Eliziane Gama
Após descoberta, Eliziane Gama culpa gabinete e retorna emendas para SES
Política

Novo documento foi feito às pressas, e tem assinatura diferente do primeiro ofício

A deputada federal Eliziane Gama (PPS-MA) recuou da iniciativa de realocar a cota que lhe cabe nos quase R$ 50 milhões em emendas impositivas da bancada maranhense e retornou o direcionamento da verba para a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Fundo Estadual de Saúde (FES).

O recurso aconteceu após o ATUAL7 revelar que Gama, mesmo sendo da base do governador Flávio Dino (PCdoB) no Congresso e ter sido indicada pelo comunista para a segunda vaga ao Senado em 2018, havia traído o acordo com Dino e cortado o envio do dinheiro para o governo do aliado.

Apesar do primeiro ofício encaminhado à coordenadora da bancada, deputada Luana Alves (PSC), conter a assinatura da própria Eliziane Gama, ao justificar a mudança de posicionamento, a parlamentar do PPS encaminhou nota a alguns setores da imprensa local informando que houve “um equívoco” por parte de seu “gabinete”.


O novo ofício, encaminhado ontem para coordenadora da bancada, foi feito tão as pressas que a assinatura da parlamentar é completamente diferente da feita no ofício anterior — confira na imagem acima.

Há ainda um dado curioso.

Segundo aponta a própria Eliziane Gama, parte de sua cota nas emendas da bancada, pouco mais de R$ 3,7 milhões, já pode ter sido destinada às cidades onde ela faz política - Itinga do Maranhão, Miranda do Norte e Timon.

Eliziane Gama trai Flávio Dino e corta emenda de R$ 3,7 milhões para a SES
Política

Presidente do PCdoB no Maranhão e ex-auxiliar dos Leões, Márcio Jerry classificou realocação da verba como um ato irresponsável e criminoso

A deputada federal Eliziane Gama (PPS) deve perder a indicação para a segunda vaga ao Senado em 2018, na chapa majoritária do Palácio dos Leões.

Embora pertencente a base do governador Flávio Dino (PCdoB) no Congresso, Gama traiu o acordo feito com o comunista e cortou o envio de sua cota nas emendas impositivas da bancada para a Secretaria de Estado da Saúde (SES), traindo acordo feito com Dino no ano passado.

A verba, exatos R$ 3.791.549,77 (três milhões, setecentos e noventa e um mil, quinhentos e quarenta e nove reais e setenta e sete centavos), que pelo acerto deveria cair nas contas do Governo do Maranhão, será agora destinada diretamente para as contas dos municípios de Itinga do Maranhão, Miranda do Norte e Timon, onde a deputada do PPS faz política.

São Luís, onde Gama disputou a prefeitura em 2012 e 2016, e cuja administração municipal agora ela é aliada, e o prefeito é afilhado político de Flávio Dino, não levou um centavo.

Além da pré-candidata ao Senado pelo PPS, outros três parlamentares pertencentes a base de Dino no Congresso também traíram o acordo feito com o governador e realocaram a cota que lhes cabe nas emendas impositivas: Cléber Verde (PRB), Julião Amin (PDT) e Zé Carlos (PT).

Críticas

Apesar de direcionar duras críticas apenas a coordenadora da bancada maranhense, deputada Luana Alves (PSC), o presidente do PCdoB no Maranhão, Márcio Jerry Barroso, que comandou a pasta da Comunicação e Assuntos Políticos no governo comunista, classificou a realocação da verba como um ato “irresponsável e criminoso”.

“O governador Flávio Dino concordou com a Bancada no final do ano passado para que esses recursos fossem destinados aos municípios. O que assim está fazendo a deputada Luana Alves, sabe-se lá movida por quais mesquinhos interesses da baixa política, é achando que prejudica o governador Flávio Dino. Está cometendo um grave, lesivo, irresponsável e criminoso ato contra o povo do Maranhão”, afirmou Jerry.

Corrupção

A realocação do destino das emendas impositivas ocorre poucos dias após o titular da SES, Carlos Lula, ter negado dois pedidos de habeas corpus pelo ministro Ribeiro Dantas, relator da Sermão aos Peixes no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo a defesa de Lula, ele estaria sofrendo constrangimento, e por essa razão tentava trancar um inquérito policial aberto contra ele no ano passado pela Polícia Federal, para apurar sua conduta na suposta fraude do processo licitatório feita pela Saúde do Maranhão para o gerenciamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Chapadinha.

A contratada pela SES, inclusive, foi a Organização Social Instituto do Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC), alvo das operações Rêmoras e Pegadores.

Por unção ao Senado, Eliziane busca a benção de Josimar de Maranhãozinho
Política

Ela precisa do apoio do PR ao seu novo projeto político. Próximo partido a receber a visita da parlamentar será o PT

Ainda não está incluída nos dicionários, mas numa próxima atualização, a definição da palavra incoerência já pode vir com uma nova informação: Eliziane Gama. Aguardando sozinha, há quase dois meses, pela unção do governador Flávio Dino (PCdoB) para a segunda vaga ao Senado na chapa do Palácio dos Leões, a deputada federal maranhense do PPS segue seu périplo em busca da benção de líderes partidários.

Desta vez, a visita foi ao presidente estadual do PR, deputado Josimar Cunha Rodrigues, o Maranhãozinho.

Chamado também por Moral da BR, ele um é conhecido da Polícia Federal por casos de corrupção relacionados a enriquecimento suspeito, e de forma meteórica, em uma das regiões mais violentas do estado, o Alto do Turi, marcada por roubo de madeira e de cargas, tráfico de drogas, pistolagem, assaltos a banco e assassinatos mil. Tudo a que Gama, nos tempos em que ainda possui identidade ideológica, dizia combater.

“Foi muito boa nossa conversa e fiquei bastante honrada em ser bem recebida por mais um partido. Estamos unindo forças em prol dos diálogo para mais benefícios aos maranhenses”, comemorou ela, após reunião com Josimar de Maranhãozinho.

O PR foi a 11ª legenda visitada pela parlamentar. Para a próxima semana, Eliziane Gama tem na lista o PT, que ela combateu quando tentou emplacar-se nacionalmente como musa anticorrupção da CPI da Petrobras.

Na nova roupagem, que conta até com elogios à administração Edivaldo Holanda Júnior (PDT), ela se autodefine como uma pré-candidata ao Senado “bem articulada”.

Eliziane segue há mais de 40 dias sem adversários internos e sem unção de Dino
Política

Parlamentar tem defendido o comunista, visitado caciques, elogiado a administração de Edivaldo Júnior e orado para ocupar a segunda vaga ao Senado na chapa dos Leões

É vexatória a situação da deputada federal Eliziane Gama (PPS). Desde que o ex-governador e colega na bancada federal José Reinaldo Tavares (PSDB) aceitou o afastamento imposto pelo governador Flávio Dino, a parlamentar segue sem adversários internos na disputa pela segunda vaga ao Senado na chapa do Palácio dos Leões, mas ainda assim sem qualquer indicativo de que possa ser ungida pelo aliado.

Entre idas e vindas de Brasília para discursos inflamados em defesa do comunista na tribuna da Câmara, visitas a caciques da coalizão dinista em busca de benção, elogios à administração do até outro dia incompetente e corrupto Edivaldo Holanda Júnior e orações com lideranças da Igreja da Assembleia de Deus, já se passaram mais de 40 dias sem que Dino tenha logado no Twitter para divulgá-la ao posto.

Durante o desgastante período, já houve de tudo.

Aliados de Tavares tentaram demovê-lo da aceitação do afastamento; o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) operou para receber ele o derrame da unção; Eliziane tentou se filiar ao Democratas; o também deputado federal Waldir Maranhão sonhou novamente ser o escolhido; e, a mais recente, Flávio Dino teria oferecido a vaga ao PTB do clã Fernandes — além de ainda continuar vendendo ao PT nacional que escolherá Márcio Jardim.

De Boston (EUA), onde participa como palestrante da quarta edição da Brazil Conference at Harvard & MIT, o governador do Maranhão pode finalmente declarar apoio a Eliziane Gama para o senado. Ou mesmo esperar para fazê-lo somente quando retornar ao Maranhão, neste domingo 8. Contudo, o absoluto desprezo dispensado a aliada durante todo esses mais de 40 dias de deserto pode tê-la feito perder a competitividade.

Prisão após 2ª instância: PEC assinada por Eliziane atinge Stênio Rezende
Política

Deputado foi condenado pelo TRF-1 a quatro anos e seis meses de prisão por lavagem de dinheiro. Ele é tio de Juscelino Filho, presidente do DEM no Maranhão

A deputada federal Eliziane Gama pode ter enterrado o sonho de, aproveitando a última semana da janela partidária, pular do PPS para o DEM em troca da garantia da segunda vaga ao Senado na chapa de reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB).

Conforme mostrou o ATUAL7 mais cedo, Gama está dentre os oito integrantes da bancada federal do Maranhão na Câmara que assinaram a proposta que inclui na Constituição a possibilidade de prisão de réu condenado em segunda instância. No estado, quem comanda o DEM é o deputado federal Juscelino Filho, sobrinho do deputado estadual Stênio Rezende, do mesmo partido, que tem condenação de quatro anos e seis meses de prisão por lavagem de dinheiro, proferida e já confirmada pela unanimidade da Segunda Seção do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região.

O ATUAL7 procurou Eliziane Gama e Juscelino Filho, para se posicionarem a respeito do assunto, mas ainda não houve retorno. O espaço está aberto para as manifestações.

Segundo a PEC defendida pela deputada PPS, será substituído o Artigo 5º da Constituição em que diz que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” por “ninguém será considerado culpado até a confirmação de sentença penal condenatória em grau de recurso” – ou seja, a segunda instância.

A proposta, inclusive, tem como autor o líder do partido de Eliziane Gama na Câmara Federal, Alex Manente (SP).

Lula

Além de Stênio Rezende, a chamada PEC da prisão em segunda instância também atinge o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista foi condenado, pela unanimidade do TRF-4, a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Para o governador Flávio Dino, que curiosamente seria padrinho da eventual entrada de Eliziane Gama no DEM para ter assegurada a segunda vaga ao Senado na chapa do Palácio dos Leões em 2018, a condenação de Lula “é integralmente equivocada, à luz das leis em vigor”.

PEC da prisão em segunda instância tem apoio de apenas oito deputados do MA
Política

Proposta propõe mudança no artigo da Constituição que trata da consideração de culpa em trânsito julgado

A Câmara dos Deputados analisa, desde a última terça-feira 27, quando foi protocolada, proposta que inclui na Constituição a possibilidade de prisão de réu condenado em segunda instância. A matéria é de autoria do deputado federal Alex Manente (PPS-SP), e teve a adesão impulsionada pela entrevista do juiz federal Sergio Moro, na noite do dia anterior, ao programa Roda Viva. Para o magistrado de Curitiba, uma eventual revisão do precedente que permitiu a prisão antes de esgotados todos os recursos, em pauta no Supremo Tribunal Federal (STF), representaria “um passo atrás” no combate à corrupção.

Das 195 assinaturas validadas pela Secretaria-Geral da Mesa, que representa 24 a mais do que o número mínimo necessário para a tramitação da PEC na Casa, apenas oito são de deputados do Maranhão. São eles: Alberto Filho (MDB), Aluísio Mendes (PODE), Eliziane Gama (PPS), Hildo Rocha (MDB), Júnior Marreca (PEN), Luana Costa (PSB), Weverton Rocha (PDT) e Zé Carlos (PT).

Segundo o texto, a PEC propõe a substituição do Artigo 5º da Constituição em que diz que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” por “ninguém será considerado culpado até a confirmação de sentença penal condenatória em grau de recurso”.

A proposta agora ficará na fila para ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A inclusão na pauta dependerá de um acordo entre os partidos.

Caso aprovada na CCJ, a matéria tramitará em uma comissão especial, cuja criação depende do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Se for aprovada na comissão especial, seguirá para o plenário. Por se tratar de uma mudança na Constituição, a PEC precisará ser aprovada por pelo menos 308 votos em dois turnos, antes de seguir para o Senado.

Intervenção no Rio

O Artigo 60 da Constituição, contudo, diz que a Carta não pode ser alterada enquanto durar decreto de intervenção federal, como é o caso atual do Rio de Janeiro, onde a segurança pública está sob o comando das Forças Armadas.

Diante disso, em março passado, Rodrigo Maia decidiu que as PECs em análise na Câmara poderão tramitar, mas não poderão ser votadas pelo plenário.

Eliziane cola em popularidade de Edivaldo e em programa que dizia ser eleitoreiro
Política

Por vaga ao Senado, parlamentar defendeu o prefeito, o PDT, a gestão municipal e o Todos por São Luís

É de completo desespero a situação da deputada federal Eliziane Gama (PPS), promessa política de moralidade, ética e seriedade até poucas eleições atrás.

Sem o apoio do alto clero da Igreja Assembleia de Deus — onde congrega e de onde conta com os votos do famigerado coronelismo gospel — para tentar a reeleição para a Câmara Federal ou voltar à Assembleia Legislativa do Maranhão, a parlamentar passou dos limites da humilhação e resolveu pisar em sua própria história para conseguir a segunda vaga ao Senado na chapa do Palácio dos Leões.

Para chamar a atenção do governador Flávio Dino (PCdoB), Gama vem seguindo o conselho pastoral de se aliar ao prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), de quem era desafeta até o pleito passado. Mas o conselho era para se aliar, e não se humilhar.

Neste sábado 17, por exemplo, a parlamentar do PPS participou de uma nova edição do Todos por São Luís, no bairro da Vila Riod, programa que ela classificava como eleitoreiro, quando Edivaldo era seu adversário na disputa pela prefeitura da capital.

Colada ao pedetista, Gama tirou casquinha do evento como pode, se aproveitando dos acenos e sorrisos que a população direcionava a Edivaldo, não a ela.

Questionado em dado momento sobre a possível união com a pré-candidata ao Senado, Edivaldo desconversou, falando apenas sobre a própria administração. Já Eliziane Gama aproveitou o momento para defender Edivaldo, o PDT, a gestão municipal e o programa antes tido por ela como eleitoreiro.

Confira no vídeo:

Exigência do DEM e PP por vaga na majoritária deve escantear Eliziane e Brandão
Política

Democratas querem Felipe Camarão na vice de Flávio Dino. Progressistas ainda não definiram o nome para a segunda vaga ao Senado

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), deve escantear a deputada federal Eliziane Gama (PPS) e o vice-governador Carlos Brandão (PRB) na formação da chapa majoritária para as eleições de outubro próximo. O descarte dos aliados tem por objetivo atender as exigências feitas pela Executiva Nacional do DEM e do PP, de participação na chapa majoritária em troca da permanência no arco de aliança dinista.

A imposição foi feita pelas legendas a Dino entre janeiro e fevereiro último, quando apenas o nome do deputado Weverton Rocha (PDT) já havia sido anunciado pelo comunista para uma das vagas ao Senado.

Por parte do DEM, o nome indicado é o do secretário estadual de Educação, Felipe Camparão, para compor na chapa na vaga de vice. A filiação de Camarão ao DEM, que é ainda super favorecido por ser da mais estrita confiança de Flávio Dino, ocorreu na semana passada, durante a ascensão do prefeito de Salvador, ACM Neto, para a Presidência do partido, e do lançamento de pré-candidato do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ao Palácio do Planalto.

Já pelo PP, que terá sobrada a segunda vaga ao Senado, o nome ainda permanece indefinido.

Tão logo seja confirmada a chapa comunista-demo, e as vagas ao Senado anunciadas para o PDT e PP, Eliziane e Brandão devem alegar que pretendem retornar à Câmara dos Deputados em nome de um projeto maior, que é o Maranhão. Ambos, inclusive, já se declararam totalmente fieis ao chefe do Palácio dos Leões, e que caminharão com ele independente do espaço oferecido na coligação governista.

Dino ignora presença feminina em chapa e evita fechar com Eliziane
Política

Segunda vaga ao Senado tem como pretendente apenas a parlamentar do PPS. Governador caminha para formação de chapa Clube do Bolinha

Passadas mais de 12 horas do Dia Internacional da Mulher, data em que o governador Flávio Dino (PCdoB) poderia aproveitar para confirmar a presença feminina em sua chapa de reeleição ao Palácio dos Leões, a deputada federal Eliziane Gama (PPS) segue sendo solenemente ignorada pelo comunista.

Há quase duas semanas, Gama figura sozinha como pré-candidata ao Senado Federal pela chapa governista. Embora ela seja ficha-limpa, tenha definição partidária, carisma, força eleitoral e eclesiástica da Igreja Assembleia de Deus, já conte com o apoio de todas as lideranças da coalizão dinista e esteja fielmente empenhada no projeto de reeleição do governador, Dino tem evitado fechar com a aliada.

Restando cerca de três meses para os partidos estarem autorizados a promover convenções para a definição dos candidatos, apenas a segunda vaga à Câmara Alta, disputada apenas pela parlamentar, segue sem ser anunciada pelo governador — o que acaba gerando humilhação e vergonha para Eliziane Gama. A vaga de vice permanece com Carlos Brandão (PRB) e a primeira vaga ao Senado foi oferecida ao deputado federal Weverton Rocha (PDT).

Caso permaneça na decisão de não ungir a aliada, e nem encontre outro nome que possa garantir representação feminina na chapa de 2018, Flávio Dino caminhará para as urnas com um Clube do Bolinha — clube exclusivamente para meninos que aparece frequentemente nas histórias em quadrinhos da Luluzinha —, o que pode atrapalhá-lo e favorecer as adversárias Roseana Sarney (MDB) e Maura Jorge (Pode).

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), relativos às eleições de 2016, dos 4.611.247 eleitores aptos a irem às urnas, as mulheres são maioria: 2.375.505 eleitoras, o que representa 51,5% do eleitorado maranhense.

Demora de Dino em apoiar Eliziane ao Senado aponta para plano B
Política

Parlamentar do PPS é a única postulante à vaga no grupo dinista há quase uma semana. Governador pode escolher Bira do Pindaré

A demora do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em declarador apoio a deputa Eliziane Gama (PPS) como segundo nome ao Senado Federal na chapa do Palácio dos Leões aponta para a possibilidade de um plano B do comunista para a vaga.

B mesmo, de Bira. Bira do Pindaré (PSB).

Há pouco mais de duas semanas, quando já havia o prenúncio de afastamento entre Dino e o deputado federal José Reinaldo Tavares (sem partido), Bira começou a surgir com força no entorno comunista como possibilidade do chefe do Executivo à Câmara Alta. O socialista, inclusive, chegou a dar entrevistas recentes à mídia local sobre o assunto, afirmando que sabe estar aberta a segunda vaga ao Senado, e que, “se fosse chamado aceitaria a missão na hora”.

No último sábado 24, Tavares confirmou o rompimento com o projeto de poder do governador. Desde então, Gama passou ser a única postulante do grupo, dos que estavam publicamente na disputa, à vaga.

Contudo, quase uma semana depois do ocorrido, mesmo com Gama sem adversários, já que o deputado Waldir Maranhão (Avante) também já não faz mais parte do projeto comunista — ele pode fechar com Eduardo Braide (PMN) —, Flávio Dino segue em silêncio desonesto sobre o assunto.

Pior ainda: tem estimulado, por meio de terceiros, o retorno de Zé Reinaldo ao grupo dinista, mesmo tendo provocado o afastamento do padrinho exatamente por também não querer apoiá-lo para o Senado.

Eliziane próxima de ser anunciada para 2ª vaga ao Senado na chapa dos Leões
Política

Saída de Waldir Maranhão e Zé Reinaldo do grupo de Flávio Dino deixa parlamentar como única a buscar a vaga

Com o anúncio feito pelo deputado José Reinaldo Tavares (sem partido), de haver aceitado a imposição explícita e decidido se afastar do grupo liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), a deputada Eliziane Gama (PPS) deve ser anunciada para a segunda vaga ao Senado Federal na chapa do Palácio dos Leões.

Aliada do comunista desde 2006, quando este disputou vaga para a Câmara Federal e ela para a Assembleia Legislativa do Maranhão, Gama ganhou forças ao se aproximar do primeiro ungido, deputado federal Weverton Rocha (PDT); receber as bençãos da Igreja Assembleia de Deus, como nome do alto clero eclesiástico para a Câmara Alta; e se reaproximar do prefeito da capital, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Depois de colar no chefe do Executivo, bastou tomar a frente de Waldir Maranhão (Avante) e Zé Reinaldo, ambos já em campos contrários ao de Flávio Dino na disputa de outubro próximo.

Sem concorrentes pela unção, o anúncio de Eliziane Gama na segunda vaga ao Senado pode ser feito por Dino até mesmo esta semana.

Liderança da Igreja manda Eliziane e Edivaldo reatarem
Política

Deputada já usou o Twitter para tecer elogios a um projeto da administração do pedetista. Prefeito deve retribuir ato

O Alto Clero da Igreja Assembleia de Deus determinou a deputada federal Eliziane Gama (PPS) e ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) que acabem com o rompimento político e se unam como irmãos em Cristo pelo benefício da população.

Demostrando obediência aos pastores e entendimento eclesiástico, Gama iniciou a reaproximação, já nessa terça-feira 16.

Pelo Twitter, ela elogiou o projeto Ecoponto, da gestão pedetista, equipamento público que já conta com nove unidades pela capital, fortalecendo a gestão de resíduos sólidos.

“Agora pouco, conhecendo os novos ecopontos instalados pela @prefeiturasl. Parabéns, @EHolandaJr, uma iniciativa que tanto contribui para a boa imagem de nossa capital. Ideia maravilhosa! Tem nosso total apoio”, postou a popular socialista.

Edivaldo, também em obediência e discernimento, deve retribuir o elogio.

Na visão da igreja, além de resolver a questão antibíblica, a união entre Eliziane e Edivaldo unifica os votos do rebanho e, com isso, facilita na escolha da irmã para a segunda vaga ao Senado, na chapa de reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB).

Assim como a Assembleia de Deus, o próprio prefeito de São Luís não deseja apoiar os nomes de José Reinaldo Tavares (sem partido) ou Waldir Maranhão (Avante).

Famem quer participar de discussão sobre chapa senatorial de Flávio Dino
Política

Presidente da entidade está fechado com Weverton Rocha e Zé Reinaldo. Entrada no movimento municipalista prejudica planos de Eliziane Gama

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), Cleomar Tema, entregou ao governador Flávio Dino (PCdoB), nesta terça-feira 16, manifesto representativo de prefeitos e prefeitas solicitando a inclusão da entidade nas discussões acerca da escolha dos nomes para os cargos majoritários nas eleições deste ano.

Segundo Tema — que tem como pré-candidatos ao Senado os deputados federais Weverton Rocha (PDT) e José Reinaldo Tavares (PSB) —, o documento tem como objetivo inserir o municipalismo no debate sobre o projeto de reeleição do próprio Dino, a quem o presidente da Famem criou e também apoia, e no pleito que definirá as duas vagas na chapa senatorial dinista.

“A Famem, entidade representativa das cidades maranhenses, e que congrega prefeitos e prefeitas de todas as regiões do Maranhão, vem tendo papel fundamental no processo de fortalecimento do municipalismo. Portanto, nada mais justo que a entidade esteja inserida no contexto no qual será definido os cargos majoritários de 2018”, diz trechos do manifesto.

O pleito da Federação foi elogiado por Flávio Dino, que reconheceu a representatividade da entidade no Maranhão e fora dele.

“A Famem possui um forte poder aglutinador das forças municipalista e o presidente Tema, pessoa por quem tenho muito carinho e admiração, vem executando um excelente trabalho. Trata-se de uma reivindicação mais do que justa”, afirmou o governador.

Com a entrada da Famem na discussão, a deputada federal Eliziane Gama (PPS), que já vem enfrentando dificuldades para manter seu projeto de unção ao Senado, terá de correr para recuperar o tempo perdido e buscar a reeleição na Câmara ou o retorno para a Assembleia Legislativa do Maranhão.

Eleição para deputado federal no MA não contará com sete dos 18 eleitos em 2014
Política

Maioria disputará em 2018 para o Senado. Apenas um desistiu de concorrer para passar o bastão para o filho

Dos 18 deputados federais eleitos pelo Maranhão em 2014, pelo menos sete não disputarão pela reeleição do mandato em outubro próximo, abrindo espaços para que novos nomes ou eternos suplentes possam chegar à Câmara dos Deputados nas eleições de 2018.

Pelos movimentações e declarações públicas, cinco deles pretendem concorrer ao Senado: Eliziane Gama (PPS), Sarney Filho (PV), José Reinaldo Tavares (sem partido), Weverton Rocha (PDT) e Waldir Maranhão (Avante).

Os outros dois são Pedro Fernandes, para dar lugar na disputa ao herdeiro Pedro Lucas, ambos do PTB; e João Castelo, que morreu no final de dezembro de 2016.

Somando-se os votos que todos obtiveram no pleito passado, serão exatos 597.697 eleitores maranhenses livres — ou nem tão livres assim, já que, infelizmente, ainda há conchavos — para escolha de outros nomes.

Unção ao Senado: admiração por Flávio Dino ou busca por ajudinha dos Leões?
Política

Cinco pré-candidatos condicionam a entrada na disputa à chancela do governador do Maranhão. O ATUAL7 ouviu especialistas sobre o que leva a essa total dependência

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), estabeleceu o mês de março para definir os nomes de seus pré-candidatos ao Senado Federal em 2018. Enquanto a data não chega, pelo menos cinco nomes já apresentados ao eleitor aguardam a confirmação da unção sacerdotal do comunista para se firmarem na disputa. Todos, sem exceção, tem deixado claro que só sairão para o Senado pela chapa de reeleição do governador.

Diante da total dependência, surge a pergunta que não quer calar: afinal, o leva Eliziane Gama (PPS), José Reinaldo Tavares (PSB), Márcio Jardim (PT), Waldir Maranhão (Avante) e Weverton Rocha (PDT) — que em razão da lanterninha em todas as pesquisas de intenção de votos ainda pode ser rifado — à essa necessidade? Admiração pela forma como Dino vem administrando o Estado ou a facilidade de ser o candidato do Palácio dos Leões? O ATUAL7 ouviu especialistas sobre o assunto.

Para Gledson Brito, historiador e pesquisador especialista em política do Maranhão, há espaço para os dois posicionamentos. Ele aponta que, apesar da trajetória no campo político ou ideológico ao lado de Flávio Dino, o quinteto também busca a estrutura governista.

“Há um alinhamento destes nomes com o governador no campo político, como no caso de Zé Reinaldo e de Waldir Maranhão, ou ideológico frente às pautas nacionais, como Eliziane Gama, Weverton Rocha e Márcio Jardim. A trajetória política destes postulantes foi em grande parte construída caminhando com Flávio Dino, daí esse alinhamento faz com que se torne natural que estes candidatos busquem esse campo para que nele se mantenha a narrativa e coerência. Mas também é lógico que se entende que a luz do governador é guarida mais tranquila para uma possível eleição”, afirma.

Historiador e professor da UFMA (Universidade Federal do Maranhão), Wagner Cabral defende que, embora não seja uma regra, uma campanha forte de candidato ao governo é um fator importante na escolha do eleitor pelo candidato ao Senado.

“Em suma, existe uma tendência geral, com algumas exceções. O peso da campanha de governador no 1º turno é fator importante para definir o vencedor para o Senado. Quem venceu o primeiro turno sempre levou consigo o Senador. O único que venceu o primeiro turno e perdeu no segundo foi João Castelo. Mas Cafeteira foi eleito para o Senado, afinal era imbatível saindo de 4 anos de governo”, lembrou.

Ainda segundo Cabral, “além do governador, outro puxador de votos pro Senado é o candidato a presidente”, e que, “de todas, a eleição de Senador é a mais distante e desinteressante para o eleitor comum”.

Pré-candidatos falam

É fato que, mesmo que fosse esse o motivo, nenhum dos pré-candidatos jamais admitiria que a dependência pela unção de Flávio Dino está ligada ao poder do Palácio dos Leões. Ainda assim, o ATUAL7 buscou ouvir cada um deles.

Abaixo, o posicionamento, na íntegra, dos que retornaram o contato:

Weverton Rocha

“Mesmo sabendo que sua pergunta é mal intencionada (não poderia esperar diferente), posso lhe afirmar: o que nos une é um ideal de vermos o Maranhão mais desenvolvido e mais justo. Lembre-se que a união do PDT e PCdoB vem de grandes lutas em favor do Brasil e aqui no Maranhão, bem antes de sermos governo".

Márcio Jardim

“O PT é da base do governo Flavio Dino. Nas suas duas campanhas ao governo não teve um lugar que o governador chegasse que lá não tivesse um militante empunhando uma bandeira 65. Evidente que o governador é o grande líder do processo. PT e PCdoB são aliados estratégicos. São os únicos partidos que estiveram juntos nas eleições presidenciais desde a redemocratização do país. Temos forte atuação nos movimentos sociais, uma militância ativa e a extraordinária liderança de Lula no Maranhão. Mas o PT não tem dono. E nosso primeiro desafio é construir o máximo de convergência interna com objetivo de eleger Lula e reeleger Flávio Dino. Minha voz será num palanque; uma voz em defesa incondicional de Lula.

Lula e Flavio Dino são os dois maiores cabos eleitorais do Maranhão hoje . Evidente que um candidato que tenha apoio dos dois leva muita vantagem na disputa. Imagina uma candidatura ao senado que tenha identidade histórica com Lula? Temos todas as melhores condições de ter no Senado um senador verdadeiramente do Lula e com uma trajetória sempre na esquerda, sempre do mesmo lado”.

Eliziane tenta conquistar unção de Flávio Dino com ‘método capachão’
Política

Parlamentar passou a usar o estrutura do mandato como extensão do Palácio dos Leões, dando destaque ao governo do comunista em vez de ações próprias

É complicada a situação da deputada federal Eliziane Gama (PPS). Humilhada nas urnas em 2016 e sem ter como voltar atrás e disputar a reeleição ou tentar voltar para a Assembleia Legislativa do Maranhão, ela tem lutado a todo custo para chamar a atenção do governador Flávio Dino (PCdoB) a fim de que o comunista entre na aventura de ungi-la para a disputa pelo Senado Federal, em 2018.

Como a primeira apelação, de se agarrar no medieval coronelismo gospel, não tem alcançado o resultado esperado, já que Dino demonstrou maior interesse pelo nome do deputado federal black bloc Weverton Rocha (PDT), Gama resolveu neste final de ano adotar um novo — mas conhecido — recurso: o método capachão.

Para agradar e estar sempre próxima do “magnânimo chefinho” [Flávio Dino é o novo capo di tutti capi], Gama tem usado a estrutura de seu mandato para, em vez de divulgar ações próprias, ressaltar os mais diversos aspectos do governo comunista de Flávio Dino.


No puxa-saquismo, a parlamentar tem se sujeitado a tudo: de reaproximação pública com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a quem tinha como desafeto até o ano passado, a descerramento imaginário de placa, já que mesmo não lhe sendo dado espaço durante inauguração de obras públicas, ela pouco tem se importado em se deixar flagrar com o braço esticado para o nada.

Em nome da permanência no poder, quem precisa de personalidade quando se tem um saco para puxar?!

Eliziane Gama está aí para responder.

Sete fatos inacreditáveis que marcaram a política do MA em 2017
Política

Poder ganhou casos inusitados ao longo do ano, como Flávio Dino culpar Roseana por desvios em seu próprio governo e Duarte Júnior subir numa marquise para estrelar propaganda do Procon

Com o ano de 2017 a poucos dias para o seu fim, o ATUAL7 resolveu relembrar aos leitores fatos inacreditáveis produzidos pela politica maranhense ao logo dos últimos 12 meses.

Houve de tudo. Teve Flávio Dino culpando Roseana Sarney por desvios em sua própria gestão, narcotraficante ganhado liberdade sem precisar sequer utilizar monitoramento eletrônico e, o mais recente, o presidente do Procon subindo numa marquise para estrelar a propaganda do órgão. Confira os piores momentos da política no Maranhão em 2017:

1. Promoção pessoal

O governador Flávio Dino (PCdoB) ignorou o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa e alegou vício de inconstitucionalidade para vetar projeto de lei do deputado César Pires (PEN) que disciplinaria a veiculação impessoal de publicidade e propaganda do Governo Estadual e dos Municípios, seus respectivos Poderes e Entidades da Administração Indireta.

Se houvesse sancionado a proposta, além de por fim às marginalidades de prefeitos e presidentes de Câmaras que pintam prédios públicos com alusão às suas logomarcas de campanha e com cores de seus partidos, o comunista teria acabado também com promoções pessoais mais descaradas ainda, como a feita pelo seu próprio governo, que malandramente fixou uma placa do programa Escola Digna em Marajá do Seja com a expressão “Governo Flávio Dino”.

2. Esquema complexo

Questionado pelo jornalista Eduardo Faustini, o repórter secreto do quadro Cadê o dinheiro que tava aqui?, no Fantástico, da Rede Globo, sobre a inércia total da Secretaria de Estado da Saúde (SES) diante da primeira descoberta de roubo de mais de R$ 18 milhões do setor, o titular da pasta, Carlos Eduardo Lula, declarou que não conseguiu perceber os desvios milionários em razão do sistema operado pela organização criminosa ser “complexo”.

Como o dinheiro era afanado?!

Segundo a força-tarefa da Sermão aos Peixes, operadores da quadrilha sacavam na boca do caixa e escondiam na cueca e numa mochila o dinheiro que deveria ter sido utilizado para o funcionamento da rede pública estadual de saúde.

3. Pizza de peixe

Deputados da base governista na Assembleia Legislativa do Maranhão transformaram em gravação clandestina um áudio compartilhado pelo próprio deputado Levi Pontes (PCdoB) confessando desvio de verba pública, crime eleitoral e improbidade administrativa.

Com a estratégia, Pontes foi inocentado em uma representação que pedia a cassação de seu mandato.

No áudio em questão, o parlamentar comunista manda separar para ele quilos e quilos de pescado que havia sido adquirido com recursos da Prefeitura Municipal de Chapadinha. Pior ainda: o peixe seria roubado era pra ser distribuído em outros municípios, onde o deputado mantém feudo eleitoral.

4. Culpa de Roseana

Pilhado no escandaloso esquema de corrupção desbaratado pela Sermão aos Peixes, o governador Flávio Dino tentou passar para a população maranhense que desvios acontecidos em 2015, 2016 e agora em 2017, no setor da saúde, aconteceram por culpa de sua antecessora, a ex-governadora e agora pré-candidata ao Palácio dos Leões, Roseana Sarney.

Pressionado e ridicularizado nas redes sociais, ele voltou atrás e adotou a estratégia lulista de se passar por perseguido e atacar a Polícia Federal.

5. Coronelismo gospel

Esquecida por institutos de pesquisa no início da pré-campanha ao Senado, e enfrentando dificuldades para convencer o atual mandatário do Palácio dos Leões a ungir sua entrada na disputa, a deputada federal Eliziane Gama (PPS) apelou para o que há de mais medieval e torpe no período eleitoral: o coronelismo gospel.

Vendendo que os pastores da Igreja Assembleia de Deus são os donos dos votos dos eleitores evangélicos, inclusive os de outras congregações, Gama passou a repetir por onde vai que sua pré-candidatura ao Senado é um projeto não dela própria, mas de Deus. E que todos os evangélicos do Maranhão estão fechados em oração e votos com ela.

6. Narcotraficante, mas livre

Líder de uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas e armas, homicídios, extorsões, assaltos a instituições financeiras e caixas eletrônicos, o periculoso Heverton Soares Oliveira foi posto em liberdade pelos desembargadores Tyrone José Silva e Froz Sobrinho, da Terceira Vara Criminal do TJ-MA, após rápida estadia no Complexo Penitenciário de Pedrinha.

Apesar da Polícia Civil haver encontrado com o criminoso quatro fuzis AR/M4 5.56; duas pistola 9mm; uma submetralhadora UZI israelense, uma pistola .380, um revólver calibre 38; uma pistola marca Taurus PT 24/7; três carregadores de pistola 24/7; e 43 munições calibre 40 hollypoint, ao analisarem um pedido de habeas corpus, os magistrados entenderam que as informações não demonstravam a necessidade da prisão cautelar do elemento.

O narcotraficante ganhou as ruas sem sequer ter acompanhamento por tornozeleira eletrônica.

7. Garoto Mídia

Ridicularizando a política maranhense e a própria imagem, o imberbe Hildélis Duarte Júnior subiu na marquise da sede do Procon maranhense, na Beira-Mar, em São Luís, para estrelar a propaganda institucional do órgão.

Como Duarte é uma invenção de pré-candidatura de deputado estadual de Flávio Dino, o ato virou motivo de piada e foi rapidamente associado a tirada do legendário Vitorino Freire: “quando você vê jabuti trepado ou foi enchente ou foi mão de gente”.