a aprovação do, segundo apelidou ele, pacote de maldades com mais folga.

O projeto aprovado pela Câmara dos Deputados, que ainda chegou a ser amenizado no Senado após forte pressão popular contrária, está nas mãos do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que poderá sancioná-lo ou vetá-lo, integral ou parcialmente.

Para que essas regras possam valer para as próximas eleições, a sanção precisa ocorrer até 3 de outubro — um ano antes do pleito.

Após prisão de Astro, Josimar abre diálogo com pré-candidato do PCdoB em São Luís
Política

Operação que prendeu vereador confirmou veracidade do depoimento de Ney Anderson. Presidente do PL também foi apontado pelo delegado como alvo de Jefferson Portela

Uma semana após o 1º vice-presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum (PL), ser preso e ter a residência alvo de mandado de busca e apreensão por agentes da Seic (Superintendência Estadual de Investigações Criminais), o presidente do Partido Liberal no Maranhão, deputado federal Josimar Maranhãozinho, abriu diálogo com o pré-candidato do PCdoB a prefeito de São Luís em 2020, o secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior.

Embora possa não haver relação entre as situações, a coincidência ocorre após a operação da Seic confirmar a veracidade do depoimento dado pelo ex-chefe do DCCO (Departamento de Combate ao Crime Organizado), subordinado à própria superintendência, delegado de Polícia Civil Ney Anderson Gaspar, em audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, em julho último.

Durante a oitiva sobre supostas ordens do secretário de Segurança Pública Jefferson Portela para monitoramento e escutas ilegais de autoridades do estado, Ney Anderson revelou a existência de uma operação prestes a ser deflagrada, batizada de Constelação, tendo como alvo principal, conforme clara referência, Astro de Ogum.

“Com o pretexto de investigar possível crime de pedofilia, o secretário de Segurança mandou abrir uma operação de interceptação telefônica, onde inseriu o número do vereador Astro de Ogum”, disse o delegado, afirmando ainda que o objetivo era colher elementos que pudessem manter o vereador “subjugado” ao integrante do primeiro escalão do Palácio dos Leões.

Constelação, de fato, confirmou-se com o vazamento dos autos da ação policial da Seic que mirou o vereador na semana passada, é o nome da operação que investiga Astro de Ogum e dois assessores dele, ambos presos preventivamente, por suposta posse sexual mediante fraude envolvendo menores de idade.

Em maio, quando iniciou as acusações contra Portela em carta divulgada pelo blog do Neto Ferreira, Ney Anderson relatou que o secretário teria mirado também Josimar Maranhãozinho, quando este atuava como oposição ao governo de Flávio Dino (PCdoB).

A acusação foi confirmada pelo próprio Josimar, segundo nota distribuída pela assessoria do parlamentar à imprensa.

“Portela é tido como um homem prepotente e que não mede consequências quando o objetivo de atingir seus desafetos políticos. Na investigação contra Maranhãozinho nada foi constatado e o parlamentar se diz tranquilo quanto a sua vida pública”, diz trecho da nota.

Jefferson Portela, também do PCdoB, desde o início, nega todas as acusações.

Rubens Pereira Júnior e Josimar Maranhãozinho foram procurados pelo ATUAL7 para comentar sobre a coincidência do encontro político ter ocorrido logo após a prisão de Astro de Ogum, confirmando as declarações dadas pelo delegado Ney Anderson. O espaço está aberto para manifestação.

PCdoB lançará pré-candidatura de Marco Aurélio à prefeitura de Imperatriz
Política

Ato político está marcado para esta sexta-feira 30. Comunista é o primeiro do grupo de Flávio Dino a ter o nome confirmado na disputa

O PCdoB lançará, nesta sexta-feira 30, a pré-candidatura do deputado estadual Marco Aurélio à prefeitura de Imperatriz nas eleições de 2020.

Denominado “Imperatriz Pode Mais”, o ato político reunirá aliados do parlamentar e do Palácio dos Leões, lideranças e populares. O governador Flávio Dino, embora apoie o correligionário, não deve participar do ato.

Marco Aurélio é o primeiro nome do grupo dinista a ter o ato de pré-candidatura confirmado. Ele conta, inclusive, com apoio do secretário de Infraestrutura do Maranhão, Clayton Noleto (PCdoB), e do deputado estadual Rildo Amaral (SD), que abriram para o aliado.

Os demais nomes do grupo dinista que ainda postulam a prefeitura da Princesa do Tocantins são: o presidente da Câmara de Vereadores Zé Carlos (Patriotas) e o ex-prefeito do município Ildon Marques (PP).

O atual prefeito de Imperatriz e pré-candidato à reeleição, Assis Ramos, embora filiado ao DEM, que pertence à base de Flávio Dino, não faz parte do grupo.

Chico Carvalho desmente ato de pré-candidatura de Monteiro como do PSL
Política

Integrante do governo Jair Bolsonaro divulgou que oficializará entrada na disputa pela Prefeitura de São Luís nesta sexta 23

O vereador Chico Carvalho, presidente estadual do PSL, do presidente Jair Bolsonaro, emitiu nota desmentindo a informação de que o ato de lançamento da pré-candidatura do Coronel Monteiro à Prefeitura de São Luís, marcado para acontecer nesta sexta-feira 23, se trata de um ato do partido.

No comunicado, para evitar crises com Bolsonaro, de quem Monteiro é próximo, Carvalho reconhece o superintendente de Patrimônio da União no Maranhão como um dos nomes que tenta se viabilizar pela legenda, mas destaca que a discussão sobre as eleições de 2020 ainda não foi iniciada internamente.

Curiosamente, na nota, além do Coronel Monteiro, Chico Carvalho ressalta apenas o nome do apóstolo Silvio Antônio como outro postulante a prefeito da capital pelo PSL, deixando de citar o recém filiado Tadeu Palácio e o diretor do Departamento de Articulação Interfederativa da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, Allan Garcês, também possíveis pré-candidatos.

Abaixo, a íntegra do comunicado:

Nota oficial

O PSL do Maranhão ainda não iniciou o debate interno sobre as eleições municipais de 2020. Conforme calendário da Direção Nacional, acabamos de fazer uma campanha de filiação com vistas para o pleito do ano que vem e assim aumentar a bancada de vereadores e o número de prefeitos em todo o Brasil.

Em São Luís, temos nomes do partido que se colocaram à disposição do PSL para disputar a Prefeitura da capital a exemplo do apóstolo Silvio Antônio e o coronel Monteiro, que nesta sexta-feira, 23, vai fazer ato simbólico colocando seu nome à disposição do partido.

Diante disto, a Direção Estadual do PSL no Maranhão reafirma que não há pré-candidatura do partido definida em São Luís. As discussões ainda serão feitas e somente após o debate interno é que o nome será anunciado.

Sobre a proposta do PSL para a Prefeitura de São Luís, por resolução, a direção Estadual já criou uma comissão que vai apresentar o programa que será avaliado e julgado pela população ludovicense em 2020.

Chico Carvalho
Presidente Estadual do PSL

PSL, de Bolsonaro, lança Coronel Monteiro pré-candidato à Prefeitura de São Luís
Política

Escolha será oficializada nesta sexta-feira 23, no Hotel Luzeiros

O PSL (Partido Social Liberal), do presidente Jair Bolsonaro, definiu que o Coronel Monteiro concorrerá à Prefeitura de São Luís no pleito de 2020. A informação foi divulgada pela assessoria de Monteiro.

A pré-candidatura será oficializada nesta sexta-feira 23, em coletiva a partir das 16, no Hotel Luzeiros, na Ponta do Farol, na capital.

No evento, Monteiro, que no governo Bolsonaro é superintendente de Coordenação e Governança do Patrimônio da União no Maranhão, pretende apresentar a plataforma de propostas do PSL para São Luís.

Desde 2013, a capital está sob gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

O pedetista é apadrinhado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), um dos principais desafetos de Jair Bolsonaro e postulante à Presidência da República em 2022.

César Pires defende nome de coalizão para disputa pela prefeitura de Codó
Política

Grupo pretende lançar o petista Zé Francisco em 2020

As eleições municipais do próximo ano foram colocadas em pauta durante almoço que reuniu o deputado César Pires (PV), o pré-candidato a prefeito de Codó, Zé Francisco (PT), e outros líderes políticos daquela cidade: o vereador de oposição Domingos Reis, o líder comunitário do povoado KM 17, Roberto Reis, e o líder evangélico e pré-candidato a vereador Gracinaldo.

O grupo pretende lançar um candidato com chances reais de vitória na disputa pela Prefeitura de Codó, em 2020.

O almoço foi mais um encontro articulado por César Pires para avaliar o quadro político-eleitoral de Codó e discutir uma pré-candidatura que possa representar a oposição com chances reais de vitória nas eleições de 2020. Nesse sentido, ele participou de outra reunião com Ribamar Oliveira, outra liderança política codoense.

“O que defendemos é uma coalizão de forças em torno de um nome que possa, de fato, representar os nossos anseios de mudança que traga desenvolvimento e melhores de condições de vida para os codoenses”, enfatizou o deputado.

Para o parlamentar, o pré-candidato do PT reúne as condições para representar a oposição na disputa pela Prefeitura de Codó. “Zé Francisco é um médico respeitado em nossa cidade, que tem a preferência de grande parte dos codoenses e acreditamos que ele está preparado para administrar Codó, fazendo as mudanças que o município tanto necessita”, finalizou César Pires.

Dois juízes federais podem deixar magistratura para disputar prefeitura de São Luís
Política

Roberto Veloso é cotado pelo PSL e PSDB; Carlos Madeira pelo PP

Pelo menos dois juízes federais da Seção Judiciária do Maranhão no TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região podem deixar a magistratura para se filiar a partidos políticos e entrarem na disputa pela prefeitura de São Luís, nas eleições de 2020. São eles: Roberto Veloso e Carlos Madeira.

Por lei, para concorrerem, eles precisam deixar o cargo definitivamente até junho do próximo ano. Ambos, porém, segundo apurou o ATUAL7, devem se aposentar ainda em 2019.

Titular da 1ª Vara Criminal, Veloso é cotado para a corrida pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, mas pode sair pelo PSDB, do senador Roberto Rocha.

Já Madeira, titular da 5ª Vara Cível, é cotado pelo PP, comandado no estado pelo deputado federal André Fufuca.

Se confirmados, além de defenderem uma gestão enxuta e eficiente, ambos devem centrar suas campanhas no combate à corrupção, principalmente sobre desvios de recursos da saúde, educação e infraestrutura, tema difícil para a maioria dos postulantes a prefeitura da capital aliados de Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e do governador Flávio Dino (PCdoB).

Grupo Gonçalo anuncia desfiliação em massa do Avante
Política

Prefeitos, deputados e lideranças políticas ainda não decidiram para qual legenda devem ir

Comandado pelo prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, o grupo Gonçalo anunciou, nesta terça-feira 13, a desfiação em massa do Avante.

Apesar de já haver abertura de diálogo com outras legendas, ainda não está definido o novo rumo partidário do grupo.

Segundo o comunicado, o grupo trabalha, inicialmente, na definição de uma estratégia política visando as eleições de 2020 e 2022.

Além do gestor de Santa Rita, o grupo conta ainda com outros nomes de peso, como as prefeitas Fernanda Gonçalo (Bacabeira) e Iriane Gonçalo (Pastos Bons); o deputado estadual Ariston; e o suplente de deputado federal Elizabeth Gonçalo; e diversas lideranças políticas em todas as regiões do estado.

Grupo de Flávio Dino tem 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís
Política

Apenas PCdoB e PDT têm três nomes, cada. Apesar de permitir que aliados tentem se viabilizar, governador já tem seu ungido para disputa

Entre nomes do alto e do baixo clero, o grupo comandado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) possui, atualmente, ao menos 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís para as eleições de 2020, segundo levantamento feito pelo ATUAL7.

Apesar da alta quantidade de postulantes, de acordo com declaração do presidente do PCdoB no Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, eminência parda da gestão comunista, chegado o período das convenções partidárias, não haverá dificuldade para a unção do escolhido.

Pelas movimentações públicas de Flávio Dino, apesar da permissão dada aos aliados para que tentem se viabilizar na disputa – sim!, por submissão voluntária dos próprios integrantes, no grupo dinista os passos só são dados após a permissão do governador –, o deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), desponta como já ungido antecipadamente pelo chefe. Recentemente, no que pode alavancá-lo na graça do ludovicense, ele recebeu das mãos do governador o comando do programa intitulado Nosso Centro, cujo investimento se aproxima de R$ 140 milhões.

Além de Rubens Júnior, também pelo PCdoB, se articulam no grupo dinista o deputado estadual Duarte Júnior e o vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro.

Outro partido que também possui três nomes em disputa interna é o PDT. Pela legenda, o predileto do presidente do partido no Maranhão, senador Weverton Rocha, é o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho. Em sua mais recente declaração sobre o pleito do próximo ano, porém, ele abriu brechas para que tentem se viabilizar o deputado estadual Yglésio Moyses e o vereador licenciado e secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues.

Os demais postulantes a prefeito de São Luís pela panelinha do Palácio dos Leões são: o deputado estadual Neto Evangelista, pelo DEM; o vice-presidente da Câmara de São Luís, Astro de Ogum, pelo PL (antigo PR); o deputado federal Bira do Pindaré, pelo PSB; e a deputada estadual Helena Duailibe, pelo Solidariedade.

Também recebeu autorização de Flávio Dino para tentar se viabilizar na disputa, mas ainda permanece sem partido, o comunicador Jeisael Marx, único outsider do grupo.

Avanço de ação no TRE-MA ameaça planos de Duarte Júnior para 2020
Política

Justiça Eleitoral vai ouvir testemunhas em processo que pode cassar mandato e tornar deputado do PCdoB inelegível

O avanço no trâmite da Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) apresentada pelo MPE (Ministério Público Eleitoral) no Maranhão contra o deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB) pode afetar os planos do parlamentar para as eleições de 2020.

Postulante a ungido do Palácio dos Leões na disputa pela prefeitura de São Luís, ele é acusado de suposta prática de abuso de poder político e de autoridade, segundo o procurador-regional eleitoral Pedro Henrique Castelo Branco, por uso da estrutura do Procon (Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor) do Maranhão para conquistar uma das cadeiras da Assembleia Legislativa no pleito de 2018 – com a ajuda da atual presidente da autarquia e sua namorada, Karen Barros, também ré na ação.

Além de ter de lutar para manter um bom desempenho na pré-corrida eleitoral, que lhe garanta nocautear internamente no partido o deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), até então predileto do governador Flávio Dino (PCdoB) para a disputa, Duarte Júnior precisará vencer também o fantasma das possíveis cassação do mandato de deputado e inelegibilidade, solicitadas pelo MP Eleitoral ao TRE-MA em razão das supostas trapaças eleitorais.

Na semana passada, por exemplo, mostrou o ATUAL7, sofreu uma derrota na ação que ameaça afastá-lo das urnas pelo período de oito anos e torná-lo ficha-suja em eventual cumprimento à Lei da Ficha Limpa, ao ter um pedido para realização de perícia nas imagens e vídeos que embasam as acusações contra ele, segundo MPE-MA retirados de sua própria rede social, negado pelo desembargador Tyrone Silva, relator do processo.

Mais recentemente, em razão do resultado desfavorável, a ação avançou e a audiência para ouvir as testemunhas arroladas foi marcada para o final deste mês. Essas oitivas e outras provas que possam surgir nesta fase do processo servirão de suporte para que o relator, e posteriormente o pleno do TRE do Maranhão, analisem a ação e elaborem os seus votos.

Na prática, seguindo ou não na intenção de tentar ser o sucessor de Edivaldo Holanda Júnior (PDT) na prefeitura da capital, Duarte Júnior chegará em 2020 tendo de prestar explicações à Justiça Eleitoral. Isto é, condenado ou absolvido no TRE-MA – o que só deve ser conhecido próximo das eleições do ano que vem, devido ao período de trâmite legal do processo –, o pedido de cassação e de inelegibilidade ainda deverá ser fatalmente discutido no âmbito do TSE (Superior Tribunal Eleitoral), mantendo a insegurança que Flávio Dino e seu grupo político não pretendem experimentar sob o risco de perderem o principal cofre municipal aliado.

PSL de Bolsonaro inicia debates nesta sexta sobre eleições 2020 no Maranhão
Política

Evento terá palesta do juiz federal Roberto Veloso a respeito das mudanças na legislação eleitoral. Ele é cotado para disputar a Prefeitura de São Luís

O PSL, partido do presidente da República Jair Bolsonaro, vai se reunir, nesta sexta-feira 12, a partir da 9h, no auditório Neiva Moreira, no setor de Comunicação da Assembleia Legislativa, para iniciar os debates sobre as eleições de 2020 no Maranhão. No estado, a legenda é comandada pelo vereador Chico Carvalho.

Durante o evento, que contará com a presença de caciques nacionais do partido, os filiados terão a oportunidade de se atualizar sobre a legislação eleitoral atual.

Para isto, foi convidado para palestrar o juiz federal e ex-presidente da Ajufe (Associação de Juízes Federais do Brasil), Roberto Veloso.

Cotado pelo PSL e outras legendas para a disputa pela Prefeitura de São Luís, até o momento, ele ainda não tornou público se pretende entrar ou não na corrida. No evento, segundo a assessoria do partido de Bolsonaro no Maranhão, o magistrado explicará as mudanças na legislação eleitoral.