Wellington do Curso
Wellington aciona PF para investigar destinação de testes para Covid-19 enviados ao MA
Cotidiano

Painel do Ministério da Saúde mostra que 232 mil testes já foram enviados ao estado, mas boletim da SES de ontem informa a realização de apenas 25 mil

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) acionou a Polícia Federal, nesta terça-feira 19, para investigar a destinação dada aos testes para Covid-19 enviados pelo Governo Federal ao Maranhão, para enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

A representação também foi encaminhada ao MPF (Ministério Público Federal), Ministério Público do Maranhão e Seccional maranhense da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), para que acompanhe o caso.

Segundo a assessoria do parlamentar, o objetivo é apurar a divergência entre os dados divulgados pelo Ministério da Saúde e pela SES, em relação ao quantitativo de testes para detecção da doença.

“De um lado, tem-se os dados do Ministério da Saúde que atestam o envio de 232.512 testes, sendo 146.300 testes rápidos e 86.212 testes PCR. O Governo do Maranhão, por sua vez, afasta-se do princípio da publicidade à proporção em que não há transparência quanto ao destino dos insumos e materiais enviados”, disparou.

“A título de exemplo, cabe mencionar o número de testes realizados. Com dados do Boletim divulgado até o dia 17, foram realizados apenas 25.338 testes no Maranhão. Ocorre que, desse total, 7.242 testes foram realizadas pela rede privada. Se há testes disponíveis, qual a razão para não se fazer uso?”, questionou o parlamentar.

Jerry ataca Wellington por cobrar leitos abertos por Dino apenas nas redes sociais
Política

Deputado estadual passou a ser atacado por governistas após exigir transparência do governo no enfrentamento à pandemia

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) usou o Twitter para atacar o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB), nesta quarta-feira 29, após irritar-se com a repercussão negativa causada ao Palácio dos Leões devido às cobranças do tucano ao governador Flávio Dino (PCdoB) por divulgar abertura de leitos de UTI e clínicos para Covid-19 que, até o momento, só existem nas redes sociais.

Sem citar o motivo de sua ira e nem em que ocasião o parlamentar estadual teria faltado com a verdade, Jerry disse que Wellington está sendo oportunista e desumano, e que estaria mentindo. Em descontrole, chamou Wellington do Curso de “verme”.

“O @GovernoMA num esforço gigantesco contra os efeitos do coronavírus. Gov @FlavioDino e sec @carloselula lutando incansavelmente para salvar vidas. Enquanto isso uma espécie de verme desprovido de valores humanitários faz ataques e mente. Este é o caso do dep Welington (sic!) do Curso. Gov Flávio Dino todos os dias tem conclamado a sociedade a cumprir as recomendações dos médicos e a todas as autoridades a se unirem no mesmo objetivo : salvar vidas de pessoas afetadas pela COVID 19. Mas indiferente a isso, infelizmente há adeptos da necropolítica em ação”, publicou.

“É abjeto o político que de forma oportunista quer tirar proveito de uma tragédia. Quem age assim revela-se cruel e desumano; um verme político Chega !Nesta hora grave é preciso denunciar os que se associam ao coronavírus contra toda a sociedade;que se juntam à morte contra a vida”, completou.

Há cerca de duas semanas, Wellington tem feito fiscalizações in loco em UPAs na capital, constando e mostrando à população que, apesar de Flávio Dino divulgar que novos leitos estão sendo disponibilizados para pessoas infectadas pelo novo coronavírus, pacientes estão tendo atendimento negado nas unidades devido à falta de vagas.

Pelo descontrole demonstrado no Twitter, Jerry não tem gostado da atuação do deputado estadual.

A mesma irritação já havia sido observada no secretário Carlos Lula (Saúde), que não suportou as cobranças por transparência e, sem citar o deputado, também partiu para cima de Wellington.

Sem citar nomes, Carlos Lula ataca críticos à falta de transparência sobre leitos de UTI
Política

Apesar do boletim epidemiológico da SES garantir que há vagas em São Luís para Covid-19, um paciente morreu na UPA da Cidade Operária após esperar transferência por quatro dias

O secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, usou sua conta pessoal no Twitter, nesta segunda-feia 27, para atacar críticos à falta de transparência na ocupação de leitos de UTI na capital. Conforme vem mostrando o ATUAL7, apesar do boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado da Saúde) garantir que há vagas de UTI exclusivas para Covid-19 disponíveis em São Luís, um paciente morreu na UPA da Cidade Operária, no último sábado 25, após aguardar por quatro dias, e não conseguir, transferência para algum dos tais leitos.

“Em tempos de necropolitica, nada mais simbólico do que gente querendo palco com a dor alheia. Tenham piedade, meus amigos. Se não pode ajudar, não atrapalhe. Não passam de hipócritas. Vocês não possuem nenhuma solidariedade com a dor do outro. Apenas querem fazer uso desvirtuado da política, da forma mais rasa e vil possível. Não me surpreende vindo de gente metida com agiota. Vocês não fazem ideia do qto os profissionais dos hospitais têm lutado todos os dias. Existem outras formas de sermos úteis e responsáveis”, publicou, tentando se vitimizar.

Embora não tenha citado nomes, o ataque de Carlos Lula foi direcionado à alguém do meio político, provavelmente de oposição, já que deputados estaduais e federais anilhados ao Palácio dos Leões tem evitado cobranças diretas ao governador Flávio Dino (PCdoB).

“Um mandato tem que ser coletivo. Precisa ser propositivo. É o meu apelo: em vez de espetáculo, resolução. Assim trabalhamos e continuaremos a trabalhar para proteger os maranhenses. E nada disso vai fazer parar minha luta diária - e de toda minha equipe - por mais leitos. Nós vibramos com cada vida salva. Temos foco. E nunca, nunca utilizaremos a dor alheia como instrumento de luta política. Há limites para tudo”, concluiu, novamente tentando se vitimizar, e sem explicar porque não está havendo a transferência de pacientes em estado muito grave, com suspeita de Covid-19, para algum dos leitos de UTI que ele próprio e Dino vêm divulgando nas redes sociais como já prontos para atendimento.

Apesar de Carlos Lula não ter citado nomes, as críticas podem ter sido direcionadas ao deputado estadual Wellington do Curso (PSDB).

Nos últimos dias, o parlamentar tem acompanhado in loco e denunciado a situação de caos no sistema público estadual de saúde, com o objetivo de que as transferências para os leitos de UTI, que o governo garante estarem vagos, sejam realizadas.

Segundo publicações em veículos de imprensa local, feitas no ano passado, o deputado estaria sendo cobrado por agiotas em razão de dívidas contraídas em 2018, de caráter pessoal, que não envolvem dinheiro público.

Após pedido de Wellington e Adriano, Dino reduz ICMS de álcool gel, luva e máscara médica
Economia

A redução do imposto vale até 31 de julho deste ano

Em nova medida para fazer frente ao coronavírus (Covid-19), o governador Flávio Dino (PCdoB) reduziu de 18% para 12% o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que incide sobre o álcool gel, luvas médicas e máscaras médicas no Maranhão.

Publicada em edição extraordinária do DOE (Diário Oficial do Estado) no último sábado 21, a medida provisória ainda precisa ser votada pela Assembleia Legislativa, mas já está valendo. A vigência vai até 31 de julho próximo.

A medida ocorre pouco depois dos deputados estaduais Wellington do Curso (PSDB) e Adriano Sarney (PV), ambos de oposição, pedirem formalmente a Dino a redução do ICMS desses produtos, para facilitar o atendimento da população e minimizar os impactos econômicos da pandemia.

Ainda conforme a solicitação dos parlamentares, insumos para fabricar álcool gel, exceto energia elétrica utilizada em sua produção e as embalagens utilizadas para o acondicionamento do produto final, também tiveram o imposto reduzido.

Covid-19: Wellington pede à Equatorial e Caema suspensão do corte de energia e água
Cotidiano

Pela proposta, a suspensão dos cortes deve ser de 30 dias

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) solicitou formalmente à Equatorial e à Caema (Companhia de Saneamento ambiental do Maranhão), responsáveis pelo fornecimento de energia elétrica e de água no estado, respectivamente, para que suspendam ações de corte do fornecimento durante o período de isolamento domiciliar da população para conter o avanço do novo coronavírus (Covid-19).

De acordo com Wellington, a proposição visa assegurar a continuidade na prestação de serviços essenciais à população durante esse período. Pela proposta, a suspensão dos cortes deve ser de 30 dias.

“Com o objetivo de garantir o fornecimento de energia elétrica e água durante o período de isolamento domiciliar devido ao avanço do Coronavírus, solicitamos à Equatorial e à Caema que suspendam o corte desses serviços pelos próximos trinta dias. Essa é mais uma medida que julgamos necessária para conter a disseminação da doença pelo Brasil e pelo Maranhão. É nosso dever adotar medidas de prevenção e garantir que todos tenham acesso à serviços essenciais durante esse período difícil que estamos enfrentando”, disse.

Por 2022, Brandão abre diálogo com adversários de Duarte em 2020
Política

Questionado, vice-governador silenciou sobre possibilidade de negar legenda ao deputado do Republicanos em troca de apoio dos demais parlamentares em 2022

Possível pré-candidato ao Palácio dos Leões, na condição de sucessor natural do governador Flávio Dino (PCdoB), o vice-governador Carlos Brandão deu mostras de que pode repensar o apadrinhamento à pré-candidatura do deputado estadual Duarte Júnior a prefeito de São Luís pelo Republicanos.

Em meio à crise enfrentada pelo afilhado-correligionário, suspeito de comandar supostas milícia virtual e rede de perfis fakes nas redes sociais, Brandão abriu diálogos com pelo menos dois adversários de Duarte Júnior na disputa eleitoral deste ano: os também deputados estaduais e pré-candidatos a prefeito da capital, Wellington do Curso (PSDB) e Adriano Sarney (PV).

No encontro, embora genericamente e sem fechamento de acordos, segundo confirmou o próprio Brandão ao ATUAL7, foi tratado sobre o futuro político do Maranhão, incluindo o fato de que cenários referentes às eleições de 2022 passam pelas articulações de 2020.

Também participaram o deputado estadual César Pires (PV) e o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares.

Questionado pelo ATUAL7 se, em troca de eventual apoio dos parlamentares em 2022, poderia negar legenda a Duarte Júnior na corrida pelo Palácio de La Ravardière deste ano, Carlos Brandão silenciou.

Na semana passada, ataques de Duarte Júnior ao seu próprio grupo político, com o objetivo de se fazer parecer político anti-sistema, passaram a ameaçar as pretensões eleitorais de Brandão. Um petardo disparado possivelmente contra o secretário Rubens Pereira Júnior (Cidades e Desenvolvimento Urbano), que é pré-candidato a prefeito de São Luís pela PCdoB, chegou a provocar a reação negativa de diversos deputados governistas na Assembleia Legislativa.

Com provas, Wellington cobra explicação sobre ataques de milícia virtual; Duarte foge
Política

Pressionado por apresentação de documentos do Facebook e questionamentos pelo tucano, deputado do Republicanos deixou sessão legislativa

O deputado Wellington do Curso (PSDB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa, nessa segunda-feira 9, para cobrar explicações do deputado Duarte Júnior (Republicanos) sobre diversos ataques sofridos por ele durante a campanha eleitoral de 2018.

Logo que subiu à tribuna, Wellington pediu a Duarte que permanecesse em plenário, para que pudesse se posicionar sobre documentos fornecidos pelo Facebook, por determinação da Justiça Eleitoral, que, conforme revelou o ATUAL7 na última sexta-feira 6, ligam um servidor do gabinete do deputado do Republicanos na Alema, Thiago Rios, a um perfil no Instagram utilizado exclusivamente para publicações com achincalhes e desinformações contra o tucano.

Supostos prints de conversas no Telegram, em que Duarte Júnior e demais integrantes de um grupo aparecem combinando ataques a Wellington nas redes sociais e em blogs locais, também foram mostrados pelo parlamentar.

Apesar da insistência do tucano, Duarte Júnior fugiu da cobrança por explicações a respeito da suposta milícia virtual, deixando o plenário durante o discurso de Wellington, supostamente devido um telefonema. Porém, não retornou para a sessão, nem foi para seu gabinete, onde foi procurado pelo ATUAL7 para se posicionar sobre o assunto, mas não foi encontrado.

Em contato anterior, o parlamentar garantiu ao ATUAL7 que sequer tinha conhecimento da existência do perfil na rede social, e que jamais atacaria o hoje colega de parlamento. A mesma alegação, de desconhecimento da conta no Instagram, foi utilizada por seu assessor, que o acompanha desde sua passagem pelo Procon (Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor) do Maranhão.

A ligação entre Thiago Rios e o perfil no Instagram está sob investigação na Polícia Federal.

Na semana passada, Wellington esteve na sede da PF em São Luís, onde prestou depoimento. A expectativa agora é que o assessor de Duarte Júnior, e possivelmente o próprio parlamentar, sejam ouvidos no bojo do inquérito.

Dentre outras provas, os investigadores já sabem o e-mail utilizado para registrar a conta, um número e o proprietário de um celular da Claro, IPs dos computadores utilizados e os endereços onde houve acesso ao perfil na rede social.

Dados do Facebook ligam assessor de Duarte Júnior a ataques virtuais; PF investiga
Política

Perfil no Instagram foi usado para publicações com achincalhes e desinformações contra o deputado Wellington do Curso

Dados fornecidos pelo Facebook em um inquérito da Polícia Federal que tramita sob sigilo revelam a ligação entre um assessor do gabinete do deputado Duarte Júnior (Republicanos) e um perfil no Instagram criado e usado, exclusivamente, para atacar o também deputado estadual Wellington do Curso (PSDB), um dos principais oposicionistas ao governo de Flávio Dino (PCdoB).

Chamado Wellington Discurso, o perfil foi tirado do ar pouco antes do final das eleições 2018, por determinação do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão, a pedido do tucano. Apesar do perfil haver sido tirado do ar, com base nos dados enviados à Justiça Eleitoral pela empresa mantenedora do Instagram, a investigação na PF avançou, e chegou ao e-mail utilizado para registrar a conta, além de um número de celular da Claro e IPs dos computadores utilizados, bem como endereços destes, para as publicações com achincalhes e desinformações contra Wellington.

O documento enviado pelo Facebook, obtido com exclusividade pelo ATUAL7, mostra que a conta foi registrada pelo e-mail [email protected], da Viva Criações Inteligentes, empresa especializada em marketing digital, pertencente à Christianne Pereira Portelada, esposa de Thiago Rios de Souza, que toma de conta do negócio. Ele é lotado no gabinete de Duarte Júnior como técnico parlamentar especial, com salário bruto de R$ 17 mil —segundo dados do Portal da Transparência da Assembleia Legislativa do Maranhão referente a novembro de 2019. Do exercício de 2020, até o momento, não há qualquer atualização.

Entre os diversos ataques a Wellington do Curso, memes dizem que o deputado “só fala merda” e que o “negócio [dele] é reclamar”. Há uma montagem do que seria o parlamentar sentado em uma privada, com a chamada “despachando a próxima proposição”. Na própria bio, trecho onde se descreve o perfil, foi colocado: “um cara Safadinho que só sabe reclamar de tudo”, com um emoji de palhaço.

Na última terça 3, o tucano esteve na sede da PF em São Luís, onde prestou depoimento sobre o caso. Segundo divulgado por sua assessoria, espera o resultado concreto das investigações, a fim de encontrar quem patrocinou o perfil. “Trabalhamos diariamente para termos o respeito dos maranhenses, mas criaram fakes tentando manchar a nossa imagem, divulgando mentiras e tentando diminuir nossa atuação como deputado estadual. É lamentável que usem dinheiro público com um fim tão medíocre, que é o de difamar as pessoas”, disse.

Recentemente, prints e áudios atribuídos ao deputado Duarte Júnior, compartilhados em grupos de WhatsApp, apontam para o possível poder do parlamentar sobre supostas milícia virtual e rede de fakes, também durante as eleições de 2018. Segundo as mensagens, publicações que desagradassem Duarte Júnior, então pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB, deveriam ser rebatidas pelos participantes dos supostos grupos de Telegram, todos com servidores do Procon (Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor) do Maranhão entre os participantes.

Em um desses áudios atribuídos a Duarte Júnior, há uma mensagem de assédio moral em que o nome Thiago é citado, numa reclamação de um trabalho que teria desagrado o ex-presidente do Procon. “Eu mandei faz mil anos tirar a porra da cena que eu tô na unidade [do Procon], cumprimentando servidor. Agora tu, Thiago, fica leso aí e não presta atenção no que eu falo. Eu ia postar essa bosta agora. Altera essa cocota aí cacete. Por favor. Porra!”, teria dito.

Sobre as mensagens, que sugerem também homofobia e gordofobia, Duarte Júnior publicou nota nas redes sociais negando a veracidade de conteúdos.

Antes do cargo no gabinete do deputado do Republicanos, Thiago Rios trabalhou no Procon, durante a gestão de Duarte Júnior, no cargo de encarregado do Serviço de Suporte em Tecnologia da Informação, entre 2015 e 2017, com salário bruto de R$ 6,9 mil; e assessor técnico, em 2018, com salário de R$ 5,9 mil.

A própria esposa dele, Christianne Portelada, também tinha cargo na autarquia à época em que o hoje deputado estadual quem a comandava, permanecendo até a gestão de Karen Barros, noiva de Duarte Júnior. Primeiro ocupou o cargo de assessor sênio, em 2017, com salário bruto de R$ 6,8 mil. Em 2018, passou a ser chefe da Assessoria de Comunicação, recebendo em junho daquele ano o salário bruto de R$ 22,9 mil, depois reduzido para R$ 7,6 mil. Em 2019, com o Procon sob Karen Barros, passou a ser diretora de Orientação ao Cidadão dos Vivas, ainda com o salário bruto de R$ 7,6 mil. Desde o mês passado, foi lotada na Secap (Secretaria de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos), no cargo de assessor sênior, com salário bruto de R$ 6,3 mil.

Procurado, Thiago Rios garantiu que, embora seja ele quem cuida da Viva Criações e responsável pela criação de e-mails na empresa, não criou a conta utilizada no perfil Wellington Discurso. Também que não tinha conhecimento da conta e que trabalha com mídias sociais, mas nada neste sentido.

Questionado pelo ATUAL7 sobre a ligação entre seu assessor e o perfil usado para atacar o parlamentar do PSDB, Duarte Júnior se disse surpreso, e que sequer tinha conhecimento a respeito do perfil no Instagram. “Eu admiro muito o Wellington, como um grande deputado. Atuo no mesmo seguimento que ele, de direitos humanos, em defesa da população e dos animais. Jamais faria ou compactuaria com uma coisa dessas, pode ter certeza!”, declarou.

A reportagem não conseguiu contato com Christianne Portelada.

Wellington e Duarte permanecem em agenda intensa e ignoram dificuldades no PSDB e PCdoB
Política

Com boa colocação em todas as pesquisas eleitorais divulgadas, deputados estudam deixar legendas para disputar a Prefeitura de São Luís

Vitaminados pela boa colocação em todas as pesquisas de intenção de votos divulgadas no ano passado, sempre empatados na segunda posição, os deputados estaduais Wellington do Curso e Duarte Júnior têm permanecido numa intensa agenda corpo a corpo com a população ludovicense, ignorando as dificuldades enfrentadas em seus respectivos partidos, PSDB e PCdoB.

A estratégia é conservar o padrão político-eleitoral para o caso de terem de entrar em outras legendas com o objetivo de disputar a Prefeitura de São Luís neste ano. Ambos estudam esta possibilidade.

No PSDB, embora pré-candidato único, Wellington enfrenta resistência do presidente do tucanato no Maranhão, senador Roberto Rocha, que declarou publicamente há poucos dias que, em nome de um projeto político que mira também as eleições de 2022, pode levar o partido para compor com Eduardo Braide (Podemos) ainda no primeiro turno.

Já no PCdoB, a dificuldade de Duarte Júnior está em vencer internamente o secretário Rubens Pereira Júnior (Cidades e Desenvolvimento Urbano), praticamente já fechado com Flávio Dino e o entorno do Palácio dos Leões como nome do partido e do governo para o pleito.

Diante da tarefa de manterem o mesmo patamar nas pesquisas, os parlamentares pré-candidatos têm participado de diversas reuniões, principalmente em comunidades carentes de ação do poder público. Na semana passada, eles chegaram a realizar reuniões no mesmo bairro, o da Liberdade, quase no mesmo dia.

Atividades oficiais do mandato também têm recebido prioridade, mesmo durante o recesso.

Para deixarem o PSDB e o PCdoB, Wellington do Curso e Duarte Júnior precisam também vencer a barreira da Carta de Anuência, declaração oficial de seus partidos dando autorização para que se filiem em outras legendas. Para ter validade, e evitarem que suplentes lhe tomem os mandatos, o documento tem de ser homologado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão, com votação do Pleno.

O tempo hábil para que todas estas etapas estejam concluídas termina no dia 4 de abril, seis meses antes do pleito –prazo para filiação partidária de candidatos.

Wellington do Curso e Duarte Júnior comentam pesquisa Exata
Política

Instituto apontou tendência de segundo turno com um dos dois disputando contra Eduardo Braide

Os deputados estaduais Wellington do Curso (PSDB) e Duarte Júnior (PCdoB) comentaram, em resposta ao ATUAL7, o resultado da pesquisa do Instituto Exata que aponta tendência de segundo turno na eleição de 2020 para a prefeitura de São Luís.

Segundo o levantamento, eles aparecem tecnicamente empatados, com 12% e 11%, respectivamente, devendo um dos dois disputar contra o deputado federal Eduardo Braide (PMN), líder absoluto em intenções de voto, com 40%.

O ATUAL7 tentou ouvir Braide sobre a sondagem eleitoral, também, mas não conseguiu até a publicação dessa matéria.

Para Wellington, o resultado da Exata confirma o reconhecimento ao trabalho que ele vem desenvolvendo na Assembleia Legislativa do Maranhão, focado principalmente em denúncias, cobranças e fiscalização do dinheiro público para melhor aplicação em prol da população.

“É com alegria que recebemos o resultado dessa pesquisa que reflete, na realidade, o reconhecimento da população pelo nosso trabalho sério e independente em defesa de São Luís. O sentimento do povo é maior que qualquer apoio político e prova disso é que entre todos os candidatos, exceto o que ocupa a primeira posição, somos o único a não contar com apoio de governo nem de prefeitura. Seguiremos assim, trabalhando com coragem e sempre à disposição dos maranhenses. Tenho denunciado, cobrado e fiscalizado para que o dinheiro público seja aplicado na melhoria da qualidade de vida das pessoas. Conheço a realidade de São Luís e da sua população é apresentamos solução para os problemas da nossa cidade. O nosso apoio vem das ruas e é com a força da nossa gente que seguiremos firmes para construir uma cidade melhor”, declarou.

Comentário no mesmo sentido, de reconhecimento do trabalho desenvolvido, foi feito por Duarte Júnior. Ainda de acordo com ele, a população cansou de políticos aventureiros, e deseja que a cidade seja gerida por quem realmente tem um plano concreto de ações e histórico de resultados.

“Me sinto honrado por mais uma vez ter o meu trabalho reconhecido pelo povo da minha cidade. Está nítido que as pessoas não aguentam mais críticos ou vendedores de sonhos, mas buscam, para cuidar da cidade, quem realmente tenha um plano concreto de ações e resultados apresentados. Tenho me preparado muito e me dedicado ao máximo. A cada dia me sinto mais preparado para esta honrosa oportunidade.
Não vou decepcionar”, disse.

A pesquisa Exata foi realizada entre 18 a 21 de novembro, tendo como base 1.016 entrevistas. A margem de erro é de 3,1 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Wellington ou Duarte disputará 2º turno contra Braide, diz Exata
Política

Levantamento foi realizado na semana passada

Pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Exata aponta que a eleição para a prefeitura de São Luís em 2020 será decidida somente no segundo turno.

De acordo com o levantamento, pela tendência apresentada pelo eleitorado ludovicense, disputará contra Eduardo Braide (PMN-MA), líder isolado com 40% das intenções de voto, Wellington do Curso (PSDB) ou Duarte Júnior (PCdoB), com 12% e 11%, respectivamente.

Como a margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados na segunda colocação.

Os demais pré-candidatos são Neto Evangelista (DEM) e Bira do Pindaré, ambos com 6%; Osmar Filho (PDT) e Adriano Sarney (PV), com 3%, cada; Jeisael Marx, com 2%; e Yglésio Moyses (PDT) e Rubens Pereira Júnior, empatados com 1%. Allan Garcês (PSL), não pontuou.

Brancos ou nulos somam 10%; e 5% não sabe ou não respondeu.

A pesquisa Exata ouviu 1.016 eleitores, de 18 a 21 de novembro. O nível de confiança é de 95%.

Para Wellington, aceitação de denúncia confirma espionagem do governo
Política

Deputado é autor da representação que levou Ministério Público a investigar uso ilegal do aparato da Polícia Militar para monitorar opositores nas eleições de 2018

Responsável pela instauração do procedimento investigatório criminal sobre o uso do aparato da Policia Militar do Maranhão para espionagem a opositores do governo Flávio Dino nas eleições de 2018, o deputado Wellington do Curso (PSDB) acredita que aceitação da denúncia relacionada ao caso pelo Poder Judiciário confirma o indício da prática do crime.

“Evidencia, de forma incontestável, que a oposição é vítima de perseguição da polícia-política da máquina comunista. Agora terão de explicar o que realmente houve ou assumir as responsabilidades de seus atos”, disse Wellington à imprensa, nesta sexta-feira 11.

Conforme o ATUAL7 revelou, com base em representação feita pelo tucano, investigação da 2ª Promotoria de Justiça Militar de São Luís constatou que o coronel Heron Santos e o major Antônio Carlos Araújo Castro, sem qualquer ordem forma superior, produziram um levantamento eleitoral para identificação de políticos opositores à gestão de Dino e administrações municipais aliadas que pudessem ‘causar embaraços no pleito eleitoral’.

Ambos foram denunciados e tornaram-se réus, no final de julho, em decisão do juiz de Direito Nelson Melo de Moraes Rego, da Auditoria da Justiça Militar do Maranhão.

Segundo a denúncia, para executar a espionagem, eles teriam cometido os crimes de operação militar sem ordem superior e falsificação de documentos.

Mudança na Caema é dada como certa após pressão de Wellington
Política

Deputado fez uma série de denúncias sobre supersalários de até R$ 91 mil na companhia

Após a série de denúncias feitas pelo deputado Wellington do Curso (PSDB) sobre a existência de supersalários na Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão), a saída do engenheiro Carlos Rogério Araújo da presidência da empresa de economia mista é tratada no bastidor como irreversível.

A decisão, segundo interlocutores do governador Flávio Dino (PCdoB) ouvidos pelo ATUAL7, foi tomada pelo comunista no início desta semana, e já teria sido comunicada pessoalmente a Carlos Rogério, que permanece pendurado no cargo apenas até o anúncio oficial por Dino nas redes sociais – prática adotada pela gestão estadual para informar à população sobre mudanças no secretariado do Governo do Maranhão.

Os interlocutores também afirmam que o atual diretor de Gestão Administrativa, Financeira e de Pessoas da Caema, André dos Santos Paula, deverá ficar interinamente na presidência da companhia até que o governador indique o substituto definitivo de Carlos Rogério, que voltará a comandar o setor de Operações, Manutenção e Atendimento ao Cliente.

Nas últimas semanas, Wellington usou a tribuna da Assembleia Legislativa em diversas ocasiões para cobrar posicionamento do Palácio dos Leões a respeito de uma lista que mostra a existência de supersalários na Caema, chegando até mesmo ao valor de R$ 91 mil, ultrapassando o teto remuneratório do serviço público.

“Não dá para compreender o fato de que o governador que diz que não tem recursos para nomear aprovados em concurso público é o mesmo que paga supersalários a servidores comissionados. Se tem dinheiro para pagar supersalários, tem de ter para nomear aprovado em concurso”, cobrou o tucano no mês passado, quando iniciou a série de denúncias.

Para que o caso seja apurado e, se confirmado, os responsáveis sejam punidos, há pouco mais de uma semana, Wellington formalizou as denúncias no Ministério Público. No documento, ele aponta ainda para a prática de improbidade administrativa da direção da Caema, que lhe teria negado informações oficiais a respeito do assunto, violando o princípio da publicidade.

Em nota, a Caema afirma que “não há pagamento salarial acima do teto constitucional estabelecido em lei”. Segundo a companhia, os dados utilizados pelo tucano dizem respeito não exclusivamente às remunerações, mas acumulados com pagamentos de férias, décimo terceiro salário e outros benefícios.

Wellington desarquiva projeto que obriga governo a divulgar relatório de viagens
Política

Proposta já tem parecer favorável das comissões de Constituição e Justiça e de Administração Pública

O deputado Wellington do Curso (PSDB) desarquivou um projeto de lei que obriga o Governo do Maranhão a divulgar, de forma pública, relatório de todas as viagens oficiais realizadas pelo chefe e vice do Executivo, além de integrantes do primeiro escalão.

Pelo texto, o relatório deverá ser publicado no DOE (Diário Oficial do Estado) em até 10 dias após o término de cada viagem, contendo informações como nomes das autoridades e demais membros da delegação; cargos ocupados por esses agentes públicos; destino, período e objetivo da viagem; indicação dos benefícios ao Estado; e despesas realizadas por cada agente público.

Apresentada na Assembleia Legislativa em 2017, a proposta chegou a receber parecer favorável das comissões de Constituição e Justiça e de Administração Pública, ainda naquele ano, mas ficou parada durante todo o ano de 2018, acabando indo para gaveta com o fim da legislatura passada, conforme prevê o regimento interno da Casa.

Contudo, conforme garantia dada pela mesma norma, por ter sido reeleito, o tucano desarquivou o texto, que agora seguirá direto para o plenário, para ser votado pelos deputados.

“A criação do relatório permitirá à população não apenas acompanhar os gastos do governo com viagens oficiais, mas também verificar se tais gastos trouxeram impactos positivos para o Estado”, justifica Wellington.

“É muita cara de pau”, diz Wellington sobre contrato entre SES e Jamil Gedeon
Política

Deputado afirma que locação de imóvel de desembargador pela gestão Flávio Dino tem características de ‘aluguel camarada’

O deputado Wellington do Curso (PSDB) disse ao ATUAL7, nessa sexta-feira 30, que o contrato assinado entre a SES (Secretaria de Estado da Saúde) e o desembargador Jamil Gedeon, do Tribunal de Justiça do Maranhão, tem características de ‘aluguel camarada’ – como passaram a ser conhecidas as locações de imóveis de parentes ou aliados do Palácio dos Leões, sob Flávio Dino (PCdoB).

“Quem conhece sabe que uma das características de Flávio Dino é exatamente o tal do aluguel camarada!”, afirmou Wellington, até o momento, único membro da oposição ao governo estadual a se manifestar sobre o assunto.

Revelado pela Folha do Maranhão na última quinta-feira 29, e confirmado pelo ATUAL7, o contrato diz respeito à locação de um imóvel pertencente a Gedeon, pelos próximos 36 meses, ao custo total de 745,2 mil aos cofres públicos. Mensalmente, a SES deverá repassar ao desembargador exatos R$ 20,7 mil, sendo que R$ 156.630,00 já estão empenhados.

Imagem aérea da mansão do desembargador Jamil Gedeon local pela SES. Foto: Folha do Maranhão

De acordo com o objeto, no local, que fica na Alameda Mearim, 200, no bairro do Olho d’Água, em São Luís, funcionará um novo CER (Centro Especializado em Reabilitação e Tratamento) para pessoas com TEA (Transtorno de Espectro Autista). Embora assinado desde maio, até o momento, nada funciona no imóvel, e sequer há alguma placa de obras sobre eventual reforma para adaptação das dependências, como determina a lei.

Sobre essa situação, Wellington disse que “é muita cara de pau” a gestão comunista justificar a locação do imóvel para reabilitação e tratamento de pessoas com autismo e, após três meses de contrato, manter o local sem qualquer funcionalidade.

“Vai gastar R$ 745,2 mil para alugar uma mansão sob o argumento de que seria um centro para reabilitação e tratamento para pessoas com autismo. Se isso fosse verdade, seria o primeiro a apoiar! Mas se é pra isso mesmo, por que escolheram o bairro em que já existe um centro de reabilitação? Por que uma mansão, se temos tantos prédios públicos que poderiam ser usados? Outra, se é pra funcionar o centro para atender as pessoas, por que que está fechado até hoje, sendo que o contrato já foi feito há três meses? É muita cara de pau mesmo!”, disse, garantindo que vai formalizar representação junto ao Ministério Público na próxima semana, para que sejam tomadas providências sobre o caso.

Procurados pelo ATUAL7 desde quinta, por e-mail, para se posicionar a respeito do contrato, o governo Flávio Dino e o desembargador Jamil Gedeon ainda não retornaram o contato.

Wellington quer relação de comissionados da Caema
Cotidiano

Pedido foi aprovado pela Mesa Diretora da Alema. Lista deve ser atualizada e descrevendo funções e salários de todos os funcionários

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) requereu à Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão) a lista atualizada de funcionários que ocupam cargos comissionados, bem como suas respectivas funções e salários.

Apresentado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa no início deste mês, o pedido foi aprovado na última quinta-feira 4. Com a publicação no Diário da Casa nesta segunda-feira 8, será encaminhado ao presidente da Caema, Carlos Rogério Santos de Araújo, para ser respondido.

Segundo Wellington, o objetivo é dar mais transparência aos atos da Caema e informar a população sobre o custeio da folha de pagamento dos funcionários, uma vez que a companhia, segundo o próprio Carlos Rogério, passa por uma crise financeira e tem prestado serviços de péssima qualidade no abastecimento de água em todo o estado.

“O objetivo é saber como a Caema tem custeado a folha de pagamento dos funcionários diante da crise assumida pelo próprio presidente”, disse.

Wellington critica Dino por encontro com Sarney: ‘Falta coerência política’
Política

Deputado lembrou que comunista apontava ex-presidente como responsável pela atraso no Maranhão e se referia a ele como aliado da ditadura militar

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) criticou o governador Flávio Dino (PCdoB), em discurso na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira 27, pelo encontro com o ex-presidente e ex-senador da República José Sarney (MDB-MA), até então seu maior desafeto político no Maranhão e fora do estado.

Para o tucano, Dino agiu com incoerência ao se reunir com Sarney, segundo divulgou o próprio comunista, para tratar sobre o quadro nacional e possíveis riscos à democracia brasileira – numa indireta ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“O discurso de Flávio Dino era a tônica que o Sarney destruiu o Maranhão durante 40 anos, que o Sarney era a praga do Maranhão, era o atraso do Maranhão. E ele agora vai se aconselhar com Sarney?! Falta coerência política. Eu, sinceramente, não compreendi ainda. Como que Sarney era o atraso para o Maranhão e o atraso para o Brasil, que o Sarney fazia parte da ditadura, que Sarney era um atentado à democracia, e agora ele vai tomar bênção para Sarney?”, questionou.

Ainda segundo Wellington, a motivação para a abertura de diálogo entre Flávio Dino e José Sarney ainda não está esclarecida.

“O que está por trás dessa conversa? É defesa das pessoas mais pobres, é a dos desempregados? Tem maracutaia, aí tem alguma coisa errada”, disse.

“Não foi Sarney que foi atrás de Flávio Dino. Flávio Dino é que foi atrás de Sarney. Eu não consigo compreender como que Flávio Dino dizia que Sarney era o atraso do Maranhão e agora foi em busca do atraso do Maranhão. O que mudou? Ele quer trazer o atraso de volta de Maranhão? Ou ele reconhece que não era atraso e ele tinha uma única sede, um único desejo, uma única fome, que é a fome pelo poder?”, completou.