Polícia Federal
PF faz buscas contra fraudes no auxílio emergencial no MA e outros sete estados
Economia

A Justiça também autorizou o sequestro de mais de R$ 170 mil em bens dos investigados

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira 4, operação para combater fraudes no auxílio emergencial, disponibilizados pelo Governo Federal à população carente em decorrência da crise financeira provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Cerca de 100 policiais federais cumpriram 28 mandados de busca e apreensão no Maranhão, Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rondônia e São Paulo. A Justiça também expediu sete mandados de sequestro de bens, em mais de R$ 170 mil, dos investigados.

No Maranhão, a ação está sendo realizada no município de Pedreiras, localizado a 245 quilômetros da capital.

Batizada de Quarta Parcela, a operação é fruto do trabalho da PF, em conjunto com Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, Caixa, Receita Federal, CGU (Controladoria-Geral da União) e TCU (Tribunal de Contas da União), força-tarefa que atua em estratégia integrada contra fraudes no benefício.

Os objetivos da atuação conjunta e estratégica são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas que atuam causando prejuízos ao programas assistenciais e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores.

PF faz buscas em Imperatriz em operação contra gestão Assis Ramos
Cotidiano

Investigação aponta contratação de empresa de fachada, integrada por sócios laranjas, com dinheiro de combate à Covid-19

A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quarta-feira 3, sete mandados de busca e apreensão no município de Imperatriz, em operação que mira a gestão do prefeito Assis Ramos (DEM), reeleito no pleito do ano passado.

Os fatos investigados têm relação com a dispensa ilegal de licitação, com sobrepreço, que culminou com a contratação de empresa de fachada, integrada por sócios laranjas, para fornecimento de refeições para atender demanda do Centro Municipal de Tratamento da Covid-19. A contratação foi celebrada em 2020 pela Semus (Secretaria Municipal da Saúde), principal alvo da ostensiva, com recursos públicos destinados para enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

As investigações tiveram início no âmbito do Ministério Público do Maranhão e Ministério Público Federal. Batizada de Recôndito, a fase inicial da operação conta com 25 agentes da PF.

Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva, dentre outras infrações penais.

Luciano contesta investigação da PF e envolve Famem em compra suspeita de testes para Covid-19
Política

Operação Estoque Zero aponta que contrato de R$ 960 mil foi celebrado com empresa de fachada. Há indícios de que nenhum teste fora de fato entregue

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o prefeito Luciano Genésio (PP), de Pinheiro, contestou informações divulgadas pela Polícia Federal que embasam operação deflagrada contra a Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento, na manhã desta terça-feira 2, para desarticular suposto esquema criminoso que pode ter causado prejuízo total de R$ 960 mil aos cofres públicos.

Batizada de Estoque Zero, a ostensiva apura a suspeita de fraudes e peculato pela gestão anterior do progressista, por meio de suposta organização criminosa, envolvendo recursos públicos destinados para compra de seis mil testes para detecção da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Segundo a PF e a CGU (Controladoria-Geral da União), que auxiliou nas investigações, a contratada é uma empresa de fachada, e há fortes indícios de que nenhum teste fora de fato entregue, apesar de ter sido identificado o pagamento parcial de R$ 320 mil à empresa, que tem sede em Teresina (PI).

De acordo com Luciano, porém, ao contrário do que afirmam os investigadores, a Prefeitura de Pinheiro recebeu todos os testes comprados da contratada. “Pinheiro recebeu, sim, os seis mil testes alvos da operação. Do Governo do Estado nosso município recebeu apenas 150 testes, e não 2.200”, disse. Segundo ele, o quantitativo apontado pela investigação corresponde ao total entregue para todos os 17 município da regional de Pinheiro, e não apenas para o município.

“De modo algum compactuo com qualquer tipo de ilicitude, e já determinei a abertura de sindicância para apurar, internamente, e de forma administrativa, o que está sendo investigado”, garantiu o gestor.

Ainda segundo Luciano, a contratação atacada pela PF é oriunda de uma cotação realizada pela Famem (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão) –entidade presidida pelo prefeito Erlânio Xavier (PDT), de Igarapé Grande, e onde ele, na atual gestão, é vice-presidente.

Sobre a Operação Estoque Zero ter apontado a contratada como empresa de fachada, o prefeito de Pinheiro nada falou. Já a entidade municipalista, procurada pelo ATUAL7, prometeu se posicionar a respeito assunto. O espaço segue aberto para a manifestação.

De acordo a Polícia Federal e a CGU, durante as investigações, foi verificado que a gestão Luciano Genésio contratou, por dispensa de licitação e em caráter emergencial, uma empresa de capacidade técnica e operacional duvidosa para fornecimento de seis mil testes rápidos para detecção da doença, no valor de R$ 960 mil.

Em levantamento preliminar, os investigadores identificaram fortes indícios de que nenhum teste fora de fato entregue pela contratada, apesar de haver sido emitida, em maio de 2020, nota fiscal de venda dos seis mil testes contratados e já ter sido identificado o pagamento parcial de R$ 320 mil. A investigação também apontou, que, além de a empresa não ter adquirido testes para revenda, reforça a suspeita de simulação de venda o fato da Prefeitura de Pinheiro ter recebido doação de 2.240 testes da SES (Secretaria de Estado da Saúde) e ter realizado, até início de agosto de 2020, apenas 1.381 testes na população.

A operação contou com a participação de 2 auditores da CGU (Controladoria-Geral da União) e de 30 policiais federais, em cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em Pinheiro (MA) e Teresina (PI), além do bloqueio de bens, afastamento de servidor e afastamento do sigilo telemático (mensagens de e-mail) dos envolvidos.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação, peculato, lavagem de capitais e associação criminosa.

PF mira gestão Luciano Genésio e faz buscas em Pinheiro contra desvio de recursos da Covid-19
Cotidiano

Investigação apura suspeita de que testes rápidos contratados pela prefeitura não tenham sido de fato entregues. Prejuízo total ao erário pode chegar a R$ 960 mil

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira 2, operação que tem como alvo a gestão do prefeito Luciano Genésio (PP), contra desvio de dinheiro público destinado para enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Batizada de Estoque Zero, a operação consiste no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em Pinheiro (MA) e Teresina (PI), além do bloqueio de bens, afastamento de servidor e afastamento do sigilo telemático (mensagens de e-mail) dos envolvidos. A ação ostensiva envolve a participação de 2 auditores da CGU (Controladoria-Geral da União) e de 30 policiais federais.

De acordo com as investigações, a administração municipal contratou, por dispensa de licitação e em caráter emergencial, uma empresa de capacidade técnica e operacional duvidosa para fornecimento de seis mil testes rápidos para detecção da doença, no valor de R$ 960 mil.

Em levantamento preliminar, com auxílio da CGU, foram identificados fortes indícios de que nenhum teste fora de fato entregue pela contratada à Secretaria Municipal de Saúde, apesar de haver sido emitida, em maio de 2020, nota fiscal de venda dos seis mil testes contratados e já ter sido identificado o pagamento parcial de R$ 320 mil.

Além de a empresa não ter adquirido testes para revenda, aponta a investigação, reforça a suspeita de simulação de venda o fato do município de Pinheiro ter recebido doação de 2.240 testes da SES (Secretaria de Estado da Saúde) e ter realizado, até início de agosto de 2020, apenas 1.381 testes na população.

O prejuízo total ao erário pode chegar a R$ 960 mil, caso seja identificado pagamento residual da fatura apresentada pela empresa.

Além de Pinheiro, a empresa de fachada teria vendido 17,5 mil testes para outros três municípios nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, pelo valor total de R$ 1.075.500,00, sem nunca tê-los adquirido.

Avança inquérito da PF que apura se Carlos Lula fraudou licitação
Política

IDAC consagrou-se vencedora do certame e inaugurou UPA meses antes da conclusão do procedimento licitatório

Se aproxima do fim da primeira fase um inquérito da Polícia Federal que apura se o secretário estadual da Saúde, Carlos Lula, fraudou uma licitação que tinha como escopo selecionar organização social para administrar a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Chapadinha, distante 286 km de São Luís, capital do Maranhão. Com o avanço, a próxima fase tende a ser operacional.

De acordo com as investigações, no referido processo licitatório, o famigerado IDAC (Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania), envolvido em diversos casos de desvio de dinheiro público, consagrou-se vencedor de fato do certame cerca de dois meses antes de sua conclusão.

A PF já levantou dados que mostram, por exemplo, que enquanto o procedimento de seleção ainda estava pendente, a UPA foi inaugurada meses antes, em cerimônia que contou com a presença do próprio Carlos Lula e do presidente do IDAC, Antônio Augusto Silva Aragão.

Ambos são alvos de denúncia, formulada desde agosto de 2018 pela PRR (Procuradoria Regional da República) da 1ª Região, que pede a reparação dos danos causados pelos crimes praticados, em R$ 8,5 milhões. Também aparecem entre os denunciados Júlio César Oliveira Gonçalves, ex-superintendente de Acompanhamento à Rede Serviços, e Mauro Serra dos Santos, ex-diretor do IDAC.

Embora presente na inauguração da UPA de Chapadinha, o governador Flávio Dino (PCdoB) não consta entre os indiciados.

Em manifestação nos autos, o titular da SES (Secretaria de Estado da Saúde), que também é presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), alega que “não há como os fatos ora tratados configurarem hipótese de crimes licitatórios porquanto não incide dever de licitar”, e incompetência da Justiça Federal para julgar o caso, pois, segundo ele, “não houve repasse de verbas federais ou estaduais na manutenção da UPA de Chapadinha, haja vista que antes de qualquer pagamento ao IDAC ocorreu a rescisão do contrato de gestão.”

O inquérito tramita no bojo da Sermão aos Peixes, maior investigação contra corrupção e desvio de dinheiro público federal destinado para o setor da saúde no Maranhão.

Lava Jato: operação da PF que investiga Márcio e Edinho Lobão fez buscas na Franere
Política

PF apura a suspeita de possível crime de lavagem de dinheiro envolvendo a empreiteira e a Difusora, na negociação de um apartamento no Edifício Two Towers Residente, na capital

A poderosa Franere - Comércio, Construções e Imobiliária Ltda, com sede em São Luís, Maranhão, foi um dos alvos da Polícia Federal na Operação Vernissage, deflagrada na última terça-feira 12.

A ostensiva mirou os irmãos Márcio e Edison Lobão Filho, o Edinho, ex-senador da República pelo MDB. A operação foi autorizada pela juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal de Curitiba, no âmbito da Lava Jato.

Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Angra dos Reis (RJ), nas sedes da empresa Bolsa de Arte Ltda e em endereços residenciais e profissionais de Jones Paulo Bergamin.

Em São Luís, a PF também fez buscas no Sistema Difusora –no papel ainda pertencente a Edinho, mas de fato já sob controle do senador Weverton Rocha (PDT)– e na rádio Nova FM, além de em endereços residenciais do emedebista. Nos locais, os agentes apreenderam carros de luxo e um helicóptero.

O ATUAL7 não conseguiu o contato da defesa dos investigados.

Segundo a investigação, há suspeita de possível crime de lavagem de dinheiro envolvendo a empreiteira e a Difusora, na negociação de um apartamento no Edifício Two Towers Residente, localizado na área mais nobre da capital.

A PF apura se parte considerável dos valores em espécie utilizados para a aquisição do imóvel teria sua origem em crimes de corrupção, especificamente propina, praticados em detrimento da Transpetro, subsidiária da Petrobras.

PF apreende helicóptero e carros de luxo em operação em São Luís
Cotidiano

Agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão na capital do Maranhão, um deles no Sistema Difusora

A Polícia Federal apreendeu um helicóptero e três carros de luxo, durante a deflagração da Operação Vernissage, deflagrada nesta terça-feira 12, em São Luís.

Um dos três mandados de busca e apreensão foi cumprido no Sistema Difusora, que no papel tem como sócio o ex-senador Edison Lobão Filho (MDB-MA), mas desde 2016 é controlado pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA). As ordens foram expedidas pela 13ª Vara Federal em Curitiba, no âmbito da Lava Jato.

Edinho, como é conhecido o emedebista, seria um dos investigados pela PF. Também o irmão dele, Márcio Lobão, que já foi preso pela Lava Jato em 2019, em operação que mirou ambos.

Na nova ostensiva, segundo a Polícia Federal, há indícios da prática de crimes de corrupção, fraudes licitatórias, organização criminosa e lavagem de dinheiro, todos relacionados ao suposto pagamento de R$ 12 milhões em propinas em suposto esquema montado para fraudar licitações na Transpetro, subsidiária da Petrobras.

As imagens do helicóptero e dos carros de luxo foram divulgadas pela assessoria da PF, que mais cedo já havia divulgado um vídeo de agentes vasculhando documentos das dependências do Sistema Difusora.

Também foram cumpridos três mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, dois em Brasília, dois em São Paulo e um em Angra dos Reis.

Polícia Federal faz operação no Sistema Difusora, em São Luís
Cotidiano

Batizada de Vernissage, ostensiva foi deflagrada no âmbito da Lava Jato

Em nova fase da Operação Lava Jato, a Polícia Federal cumpriu três mandatos de busca e apreensão, nesta terça-feira 12, em São Luís, com o objetivo de investigar crimes de corrupção, fraudes licitatórias, organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo um grupo que pegou propinas de mais de R$ 12 milhões no âmbito de contratos celebrados com a Transpetro, subsidiária da Petrobras.

Segundo a assessoria da PF, também foram cumpridos três mandados de buscas no Rio de Janeiro, dois em Brasília, dois em São Paulo e um em Angra dos Reis. As ordens foram expedidas pela 13ª Vara Federal em Curitiba.

Na capital do Maranhão, um dos alvos foi o Sistema Difusora de Comunicação, incluindo a Nova FM.

Embora a concessão pública, no papel, tenha o ex-senador Edison Lobão Filho (MDB-MA) no quadro societário da Difusora, desde 2016, o sistema é controlado pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA). Apesar dessa ligação, diferentemente do afirmado equivocadamente pelo ATUAL7 mais cedo, não há confirmação sobre o envolvimento do pedetista e do advogado Willer Tomaz de Souza, que seria sócio de Weverton no empreendimento, na investigação.

A operação foi batizada de Vernissage, e contou com a participação do Ministério Público Federal e da Receita Federal.

Tanto Lobão Filho quanto o irmão deste, Márcio Lobão, que chegou a ser preso, já haviam sido alvos da Lava Jato, em operação relacionada ao suposto pagamento de propinas em contratos da Transpetro.

PF faz busca e apreensão contra suposta corrupção eleitoral em Morros
Política

Agentes cumpriram seis mandados de busca e apreensão. Cerca de R$ 80 mil em espécie foram encontrados no endereço de um dos investigados

A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quarta-feira 23, seis mandados de busca e apreensão no Maranhão. Batizada de Bravo Uniform, a operação tem o objetivo de apurar a suposta prática de crimes de corrupção eleitoral para os cargos de prefeito e vereador em Morros.

Expedidos pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão, os mandados foram cumpridos na própria cidade, além de em Axixá e na capital São Luís. A ação contou com o apoio do Ministério Público Eleitoral.

Durante as buscas, agentes da PF encontraram e apreenderam cerca de R$ 80 mil em espécie no endereço de um dos alvos.

Segundo a Polícia Federal, com base em depoimentos de eleitores e informações coletadas em interceptação de ligações telefônicas autorizadas pela Justiça, foi possível obter indícios de que pessoas próximas a um dos candidatos a prefeito, além de um candidato a vereador, agiram ativamente para realizar compras de votos na véspera e no dia da votação no município.

Ainda de acordo com a PF, um eleitor chegou a filmar os investigados oferecendo dinheiro e até um veículo em troca do apoio do eleitor e de sua família.

Os materiais apreendidos serão analisados e os investigados podem ser
indiciados pelo crime de corrupção eleitoral, com pena que pode chegar a quatro anos de reclusão, além de multa.

PF faz operação para prender duas desembargadoras do TJ da Bahia por suposta venda de sentenças
Política

Membros do Ministério Público e advogados também estão entre os alvos da Operação Faroeste

A Polícia Federal cumpre, nesta segunda-feira 14, dois mandados de prisão temporária contra desembargadoras do Tribunal de Justiça da Bahia. A ofensiva faz parte das 6ª e 7ª fases da Operação Faroeste, que mira supostos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, organização criminosa e tráfico de influência.

A determinação é do ministro Og Fernandes, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que também decretou a prisão preventiva do operador de um juiz. Os nomes dos alvos não foram divulgados.

A Polícia Federal cumpre ainda 36 mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Barreiras, Catu e Uibaí, na Bahia, e em Brasília, no Distrito Federal. Entre os alvos, estão servidores do TJ-BA, membros e servidores do Ministério Público da Bahia, servidores da Secretaria de Segurança Pública e advogados.

Og Fernandes também determinou o afastamento de sete investigados de suas funções públicas, por um ano. As medidas foram solicitadas pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo.

PF faz operação no MA e outros 13 estados contra fraudes no auxílio emergencial
Cotidiano

Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão, 42 de busca e apreensão, além do sequestro de bens de alvos suspeitos de receber o benefício irregularmente

A Polícia Federal realiza no Maranhão e em outros 13 estados, nesta quinta-feira 10, operação contra suspeitos de fraudar o auxílio emergencial. O objetivo é impedir o saque indevido de R$ 2,3 bilhões.

Ao todo, estão sendo cumpridos sete mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão. Também foi determinado o bloqueio de valores de até R$ 650 mil em diversas contas que receberam o benefício irregularmente.

Por conta da investigação, segundo a PF, foram bloqueados ou cancelados os cadastramentos de mais de 3.82 milhões de pedidos irregulares.

Além do Maranhão, a operação ocorre em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Santa Catarina, Tocantins, Paraná, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Piauí e Mato Grosso do Sul.

‘Grande dia para o Maranhão’, diz Aluísio Mendes sobre operação da PF contra Josimar Maranhãozinho
Política

Presidente do PL é suspeito de ter desviado R$ 15 milhões de suas emendas parlamentares à área da saúde, de abril a dezembro de 2020

O deputado federal Aluísio Mendes (PSC) comemorou, nas redes sociais, a deflagração da Operação Descalabro pela Polícia Federal, nesta quarta-feira 9, tendo como alvo principal o também deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL).

“Grande dia para o Maranhão! Parabéns a Polícia Federal pela operação realizada hoje no estado. Uma instituição integra a qual tenho o prazer de fazer parte há quase 30 anos”, publicou.

Agente federal licenciado da PF, Aluísio Mendes tem atuado, como parlamentar, para desmantelar o controle de Josimar Maranhãozinho em municípios do interior do estado. Na campanha de 2018, durante visita ao município de Zé Doca, ele chamou o presidente do PL de bandido.

“Eu sei o que é bandido, quando bati o olho no seu Josimar Maranhãozinho reconheci ele como um dos maiores bandidos dessa região. Nós não podemos deixar que alguém como esse canalha, esse bandido continue fazendo aqui o que tem feito. Por onde ele passa deixa destruição, rouba a merenda, rouba da saúde, rouba da educação, rouba o sonho da população”, disparou.

Segundo a PF, Maranhãozinho seria o cabeça de suposto esquema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos, da área da saúde, por meio do direcionamento de licitações. A Polícia Federal diz que ele teria desviado dinheiro de suas emendas parlamentares à área da saúde, de abril a dezembro de 2020. Estima-se que a fraude pode ter gerado prejuízo de R$ 15 milhões aos cofres públicos.

A investigação corre em sigilo perante o STF (Supremo Tribunal Federal), sob relatoria de Ricardo Lewandowski. Além do cumprimento de 27 de mandados de busca e apreensão, em São Luís e no interior do estado, e o ministro também autorizou o bloqueio de mais de R$ 6 milhões em patrimônio do parlamentar, entre outras medidas diversas de prisão.

Apenas na casa de Josimar Maranhãozinho, agentes da PF encontraram cerca de R$ 2 milhões, em espécie. No Twitter, ele afirmou que está colaborando com as investigações.

PF encontra cerca de R$ 2 milhões na casa de Josimar Maranhãozinho
Política

Parlamentar é o principal alvo da Operação Descalabro, deflagrada hoje, contra suposto esquema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos, da área da saúde

Agentes da Polícia Federal encontraram cerca de R$ 2 milhões, em espécie, na residência do deputado federal Josimar Maranhãozinho, presidente do PL no Maranhão, segundo fontes do ATUAL7. Também foi encontrado dinheiro no escritório do parlamentar, valor ainda não integralmente contabilizado pela PF.

Josimar Maranhãozinho é o principal alvo da Operação Descalabro, deflagrada nesta quarta-feira 9, contra suposto esquema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos, da área da saúde, por meio do direcionamento de licitações.

A investigação corre em sigilo perante o STF (Supremo Tribunal Federal). Relator, o ministro Ricardo Lewandowski autorizou o cumprimento de 27 de mandados de busca e apreensão, em São Luís e no interior do estado. Também foi determinado o bloqueio de mais de R$ 6 milhões em patrimônio do parlamentar, entre outras medidas diversas de prisão.

O trabalho conta com a participação de 98 policiais federais.

Segundo a PF, Maranhãozinho teria desviado dinheiro de suas emendas parlamentares à área da saúde, de abril a dezembro de 2020. Estima-se que a fraude pode ter gerado prejuízo de R$ 15 milhões aos cofres públicos.

No Twitter, ele afirmou que está colaborando com as investigações.

PF deflagra operação contra Josimar Maranhãozinho por desvio de R$ 15 milhões em emendas parlamentares
Política

Contratos fictícios com empresas de fachada, comandadas pelo presidente do PL no Maranhão, teriam sido fechados com recursos do FMS

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira 9, a Operação Descalabro, que apura suposto esquema criminoso que seria comandado pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho, presidente do PL no Maranhão, voltado ao desvio de recursos públicos, da área da saúde, por meio do direcionamento de licitações. O trabalho conta com a participação de 98 policiais federais.

A investigação corre em sigilo perante o STF (Supremo Tribunal Federal). Relator, o ministro Ricardo Lewandowski autorizou o cumprimento de 27 de mandados de busca e apreensão, em São Luís e no interior do Maranhão. Também foi determinado o bloqueio de mais de R$ 6 milhões em patrimônio do parlamentar, entre outras medidas diversas de prisão.

Segundo a PF, Josimar Maranhãozinho teria desviado dinheiro de suas emendas parlamentares à área da saúde, de abril a dezembro de 2020. Estima-se que a fraude pode ter gerado prejuízo de R$ 15 milhões aos cofres públicos.

O recursos desviados seriam do FMS (Fundo Municipal de Saúde) de municípios do interior do Maranhão, reduto eleitoral do parlamentar. De acordo com a Polícia Federal, os gestores firmaram contratos fictícios com empresas de fachada, comandadas por Josimar Maranhãozinho, que estão em nome de laranjas. Posteriormente essas empresas efetuaram saques em espécie e o dinheiro era entregue ao deputado, no seu escritório regional parlamentar em São Luís.

Em uma investigação iniciada pela Polícia Federal, quatro meses atrás, conseguiu-se não apenas constatar os desvios, como também acompanhar os saques e realizar o registro de áudio e vídeo da distribuição dos valores no escritório regional do parlamentar.

O nome da operação foi dado em razão do prejuízo pesado causado aos cofres públicos em plena época de pandemia.

No Twitter, Josimar Maranhãozinho afirmou que está colaborando com as investigações.

PF investiga destino de fundos federais pela gestão Edivaldo Júnior
Política

Foco do inquérito é o exercício financeiro de 2019. Sob o pedetista, prefeitura foi alvo de duas operações da Polícia Federal em 2020

A Polícia Federal investiga, desde o início deste ano, o destino dado pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) a recursos oriundos de fundos federais.

Segundo fontes do ATUAL7 que tiveram acesso ao inquérito policial, o foco é o exercício financeiro de 2019.

Sigilosa, a investigação está sendo conduzida pela Delecor (Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros).

No início de junho e final de outubro último, a gestão Edivaldo Júnior foi alvo das operações Cobiça Fatal e Oficina Desmascarada, da PF, por possíveis desvios de recursos públicos federais.

Com o avanço da investigação sobre os fundos federais, ainda em 2020, a prefeitura pode ser alvo de uma terceira operação.

Pacovan está entre os presos pela PF em operação contra extorsão a Eudes Sampaio
Política

PF diz que investigados exigiam pagamento de parte dos recursos públicos federais destinados ao município, sob o pretexto de ter influído na destinação das verbas

O agiota Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan, está entre os presos pela Polícia Federal, nesta quinta-feira 3, em operação contra suspeita de extorsão ao prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio (PTB).

Batizada de Ágio Final, a ação cumpriu três mandados de prisão e sete de busca e apreensão, em São Luís, São José do Ribamar, Itapecuru Mirim e Pindaré Mirim.

Também foi autorizado afastamento do sigilo de dados telefônicos dos investigados.

Segundo a PF, os investigados exigiam pagamento de parte dos recursos públicos federais destinados ao município, sob o pretexto de ter influído na destinação das verbas

As investigações continuam, e novas operações podem ser deflagradas.

Integrantes da bancada federal do Maranhão, tanto da Câmara quanto do Senado, podem ser alvo de próximas operações.

PF prende três e faz buscas em operação contra extorsão a prefeito no MA
Cotidiano

Investigados exigiam pagamento de parte de recursos públicos federais, sob o pretexto de ter influído na destinação das verbas

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira 3, três pessoas suspeitas de praticar extorsão a um prefeito de município do interior do Maranhão. A operação foi deflagrada em São Luís, São José do Ribamar, Itapecuru Mirim e Pindaré Mirim.

A PF não divulgou o nome do gestor, nem dos alvos.

Os mandatos foram expedidos pelo juízo da 1ª Vara Federal Criminal. Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, e autorizado o afastamento do sigilo de dados telefônicos dos investigados.

Batizada de “Ágio Final” em razão do valor exigido pela suposta associação criminosa, a operação é resultado de investigação iniciada a partir de denúncia apresentada pelo próprio prefeito à Procuradoria da República no Maranhão, informando ameaças sofridas ao longo de 2020.

Segundo a PF, os investigados exigiam pagamento de parte dos recursos públicos federais destinados ao município, sob o pretexto de ter influído na destinação das verbas.

As extorsões eram realizadas de forma ostensiva, com episódios de invasão a residência do gestor e intermediação com terceiros, de modo a conferir maior pressão para o pagamento dos valores exigidos.

Cerca de 40 policiais federais participaram da operação.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados responderão pelos crimes de extorsão qualificada, estelionato majorado e associação criminosa, que somadas as penas podem chegar até dezoito anos de reclusão mais multa.