Wellington do Curso
PP entra no governo e assume Sedel, mas sem Wellington do Curso
Política

Aliança foi antecipada e acontece no momento em que o progressista vem denunciando Flávio Dino por malversão de recursos públicos

O governador Flávio Dino (PCdoB) passa a contar, a partir de agora, com mais uma legenda na base aliada: o Partido Progressista (PP).

Com a chegada da nova sigla, ao menos uma mudança já está garantida. Ela se dará na Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Sedel), que passará a ser comandada por Hewerton Carlos Rodrigues Pereira, o Passarinho.

A informação foi confirmada pelo governo comunista, que já marcou a nomeação de Passarinho para a próxima segunda-feira 16, no auditório do Palácio dos Leões. Ele foi indicado pelo presidente estadual do PP, o deputado federal André Fufuca, que já havia dado abertura para os acenos do governo há alguns meses.

Prevista para acontecer somente no próximo mês, a entrada do PP na base comunista acabou sendo antecipada e acontece no momento em que um de suas principais lideranças no Maranhão, o deputado estadual Wellington do Curso, passou a denunciar possíveis malversação de recursos públicos federais do governo Flávio Dino ao Ministério Público Federal (MPF), Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal (PF) e ao Tribunal de Contas da União (TCU), principalmente o dinheiro adquirido junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Independente, Wellington vem dando dor de cabeça ao projeto de reeleição de Dino por meio de denúncias e críticas pontuais e responsáveis sobre o uso incorreto do dinheiro destinado aos programas Mais Asfalto e Escola Digna, além de apontar para a falsa transparência comunista com a coisa pública.

Como a chegada do PP para compor o governo representa mais uma movimentação de Flávio Dino para garantir força nas eleições de 2018, o partido deve ser chamado às pressas no Palácio dos Leões, quase que diariamente, para tentar controlar o parlamentar estadual progressista, mesmo sabendo que isso é algo impossível e que não tem como ser colocado no pacote de negociação.

Escola Digna: unidade que desabou teve apenas pintada a logomarca do governo
Política

Para fugir da culpa pelo ocorrido, Seduc afirmou em nota que o CEM José de Matos de Oliveira ainda não passou por intervenção da pasta

Imagens feitas pelo deputado estadual Wellington do Curso (PP) mostram que a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), responsável pelo programa Escola Digna, faltou com a verdade em nota oficial sobre o desabamento de parte da estrutura do Centro de Ensino Médio (CEM) José de Matos de Oliveira, antigo, localizado em Olho d’Água das Cunhãs.

Pelos registros, a unidade passou por intervenção da pasta, mas a única ação realizada foi a de pintura da fachada com a logomarca do governo de Flávio Dino (PCdoB), em substituição a anterior, da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB).

Contudo, na nota distribuída pelo Palácio dos Leões após o desabamento do teto do CEM, para se eximir da responsabilidade pelo ocorrido, a Seduc informou que a unidade está inserida no cronograma de obras do Escola Digna, mas que “ainda não havia passado por intervenção na atual gestão”.

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Desabamento de unidade estadual aponta para desorganização no Escola Digna

“A escola ainda não havia passado por intervenção na atual gestão do governo do Maranhão. Mas, já estava inserida no cronograma de obras por meio do Programa Escola Digna, com previsão de início logo após o término das aulas, para que não houvesse prejuízo ao calendário escolar”, mentiu a Seduc.

O caso deve ser levado ao Ministério Público do Maranhão e o titular da pasta, Felipe Camarão, será denunciado na Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ).

Aprovado projeto que obriga governo a publicar relatório de viagens oficiais
Política

Autor da proposta, Wellington defende que o cidadão tem direito ao acesso às informações sobre a aplicação de recursos por parte do Executivo

As comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Administração Pública da Assembleia Legislativa do Maranhão aprovaram, no final do mês de setembro, o projeto de lei n.º 222/2017, que obriga o Governo do Maranhão a publicar relatório referente às viagens oficiais realizadas por membros do Poder Executivo.

Segundo o texto, o relatório deverá ter informações como: os nomes das autoridades e demais membros da comitiva, cargo ocupado pelos agentes públicos que utilizaram o benefício, destino das viagens, período, objetivo das viagens e despesas na realização.

Para o deputado Wellington do Curso (PP), autor do projeto, é direito de todo cidadão ter acesso às informações e, assim, controlar a aplicação de recursos por parte do governo.

“A criação do relatório de viagem oficial permitirá à população não apenas acompanhar os gastos do governo com viagens oficiais, mas também verificar se tais gastos trouxeram impactos positivos para o estado. Com esse projeto de lei, daremos ao cidadão a possibilidade de acompanhar e fiscalizar as ações do governo de maneira simples e direta”, destacou.

Com a aprovação pelas comissões, a matéria segue agora direto para a sanção do governador Flávio Dino (PCdoB).

Wellington entrega à CGU e ao TCU denúncia contra o governo Flávio Dino
Política

Deputado aponta para a malversação do dinheiro do BNDES. Banco também foi alertado sobre os gastos com obras de péssima qualidade. PF e MPF também receberam solicitação de investigação

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) protocolou no Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) e no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, um documento que aponta para a suposta malversão do dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

A denúncia foi formulada na semana passada. O progressista pede que sejam instauradas auditorias para investigar os pontos apresentados no documento, dentre eles gastos exagerados de dinheiro público e péssima qualidade de obras e serviços. O BNDES também foi alertado sobre o caso. Antes, Wellington já havia levado os fatos ao conhecimento da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF).

O ATUAL7 solicitou por e-mail à Secretaria de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos (Secap) um posicionamento sobre o assunto e aguarda retorno.

De acordo com Wellington do Curso, o simples fato dos serviços ou obras estarem sendo executadas com o dinheiro do BNDES deveria levar o governo comunista ao entendimento de que as ações não podem ser feitas de qualquer forma.

“Recebemos denúncias de obras entregues pelo Governo do Estado que, em menos de 20 dias, em virtude da péssima qualidade dos serviços, já estão em fase de destruição. Não é porque um serviço é dito público que ele pode ser feito de qualquer forma, sem qualquer tipo de qualidade. Pelo contrário! Isso não pode acontecer! Estamos falando de aplicação de recursos públicos federais”, ressaltou.

No documento entregue na CGU e no TCU, o deputado descreve uma série de casos recentes em que, em quase uma dezena de municípios maranhenses, a mau uso dos recursos do BNDES no programa Mais Asfalto causou prejuízo aos cofres públicos.

“Há a Ponte do Balandro, em Bequimão, inaugurada há menos de um mês e já tem buracos e rachaduras no asfalto. Não somos contra a recuperação asfáltica. Ao contrário, o Mais Asfalto é uma ideia boa, algo que faria a diferença na vida das pessoas caso fosse feito com seriedade e com responsabilidade. São recursos federais e, por isso, solicitamos a auditoria operacional para verificar os gastos públicos do governo Flávio Dino”, disse Wellington.

“Segurança pública se faz com ação e não com propaganda”, dispara Wellington
Política

Progressista solicitou informações a respeito das viaturas adquiridas ou alugadas pelo governo. Ele quer saber qual o destino de cada unidade

Policiais sendo despejados de delegacia por falta de pagamento do aluguel, desvalorização profissional e altos índices de violência. Foram esses os pontos citados pelo deputado estadual Wellington do Curso (PP) ao cobrar transparência e esclarecimentos quanto a aplicação do dinheiro na segurança pública.

Na ocasião, o progressista fez referência expressa ao Requerimento 625/2017, de sua autoria, em que solicita informações referentes à quantidade de viaturas adquiridas ou alugadas pelo governo Flávio Dino, bem como os órgãos e unidades para onde foram destinadas e suas respectivas cidades, além das placas e números de chassi.

“Para onde vai a viatura que o governador anuncia que entrega? Para qual unidade policial? Para qual destacamento ou delegacia? É uma dúvida da população. Foi por isso, que apresentei o requerimento ainda em janeiro e, até agora, não obtive resposta. Onde está a transparência? Segurança pública se faz com ação e não com propaganda. A população liga pedindo apoio policial e a viatura não aparece. Onde estão as viaturas? É preciso compreender isso para que, de fato, combatamos a criminalidade na realidade, e não apenas nas estatísticas”, ressaltou.

Wellington quer divulgação de relatório de viagens oficiais de Flávio Dino
Política

Pelo projeto, nomes e cargos de membros da comitiva serão publicizados. Texto exige também o período, objetivo e despesas com as viagens

Projeto de lei do deputado estadual Wellington do Curso (PP) obriga que o Palácio dos Leões a divulgar, de forma pública, relatório de viagens oficia realizadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e outras autoridades de primeiro escalão do Poder Executivo estadual.

De acordo com o progressista, o governo precisa sair do discurso e ampliar os mecanismos de transparência na administração pública.

“A transparência na utilização dos recursos públicos deve ser princípio norteador da ação do governo. Assim, é de fundamental importância que se amplie os mecanismos de transparência, conferindo ao cidadão a possibilidade de acompanhar e fiscalizar suas ações de maneira simples e direta. A criação de um relatório de viagens oficiais permitirá à população não apenas acompanhar os gastos do governo com viagens oficiais, mas também verificar se tais gastos trouxeram impactos positivos para o estado”, defendeu.

Pelo texto do projeto, o relatório deverá ter informações como: os nomes das autoridades e demais membros da comitiva, cargo ocupado pelos agentes públicos que utilizaram o benefício, destino das viagens, período, objetivo das viagens e despesas na realização.

Wellington quer transparência dos Poderes no gasto com aluguel de imóveis
Política

Projeto obriga Executivo, Legislativo e Judiciário estadual a divulgarem despesas detalhadas com a locação de imóveis particulares

Sob o tripé do combate aos gastos desnecessários, o zelo e a transparência no uso do dinheiro público, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa do Maranhão que institui a obrigatoriedade nos três Poderes do Estado na divulgação de despesas com locação de imóveis particulares.

A proposta foi apresentada pelo progressista na semana passada, e já provoca rebuliço nos corredores dos palácios dos Leões, Manuel Beckman e Clóvis Bevilacqua, respectivamente, sedes do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário estadual.

Segundo Wellington, o objetivo do projeto é fazer com que a população possa controlar e fiscalizar os gastos públicos. Ele afirma que a ideia surgiu a partir do questionado da população do real destino e uso dos recursos públicos.

“Essa ideia surgiu durante uma reunião que fizemos em um dos interiores do Maranhão. Uma senhora de 68 anos me questionou e disse ‘Deputado, eles fazem o que querem com nosso dinheiro. Por exemplo, ali eles alugaram um prédio. Ninguém sabe nem quanto é’. Eu levei o questionamento daquela senhora e vi que, de fato, é algo relevante. A população tem o direito de ter o controle sob os gastos do poder público. A participação contínua da sociedade na gestão pública é um direito assegurado pela Constituição Federal, permitindo que os cidadãos não só participem da formulação das políticas públicas, mas, também, fiscalizem de forma permanente a aplicação dos recursos públicos”, afirmou o deputado.

Pelo texto, os três Poderes ficam obrigados a divulgar, em seus respectivos portais da transparência, despesas com a locação de imóveis particulares. A divulgação deverá conter o endereço do imóvel, nome do locador, o valor do aluguel, bem como os reajustes que sofreu ao longo dos anos.

Segundo o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo da Assembleia Legislativa, a matéria se encontra na Diretoria Legislativa da Casa, aguardando emissão de parecer das comissões competentes.

Wellington assume 2ª vice-presidência do Parlamento Amazônico
Política

Progressista foi eleito para o cargo em junho deste ano. Ele é ainda titular da Secretaria Nacional de Educação, Ciência e Tecnologia da UNALE

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) assumiu nesta semana, representando o Maranhão, a 2ª vice-presidência do Parlamento Amazônico. O colegiado de deputados tem por objetivo discutir temas de interesse dos nove estados que compõem a Amazônia Legal brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.

O progressista foi eleito para ocupar o cargo na primeira semana de junho deste ano, durante a Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (CNLE), realizada anualmente pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE) — onde Wellington ocupa o cargo de secretário Nacional de Educação, Ciência e Tecnologia.

“É, sem dúvida alguma, mais uma grande responsabilidade que atrelamos ao mandado popular que temos desenvolvido. Passamos agora a integrar o corpo dessas discussões nacionais, enfatizando pontos específicos de cada região. O pensamento sustentável e o desenvolver de ações que, de fato, façam a diferença na vida das pessoas são os nossos objetivos”, ressaltou o parlamentar.

A nova Mesa Diretora do Parlamento Amazônico tem como principal demanda buscar por melhorias para o transporte aéreo e rodoviário e para o setor de energia elétrica da Amazônia Legal, principalmente para a área que abrange o Maranhão.

A nova gestão é composta pelos deputados Gerson Chagas (PRTB-RR), que ocupará a presidência do colegiado; Ribamar Araújo (PR-RO), como 1º vice-presidente; Wellington do Curso, 2º vice-presidente; Jory Oeiras (PRB-AP), 3º vice-presidente; e Sinésio Campos (PT-AM), 4º vice-presidente.

Wellington quer tornar obrigatório placa com gastos em shows pagos com dinheiro público
Política

Projeto do deputado prevê que o governo e as prefeituras apresentem, no próprio evento, valor gasto na contratação das atrações e com toda a estrutura da festa

Alvo de denúncias, suspeitas e questionamentos, o gasto de dinheiro público com a realização de shows pode começar a ter mais transparência no Maranhão.

De autoria do deputado estadual Wellington do Curso (PP), tramita na Assembleia Legislativa projeto de lei tornando obrigatório ao governo estadual e às prefeituras maranhenses a apresentação do valor gasto na contratação das atrações e com toda a estrutura da festa. O demonstrativo deverá ser feito de forma clara e em placa de três metros de largura por dois de altura, instalada no próprio local do show.

A proposta foi apresentada pelo progressista na última semana de junho e aguarda na Diretoria Legislativa pela emissão de parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa. A inspiração, segundo justifica o próprio parlamentar no documento, vem do estado de Pernambuco, onde lei semelhante já está em pleno vigor.

O projeto estabelece que todos os eventos devem ter os dados publicizados durante a sua realização. O detalhamento incluirá o nome de cada atração contratada e o respectivo valor do cachê contratual; e os nomes da empresa responsável pela estrutura do palco e o da que responde pelo equipamento de som, com os valores contratuais respectivos. A origem dos recursos para as contratações também deve ser divulgada.

Em caso de descumprimento, os responsáveis pelo evento receberão uma advertência, quando da primeira autuação da infração, e multa, quando da segunda. O valor, fixado entre R$ 1 mil a R$ 100 mil, dependerá do porte do estabelecimento, tendo seu valor atualizado pelo IPCA ou qualquer outro índice de venha substituí-lo.

Denúncias de Wellington põem em xeque eficiência de Camarão
Política

Fiscalização feita pelo deputado aponta que Escola Digna é mais propaganda do que realidade. Ministério Público foi acionado para acompanhar cada caso

Ungido pelo Palácio dos Leões como espécie de curinga — e possível sucessor — do governador Flávio Dino (PCdoB), o secretário estadual de Educação, Felipe Camarão, começa a ter desmoronado o histórico de eficiência na vida pública, após uma série de denúncias, todas com fartas provas, feitas pelo deputado estadual Wellington do Curso (PP).

Cumprindo sua função parlamentar de fiscalizar a correta aplicação do dinheiro público em unidades que a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa haverem sido reformadas, Wellington tem constatado que, na verdade, Camarão tem executado apenas pinturas nas fachadas ou trocado tomadas das unidades. Todas as fiscalizações, registradas em vídeos, fotos e depoimentos de pais, professores e alunos, estão sendo levadas ao conhecimento formal do Ministério Público do Maranhão, que passou a acompanhar cada caso, por meio da abertura de inquéritos.

Uma dessas unidades fica localizada no município de Açailândia.

Ao custo de R$ 536 mil, dinheiro oriundo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a Escola Estadual Antônio Carlos Beckman, conhecida como Bandeirantes, passa por uma reforma e ampliação interminável, há mais de um ano. Na placa afixada no local, o prometido era que a obra seria entregue em até 120 dias.

O mesmo problema também foi encontrado pelo deputado do PP no Centro de Ensino Robson Martins, localizado no Maiobão, Paço do Lumiar. Por lá, na falta de condições e de segurança para os estudantes assistirem as aulas dentro da unidade escolar, os alunos estão sendo obrigados a estudar ao relento, no meio de um matagal que fica ao lado do que deveria ser uma quadra esportiva.

Se apenas essas duas situações já apontam para completo descaso do poder público com a educação de qualidade, a suposta eficiência de Camarão tem seu verdadeiro caráter revelado quando se descobre que há outras unidades em abandono ainda pior.

É o caso do Centro de Ensino Professor Ribamar Torres, localizado no município de Pastos Bons. Com salas de aula em péssimas condições, sem janelas, cadeiras quebradas, muro caído, mato em todo canto, quadra destruída e traves amarradas e escoradas com taboca, a escola consta no documento encaminhado por Camarão para a Assembleia Legislativa como reformada, no ano passado, pelo programa Escola Digna.

De todas, a situação mais espantosa e que depõe contra Felipe Camarão foi descoberta no município de Paraibano.

Após visita à escola e investigação em contratos da Seduc, Wellington apurou que o ao Centro de Ensino Gonçalves Dias, antigo Centro de Ensino Edson Lobão, teve seu prédio cedido pelo titular da Seduc em dezembro de 2016, mesmo a unidade aparentando mais uma zona de guerra que uma escola apta para receber alunos.

Além de queimaduras no forro e nas paredes, vários livros estavam espalhados pelas poucas salas da escola que ainda permanecem em pé. Uma construção inacabada de uma quadra esportiva no local, inclusive, denuncia que dinheiro público chegou a ser torrado no período em que a escola, ainda pertencente ao Estado, já estava desativada.

Longe de serem casos isolados, as supostas reformas que Felipe Camarão garante ter consumido dinheiro público por meio do Escola Digna, aos poucos, vão sendo desencobertas, quando não por Wellington, pelo próprio Ministério Público.

O Parquet, aliás, na semana passada, tratou ele próprio de apertar o secretário estadual de Educação, ao obrigá-lo, por meio do Poder Judiciário, a enxergar a Unidade Educacional Professor Cônego Nestor Cunha, localizada no município de Santa Quitéria, que está literalmente caído aos pedaços. Como o descaso não vem acontecendo somente na falta de infraestrutura nas escolas, o secretário já chegou até mesmo a levar um pito do MP-MA, por falta de recursos na rede pública estadual de ensino a um estudante com Down.

Segundo declarou Wellington do Curso durante a fiscalização feita em Pastos Bons, “quando a educação é prioridade, escola digna se faz na realidade e não na propaganda”.

Apenas três deputados são favoráveis à instalação da CPI da Saúde
Política

Assembleia Legislativa do Maranhão tem 42 deputados. Outros três parlamentares disseram que assinariam, mas ficaram na promessa

Mais de um mês depois de iniciada a discussão pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Maranhão, para investigar os contratos e repasses da Secretaria de Estado da Saúde (SES) às terceirizadas e por meio de convênios, apenas três deputados estaduais já assinaram a proposta.

Pelo Regimento Interno da Casa, é necessário o mínimo de 14 adesões para que a CPI possa ser instalada. Embora a terceirização da saúde pública estadual tenha se iniciado no governo Zé Reinaldo, os alvos da CPI são apenas os governos Roseana Sarney e Flávio Dino.

Até agora, os únicos que já aderiram à proposta foram os deputados Wellington do Curso (PP), autor do requerimento, Max Barros (PRB) e Eduardo Braide (PMN).

Dos outros 39 parlamentares da Casa, apenas outros três — Andréa Murad (PMDB), Sousa Neto (PROS) e Bira do Pindaré (PSB) — prometeram que também assinariam, mas têm usado da desculpa de que não estão sendo procurados pelo progressista para serem convencidos a cumprir a palavra.

Não há prazo para o reconhecimento das assinaturas.

Segundo o líder do governo na Assembleia, deputado Rogério Cafeteira (PSB), Dino teria liberado a base a assinar o requerimento de Wellington e instalar a CPI. Ainda assim, nenhum deles sequer quer ouvir falar de investigação nos contratos e repasses da SES.

Apadrinhamentos em prefeituras do Maranhão esbarram em Wellington do Curso
Política

Parlamentar tem protocolado e forçado o MP-MA a agir contra a não nomeação de concursados nos municípios

Prefeitos e prefeitas de todo o Maranhão, acostumados a confundir a coisa pública com a privada, começaram a ser incomodados e a enfrentar dificuldades na manutenção dos famosos apadrinhamentos nos Executivos municipais, desde que passaram a esbarrar num paredão progressista.

Trata-se do deputado estadual Wellington do Curso (PP), parlamentar de primeiro mandato que tem se destacado na Assembleia Legislativa por legislar e fiscalizar as ações do governo estadual com coragem e independência, mas que também tem dedicado atenção aos casos em que, em vez de concursados, quem assume as vagas no serviço público municipal são os indicados por agentes políticos.

Por meio de audiências públicas que resultam em imediato protocolamento de ações no Ministério Público do Maranhão, o deputado tem forçado o Parquet a, finalmente, acionar os gestores para que deixem de agir na marginalidade.

Foi assim nos municípios de Barreirinhas, Anapurus, Lago Açu, Paço do Lumiar, Pindaré Mirim e caminha para se repetir em Matões do Norte — dentre outros onde ele esteve mais recentemente.

Nem o Tribunal de Justiça do Maranhão, com desembargadores historicamente habituados a dormir no berço esplêndido de nunca serem incomodados pelo Legislativo, deixou de ser alvo de Wellington; ou mesmo o Tribunal de Contas do Estado (TCE) que, diante da forte repercussão do trabalho do deputado, entrou num dos casos e decidiu a favor dos aprovados no concurso público.

Wellington ‘na mira’ do Palácio e cassação de Levi Pontes: os eventos da próxima semana
Política

Governo prepara ataque soviético contra o parlamentar para brecar CPI da Saúde. Parlamentares estudam possibilidade de não proteger deputado do PCdoB

As atenções da população maranhense nesta semana ficaram divididas entre a real possibilidade de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde e o recurso feito ao Plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão para que os membros da Casa possam decidir sobre o pedido de cassação do deputado Levi Pontes (PCdoB), por quebra de decoro parlamentar.

Sem fugir muito do roteiro, a semana que se inicia, pelo menos nos trabalhos, na próxima segunda-feira 19, terá como pano de fundo a continuação da mesma cena política.

Contudo, as novidades — que nem são tão novidades assim — é que o Palácio dos Leões deve começar a mirar no deputado Wellington do Curso (PP), autor da proposta da CPI da Saúde; e os deputados estaduais caminham para decidir soltar a corda para que Levi se enforque sozinho.

Wellington do Curso

Em relação a Wellington, o Palácio dos Leões deve tentar brecar o progressista antes que ele inicie a coleta das 14 assinaturas necessárias para a instalação da comissão especial que investigará os contratos firmados, entre 2008 a 2017, entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e organizações sociais sem fins, pelo menos em tese, lucrativos.

A estratégia é criar situações negativas ao parlamentar, ainda que fabricadas, para que ele retroceda da proposta.

O Palácio teme que, além da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) e do ex-secretário Ricardo Murad, a CPI atinga também o governador Flávio Dino (PCdoB) e o secretário Carlos Lula, principalmente após esse último ser segurado forçosamente no cargo mesmo após a declaração pública de que não sabia e nem tinha como saber que o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC) estava desviado parte volumosa do dinheiro repassado pelo governo comunista para o gerenciamento de seis unidades de saúde no Maranhão.

Portanto, se você começar a ver ataques soviéticos contra Wellington do Curso em blogs e redes sociais, não estranhe. É a forma comunista de agir do Palácio dos Leões, sempre que acuado.

Cassação de Levi Pontes

Já sobre o pedido de cassação de Levi Pontes, o governo esperava que a deputada estadual Andréa Murad (PMDB), autora da representação que pede a cassação do comunista, desistisse da empreitada após parecer da subcomissão de inquérito da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar pelo arquivamento do processo por suposta falta de provas.

Ocorre que, como revelou o ATUAL7, o áudio que o relator da subcomissão apontou como clandestino, e que por isso não poderia servir como prova, foi gravado e distribuído, ainda que por engano, pelo próprio Levi. Pesa ainda o fato de que o deputado do PCdoB usou a tribuna da Casa para mentir sobre a origem do dinheiro que comprou o pescado que ele pretendia se apossar e distribuir em municípios onde mantém feudo eleitoral.

Agora, como a batata-quente foi repassada para as mãos de todos os deputados da Casa, no bastidor, alguns parlamentares da base têm conversado sobre a possibilidade de não proteger Levi Pontes. Eles temem que, com a proximidade das eleições, o abrigo ao correlegionário do governador Flávio Dino possa comprometê-los juntos aos eleitores maranhenses, que passaram a acompanhar o caso.

O próprio aliado de Levi, o prefeito de Chapadinha, Magno Bacelar (PV), analisam os deputados, salvou a pele para não se queimar com a população ao se ver relacionado à mancada do comunista em enviar o áudio-bomba para um grupo de WhatsApp em vez do real destinatário.

Wellington critica Lula por dizer que não sabia de desvios do IDAC
Política

Secretário alega que esquema de apresentar notas fiscais de empresas de fachada para receber o dinheiro público da SES era sofisticado

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) criticou o secretário estadual de Saúde, Carlos Lula, por haver declarado que não sabia e nem tinha como saber que o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC) estava afanando o dinheiro repassado pela pasta para a administração de pelo menos seis unidades de saúde da rede pública estadual. O progressista é autor da proposta de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar os desvios dos recursos da SES.

“Em 2015 e 2016, os contratos [com o IDAC] foram renovados pelo atual governo; foram triplicados. Só que, após essa última investigação da Polícia Federal, ninguém sabe nada. É o velho ato de dizer que não sabe de nada, estão dizendo que não sabem de nada”, criticou.

Segundo a Polícia Federal, mais de R$ 18 milhões teriam sido embolsados criminosamente pelo instituto, entre novembro de 2015 até a data da deflagração da Operação Rêmora, em São Luís, há pouco mais de uma semana. O dinheiro desviado era sacado diretamente na boca do caixa, após o IDAC apresentar à SES notas fiscais de empresas de fachada para atestar supostas prestações de serviços nessas unidades hospitalares.

Diante da descoberta de todo o esquema, no último domingo 12, Lula deu em entrevista ao quadro “Cadê o dinheiro que tava aqui?”, do Fantástico, Rede Globo, e repetiu a defesa apresentada pelo Palácio dos Leões sobre o caso, de que a forma de desvios da saúde era tão avançada, que a SES não teria como descobrir o esquema.

“A gente não tinha como detectar nenhuma irregularidade, mesmo com nosso sistema de prestação de contas porque a fraude era sofisticada”, alegou.

Apesar da confissão de incompetência, o secretário vem recebendo a proteção do governador Flávio Dino (PCdoB), que é seu amigo e cliente num escritório de advocacia, e permanece no cargo, quando o correto seria afastá-lo e abrir uma investigação interna para apurar suas declarações sobre a falta de conhecimento sobre o esquema.

Operação Rêmora: Wellington propõe instalação de CPI da Saúde
Política

PF brecou desvios de mais de R$ 18 milhões pelo IDAC. Progressista precisa da adesão de pelo menos 14 parlamentares para comissão ser efetivada

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) propôs, em discurso proferido nesta segunda-feira 12, a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação de organizações sem fins lucrativos na saúde estadual.

A proposta tem por base a Operação Rêmora, deflagrada pela Polícia Federal em São Luís, há pouco mais de uma semana, após o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC) afanar de mais de R$ 18 milhões da saúde estadual. O instituto e outras organizações sociais, ressaltou o deputado, opera no sistema desde 2008, o que justifica a instalação de uma CPI para averiguar todo esse decurso.

Ainda segundo Wellington, o Palácio dos Leões não deve abrir auditoria interna apenas contra o IDAC, como divulgou que será feita a Secretaria de Estado da Saúde (SES), mas contra todos os institutos que recebem recursos da saúde para gerir as unidades hospitalares no Maranhão.

“A PF diz que o IDAC fornecia notas de empresas de fachada. O que garante que os outros institutos também não estejam fazendo o mesmo? E as outras Oscips  e Os?”, questionou.

De acordo com o artigo 34 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Maranhão, para que a CPI possa ser instalada, é necessário a adesão de pelo menos um terço dos membros da Casa, no caso 14 deputados.

Wellington é eleito 2º vice-presidente do Parlamento Amazônico
Política

Nova gestão irá buscar por melhorias para o transporte aéreo e rodoviário nos nove estados que compõe a Amazônia Legal brasileira

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) foi eleito 2º vice-presidente do Parlamento Amazônico, colegiado de deputados que tem por objetivo discutir temas de interesse dos nove estados que compõem a Amazônia Legal brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.

A eleição ocorreu nessa quinta-feira 8, em Foz do Iguaçu (PR), durante a Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (CNLE), realizada anualmente pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE).

Ele assume em agosto próximo, tendo como a principal demanda buscar por melhorias para o transporte aéreo e rodoviário e para o setor de energia elétrica da Amazônia Legal, principalmente para a área que abrange o Maranhão.

Até lá, Wellington permanece como secretário de Direitos Humanos do Parlamento Amazônico.

A nova gestão é composta pelos deputados Gerson Chagas (PRTB-RR), que ocupará a presidência do Parlamento Amazônico; Ribamar Araújo (PR-RO), 1º vice-presidente, Wellington do Curso, 2º vice-presidente; Jory Oeiras (PRB-AP), 3º vice-presidente; e Sinésio Campos (PT-AM), 4º vice-presidente.

“Governo da mudança que não trouxe mudança”, dispara Wellington
Política

Parlamentar criticou Flávio Dino sobre insistir no corte dos 21,7% nos salários dos servidores públicos do Maranhão

O deputado Wellington do Curso (PP) criticou duramente o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), nessa terça-feira 30, por insistir na tentativa de derrubar no Tribunal de Justiça todas as decisões que garantiram reajuste de 21,7% a servidores públicos de nível médio e fundamental dos três Poderes, Ministério Público do Maranhão e Tribunal de Contas do Estado (TCE).

“Gostaria de pedir ao governador que tenha a sensibilidade. É falta de coerência a retirada dos 21,7% do salário dos servidores do Estado. Já chega! Um governo da mudança que não trouxe mudança alguma até agora”, disparou.

O discurso do progressista foi provado por reportagem do ATUAL7, que revelou que os membros do Judiciário maranhense foram agraciados com benefícios uma semana antes do julgamento do Incidente de Resolução de Demanda Repetitiva (IRDR), suscitado pelo desembargador Paulo Velten. No embalo de Velten, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) ajuizou uma rescisória, que está sobrestada aguardando a decisão do Pleno do TJ-MA, se uniformiza ou não o entendimento das Câmaras Cíveis Reunidas acerca do caso.

A votação estava 8 a 4 para o Palácio dos Leões, quando um pedido de vista compartilhado dos desembargadores Marcelo Carvalho, Guerreiro Júnior e José Joaquim Figueiredo acabou interrompendo a apreciação do IRDR. Pelo entendimento do governo já haviam votado o relator do processo, seguindo por José de Ribamar Castro, João Santana, Vicente de Paula, José Luiz Oliveira, Jaime Ferreira, Raimundo Melo e Lourival Serejo. Pela tese que mantém os 21,7% do contracheque dos servidores votaram os desembargadores Tyrone Silva, que abriu divergência, Ângela Salazar, Marcelino Everton e Kleber Carvalho.

Para Wellington, o avanço do Palácio dos Leões sobre o salário dos servidores aponta que o eleitor maranhense foi enganado.

“Acorda, Maranhão! Que nós somos enganados”, conclamou.