Eleições 2022
PT vai com quem Flávio Dino apoiar, diz Zé Inácio
Política

Governador já confirmou apoio a Carlos Brandão

O PT, partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu que apoiará para o Palácio dos Leões em 2022 o nome que Flávio Dino (PCdoB) ungir.

“Vamos com o candidato que vier a ser apoiado pelo governador”, disse ao ATUAL7 o deputado Zé Inácio, vice-líder do governo na Assembleia Legislativa do Maranhão.

“O Flávio já declarou apoio ao Lula. É o mínimo que devemos fazer por ele”, concluiu.

Embora ainda não tenha tornado a decisão pública, no bastidor, Flávio Dino já confirmou que estará na chapa encabeçada pelo vice-governador Carlos Brandão (PSDB). A partir de abril do ano que vem, quando Dino se desincompatibilizar do cargo para concorrer ao Senado, Brandão assumirá o comando do Palácio dos Leões para concorrer à reeleição.

Após reunião com Dino e Brandão sobre 2022, Weverton diz que vai continuar trabalhando no Senado
Política

Para tomar as rédeas e liderança do grupo, governador descumpriu a própria palavra, de que só trataria sobre eleições após a pandemia

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) deu o primeiro sinal público de que pode antecipar a desistência da aventura de 2022 e fechar apoio ao nome do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), sucessor natural e candidato de Flávio Dino (PCdoB) ao Palácio dos Leões.

Após reunião com Dino e Brandão nessa quinta-feira (15), na sede do Poder Executivo, o pedetista declarou nas redes sociais que vai continuar ocupando-se com o Maranhão na Câmara Alta.

“Boa conversa hoje com o governador Flávio Dino e o vice-governador Carlos Brandão. As mudanças positivas precisam continuar e no Senado estarei sempre trabalhando para apoiar o Maranhão. Nosso grupo segue firme, focado no que importa: o melhor para os maranhenses”, publicou, com uma foto em que Dino e Brandão aparecem sorrindo e, somente ele, emburrado.

Convocada pelo governador do Maranhão, a reunião aconteceu dois dias após o ATUAL7 apontar que o perfil, até então, acanhado e apático de Dino sobre a própria sucessão estava favorecendo Weverton, que vinha insuflando rebeldia na base aliada dinista.

Ao reagir à insubordinação, Flávio Dino descumpriu com a própria palavra. Em março, em entrevista à TV Mirante, o comunista havia afirmado que somente após a pandemia, “lá pro mês de julho”, é que o diálogo com a base aliada sobre 2022 seria iniciado.

“Hoje tive longa e produtiva reunião com o vice-governador Carlos Brandão e com o senador Weverton. Somos aliados de longa data e temos compromisso quanto à continuidade das mudanças positivas no Maranhão. No tempo certo, irei coordenar os diálogos necessários com o nosso grupo”, afirmou o governador.

Segundo apurou o ATUAL7 com fontes próximas do trio, na reunião, Flávio Dino lembrou que Brandão e Weverton já fizeram gestos um ao outro, e acertou que serão realizadas ao menos três pesquisas qualitativas com os nomes dos aliados para, após o resultado final, apresentar ao colegiado de partidos que integram o governo. Embora aparente que há possibilidade de que Weverton possa ser o candidato dinista, a estratégia de utilizar pesquisas qualitativas já foi usada por Dino em 2012 na corrida pela Prefeitura de São Luís, quando ele já havia ungido Edivaldo Holanda Júnior (PDT), mas embromou os demais aliados com o mesmo plano.

Além disso, a tendência é que o envolvimento de Weverton Rocha em diversos casos relacionados à corrupção, principalmente o de desvio de dinheiro público envolvendo a reforma do Ginásio Costa Rodrigues, na capital, pesem negativamente contra o pedetista nas sondagens.

Antes de reunir-se com o governador e o vice, em entrevista a Mirante AM nesta semana, o senador do PDT havia retardado o ímpeto e afirmado que nunca declarou publicamente que é pré-candidato ao governo. O recuo estratégico ocorreu em meio à orientação de Flávio Dino aos secretários estaduais que serão candidatos à Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa, para que passem a declarar apoio a Carlos Brandão nas redes sociais.

Neste sentido, para remover eventual pecha de derrotado, Weverton pode alegar que não recuou na disputa, já que, segundo alegou, nunca entrou publicamente nela.

A tomada das rédeas por Flávio Dino foi destacada por Brandão. Apesar de que a eleição e reeleição do grupo em 2022 passará por suas mãos, em publicação nas redes sociais sobre a reunião no Palácio dos Leões, o vice-governador do Maranhão repercutiu Dino e ressaltou que o líder do grupo é o comunista.

“Acrescentaria só mais um ponto: a reunião que tivemos hoje, sob o seu comando, mostra que temos um líder. Encontro proveitoso, sim, porque entendemos que construímos forte alicerce, ao longo destes anos de caminhada”, agregou Brandão ao debate.

Coalização formada por Weverton põe em xeque liderança de Flávio Dino
Política

Pré-candidato ao Palácio dos Leões, senador do PDT tem agido com autossuficiência e imposto um impasse na corrida eleitoral. Articulação do pedetista tem fragilizado o comunista

A coalização que dá sustentação à pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao Palácio dos Leões tem posto em xeque a liderança que o governador Flávio Dino (PCdoB) aparentava ter construído ao longo dos últimos anos, desde que cooptou diversos sabujos e rebentos da antiga oligarquia Sarney e formou a própria dinastia política.

Apesar de Dino ter confirmado que disputará o Senado na chapa de seu atual vice e sucessor natural, Carlos Brandão (PSDB), Weverton tem agido com autossuficiência e imposto um impasse na corrida eleitoral, em afronta à unidade que o comunista, após desmoronamento de sua base no pleito municipal do ano passado, especialmente São Luís com a vitória de Eduardo Braide (Podemos), afirmou que buscaria para 2022.

Enquanto o governador do Maranhão tem adotado um perfil acanhado e coadjuvante, Weverton tem se firmado como um líder político imbatível, já conta com apoio declarado de pelo menos seis partidos –PDT, DEM, PSL, PRB, PSB e Cidadania– e caminha para também confirmar aliança com PTB, PP, PT e até com o MDB de Roseana Sarney.

Parte do PCdoB, capitaneada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto, também está fechada com Weverton e em plena pré-campanha pelo pedetista, ignorando as orientações públicas de Flávio Dino para que qualquer discussão sobre as eleições de 2022 fossem empurradas para o final deste ano, após queda esperada, devido à vacinação, de casos e de óbitos relacionados à pandemia do novo coronavírus.

Emblemática, a autonomia e liderança de Weverton Rocha levou a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), de forma inédita e histórica, a tomar uma decisão sem consulta e contrária ao caminho traçado pelo comunista para o grupo que ele parecia encabeçar. Embora ainda chame Dino de líder, Eliziane tem dado mostras públicas de pouca importância ao que almeja o governador e, agora, está sob regência do senador do PDT.

A mesma consciência, de que Dino é apenas governador, e não um líder político, também tem sido revelada nas articulações de caciques políticos de partidos com comando de pastas do primeiro ao terceiro escalão do Governo do Maranhão, além de diversos comissionados, à exemplo de Cléber Verde (Republicanos), André Fufuca (PP) e Juscelino Filho (DEM).

Embora dependentes do Palácio dos Leões para as próprias reeleições à Câmara dos Deputados, todos trabalham na confiança de que, diante da fraqueza exposta de Dino, nenhum cargo lhes será tomado antes e nem depois de abril do próximo ano, quando Brandão assumirá o comando do Executivo para disputar a reeleição sentado na cadeira de governador. Para Flávio Dino sonhar com eleição para o Senado, entendem, precisará primeiro manter o apoio dos partidos que encastelou no governo.

Mesmo sem transparência, Alema autoriza contratação de empréstimo de R$ 180 milhões por Dino em ano pré-eleitoral
Política

Pedido para operação de crédito não detalha destino que será dado ao dinheiro nem percentual de juros do Banco de Brasília

A Assembleia Legislativa do Maranhão autorizou o governo de Flávio Dino (PCdoB), nesta terça-feira 6, em regime de urgência, a contrair um empréstimo de R$ 180 milhões junto ao BRB (Banco de Brasília), em pleno ano pré-eleitoral. Em 2022, Dino vai disputar o Senado Federal.

Sem transparência detalhada sobre o destino que será dado ao dinheiro nem o percentual a ser cobrado em juros, a operação de crédito tem como objetivo, de acordo com mensagem encaminhada pelo comunista à Casa, custear o desconhecido programa Maranhão Forte.

Dos 41 deputados da Alema, apenas César Pires (PV), Wellington do Curso (PSDB) e Yglésio Moysés (PROS) cobraram do Palácio dos Leões informações sobre o empréstimo, antes e novamente durante a votação, mas foram ignorados pela base governista.

Dentre as obras que serão bancadas com o recurso, chama a atenção a construção da ponte sobre o rio Pericumã, entre as cidades de Central do Maranhão e Bequimão, na Baixada Maranhense, que já havia sido incluída no orçamento e em programas de infraestrutura lançados por Flávio Dino em anos anteriores.

Anunciada desde setembro de 2016 como o “fim de uma lenda” e usada pelo governador do Maranhão na propaganda da campanha eleitoral de 2018, a obra tocada pelo consórcio Epeng/FN Sondagens deveria ser entregue em dois anos, já conseguiu cerca de R$ 60 milhões dos cofres públicos e, sob lentidão suspeita, segue longe de ser concluída.

Josimar diz que quer ser governador para acabar com a pobreza no Maranhão
Política

Deputado confirmou que não disputará o Palácio dos Leões pelo grupo liderado por Flávio Dino

O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) declarou, nesta segunda-feira 5, que o alicerce de seu governo, caso seja eleito em 2022 para comandar o Palácio do Leões, será o combate à pobreza no estado. Sob Flávio Dino desde 2015, o Maranhão voltou a liderar o ranking de pobreza e extrema pobreza, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geográfica e Estatística).

“Eu quero ser governador para acabar com a pobreza do nosso estado. Vamos discutir nosso plano de governo item por item e sabemos que é importante ter uma boa infraestrutura, ter boas escolas e hospitais, mas é importante saber se na mesa nas pessoas mais carentes tem alimento todo dia. É com esse olhar que sou pré-candidato ao governo”, respondeu Josimar a um seguidor no Facebook, durante live publicada na rede social e que passará a ser realizada semanalmente.

Conforme revelado pelo ATUAL7 em fevereiro, Josimar Maranhãozinho também confirmou que não disputará o governo pelo grupo liderado por Dino, e respondeu questionamento sobre ter sido alvo da Operação Descalabro, da Polícia Federal, que investiga suposto desvio de R$ 15 milhões em emendas orçamentárias destinadas à saúde no Maranhão.

“No momento certo tudo será esclarecido. Vamos provar que isso não passa de mais uma armação política. A população maranhense sabe que uma pessoa como eu, sem pedigree, incomoda pelo crescimento político que tivemos. Essas armações não vão tirar a oportunidade do povo escolher em quem votar”, disse.

A live contou com a participação da deputada estadual Detinha (PL), que é esposa de Josimar, e do deputado federal Marreca Filho (Patriota).

Eliziane mostra independência inédita e declara apoio a Weverton para 2022
Política

É a primeira vez que a senadora toma uma decisão sem consultar e contrária ao caminho escolhido por Flávio Dino, que já confirmou chapa com Carlos Brandão

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) deu mostra inédita de independência política e declarou, publicamente, apoio à pré-candidatura do também senador Weverton Rocha (PDT-MA) para o Palácio dos Leões em 2022. Historicamente tutelada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), é a primeira vez que Eliziane toma uma decisão sem consultar e contrária ao caminho escolhido pelo comunista, que já confirmou formação de chapa com Carlos Brandão (PSDB), seu sucessor natural.

“Dentro do nosso grupo, que é coordenado pelo governador Flávio Dino, entendemos que o nome de Weverton acabou tendo mais condições, envolvendo mais lideranças políticas, trazendo propostas importantes; até plano de governo ele já iniciou. E nesse sentido, nós do partido tomamos uma decisão de seguir com ele [Weverton Rocha] como pré-candidato a governador”, declarou a senadora em entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau, da TV Mirante, na manhã desta sexta-feira 2.

Apesar de simbólica, a declaração de apoio não traz surpresas, pois já era esperada. Na semana passada, Eliziane esteve reunida em Brasília (DF) com Weverton e diversas outras lideranças partidárias maranhenses também fechadas com o pedetista, em que trataram sobre a sucessão de Dino.

Segundo apurou o ATUAL7, dois fatores pesaram para a decisão de Eliziane Gama: a entrada de seu marido, Inácio Melo, na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão no pleito do próximo ano, e maior facilidade de renovar o mandato de senadora em 2026.

Com Weverton, a pré-candidatura de Inácio Melo segue ganhando musculatura e real viabilidade de vitória nas urnas, inclusive sob sustentáculo de prefeitos e lideranças do PDT. E como Carlos Brandão vai disputar a reeleição ao Palácio dos Leões em 2022, se confirmar o favoritismo e for eleito, a tendência é de que ele, ao terminar o mandato em 2026, ocupe uma das vagas a que o Maranhão terá direito ao Senado naquele pleito, e a segunda vaga seja negociada com o colégio de partidos. Com Weverton, as duas vagas estariam livres, com maior possibilidade da primeira ser de Eliziane.

Brandão evita falar sobre 2022 e diz que foco é salvar vidas e gerar empregos
Política

Vice-governador antecipou que visitará o Instituto Butantan na próxima semana, para conhecer a Butanvac

O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSDB), disse que não é o momento para se discutir sobre a sucessão de Flávio Dino (PCdoB) ao Palácio dos Leões, mas focar no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

“Hoje estamos focados no combate ao Covid, salvar dias e gerar emprego e renda, além de criar auxílios que estão salvando muitas vidas e muitas empresas. No momento oportuno, debateremos sobre 2022”, declarou Brandão ao jornalista Clóvis Cabalau, da TV Mirante.

Carlos Brandão também antecipou sobre conversas com o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), a respeito de compra de vacinas contra o novo coronavírus, e que estará em São Paulo, na próxima semana, em visita ao Instituto Butantan, ligado ao governo do estado de São Paulo, para conhecer a Butanvac.

Anunciado na sexta-feira 26, o imunizante já teria passado pelas fases pré-clínicas de testes (em células de laboratório e em animais) com bons resultados, segundo o instituto.

A visita de Brandão ao Butantan será acompanhada pelo secretário estadual da Saúde, Carlos Lula, que é também presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

Análise: Weverton monta armadilha para se manter na corrida pelo Palácio dos Leões
Política

Pedetista usa Othelino Neto em aposta em pesquisa eleitoral e ressignificou seu vocabulário em relação aos Sarney

O senador Weverton Rocha (PDT) montou um alçapão político para se manter na corrida eleitoral e tentar capturar o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), sucessor de Flávio Dino (PCdoB) e governador do Maranhão a partir de 2022. Associado ao plano, ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), coube a função de colocar a armadilha em local à vista de todos, acima de qualquer suspeita dos nobres propósitos que o impulsionou.

São notarias as afinidades eletivas entre Othelino e Weverton, expostas na contenda eleitoral pela prefeitura de São Luís, quando o presidente da Alema se esquivou de apoiar o candidato da sua legenda: o deputado federal e secretário estadual de Articulação Política, Rubens Pereira Júnior.

Brandão sentiu o conluio e denunciou o convescote em Barreirinha entre o senador e o deputado. No cerzir desse acordo vem agora à tona a pesquisa que funcionará como um prelúdio da disputa pelo Palácio dos Leões.

A defesa do método para tentar fingir que Flávio Dino ainda não escolheu seu candidato natural foi intransigentemente defendida por Othelino Neto. Antes, porém, foi ventilada pelo próprio senador de maneira en passant para não espantar a lebre.

Aparadas todas as arestas com o clã Sarney, Weverton não tem problema em conversar com os artífices do instituto que há anos serve aos interesses da antes “abominável” oligarquia; confere agora credibilidade aos números da Escutec, como nunca antes se viu na história política do campo oposicionista do Maranhão; e apagou por completo quaisquer dúvidas dos números levantados com inclinação sempre favorável aos interesses da família. Além disso, se levada em conta pesquisa eleitoral, o próprio Weverton foi apontado como derrotado na eleição que superou os highlanders Edison Lobão (MDB) e Zequinha Sarney (PV).

Para expurgar pechas, na aliança com o MDB na disputa pela prefeitura de São Luís, Weverton lançou mais cal no episódio da cassação de Jackson Lago. Entende agora que o ex-governador pedetista foi vítima da judicialização da política e não da rasteira de um grupo dominante golpista. Enfim, ressignificou seu vocabulário em relação aos Sarney.

A pouco mais de 500 dias do primeiro turno das eleições gerais de 2022, as intenções de voto estão diluídas na incerteza da pandemia e do futuro do país. E o senador pedetista precisa se atentar para o ensinamento do velho udenista Magalhães Pinto: “Política é como nuvem. Você olha, ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”.

Governador e vice na chapa de 2022, Brandão e Jerry se reúnem para tratar sobre convênios
Política

Encontro ocorre após Flávio Dino confirmar decisão ao núcleo central do Palácio dos Leões

Fechados como candidatos a governador e vice-governador na chapa em que Flávio Dino (PCdoB) concorrerá ao Senado em 2022, Carlos Brandão (PSDB) e Márcio Jerry (PCdoB) deram mostra pública que deixaram a histórica disputa paroquial de lado, e se reuniram nesta terça-feira 16.

Segundo publicação de ambos nas redes sociais, a conversa girou em torno da celebração de convênios do Governo do Maranhão com prefeituras, agenda municipalista.

O encontro, primeiro tornado público por Brandão e Jerry, ocorre após o ATUAL7 revelar que Dino confirmou ao núcleo central do Palácio dos Leões a formação da chapa majoritária de 2022. O trio articula agora para que a coalização dinista se mantenha unida no pleito do ano que vem.

Dino repete com Brandão e Weverton tática usada em 2012 e 2018
Política

Mesmo com decisão sobre sucessor já tomada, comunista vem empulhando que escolha será feita em conjunto com coalização de aliados e partidos

Político de uma nota só, o governador Flávio Dino (PCdoB) vem repetindo para 2022 a mesma tática adotada nas eleições de 2012 e 2018. Embora no bastidor já tenha confirmado que o vice-governador Carlos Brandão é quem reúne as melhores condições para sua sucessão ao Palácio dos Leões, publicamente, Dino trabalha para que a base governista permaneça unida em torno de sua decisão, e para isso vem empulhando que a escolha final será tomada em conjunto pela coalização de aliados e partidos.

No pleito de pouco mais de oito anos atrás, embora no bastidor já houvesse se decidido por Edivaldo Holanda Júnior, publicamente o comunista manteve o quanto pode o discurso de que a unção seria tomada pelo grupo, com base em pesquisas internas. Ao final, mesmo diante da discordância da maioria dos aliados, Dino confirmou os bastidores e apoiou Edivaldo Júnior para a Prefeitura de São Luís contra João Castelo, consagrando-se vitorioso nas urnas.

A mesma tática foi repetida nas eleições de 2018, mas desta vez a favor de Weverton, agora vítima da estratégia dinista. Embora o Maranhão tivesse direito a duas vagas ao Senado naquele pleito, enquanto tapeava o ex-governador José Reinaldo Tavares, Flávio Dino já havia decidido que a primeira vaga seria de Weverton. Após meses de humilhação, Zé Reinaldo rompeu com Dino, e a outra vaga foi dada a Eliziane Gama, sob o argumento de que o ex-aliado não tinha esperado o resultado das pesquisas e decisão do colegiado de aliados.

Para 2022, Dino vem repetindo a tática: no bastidor, já se definiu por Carlos Brandão, a que deu aval e incentiva para já atuar como governador, cargo onde será efetivado a partir de abril do próximo ano. Em entrevistas e a pessoas não próximas, porém, vem confundindo e dizendo que a decisão será tomada apenas no final do ano.

Josimar Maranhãozinho caminha para ser candidato de Bolsonaro ao Palácio dos Leões em 2022
Política

Tendência é de que líder do PL forme chapa com Roberto Rocha e polarizem com Carlos Brandão e Flávio Dino pelo governo estadual e Senado

Aliado do Palácio do Planalto e líder do PL, um dos principais partidos da base governista no Congresso, o deputado federal Josimar Maranhãozinho caminha para ser o candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Palácio dos Leões em 2022. Ex-aliado do governador Flávio Dino (PCdoB), ele tem histórico de espocador de urna e controla mais de 40 dos 217 municípios maranhenses, o que lhe garante estatura e forte musculatura já na entrada da corrida eleitoral.

Nas últimas semanas, Maranhãozinho esteve com o senador Roberto Rocha, que sairá do PSDB para acompanhar Bolsonaro e se filiar em outro partido. Ao ATUAL7, Rocha já declarou que deseja disputar a reeleição para o Senado.

Como candidatos de Bolsonaro no Maranhão, a tendência é de que Josimar Maranhãozinho e Roberto Rocha venham polarizar com Carlos Brandão (PSDB) e Flávio Dino na disputa pelo Palácio dos Leões e Senado Federal, respectivamente, com abertura real para vitória nas urnas.

Em entrevista, Dino manda recado a Weverton e Josimar sobre escolha por Brandão
Política

Governador ressaltou que espera por unidade de seu grupo político para 2022

O governador Flávio Dino (PCdoB) aproveitou entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau, no Bom Dia Maranhão, da TV Mirante, na manhã desta quinta-feira 11, para mandar recado a Weverton Rocha (PDT) e Josimar Maranhãozinho (PL), sobre a decisão aberta ao núcleo central do Palácio dos Leões na semana passada, de que o candidato único do grupo ao governo estadual em 2022 é o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos).

Questionado por Cabalau apenas sobre as pré-candidaturas de Brandão e Weverton, sem citar o nome de Maranhãozinho, Dino lembrou que em seu grupo político não somente o vice-governador e o senador postulam sua sucessão, e reafirmou que espera que haja unidade em torno da decisão tomada –Maranhãozinho vem ameaçando rompimento e Weverton atuando como opositor a setores do governo mais próximos de Brandão.

“Os dois [Brandão e Weverton] são bons aliados do nosso campo político. Tem méritos, serviços prestados ao nosso estado, mas também há outras pessoas que postulam. Meu desejo é que, passada a pandemia, lá pro mês de julho, a gente comece esse diálogo com os partidos. Nós queremos o nosso grupo unido”, disse Flávio Dino.

Sem citar o nome de Carlos Brandão, mas confirmando o que vem conversando com pessoas próximas sobre sua predileção, Flávio Dino ressaltou que seu sucessor dará continuidade aos programas que vêm sendo desenvolvidos no estado.

Em vez de setembro, prazo que vem apontando no bastidor como final para tornar pública a escolha por Brandão, Dino disse que somente em dezembro divulgará a formação completa da chapa majoritária. Segundo relatos de integrantes do núcleo central do Palácio dos Leões ao ATUAL7, a tendência é de que, com Flávio Dino já decidido por disputar o Senado Federal, a vaga restante na chapa, de candidato a vice-governador, seja ocupada pelo secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Márcio Jerry (PCdoB).

Antecipação de escolha por Brandão e retomada de caso Costa Rodrigues atordoam Weverton
Política

Pedetista ainda tenta se manter no jogo, mas definha por falta de confiança de Flávio Dino e avanço de ação penal envolvendo desvio de dinheiro público

Apesar de esperada, a antecipação feita pelo governador Flávio Dino (PCdoB) em anunciar o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) como seu único candidato e de seu grupo político ao Palácio dos Leões em 2022, no mesmo período em que a Justiça do Maranhão decidiu retomar a ação penal sobre peculato (desvio de recursos públicos feito por funcionário público, para proveito pessoal ou alheio) e fraude em licitação contra Weverton Rocha (PDT), caíram como um raio e deixaram o senador atordoado.

Desde essa terça-feira 9, após o ATUAL7 revelar que, em reunião com o núcleo central do Palácio dos Leões sobre o pleito do próprio ano, Dino conversou abertamente sobre a decisão por Brandão e relatou uma dura conversa que teve com Weverton, o pedetista e seu entorno partiram para o ataque, na tentativa de descredibilizar a decisão tomada pelo governador do Maranhão.

Com os dias contados para resolver se vai continuar no grupo dinista e apoiar Brandão ou seguir o mesmo caminho tomado pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), Weverton ainda tenta se manter no jogo, mas segue apenas acumulando intrigas e tentando desmanchar a coalização que dá sustentação e mantém a liderança política de Flávio Dino –justamente um dos fatores que levou o comunista a abrir, antecipadamente, a decisão sobre Brandão como seu sucessor.

Demolir, aliás, é algo inerente ao histórico do senador do PDT.

A ação penal que tramita na 4ª Vara Criminal de São Luís contra ele tem relação com a derrubada para reforma do ginásio esportivo Costa Rodrigues, no Centro de São Luís, um dos maiores casos de corrupção do Maranhão. O envolvimento de Weverton neste e em outros casos relacionados à corrupção, inclusive no envolvendo a UMES (União Municipal de Estudantes Secundaristas) –em que ele ainda era menor de idade e, por isso, se livrou por prescrição– é o principal fator que pesa contra o pedetista, segundo Flávio Dino tem dito a pessoas próximas.

De acordo com o Ministério Público, autor da ação, à época secretário de Estado de Esporte e Juventude, Weverton Rocha, que nega as acusações, teria incorrido em ilícitos relativos à contratação da empresa Maresia Construtora Ltda para a realização de obras emergenciais no ginásio, e também na posterior celebração de termo aditivo para reforma e ampliação das instalações. Ainda segundo a acusação, Leonardo Lins Arcoverde, proprietário da empresa contratada, com a colaboração do pedetista, teria desviados valores auferidos pelo contrato em benefício próprio, configurando o crime de peculato.

A dilapidação do erário apenas nessa ação penal, segundo os autos, ultrapassa R$ 5 milhões.

Conforme mostrou o ATUAL7, o processo vinha se arrastando no Judiciário maranhense após o STF (Supremo Tribunal Federal) declinar por não se tratar de caso envolvendo foro privilegiado, mas voltou a avançar no final do mês passado, tirando novamente do armário um dos fantasmas que assusta o senador.

Além da confiança em Carlos Brandão como único capaz de dar continuidade ao seu legado de obras e ações no estado e de manter seu grupo político unido, de acordo com relatos de integrantes do núcleo central do Palácio dos Leões ao ATUAL7, Flávio Dino não quer correr o risco de manchar sua imagem nacionalmente, o que aconteceria caso Weverton Rocha, com envolvimento em casos relacionados à corrupção, fosse seu sucessor. Neste sentido, embora tenha deixado para tornar pública a escolha somente em setembro, o comunista tem dado aval e incentivado Brandão a já atuar como governador, cargo onde será efetivado a partir de abril próximo, quando Dino se desincompatibilizar para concorrer ao Senado.

Foto: Pedro França/Agência Senado

Reavisado sobre escolha por Brandão, Weverton terá de decidir se rompe ou não com Dino
Política

O prazo dado vai até setembro, mas pode ser antecipado. Governador advertiu que não aceitará ser novamente traído

O senador Weverton Rocha (PDT) foi reavisado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) a respeito a tomada de decisão pela escolha de Carlos Brandão (Republicanos) como candidato único à sucessão do grupo ao Palácio dos Leões.

Em dura conversa ocorrida no mês passado, Dino alertou o pedetista sobre a confiança pública que sempre depositou no atual vice-governador para continuação de seu legado e unidade de seu grupo político, e que Weverton terá de decidir entre continuar aliado ou por rompimento. O prazo dado vai até setembro próximo, quando o governador pretende anunciar publicamente a chapa majoritária de 2022, mas pode ser antecipado.

Segundo fontes do ATUAL7 com quem Flávio Dino relatou sobre a reunião, citando o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) como exemplo, o comunista advertiu o pedetista que não aceitará ser novamente traído por alguém que ele alçou ao Senado, e rememorou que, para manter o grupo unido, voltou atrás da decisão que havia tomado após a primeira traição de Weverton nas eleições municipais de São Luís, e manteve o PDT com espaços importantes no governo.

O Sistema Difusora, de propriedade do ex-suplente de senador Edison Lobão Filho, o Edinho (MDB-MA), mas atualmente controlado por uma empresa que tem o senador do PDT como sócio, também foi citado na reunião, quando Dino advertiu que investidas a Carlos Brandão são afrontas ao próprio governo do qual o próprio Weverton faz parte, e que Brandão estará efetivado na cadeira mais alta do Executivo a partir do ano que vem, quando sob disputará a reeleição para o governo.

Em conversa anterior, em janeiro, com a participação do secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Márcio Jerry (PCdoB), o governador já havia lembrado Weverton que jamais houve compromisso em apoiá-lo, e que a liberdade democrática dada para que ele se movimentasse não deveria ser entendida como esperança de futuro apoio.

Na semana passada, revelou o ATUAL7 mais cedo, Dino se reuniu com o núcleo central do Palácio dos Leões para declarar abertamente, pela primeira vez, sobre a escolha por Carlos Brandão. Até antes da segunda conversa com Weverton, a manifestação era feita apenas aos secretários estaduais mais próximos do governador, em conversas reservadas.

Dino confirma que disputará Senado e assume que Brandão é seu candidato ao governo
Política

Em reunião com núcleo central do Palácio dos Leões, governador deixou transparecer que Márcio Jerry pode ocupar a vaga de candidato a vice-governador na chapa

O governador Flávio Dino (PCdoB) assumiu abertamente, pela primeira vez, que o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) é seu candidato à sucessão ao Palácio dos Leões em 2022. O anúncio foi feito a integrantes do núcleo central do Palácio dos Leões, todos postulantes à Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa do Maranhão, durante reunião na semana passada sobre o pleito do próximo ano.

Estiveram presentes Carlos Lula (Saúde), Rodrigo Lago (Agricultura Familiar), Felipe Camarão (Educação), Rubens Pereira Júnior (Articulação Política), Rogério Cafeteira (Esporte e Lazer), Clayton Noleto (Infraestrutura), Jefferson Portela (Segurança Pública), Márcio Jerry (Cidades e Desenvolvimento Urbano), Simplício Araújo (Indústria e Comércio), Chico Gonçalves (Direitos Humanos e Participação Popular), Júlio César Mendonça (Agerp) e Ednaldo Neves (adjunto da Articulação Política).

Marcelo Tavares (Casa Civil) também participou da reunião, mas não disputará o pleito de 2022 por já ter caminho certo para o TCE (Tribunal de Contas do Estado) na vaga do conselheiro Nonato Lago, que deixa a corte em setembro deste ano, por aposentadoria compulsória.

Segundo relatos feitos ao ATUAL7, Dino externou sobre a importância de, até o próximo semestre, a chapa majoritária e distribuição de partidos e candidatos a deputado federal e estadual já estarem montadas. E disse que voltou a conversar com Weverton Rocha (PDT) sobre a “escolha e unidade” em torno de Carlos Brandão (Republicanos) como candidato único do grupo à sucessão estadual.

Embora também faça parte do grupo de Dino e tenha colocado o nome para a disputa pelo governo em 2022, não foi tratado sobre o fator Josimar Maranhãozinho (PL).

Flávio Dino também confirmou que vai mesmo disputar o Senado Federal, e não mais tentar a Presidência da República, como havia cogitado.

Ainda segundo fontes que participaram do encontro, apesar de forma não incisiva, o governador do Maranhão deixou transparecer que Jerry pode ocupar a vaga de candidato a vice-governador na chapa, e que ele próprio pode voltar a disputar o Palácio dos Leões em 2026. Ainda esse ano, o trio já deve estar caminhado para entrada em novos partidos.

Reclamações de deputados estaduais e federais em relação a ações de secretários pré-candidatos –principalmente Rodrigo Lago, Felipe Camarão e Carlos Lula– também entrou na pauta. Dino, porém, deu aval a todos para que continuem com o “pé no acelerador”, mas com “bom senso”.

Roseana Sarney diz que aguardará pesquisas para definir rumo em 2022
Política

Ex-governadora vai esperar por definição de Flávio Dino para decidir se disputará Senado ou Câmara dos Deputados

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) ainda não decidiu qual cargo irá disputar nas eleições de 2022, quando Flávio Dino (PCdoB) deixará o comando do Palácio dos Leões para concorrer ao Senado ou se aventurar em uma candidatura ao Palácio do Planalto.

A indefinição foi exposta pela própria emedebista nesta segunda-feira 8, em entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau, durante o quadro Bastidores, do Bom Dia Mirante, na emissora de televisão de sua família.

“Estou me preparando para a próxima [eleição]. Ainda não decidi o cargo, quem vai dizer são as pesquisas e o povo do Maranhão”, declarou.

Conforme revelou o ATUAL7 em janeiro último, Roseana confirmou que deseja concorrer para deputada federal ano que vem, mas ressaltou que o martelo ainda não foi batido. “Quem vai decidir é o povo”, disse.

A estratégia de Roseana Sarney, apurou o ATUAL7, é manter seu nome vivo para a disputa pelo Palácio dos Leões, onde espera liderar todas as sondagens eleitorais, para negociar a retirada de seu nome em troca de apoio na corrida pela vaga ao Senado ou Câmara dos Deputados. A partir de abril próximo, institutos de pesquisas já começarão os primeiros levantamentos eleitorais.

Segundo relatos de pessoas próximas de Roseana, a ex-governadora trabalha para não apenas ser eleita, mas a mais votada da história do Maranhão em qualquer um dos cargos que venha disputar, o que reafirmaria sua liderança política.

A decisão, porém, depende da definição de Flávio Dino, que também ainda não resolveu qual cargo disputará em 2022. Se Dino se aventurar à Presidência da República, Roseana tentará o Senado Federal, para onde acreditar ser imbatível. Todavia, se o comunista estabelecer que concorrerá ao Senado, a emedebista sairá para a Câmara.

Ciro não cita Weverton entre candidatos do PDT a governador em 2022
Política

Flávio Dino já declarou escolha por Carlos Brandão para o Palácio dos Leões. Envolvimento em casos de corrupção pesam contra o pedetista

Repelido pelo governador Flávio Dino (PCdoB) de ser seu candidato à sucessão estadual, o senador Weverton Rocha já não é lembrado como postulante ao Palácio dos Leões nem mesmo pelo nome do PDT, seu partido, à Presidência da República em 2022.

Em entrevista à Folha de S.Paulo no último sábado 27, o ex-ministro Ciro Gomes informou que, além de ter intensificado os acenos ao DEM e PSD para viabilizar sua candidatura ao Palácio do Planalto, o PDT possui candidaturas próprias ao governo em dez estados. Dos citados, porém, não consta o Maranhão.

“Segundo Ciro, o partido está com candidaturas próprias engatilhadas em dez estados, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará e Rio Grande do Norte. Em locais como Minas Gerais e Bahia, o PDT está acertando a presença em coligações”, diz a publicação.

Conforme mostrou o ATUAL7, Flávio Dino já declarou a Weverton Rocha, pessoalmente, que quer continuar seu legado no Maranhão por meio de seu sucessor natural, o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos).

Além da falta de confiança, pesa contra o pedetista o envolvimento em diversos casos relacionados a desvio de dinheiro público e corrupção –ainda que alguns estejam se arrastando há anos ou arquivados na Justiça por prescrição.

Neste sentido, com o aval e incentivo de Dino, Brandão tem percorrido o estado e já vem atuando como chefe do Executivo. Em abril do próximo ano, quando o comunista deixar o cargo para disputar o Senado ou mesmo a Presidência da República, Carlos Brandão assumirá o comando do Palácio dos Leões em definitivo, e por isso disputa sentado na cadeira de governador a reeleição.