Wellington do Curso
Wellington do Curso e Duarte Júnior comentam pesquisa Exata
Política

Instituto apontou tendência de segundo turno com um dos dois disputando contra Eduardo Braide

Os deputados estaduais Wellington do Curso (PSDB) e Duarte Júnior (PCdoB) comentaram, em resposta ao ATUAL7, o resultado da pesquisa do Instituto Exata que aponta tendência de segundo turno na eleição de 2020 para a prefeitura de São Luís.

Segundo o levantamento, eles aparecem tecnicamente empatados, com 12% e 11%, respectivamente, devendo um dos dois disputar contra o deputado federal Eduardo Braide (PMN), líder absoluto em intenções de voto, com 40%.

O ATUAL7 tentou ouvir Braide sobre a sondagem eleitoral, também, mas não conseguiu até a publicação dessa matéria.

Para Wellington, o resultado da Exata confirma o reconhecimento ao trabalho que ele vem desenvolvendo na Assembleia Legislativa do Maranhão, focado principalmente em denúncias, cobranças e fiscalização do dinheiro público para melhor aplicação em prol da população.

“É com alegria que recebemos o resultado dessa pesquisa que reflete, na realidade, o reconhecimento da população pelo nosso trabalho sério e independente em defesa de São Luís. O sentimento do povo é maior que qualquer apoio político e prova disso é que entre todos os candidatos, exceto o que ocupa a primeira posição, somos o único a não contar com apoio de governo nem de prefeitura. Seguiremos assim, trabalhando com coragem e sempre à disposição dos maranhenses. Tenho denunciado, cobrado e fiscalizado para que o dinheiro público seja aplicado na melhoria da qualidade de vida das pessoas. Conheço a realidade de São Luís e da sua população é apresentamos solução para os problemas da nossa cidade. O nosso apoio vem das ruas e é com a força da nossa gente que seguiremos firmes para construir uma cidade melhor”, declarou.

Comentário no mesmo sentido, de reconhecimento do trabalho desenvolvido, foi feito por Duarte Júnior. Ainda de acordo com ele, a população cansou de políticos aventureiros, e deseja que a cidade seja gerida por quem realmente tem um plano concreto de ações e histórico de resultados.

“Me sinto honrado por mais uma vez ter o meu trabalho reconhecido pelo povo da minha cidade. Está nítido que as pessoas não aguentam mais críticos ou vendedores de sonhos, mas buscam, para cuidar da cidade, quem realmente tenha um plano concreto de ações e resultados apresentados. Tenho me preparado muito e me dedicado ao máximo. A cada dia me sinto mais preparado para esta honrosa oportunidade.
Não vou decepcionar”, disse.

A pesquisa Exata foi realizada entre 18 a 21 de novembro, tendo como base 1.016 entrevistas. A margem de erro é de 3,1 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Wellington ou Duarte disputará 2º turno contra Braide, diz Exata
Política

Levantamento foi realizado na semana passada

Pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Exata aponta que a eleição para a prefeitura de São Luís em 2020 será decidida somente no segundo turno.

De acordo com o levantamento, pela tendência apresentada pelo eleitorado ludovicense, disputará contra Eduardo Braide (PMN-MA), líder isolado com 40% das intenções de voto, Wellington do Curso (PSDB) ou Duarte Júnior (PCdoB), com 12% e 11%, respectivamente.

Como a margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados na segunda colocação.

Os demais pré-candidatos são Neto Evangelista (DEM) e Bira do Pindaré, ambos com 6%; Osmar Filho (PDT) e Adriano Sarney (PV), com 3%, cada; Jeisael Marx, com 2%; e Yglésio Moyses (PDT) e Rubens Pereira Júnior, empatados com 1%. Allan Garcês (PSL), não pontuou.

Brancos ou nulos somam 10%; e 5% não sabe ou não respondeu.

A pesquisa Exata ouviu 1.016 eleitores, de 18 a 21 de novembro. O nível de confiança é de 95%.

Para Wellington, aceitação de denúncia confirma espionagem do governo
Política

Deputado é autor da representação que levou Ministério Público a investigar uso ilegal do aparato da Polícia Militar para monitorar opositores nas eleições de 2018

Responsável pela instauração do procedimento investigatório criminal sobre o uso do aparato da Policia Militar do Maranhão para espionagem a opositores do governo Flávio Dino nas eleições de 2018, o deputado Wellington do Curso (PSDB) acredita que aceitação da denúncia relacionada ao caso pelo Poder Judiciário confirma o indício da prática do crime.

“Evidencia, de forma incontestável, que a oposição é vítima de perseguição da polícia-política da máquina comunista. Agora terão de explicar o que realmente houve ou assumir as responsabilidades de seus atos”, disse Wellington à imprensa, nesta sexta-feira 11.

Conforme o ATUAL7 revelou, com base em representação feita pelo tucano, investigação da 2ª Promotoria de Justiça Militar de São Luís constatou que o coronel Heron Santos e o major Antônio Carlos Araújo Castro, sem qualquer ordem forma superior, produziram um levantamento eleitoral para identificação de políticos opositores à gestão de Dino e administrações municipais aliadas que pudessem ‘causar embaraços no pleito eleitoral’.

Ambos foram denunciados e tornaram-se réus, no final de julho, em decisão do juiz de Direito Nelson Melo de Moraes Rego, da Auditoria da Justiça Militar do Maranhão.

Segundo a denúncia, para executar a espionagem, eles teriam cometido os crimes de operação militar sem ordem superior e falsificação de documentos.

Mudança na Caema é dada como certa após pressão de Wellington
Política

Deputado fez uma série de denúncias sobre supersalários de até R$ 91 mil na companhia

Após a série de denúncias feitas pelo deputado Wellington do Curso (PSDB) sobre a existência de supersalários na Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão), a saída do engenheiro Carlos Rogério Araújo da presidência da empresa de economia mista é tratada no bastidor como irreversível.

A decisão, segundo interlocutores do governador Flávio Dino (PCdoB) ouvidos pelo ATUAL7, foi tomada pelo comunista no início desta semana, e já teria sido comunicada pessoalmente a Carlos Rogério, que permanece pendurado no cargo apenas até o anúncio oficial por Dino nas redes sociais – prática adotada pela gestão estadual para informar à população sobre mudanças no secretariado do Governo do Maranhão.

Os interlocutores também afirmam que o atual diretor de Gestão Administrativa, Financeira e de Pessoas da Caema, André dos Santos Paula, deverá ficar interinamente na presidência da companhia até que o governador indique o substituto definitivo de Carlos Rogério, que voltará a comandar o setor de Operações, Manutenção e Atendimento ao Cliente.

Nas últimas semanas, Wellington usou a tribuna da Assembleia Legislativa em diversas ocasiões para cobrar posicionamento do Palácio dos Leões a respeito de uma lista que mostra a existência de supersalários na Caema, chegando até mesmo ao valor de R$ 91 mil, ultrapassando o teto remuneratório do serviço público.

“Não dá para compreender o fato de que o governador que diz que não tem recursos para nomear aprovados em concurso público é o mesmo que paga supersalários a servidores comissionados. Se tem dinheiro para pagar supersalários, tem de ter para nomear aprovado em concurso”, cobrou o tucano no mês passado, quando iniciou a série de denúncias.

Para que o caso seja apurado e, se confirmado, os responsáveis sejam punidos, há pouco mais de uma semana, Wellington formalizou as denúncias no Ministério Público. No documento, ele aponta ainda para a prática de improbidade administrativa da direção da Caema, que lhe teria negado informações oficiais a respeito do assunto, violando o princípio da publicidade.

Em nota, a Caema afirma que “não há pagamento salarial acima do teto constitucional estabelecido em lei”. Segundo a companhia, os dados utilizados pelo tucano dizem respeito não exclusivamente às remunerações, mas acumulados com pagamentos de férias, décimo terceiro salário e outros benefícios.

Wellington desarquiva projeto que obriga governo a divulgar relatório de viagens
Política

Proposta já tem parecer favorável das comissões de Constituição e Justiça e de Administração Pública

O deputado Wellington do Curso (PSDB) desarquivou um projeto de lei que obriga o Governo do Maranhão a divulgar, de forma pública, relatório de todas as viagens oficiais realizadas pelo chefe e vice do Executivo, além de integrantes do primeiro escalão.

Pelo texto, o relatório deverá ser publicado no DOE (Diário Oficial do Estado) em até 10 dias após o término de cada viagem, contendo informações como nomes das autoridades e demais membros da delegação; cargos ocupados por esses agentes públicos; destino, período e objetivo da viagem; indicação dos benefícios ao Estado; e despesas realizadas por cada agente público.

Apresentada na Assembleia Legislativa em 2017, a proposta chegou a receber parecer favorável das comissões de Constituição e Justiça e de Administração Pública, ainda naquele ano, mas ficou parada durante todo o ano de 2018, acabando indo para gaveta com o fim da legislatura passada, conforme prevê o regimento interno da Casa.

Contudo, conforme garantia dada pela mesma norma, por ter sido reeleito, o tucano desarquivou o texto, que agora seguirá direto para o plenário, para ser votado pelos deputados.

“A criação do relatório permitirá à população não apenas acompanhar os gastos do governo com viagens oficiais, mas também verificar se tais gastos trouxeram impactos positivos para o Estado”, justifica Wellington.

“É muita cara de pau”, diz Wellington sobre contrato entre SES e Jamil Gedeon
Política

Deputado afirma que locação de imóvel de desembargador pela gestão Flávio Dino tem características de ‘aluguel camarada’

O deputado Wellington do Curso (PSDB) disse ao ATUAL7, nessa sexta-feira 30, que o contrato assinado entre a SES (Secretaria de Estado da Saúde) e o desembargador Jamil Gedeon, do Tribunal de Justiça do Maranhão, tem características de ‘aluguel camarada’ – como passaram a ser conhecidas as locações de imóveis de parentes ou aliados do Palácio dos Leões, sob Flávio Dino (PCdoB).

“Quem conhece sabe que uma das características de Flávio Dino é exatamente o tal do aluguel camarada!”, afirmou Wellington, até o momento, único membro da oposição ao governo estadual a se manifestar sobre o assunto.

Revelado pela Folha do Maranhão na última quinta-feira 29, e confirmado pelo ATUAL7, o contrato diz respeito à locação de um imóvel pertencente a Gedeon, pelos próximos 36 meses, ao custo total de 745,2 mil aos cofres públicos. Mensalmente, a SES deverá repassar ao desembargador exatos R$ 20,7 mil, sendo que R$ 156.630,00 já estão empenhados.

Imagem aérea da mansão do desembargador Jamil Gedeon local pela SES. Foto: Folha do Maranhão

De acordo com o objeto, no local, que fica na Alameda Mearim, 200, no bairro do Olho d’Água, em São Luís, funcionará um novo CER (Centro Especializado em Reabilitação e Tratamento) para pessoas com TEA (Transtorno de Espectro Autista). Embora assinado desde maio, até o momento, nada funciona no imóvel, e sequer há alguma placa de obras sobre eventual reforma para adaptação das dependências, como determina a lei.

Sobre essa situação, Wellington disse que “é muita cara de pau” a gestão comunista justificar a locação do imóvel para reabilitação e tratamento de pessoas com autismo e, após três meses de contrato, manter o local sem qualquer funcionalidade.

“Vai gastar R$ 745,2 mil para alugar uma mansão sob o argumento de que seria um centro para reabilitação e tratamento para pessoas com autismo. Se isso fosse verdade, seria o primeiro a apoiar! Mas se é pra isso mesmo, por que escolheram o bairro em que já existe um centro de reabilitação? Por que uma mansão, se temos tantos prédios públicos que poderiam ser usados? Outra, se é pra funcionar o centro para atender as pessoas, por que que está fechado até hoje, sendo que o contrato já foi feito há três meses? É muita cara de pau mesmo!”, disse, garantindo que vai formalizar representação junto ao Ministério Público na próxima semana, para que sejam tomadas providências sobre o caso.

Procurados pelo ATUAL7 desde quinta, por e-mail, para se posicionar a respeito do contrato, o governo Flávio Dino e o desembargador Jamil Gedeon ainda não retornaram o contato.

Wellington quer relação de comissionados da Caema
Cotidiano

Pedido foi aprovado pela Mesa Diretora da Alema. Lista deve ser atualizada e descrevendo funções e salários de todos os funcionários

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) requereu à Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão) a lista atualizada de funcionários que ocupam cargos comissionados, bem como suas respectivas funções e salários.

Apresentado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa no início deste mês, o pedido foi aprovado na última quinta-feira 4. Com a publicação no Diário da Casa nesta segunda-feira 8, será encaminhado ao presidente da Caema, Carlos Rogério Santos de Araújo, para ser respondido.

Segundo Wellington, o objetivo é dar mais transparência aos atos da Caema e informar a população sobre o custeio da folha de pagamento dos funcionários, uma vez que a companhia, segundo o próprio Carlos Rogério, passa por uma crise financeira e tem prestado serviços de péssima qualidade no abastecimento de água em todo o estado.

“O objetivo é saber como a Caema tem custeado a folha de pagamento dos funcionários diante da crise assumida pelo próprio presidente”, disse.

Wellington critica Dino por encontro com Sarney: ‘Falta coerência política’
Política

Deputado lembrou que comunista apontava ex-presidente como responsável pela atraso no Maranhão e se referia a ele como aliado da ditadura militar

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) criticou o governador Flávio Dino (PCdoB), em discurso na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira 27, pelo encontro com o ex-presidente e ex-senador da República José Sarney (MDB-MA), até então seu maior desafeto político no Maranhão e fora do estado.

Para o tucano, Dino agiu com incoerência ao se reunir com Sarney, segundo divulgou o próprio comunista, para tratar sobre o quadro nacional e possíveis riscos à democracia brasileira – numa indireta ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“O discurso de Flávio Dino era a tônica que o Sarney destruiu o Maranhão durante 40 anos, que o Sarney era a praga do Maranhão, era o atraso do Maranhão. E ele agora vai se aconselhar com Sarney?! Falta coerência política. Eu, sinceramente, não compreendi ainda. Como que Sarney era o atraso para o Maranhão e o atraso para o Brasil, que o Sarney fazia parte da ditadura, que Sarney era um atentado à democracia, e agora ele vai tomar bênção para Sarney?”, questionou.

Ainda segundo Wellington, a motivação para a abertura de diálogo entre Flávio Dino e José Sarney ainda não está esclarecida.

“O que está por trás dessa conversa? É defesa das pessoas mais pobres, é a dos desempregados? Tem maracutaia, aí tem alguma coisa errada”, disse.

“Não foi Sarney que foi atrás de Flávio Dino. Flávio Dino é que foi atrás de Sarney. Eu não consigo compreender como que Flávio Dino dizia que Sarney era o atraso do Maranhão e agora foi em busca do atraso do Maranhão. O que mudou? Ele quer trazer o atraso de volta de Maranhão? Ou ele reconhece que não era atraso e ele tinha uma única sede, um único desejo, uma única fome, que é a fome pelo poder?”, completou.

Adriano, Wellington e OAB-MA discutem situação dos concursados da PM
Cotidiano

Aprovados afirmam que muitos haviam sido nomeados pela gestão de Flávio Dino, mas que posteriormente foram exonerados

Os deputados estaduais Adriano Sarney (PV) e Wellington do Curso (PSDB) participaram, nessa segunda-feira 27, de audiência pública na sede da Seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em São Luís, onde foi discutida a situação de 1.700 concursados da Polícia Militar do Maranhão, do certame de 2017.

De acordo com os aprovados, muitos deles haviam sido nomeados pela gestão do governador Flávio Dino (PCdoB), mas posteriormente foram exonerados.

A reunião foi conduzida pelo conselheiro Bispo Serejo. Ele afirmou que já existe uma peça jurídica elaborada pela OAB-MA, pronta para dar entrada na Justiça, mas acrescentou que dois procuradores do Estado entraram em contato com a entidade, pedindo um prazo de 15 dias para que fosse encontrada uma solução. “Se, dentro desse prazo, não houver um acordo, a OAB entrará na Justiça”, afirmou. O prazo começou a contar desde ontem.

Durante a audiência, Adriano Sarney afirmou não acreditar no governo Dino, e cobrou uma solução mais energética para resolução do problema. “São pessoas que deixaram seus afazeres, que participaram de um concurso, que foram aprovados e fizeram curso de  formação e aperfeiçoamento e agora estão jogadas às traças. O governo é responsável por esse problema”, salientou.

O deputado Wellington do Curso fez pesadas críticas ao governo e disse aos concursados que eles jamais deixarão de ser amparados, de acordo com a lei.  “Podem se passar seis meses, seis anos ou mais, mas vocês serão nomeados e eu estarei ao lado de todos. É uma luta minha. Sei o que é esse sofrimento", disse.

Oposição evita confronto com Portela em escândalo de espionagem
Política

Até o momento, nenhum deputado cobrou explicações sobre as denúncias dos delegados Tiago Bardal e Ney Anderson

Uma semana após novas denúncias de que o secretário de Segurança Pública do Maranhão, delegado Jefferson Portela, teria utilizado a pasta politicamente e de forma ilegal em supostas ordens para arapongagem, nenhum dos três deputados estaduais considerados de oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa subiu à tribuna para cobrar explicações sobre o assunto.

Estranhamente, a mudez de Adriano Sarney (PV), Wellington do Curso (PSDB) e César Pires (PV) têm ocorrido, também, em relação à suposta proteção de Portela a aliados do Palácio dos Leões, em investigações sobre a máfia da agiotagem no estado.

Dino tem aproveitado o silêncio dos opositores no Palácio Manuel Beckman para refletir sobre a situação de Jefferson Portela, que balança no cargo em razão de investigação solicitada formalmente pelo presidente do Poder Judiciário maranhense, desembargador Joaquim Figueiredo, sobre suposta espionagem a desembargadores da corte e ataques a juízes de primeira instância, que teriam sido classificados pelo secretário como “bandidos”.

As denúncias partiram dos delegados de Polícia Civil Tiago Bardal e Ney Anderson Gaspar, ex-chefes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) e do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), respectivamente.

Portela, que se manifestou publicamente apenas após revelado que o presidente do TJ-MA quer a apuração “rigorosa e imparcial” do caso, nega as acusações, e ameaça processar criminalmente os delegados pelas declarações contra ele.

Wellington quer proibir inauguração de obras incompletas no MA
Política

Deputado vai recorrer ao plenário da Alema contra parecer da CCJ que rejeitou projeto de lei de sua autoria

Projeto de lei do deputado Wellington do Curso (PSDB), que proíbe o Poder Executivo estadual de realizar solenidade, cerimônia ou qualquer ato para inauguração de obras públicas incompletas ou que não atendam ao fim a que se destinam, será submetido ao plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Apresentado em março último, a proposta foi rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, no início deste mês, por alegado vício informal de não observação ao princípio da reserva de iniciativa, que é quando determinada competência cabe exclusivamente a outro poder.

Pela rejeição votaram Rafael Leitoa (PDT), relator do projeto na CCJ, e os deputados Fernando Pessoa (SD), Wendell Lages (PMN) e Marco Aurélio (PCdoB). Todos são governistas. Apenas o deputado Adriano Sarney (PV), líder da oposição da Alema, votou pela aprovação da proposta.

A alegação de Leitoa acompanhada pelos demais membros do governo de Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa é que, segundo a Constituição Estadual, somente o chefe do Estado pode propor esse tipo de iniciativa, não cabendo ao Parlamento qualquer ingerência sobre esse tipo de competência/atribuição.

Wellington, porém, justifica que a proposta “visa resguardar o princípio da moralidade da administração pública em desfavor de agentes políticos que fazem uso de estratégias eleitoreiras que visam tão somente a promoção pessoal, sem se preocupar realmente com os interesses e necessidades da população”.

Ontem 8, o tucano apresentou requerimento à Mesa Diretora da Alema, solicitando que o parecer da CCJ contrário ao projeto de lei seja submetido à deliberação do plenário da Casa, em caráter de urgência.

“Nosso objetivo é proibir a inauguração de obras públicas incompletas ou que não atendam às exigências técnicas previstas na legislação vigente. Esse projeto já é lei em outros estados, como Goiás, tendo sido aprovado pela Assembleia de lá. Quanto à constitucionalidade, cumpre destacar que a nossa competência, no Parlamento estadual, é residual, abrangendo, portanto, a matéria aqui tratada. Espero, sinceramente, que os demais deputados votem pela constitucionalidade e em benefício do povo, ao invés de rejeitarem uma proposição somente por questões partidárias”, disse ao ATUAL7.

Wellington e Neto podem se enfrentar com fusão entre PSDB e DEM
Política

Deputados são pré-candidatos a prefeito de São Luís. Partidos estudam união visando 2020 e 2022

Os deputados estaduais Wellington do Curso e Neto Evangelista poderão se enfrentar internamente, em vez de na batalha eleitoral aberta, em caso de concretizada a fusão entre o PSDB e o DEM.

Embora ambos tenham anunciado recentemente, durante ato estadual de seus respectivos partidos, que são pré-candidatos a prefeito de São Luís, o palanque poderá começar a ser montado somente após a convenção nacional dos tucanos, marcada para o final deste mês, quando as conversas entre as legendas serão retomadas.

Ainda embrionária, a fusão entre PSDB e DEM vem sendo debatida abertamente, visando as eleições de 2020 e, principalmente, de 2022, já que as coligações não serão mais permitidas por lei.

Há a possibilidade do PSD também integrar a fusão, formando o maior partido do Brasil.

Wellington tenta abrir caixa-preta da Sinfra de Dino via Crea-MA
Política

Parlamentar busca desde 2017 acesso ao detalhamento de gastos da gestão de Clayton Noleto com a obra do Beira-Rio, em Imperatriz

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) protocolou ofício no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) do Maranhão, nesta quinta-feira 7, solicitando informações sobre registros de obras públicas realizadas pelo governo de Flávio Dino (PCdoB).

De acordo com a assessoria do parlamentar, a solicitação abrange todas as Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs) emitidas de janeiro de 2015 até fevereiro de 2019.

No pedido, Wellington argumenta ser necessário a documentação para esclarecer pontos a respeito de contratos, valores e origem de recursos destinados a diversas obras que, segundo ele, têm sido entregues pelo governo comunista e, dias depois, se deterioram, evidenciando a péssima qualidade do serviço.

“A população não entende o motivo pelo qual se gasta tanto com algo de péssima qualidade. Não é porque a obra é pública que se pode fazer de qualquer jeito. É dinheiro público e isso tem que ser fiscalizado”, justificou

A iniciativa foi tomada em razão do deputado não conseguir obter retorno de pedido feito diretamente à Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), desde 2017, sobre gastos com a obra da Beira-Rio, em Imperatriz.

A obra, segundo levantamento feito por Wellington, foi entregue com atraso de um ano e saltou de R$ 3 milhões orçados para quase R$ 10 milhões gastos. Em 2018, na falta de transparência sobre a origem dos recursos, ele denunciou o suposto superfaturamento ao Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e Ministério Público do Maranhão.

Também com o objetivo de abrir a caixa-preta da Sinfra, há cerca de duas semanas, Wellington ofereceu representação contra o titular da pasta, Clayton Noleto, no Ministério Público Estadual.

No documento, o parlamentar aponta para possível ato de improbidade administrativa de Noleto, em razão de alegada violação ao princípio da publicidade da Administração Pública.

Pedido de informações sobre viaturas locadas por Dino é novamente negado
Política

Votaram contra deputados governistas e até alguns membros da oposição. Requerimento de Wellington do Curso já havia sido indeferido pela Mesa Diretora da Alema

Foi novamente barrado na Assembleia Legislativa do Maranhão o pedido feito pelo deputado Wellington do Curso (PSDB) sobre as viaturas adquiridas e locadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB), entre os anos de 2015 e 2019. Ontem 18, a Mesa Diretora da Casa já havia indeferido o requerimento.

Dos parlamentares presentes da sessão desta terça-feira 19, votaram a favor apenas o autor do pedido e os deputados Adriano Sarney e César Pires, ambos do PV.

Os votos contrários foram dados, estranhamente, até mesmo por integrantes do recém-formado bloco oposicionista, Roberto Costa e Arnaldo Melo, os dois do MDB de José Sarney e da ex-governadora Roseana. Também por Rigo Teles, que é do PV de Adriano.

Dos novatos, seguindo encaminhamento do líder do governo Rafael Leitoa (PDT), se juntou aos demais anilhados ao Palácio dos Leões e novamente votou contra um pedido por transparência da coisa pública o deputado Duarte Júnior (PCdoB), que fez campanha e primeiro discurso prometendo que representaria a nova política no Palácio Manuel Beckman.

Deputados da situação e de oposição se anilharam aos interesses do Palácio dos Leões e negaram acesso aos dados sobre as viaturas adquiridas e locadas pela SSP/MA no governo Flávio Dino

Caso aprovado o pedido de Wellington do Curso, o secretário estadual de Segurança Pública, Jefferson Portela, teria um mês para fornecer informações sobre a quantidade de viaturas compradas e alugadas, com respectivos valores, placas e chassis. Também deveria indicar os órgãos e unidades para onde foram destinados os veículos, inclusividade detalhando para quais municípios.

Transparência barrada

É a segunda vez que um pedido de informações do deputado Wellington do Curso é barrado pela Mesa Diretora e pelo plenário da Alema.

Na semana passada, ele teve indeferido requerimento em que solicitou a relação das 830 unidades que o governo diz ter reformado, construído ou reconstruído pelo programa Escola Digna, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

Todos os novatos presentes na sessão também votaram contra o pedido.

Para o deputado tucano, “a base de Flávio Dino [na Assembleia Legislativa] mudou, mas a falta de transparência ainda é a mesma”.

Governistas barram pedido de informações sobre viaturas alugadas por Flávio Dino
Política

Requerimento de Wellington do Curso foi indeferido pela Mesa Diretora da Alema. Voltaram contra Cleide Coutinho e Pará Figueiredo. Plenário analisará solicitação amanhã

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão barrou, nesta segunda-feira 18, pedido de informações ao secretário estadual da Segurança Pública, Jefferson Portela, sobre as viaturas adquiridas e alugadas pelo governo de Flávio Dino (PCdoB), entre os anos de 2015 e 2019.

Votaram pelo indeferimento Cleide Coutinho (PDT) e Pará Figueiredo (PSL), ambos governistas.

Por meio do requerimento, Wellington tentou acesso à quantidade de viaturas e seus respectivos valores, bem como placas, chassis e órgãos e unidades para onde foram destinadas as viaturas, inclusividade detalhando quais as cidades.

Com a rejeição, ele solicitou que o pedido possa ser apreciado pelo Plenário da Casa, na sessão desta terça-feira 19.

Será mais um teste para os novatos em votação de temas polêmicos, de interesse da população, mas que desagradam o Palácio dos Leões.

Sem transparência

Esta é a segunda vez em que a Mesa da Alema barra pedido de informações públicas ao deputado Wellington do Curso.

A primeira foi na semana passada, a respeito do projeto Escola Digna. Ele pretendia, por meio da Assembleia Legislativa, ter acesso à relação das 830 unidades que o governo comunista diz ter reformado, construído ou reconstruído, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

Após a negativa da Mesa, o tucano apelou para o plenário, mas o pedido foi novamente rejeitado, inclusive com os votos de todos os novatos da Casa que estavam presentes na sessão votando contrários ao acesso à informação.

“A base de Flávio Dino mudou, mas a falta de transparência ainda é a mesma”, lamentou ele.

“Base mudou, mas falta de transparência é a mesma”, lamenta Wellington
Política

Deputado teve requerimento em que solicitava informações sobre o programa Escola Digna indeferido pela Mesa Diretora e pelo plenário da Alema

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) criticou os parlamentares estaduais novatos que, seguindo a determinação do Palácio dos Leões, decidiram indeferir um pedido de informação feito por ele sobre o programa Escola Digna.

No pedido, o tucano requereu, dentre outras informações, a relação das 830 escolas anunciadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) como reformadas, construídas ou reconstruídas, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

“Se realmente reformaram e reconstruíram, por que não enviar a relação?”, questionou.

Com o pedido rejeitado pela Mesa Diretora, o deputado recorreu ao plenário, tendo novamente a solicitação desaprovada. Votaram a favor, além dele próprio, apenas o deputado Adriano Sarney (PV).

Todos os novatos presentes na sessão, inclusive Duarte Júnior (PCdoB), que embora do partido da base do governo havia prometido agir no Parlamento de modo diferente da velha política, votaram contra a aprovação do pedido de informação.

“Mesmo com a mudança no Parlamento, eles indeferem um simples pedido de informação. A base de Flávio Dino mudou, mas a falta de transparência ainda é a mesma”, lamentou Wellington.

O parlamentar disse que, diante da negativa por parte dos governistas, a solicitação será feita por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Em primeiro teste, novatos barram pedido de informação sobre Escola Digna
Política

Até o deputado Duarte Júnior, que prometeu ser diferente no Parlamento estadual, votou contrário à transparência pública do programa

No primeiro teste sobre como atuarão ao longo do mandato diante de temas de interesse da população, mas contrários aos do Palácio dos Leões, todos os deputados novatos da 19ª legislatura, presentes na sessão desta terça-feira 12, votaram contra o pedido de informações sobre o Escola Digna, principal programa da anterior e da atual gestão de Flávio Dino (PCdoB).

O requerimento foi apresentado pelo deputado Wellington do Curso (PSDB), solicitando, dentre outras coisas, a relação das 830 unidades que o governo diz ter reformado, construído ou reconstruído, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

Embora eleitos sob o discurso de independência e de representantes da nova forma de fazer política, todos os parlamentares novatos presentes na sessão se juntaram aos ditos da velha política e, seguindo o encaminhamento do líder do governo, deputado Rafael Leitoa (PDT), mantiveram o indeferimento da Mesa Diretora da Casa. A votação terminou em 33 contrários à solicitação de informação sobre o Escola Digna e apenas dois favoráveis.

Até mesmo o ex-presidente do Procon, Duarte Júnior (PCdoB), que fez forte campanha eleitoral prometendo ser diferente no Parlamento, que afirmou não ter o direito de errar, e que logo na primeira sessão provocou um acalorado debate moralista com o deputado César Pires (PV), foi contrário à transparência pública.

Pelo deferimento, votaram apenas o próprio autor do pedido, Wellington do Curso, além do deputado Adriano Sarney (PV).

Dos novatos, votaram pela manutenção do indeferimento do pedido de informações sobre o programa Escola Digna os deputados Adelmo Soares (PCdoB), Andréa Rezende (DEM), Ciro Neto (PP), Daniella Tema (DEM), Detinha (PR), Duarte Júnior (PCdoB), Felipe dos Pneus (PRTB), Helena Duailibe (SD), Leonardo Sá (PRTB), Márcio Honaiser (PDT), Mical Damasceno (PTB), Pará Figueiredo (PSL), Pastor Cavalcante (PROS), Thaíza Hortegal (PP), Wendell Lages (PMN) e Yglésio Moisés (PDT).

Fernando Pessoa (SD) e Rildo Amaral, também eleitos pela primeira vez para a Alema, estavam ausentes na sessão.

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