Jair Bolsonaro
Bolsonaro diz que Moro vai prender corruptos com “rede arrastão”
Política

Durante live, presidente eleito colocou sobre a mesa um livro em provocação a comunistas. No Maranhão, governo de Flávio Dino é investigado na Sermão aos Peixes

O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro (PSL), garantiu um intenso combate à corrupção durante seu governo com o juiz federal Sérgio Moro à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ele também afirmou que Moro terá carta branca para trabalhar.

“Moro vai pegar vocês, corruptos. Antes ele pescava de varinha, agora vai ser com rede arrastão de 500 metros”, afirmou o capitão reformado do Exército, durante live realizada em sua conta no Facebook, nesta sexta-feira 9.

Durante a transmissão, Bolsonaro colocou sobre a sua mesa o livro “Não, Sr. Comuna! Guia para Desmascarar as Falácias Esquerdistas”, de Evandro Finotti.

Não se pode afirmar se houve intenção do presidente eleito de fazer alguma provocação e alusão, mas, no Maranhão, o governador Flávio Dino — que vem criticando Bolsonaro e Moro quase que diariamente nas redes sociais — é do PCdoB, e teve a gestão alvo duas operações especiais e continua sob investigação na temível Sermão aos Peixes, uma das agendas prioritárias da PF a nível nacional, deflagrada no estado contra indícios de assalto aos recursos públicos federais encaminhados para a Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O titular da pasta, advogado Carlos Eduardo Lula, inclusive, foi indiciado no mês de junho último num inquérito da PF sobre corrupção, e um dos alvos da 5.ª fase da Sermão aos Peixes, denominada Pegadores, Phil Camarão, que segundo os federais teria intermediado o desvio de verbas públicas, permanece na direção-geral do Centro de Referência de Exames de Média e Alta Complexidade (antigo Hospital Pam Diamante).

Bolsonaro diz que vai abrir sigilos do BNDES na primeira semana de governo
Política

CPI do Senado, criada após delação premiada da JBS na Lava Jato, aprovou relatório de Roberto Rocha sobre empréstimos concedidos pelo banco sem propor nenhum indiciamento

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) reiterou, nesta quinta-feira 8, em sua conta pessoal na rede de microblog Twitter, que abrirá os sigilos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na primeira semana de seu governo.

“Firmo o compromisso de iniciar o meu mandato determinado a abrir a caixa preta do BNDES e revelar ao povo brasileiro o que feito com seu dinheiro nos últimos anos. Acredito que este é um anseio de todos. Um forte abraço!”, postou.

Na quarta-feira 7, em Brasília, durante início oficial dos trabalhos do grupo de transição do governo, Bolsonaro já havia afirmado a jornalistas que pretendia abrir os arquivos dos contratos do banco, com o objetivo de revelar à população o destino de empréstimos realizados pelo banco ao longo dos últimos anos.

Para ter acesso aos dados desses financiamentos, o presidente eleito terá de quebrar o sigilo que recai sobre boa parte dos contratos. Tal sigilo foi imposto pela ex-presidente Dilma Rousseff, sob alegação de “preservação da privacidade dos atos referentes à gestão bancária”.

Lava Jato

Além da Petrobras, o BNDES também esteve no alvo das investigações da Polícia Federal, em especial no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo já apurou a força-tarefa, por exemplo, os governos do PT usaram a agência de fomento para afagar aliados políticos e empresariais, como a JBS, transformada em gigante às custas do banco.

Em agosto último, inclusive, a Polícia Federal (PF) indiciou os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci, o empresário Joesley Batista, da JBS, e o ex-presidente da instituição Luciano Coutinho por supostas operações ilícitas na instituição financeira.

CPI do BNDES

Em março deste ano, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Senado Federal, criada após delação premiada da JBS no âmbito da Lava Jato para investigar eventuais irregularidades em empréstimos concedidos pelo BNDES, aprovou relatório sobre os trabalhos da comissão sem propor nenhum indiciamento.

O relator foi o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), que no documento apresentou apenas uma lista de sugestões para o banco de fomento, e propões a elaboração de projeto de lei com novas regras para empréstimos da instituição financeira.

Rocha sugeriu, ainda, que o banco divulgue quais os objetivos que quer atingir em cada financiamento e, após a execução, se os objetivos foram atingidos; e a consideração do cumprimento de metas na concessão de participação no lucro a diretores e empregados do BNDES. Além de um projeto de lei para disciplinar aquisição pelo banco de ativos no exterior e a participação em empresa estrangeira.

Com governo alvo da PF, Dino reage a Moro ministro de Bolsonaro
Política

Comunista tem secretário de Saúde na mira da Federal e CGU na Sermão aos Peixes, após desvios de mais de R$ 36 milhões no setor em sua gestão

O governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), criticou o juiz federal Sérgio Moro por aceitar a indicação para assumir o superministério de Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro (PSL). Numa sequência de publicações no Twitter, o comunista, que é ex-juiz federal e abandonou a toga para chegar à Câmara dos Deputados triplamente apadrinhado por políticos maranhenses investigados em casos de corrupção (José Reinaldo Tavares, Humberto Coutinho e Miltinho Aragão), insinuou a existência de uma trama político-eleitoral entre o magistrado da Lava Jato em primeira instância e o capitão reformado do Exército.

“Sérgio Moro aceitar o ministério de Bolsonaro é um ato de coerência. Eles estavam militando no mesmo projeto político: o da extrema-direita. O grave problema é esconder interesses eleitorais por baixo da toga. Não há caso similar no Direito no mundo inteiro. A comprovação de interesses eleitorais na Lava-Jato, além de comprometê-la quanto ao já feito, infelizmente vai gerar suspeitas com relação a casos similares no futuro. Não é apenas Sérgio Moro que perde credibilidade.”, escreveu.

Apesar do discurso em defesa da moralidade, a reação de Dino por ser uma espécie de salvo-conduto para eventuais operações da Polícia Federal contra o seu governo.

Desde 2015, a gestão do governador do Maranhão vem sendo alvo da PF, Ministério Público Federal (MPF), Receita Federal (RF) e Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), por supostos assaltos aos cofres públicos, principalmente na área da saúde pública.

Apenas no ano passado, por exemplo, o governo comunista foi alvo de pelo menos duas novas fases da Operação Sermão aos Peixes (Rêmora e Pegadores), após os investigadores da força-tarefa descobrirem indícios de desvios de mais de R$ 36 milhões do dinheiro encaminhado pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) para a Secretaria de Estado da Saúde (SES). A pasta, inclusive é comandada por um indiciado pela PF, o seu ex-advogado eleitoral Carlos Eduardo Lula, num inquérito relacionado a outro suposto esquema.

Quando da deflagração da última operação, que revelou o apontado surrupio de recursos da saúde para pagamento de mais de 400 funcionários fantasmas e até o uso de uma sorveteria que, segundo o delegado da Polícia Federal Wedson Cajé, se transformou em empresa de serviços médicos da noite para o dia, Dino saiu em defesa do ex-advogado, o manteve no cargo, atacou a operação e se beneficiou com a insinuação feita pelo entorno do Palácio dos Leões, de que a operação seria uma orquestração do ex-senador José Sarney (MDB) em conluio com o então diretor da PF, Fernando Segóvia, que havia sido recentemente nomeado pelo presidente Michel Temer, do mesmo MDB de Sarney.

Com a iminência de novas operações contra o seu governo, inclusive resultado de um inquérito aberto após ele usar o Twitter para supostamente embaçar as investigações com a publicação de informações privilegiadas, o possível salvo-conduto já estaria novamente montado: a perseguição agora não seria de José Sarney, mais de Jair Bolsonaro e Sérgio Moro, a quem o comunista tem também criticado, inclusive em razão de decisões, contra seu campo político, na Lava Jato.

Governo Bolsonaro terá entre 15 a 17 ministérios; confira as fusões
Política

Quatro nomes já estão definidos pelo presidente eleito. Atualmente são 29 pastas à disposição do governo Michel Temer

Dando cumprimento ao seu plano de redução da máquina pública, a estrutura de governo do presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), terá de 15 ministérios a 17 ministérios, segundo fusões confirmadas em reunião da equipe de transição, na terça-feira 30. Atualmente, o presidente Michel Temer (MDB) tem à disposição 29 pastas. A Informação é do Estadão Conteúdo e Folhapress.

Dos nomes já confirmados por Bolsonaro no esboço inicial estão Paulo Guedes no superministério da Economia - que englobará Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio -; o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) na Casa Civil - que deverá incluir a Secretaria de Governo; o general reformado Augusto Heleno no Ministério da Defesa; e o astronauta Marcos Pontes no Ministério Ciência e Tecnologia, que será unido ao Ensino Superior.

O Ministério dos Transportes, que abarca Portos e Aviação Civil, será fundido com a Infraestrutura. Permanece em discussão a possibilidade de que a pasta abrigue também Comunicações, hoje vinculada à Ciência e Tecnologia.

Já o de Desenvolvimento Social se juntará ao de Direitos Humanos e cogita-se uma mulher ligada a movimentos sociais para ocupar o cargo. A equipe estabeleceu também a fusão do Ministério da Justiça com o da Segurança Pública. Esse superministério está sendo oferecido ao juiz Sérgio Moro, e poderá englobar também órgãos afins como Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), além do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Haverá ainda a fusão das pastas da Agricultura e do Meio Ambiente; e uma dúvida em relação ao Ministério da Integração Nacional, se este deverá juntar o das Cidades e de Turismo. Permanecerão separados os ministérios da Defesa, Trabalho, Minas e Energia, Relações Exteriores, Saúde e o Gabinete de Segurança Institucional.

A secretaria do PPI (Programa de Parcerias em Investimentos), criada por Temer para cuidar de concessões e privatizações, deve ser ligada diretamente ao Palácio do Planalto. Atualmente, o PPI estava vinculado à Secretaria da Presidência. No governo Bolsonaro, estuda-se passar a estrutura a um vínculo direto à Presidência da República ou mesmo ao vice, general Hamilton Mourão.

Jair Bolsonaro é eleito presidente da República
Política

O capitão reformado do Exército teve 55,13% dos votos contra 44,87% do petista

Na oitava eleição presidencial realizada após a redemocratização do Brasil, o candidato do PSL Jair Bolsonaro está oficialmente eleito presidente da República, nas eleições de 2018.

Segundo contagem divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele teve 55,13% dos votos, e venceu o candidato do PT, Fernando Haddad, que teve 44,87% dos votos.

Sobre Jair Bolsonaro

Nascido em Campinas, Jair Bolsonaro é um militar da reserva e deputado federal. Suas bandeiras políticas são fortemente combatidas pelos partidos de ideologia esquerdista.

Jair Bolsonaro é conhecido por suas posições em defesa da segurança pública e contra a corrupção.

Em seus mandatos parlamentares, destacou-se na luta contra a erotização infantil nas escolas públicas e por um maior rigor disciplinar nesses estabelecimentos, pela redução da maioridade penal, pelo armamento do cidadão de bem e direito à legítima defesa e pela segurança jurídica na atuação policial.

Paraná Pesquisas: Bolsonaro tem 60,6% dos votos válidos; vantagem é de 21 pontos
Política

Levantamento foi feito de 23 a 25 de outubro e foi contratado pela Empiricus e revista Crusoé

O último levantamento feito pelo Paraná Pesquisas a pedido da Empiricus e da revista Crusoé, divulgado nesta sexta-feira 26, mostra Jair Bolsonaro (PSL) com 60,6% dos votos válidos, contra 39,4% de Fernando Haddad (PT).

A diferença é de 21,2 pontos percentuais. Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos, que é a forma usada pela Justiça Eleitoral para calcular o resultado da eleição.

No levantamento anterior, divulgada no último dia 17, Bolsonaro tinha 60,9% dos votos válidos e Haddad, 39,1%.

A sondagem realizada pelo Paraná Pesquisas ouviu com 2.120 eleitores, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06785/2018. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança de 95%. A pesquisa foi feita de 23 a 25 de outubro.

Datafolha, votos válidos: Bolsonaro tem 56%; Haddad, 44%
Política

Nos votos totais Jair Bolsonaro tem 48% e Haddad 38%. Pesquisa ouviu 9.173 eleitores na quarta-feira 24 e nesta quinta-feira 25

O Datafolha divulgou o resultado da mais recente pesquisa do instituto, contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na quarta-feira 24 e nesta quinta-feira 25.

De acordo com votos válidos, Jair Bolsonaro (PSL) tem 56%, contra 44% de Fernando Haddad (PT). No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 59% e Haddad 41%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Já em votos totais, o capitão reformado de Exército tem 48% e o petista 38%. Brancos, nulos e em nenhum dos candidatos somam 8%. Não sabem chega a 6%.

A pesquisa Datafolha foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05743/2018, e ouviu 9.173 eleitores em 341 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Roberto Rocha apresenta a Zema a Jair Bolsonaro
Política

Proposta tem como objetivo a geração de empregos, aumento da renda das famílias, melhoria nos índices sociais e maior dinamização da atividade econômica do Maranhão

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA) participou de um almoço, nesta terça-feira 23, com o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), onde tratou sobre economia e Segurança Pública, por meio de projetos voltados para o Maranhão.

No encontro, o tucano apresentou ao presidenciável a Zona de Exportação do Maranhão (Zema), de sua autoria. “O projeto representa o sonho de transformar a economia nordestina e do Centro-Oeste num vetor de desenvolvimento, gerando empregos e renda para o nosso povo”, afirmou o senador, que fechou apoio a Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial.

Por meio do projeto, na prática, empresas nacionais e internacionais encontrariam em solo maranhense uma oportunidade para fabricação de produtos e bens de consumo exclusivamente para outros países. O objetivo é gerar milhares de empregos, aumento da renda das famílias, melhoria nos índices sociais e maior dinamização da atividade econômica do estado.

A Zema avança no Senado Federal, tendo já sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em junho último. Agora aguarda pela deliberação da Comissão de Assuntos Econômicos da Casa.

Bolsonaro se reúne com Aluisio; Maranhão e Segurança Pública são pautas
Política

Deputado federal maranhense discutiu com o presidenciável sobre o combate às práticas de Flávio Dino que, para ele, utiliza ações “autoritárias e perseguidoras”

O deputado federal reeleito Aluisio Mendes (PODE/MA), um dos coordenadores da Frente de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, viabilizou – juntamente com o também integrante do grupo, o deputado Alberto Fraga (DEM/DF) –, na manhã desta terça-feira 23, uma reunião com a presença de 28 deputados com Jair Bolsonaro (PSL/RJ), na residência do presidenciável, no Rio de Janeiro.

Na ocasião, o parlamentar maranhense discutiu com o capitão reformado do Exército acerca do Maranhão e do combate às práticas do governo de Flávio Dino (PCdoB) que, para o parlamentar, utiliza ações “autoritárias e perseguidoras”.

Durante a conversa, que também teve a participação do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM/RS), aliado e amigo de Aluísio Mendes desde a época que atuaram juntos durante a CPI da Petrobras, e que deverá ser o futuro Chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro, foram tratadas pautas na área da Segurança Pública, dentre elas, maioridade penal (projeto que já esta no Senado, no qual Mendes foi um dos grandes articuladores pela aprovação na Câmara).

A reunião também tratou sobre a formação da base de apoio ao futuro governo Bolsonaro. Aluisio se comprometeu em trabalhar para aumentar essa base que atualmente já conta com mais de 300 deputados.

Jair Bolsonaro afirmou a Aluisio Mendes que, se vier a ser eleito, não penalizará o povo do Maranhão mesmo com o Palácio dos Leões estando sob o comando de um governador comunista. Mesmo já deixando claro ser contra Dino, o presidenciável garantiu, ainda, que irá se empenhar por meio de seus parceiros, como o deputado federal maranhense, para manter e implantar as ações do Governo Federal em benefício de toda a população maranhense.

“Um grande abraço a todos vocês e vamos continuar lutando para que, se Deus quiser em 2022, varrer o comunismo de vez desse estado maravilhoso que é o nosso Maranhão”, afirmou Bolsonaro em vídeo.

Bolsonaro tem 60% e Haddad tem 40% em nova pesquisa BTG Pactual
Política

Rejeição ao candidato do PSL é de 38%. Já 52% dos eleitores disseram que não votariam no petista de jeito nenhum

Na última semana para o segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) chega a 60% das intenções de votos válidos, contra 40% de Fernando Haddad (PT), de acordo com nova pesquisa realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, contratada pelo banco BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira 22.

Em comparação com o levantamento da semana anterior, Bolsonaro oscilou positivamente 1 ponto percentual e Haddad oscilou negativamente um, dentro da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os votos válidos são aqueles que descartam os votos nulos e em branco, além de serem os computados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para dar o resultado do pleito.

Rejeição

Do total de eleitores entrevistados, 52% disseram que não votariam no candidato petista de jeito nenhum. Outros 38% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum no candidato do PSL.

A pesquisa, realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, entrevistou, por telefone, 2 mil eleitores com idade a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação (UFs) entre os dias 20 e 21 de outubro. O intervalo de confiança é de 95%.

Aluisio Mendes articula apoio de grupo do Podemos a Jair Bolsonaro
Política

Aliança foi selada para o segundo turno e eventual governo. Bancada do partido elegeu 11 deputados

O deputado federal Aluisio Mendes foi um dos principais articuladores do acordo que consolidou, na última terça-feira 16, o apoio de um grupo de deputados federais do Podemos ao candidato à Presidência da República nas eleições de 2018, Jair Bolsonaro (PSL).

A movimentação foi feita a pedido de Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), filho do presidenciável, que fez a proposta por afinidade — Mendes e ele são aliados na Câmara e colegas na Polícia Federal, além de líderes da Frente da Lava Jato no Congresso — em conjunto com o deputado Onyx Lorenzoni (DEM/RS), cotado para assumir a Casa Civil num possível governo de Jair Bolsonaro e também aliado de Mendes na Casa.

“Não estou falando em nome do partido, mas em nome de uma parte significativa de deputados eleitos que resolveram optar pelo apoio a Bolsonaro. Dos deputados eleitos, sete já manifestarem interesse em apoiar o candidato”, declarou Aluísio.

O parlamentar maranhense articulou aliança com o candidato do PSL após a direção do seu partido, que disputou o Palácio do Planalto no 1.ª turno tendo Álvaro Dias como candidato oficial, optar pela neutralidade agora no segundo turno e haver liberado seus filiados para se posicionar ou não em relação a um dos presidenciáveis.

Com o fechamento da aliança, o Podemos representa a primeira bancada na Câmara a declarar apoio de forma explícita a Jair Bolsonaro.

Atualmente, o partido, que deverá também compor a base de Bolsonaro no governo federal em caso de confirmação da eleição do candidato do PSL no próximo dia 28, possui 17 deputados. A partir da próxima legislatura, que tem início em fevereiro, serão 11 parlamentares.

Bolsonaro tem 59% dos votos válidos e Haddad 41%, aponta Ibope
Política

Primeira pesquisa do instituto no segundo turno mostra ainda que o presidenciável do PSL é o menos rejeitado

Na primeira pesquisa realizada pelo Ibope no segundo turno da eleição para presidente da República, divulgada nesta segunda-feira 15, Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa com 59% dos votos válidos e Fernando Haddad (PT) tem 41%.

O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos. Levando em conta o eleitorado total, Bolsonaro lidera por 52% a 37%. Há ainda 9% dispostos a anular ou votar em branco, e 2% que não souberam responder.

Ainda segundo o levantamento, 47% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum em Haddad no segundo turno da eleição presidencial. Por outro lado, 35% do eleitorado afasta a possibilidade de votar em Bolsonaro.

Contratado pela TV Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo, o Ibope ouviu 2.506 eleitores nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. Isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo Nº BR-01112/2018.

Adriano Sarney, Roberto Rocha, Murad e Roseana declaram voto em Bolsonaro
Política

Edison Lobão Filho também chegou a declarar em Bolsonaro, mas recuou e se diz agora eleitor de Haddad

Adversários do governador Flávio Dino no Maranhão decidiram declarar voto no candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, que lidera todas as pesquisas de intenção de votos.

Já se dizem fechados com Bolsonaro o deputado estadual reeleito Adriano Sarney (PV), o senador Roberto Rocha (PSDB), o ex-secretário estadual de Saúde Ricardo Murad (PRP) e a ex-governadora a Roseana Sarney (MDB).

A decisão, segundo revelado por alguns dos novos eleitores do capitão reformado do Exército, é uma tentativa de contrapor Dino, aliado do presidenciável do PT, Fernando Haddad.

Na semana passada, o ainda suplente de senador Edison Lobão Filho, o Edinho (MDB), também chegou a declarar voto em Jair Bolsonaro, mas recuou um dia depois, adotando o novo discurso de que apenas se identifica com o candidato do PSL ao Palácio dos Planalto, mas que seu voto é no candidato petista.

BTG/FSB: Bolsonaro tem 59% de votos válidos; Haddad 41%
Política

Levantamento diz ainda que 47% dos eleitores recebem informações sobre política pelo WhatsApp, mas 87% desconfiam do conteúdo

O primeiro levantamento encomendado pelo Banco BTG Pactual ao Instituto FSB Pesquisa para a disputa presidencial em segundo turno, divulgado nesta segunda-feira 15, aponta Jair Bolsonaro (PSL) com 59% das intenções de votos válidos contra 41% de Fernando Haddad (PT). Esses percentuais desconsideram intenções de voto em branco, nulo e os indecisos.

Na pesquisa estimulada, levando em conta os votos totais, Bolsonaro aparece com 51% enquanto Haddad tem 35%. Brancos e Nulos somam 5%; 6% disseram que não votam em nenhum dos dois candidatos; e 3% não souberam ou não responderam.

Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07950/2018, o levantamento foi feito por telefone entre os dias 13 e 14 de outubro, ouvindo 2.000 eleitores a partir de 16 anos nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Na intenção de votos espontânea, 49% dos entrevistados disseram votar em Bolsonaro, 30% em Haddad. Brancos e Nulos somaram 4% dos entrevistados; 6% afirmaram não votam em nenhum dos dois candidatos; e 10% não souberam ou não responderam.

Rejeição

Sobre o potencial de rejeição de cada um dos candidatos, que é quando o eleitor aponta em quem ele não votariam de jeito nenhum, a pesquisa BTG/FSB mostra que Haddad tem maior índice (53%) entre os entrevistados do que Bolsonaro (38%).

WhatsApp

Entre os eleitores ouvidos pela pesquisa, 47% disseram receber informações sobre política por meio do WhatsApp. Já o índice de desconfiança com relação à veracidade das notícias recebidas por meio do aplicativo por esses eleitores alcança 87% dos entrevistados.

Bolsonaro e Haddad decidirão eleição para presidente no 2º turno
Política

Eleitores irão as urnas novamente no próximo dia 28

Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) decidirão em segundo turno, no próximo dia 28 de outubro, quem será o próximo presidente do Brasil.

Com 99% das urnas apuradas, o capitão reformado do Exército aparece com 46,06% das intenções de voto, enquanto o petista teve 29,24% votos, o que os leva para o segundo turno.

Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 12,47%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,76%. João Amoedo (Novo) tem 2,50% e Cabo Daciolo (Patriota) tem 1,26%;

Henrique Meirelles (PMDB), 1,20%; Marina Silva, 1%; Álvaro Dias (Podemos) tem 0,80%; e Guilherme Boulos (PSOL) tem 0,58%.

A matéria seria atualizada quando houver a apuração total dos votos.

Ibope: Bolsonaro cresce 4% e vai a 31%; Haddad fica estagnado com 21%
Política

Com o crescimento do capitão reformado do Exército, a diferença entre ele e o petista passa de 6 pontos para 10

Faltando menos de uma semana para o pleito eleitoral deste ano, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) subiu quatro pontos porcentuais e chegou a 31% de intenção de votos, segundo pesquisa Ibope/O Estado de S.Paulo/TV Globo, divulgada nesta segunda-feira 1º. É o patamar mais alto do capitão reformado do Exército desde o início da série de pesquisas do instituto em parceria com os dois veículos de comunicação.

Em segundo lugar, aparece Fernando Haddad (PT), que manteve os 21% registrados no levantamento anterior, divulgado no dia 26.

A seguir aparecem Ciro Gomes (PDT), que oscilou de 12% para 11%; e Geraldo Alckmin(PSDB), que manteve seus 8%. Marina Silva (Rede) passou de 6% para 4%, sua taxa mais baixa desde o início da campanha.

O candidato João Amoêdo (Novo) mantém os 3% aferidos na rodada passada. Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL), Vera (PSTU), Eymael (DC) e Cabo Daciolo (Patriotas) têm até 2% das intenções de voto, cada. Apenas João Goulart Filho (PPL), que estava presente no disco que é apresentado aos entrevistados com os nomes dos postulantes ao cargo, não foi citado.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores, em 208 municípios, entre os dias 29 e 30 de setembro, respectivamente os dias em que aconteceram campanhas contrária e, logo depois, a favor de Bolsonaro nas ruas de todo o país e até fora dele. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança, de 95%. Isso quer dizer que há probabilidade de 95% de os atuais resultados retratarem o atual quadro eleitoral, considerando a margem de erro. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR–08650/2018.

No Maranhão, Bolsonaro aposta numa mulher para tirar comunista do poder
Política

Candidata do presidenciável, Maura Jorge ocupa a terceira colocação no Ibope. Estado é o mais dependente do Bolsa Família em todo o país

Contrariando a pecha de machista e misógino, colocada por adversários para desfavorecê-lo na disputa pela Presidência da República, principalmente diante do avanço da campanha #elenão nas redes sociais, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) aposta na força e no charme de uma mulher para destronar um comunista do poder no Nordeste, única região do país em que ele não é líder em intenções de voto, e exatamente do estado mais dependente do Bolsa Família e adorador do ex-presidente Lula dentre todos da federação, o Maranhão.

Trata-se da deputada estadual e ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PSL). “É melhor já ir se acostumando com a nova governadora do Maranhão”, declarou ele em meados de junho último, quando esteve no estado para evento de lançamento de pré-candidatura da aliada.

Jair Bolsonaro apoia uma mulher para tirar do poder o único governador comunista do Brasil
Divulgação A mulher e o mito Jair Bolsonaro apoia uma mulher para tirar do poder o único governador comunista do Brasil

De acordo com o Ibope, nas duas pesquisas já realizadas, mesmo com pouco tempo de propaganda e uma campanha de recursos tímidos, ela aparece como terceira colocada nas intenções de voto, a frente de candidatos como Roberto Rocha (PSDB), e atrás apenas de Flávio Dino (PCdoB), que busca a reeleição, e Roseana Sarney (MDB), que tenta ser governadora pela quinta vez.

Assim como ocorre com o capitão reformado do Exército, apesar de ser no Maranhão, onde — segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente a 2015, divulgados no fim do ano passado pelo IBGE — o acesso a internet ainda é o menor do Brasil, grande parte do crescimento de Maura nas pesquisas pode ser atribuído principalmente a forte militância e simpatizantes que a candidata possuí nas redes sociais.

Há pouco mais de uma semana, utilizando-se de sua força e charme, e em meio as acenos com o gesto de uma arma de fogo, marca do candidato do PSL à Presidência, ela liderou uma gigantesca carreata capital do estado, em apoio ao presidenciável. “São Luís deu seu grito de liberdade e provou que não aceita ser tratado no cabresto. Foi uma mobilização histórica, pessoas totalmente envolvidas com o sentimento de mudança no país e no nosso estado. O time 17 levantou poeira e mostrou que juntos somos um povo gigante. Obrigada, Maranhão!”, comemorou em sua página no Facebook.

Maura Jorge e o seu vice, o Tenente-Coronel da Polícia Militar do Maranhão, Roberto Filho
Divulgação Seguimento militar na vice Maura Jorge e o seu vice, o Tenente-Coronel da Polícia Militar do Maranhão, Roberto Filho

Segundo aliados, esta semana Maura deve visitar Jair Bolsonaro, que está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 7 de setembro, após ser submetido a uma cirurgia na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG), vítima de um ataque a facada durante um evento político na cidade.

Acreditando que uma possível vitória sua para o Palácio do Planalto, logo no primeiro turno, virá do Nordeste, Bolsonaro aproveitará a presença da aliada para gravar um vídeo. Nele, além de pedidos de voto para Maura Jorge, Bolsonaro pretende reforçar que sua luta é contra a implantação do comunismo no país, começando com a demolição do regime pelo Maranhão, e não contra as mulheres, como radicalizam seus adversários.