Wellington do Curso
Wellington quer relação de comissionados da Caema
Cotidiano

Pedido foi aprovado pela Mesa Diretora da Alema. Lista deve ser atualizada e descrevendo funções e salários de todos os funcionários

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) requereu à Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão) a lista atualizada de funcionários que ocupam cargos comissionados, bem como suas respectivas funções e salários.

Apresentado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa no início deste mês, o pedido foi aprovado na última quinta-feira 4. Com a publicação no Diário da Casa nesta segunda-feira 8, será encaminhado ao presidente da Caema, Carlos Rogério Santos de Araújo, para ser respondido.

Segundo Wellington, o objetivo é dar mais transparência aos atos da Caema e informar a população sobre o custeio da folha de pagamento dos funcionários, uma vez que a companhia, segundo o próprio Carlos Rogério, passa por uma crise financeira e tem prestado serviços de péssima qualidade no abastecimento de água em todo o estado.

“O objetivo é saber como a Caema tem custeado a folha de pagamento dos funcionários diante da crise assumida pelo próprio presidente”, disse.

Wellington critica Dino por encontro com Sarney: ‘Falta coerência política’
Política

Deputado lembrou que comunista apontava ex-presidente como responsável pela atraso no Maranhão e se referia a ele como aliado da ditadura militar

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) criticou o governador Flávio Dino (PCdoB), em discurso na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira 27, pelo encontro com o ex-presidente e ex-senador da República José Sarney (MDB-MA), até então seu maior desafeto político no Maranhão e fora do estado.

Para o tucano, Dino agiu com incoerência ao se reunir com Sarney, segundo divulgou o próprio comunista, para tratar sobre o quadro nacional e possíveis riscos à democracia brasileira – numa indireta ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“O discurso de Flávio Dino era a tônica que o Sarney destruiu o Maranhão durante 40 anos, que o Sarney era a praga do Maranhão, era o atraso do Maranhão. E ele agora vai se aconselhar com Sarney?! Falta coerência política. Eu, sinceramente, não compreendi ainda. Como que Sarney era o atraso para o Maranhão e o atraso para o Brasil, que o Sarney fazia parte da ditadura, que Sarney era um atentado à democracia, e agora ele vai tomar bênção para Sarney?”, questionou.

Ainda segundo Wellington, a motivação para a abertura de diálogo entre Flávio Dino e José Sarney ainda não está esclarecida.

“O que está por trás dessa conversa? É defesa das pessoas mais pobres, é a dos desempregados? Tem maracutaia, aí tem alguma coisa errada”, disse.

“Não foi Sarney que foi atrás de Flávio Dino. Flávio Dino é que foi atrás de Sarney. Eu não consigo compreender como que Flávio Dino dizia que Sarney era o atraso do Maranhão e agora foi em busca do atraso do Maranhão. O que mudou? Ele quer trazer o atraso de volta de Maranhão? Ou ele reconhece que não era atraso e ele tinha uma única sede, um único desejo, uma única fome, que é a fome pelo poder?”, completou.

Adriano, Wellington e OAB-MA discutem situação dos concursados da PM
Cotidiano

Aprovados afirmam que muitos haviam sido nomeados pela gestão de Flávio Dino, mas que posteriormente foram exonerados

Os deputados estaduais Adriano Sarney (PV) e Wellington do Curso (PSDB) participaram, nessa segunda-feira 27, de audiência pública na sede da Seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em São Luís, onde foi discutida a situação de 1.700 concursados da Polícia Militar do Maranhão, do certame de 2017.

De acordo com os aprovados, muitos deles haviam sido nomeados pela gestão do governador Flávio Dino (PCdoB), mas posteriormente foram exonerados.

A reunião foi conduzida pelo conselheiro Bispo Serejo. Ele afirmou que já existe uma peça jurídica elaborada pela OAB-MA, pronta para dar entrada na Justiça, mas acrescentou que dois procuradores do Estado entraram em contato com a entidade, pedindo um prazo de 15 dias para que fosse encontrada uma solução. “Se, dentro desse prazo, não houver um acordo, a OAB entrará na Justiça”, afirmou. O prazo começou a contar desde ontem.

Durante a audiência, Adriano Sarney afirmou não acreditar no governo Dino, e cobrou uma solução mais energética para resolução do problema. “São pessoas que deixaram seus afazeres, que participaram de um concurso, que foram aprovados e fizeram curso de  formação e aperfeiçoamento e agora estão jogadas às traças. O governo é responsável por esse problema”, salientou.

O deputado Wellington do Curso fez pesadas críticas ao governo e disse aos concursados que eles jamais deixarão de ser amparados, de acordo com a lei.  “Podem se passar seis meses, seis anos ou mais, mas vocês serão nomeados e eu estarei ao lado de todos. É uma luta minha. Sei o que é esse sofrimento", disse.

Oposição evita confronto com Portela em escândalo de espionagem
Política

Até o momento, nenhum deputado cobrou explicações sobre as denúncias dos delegados Tiago Bardal e Ney Anderson

Uma semana após novas denúncias de que o secretário de Segurança Pública do Maranhão, delegado Jefferson Portela, teria utilizado a pasta politicamente e de forma ilegal em supostas ordens para arapongagem, nenhum dos três deputados estaduais considerados de oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa subiu à tribuna para cobrar explicações sobre o assunto.

Estranhamente, a mudez de Adriano Sarney (PV), Wellington do Curso (PSDB) e César Pires (PV) têm ocorrido, também, em relação à suposta proteção de Portela a aliados do Palácio dos Leões, em investigações sobre a máfia da agiotagem no estado.

Dino tem aproveitado o silêncio dos opositores no Palácio Manuel Beckman para refletir sobre a situação de Jefferson Portela, que balança no cargo em razão de investigação solicitada formalmente pelo presidente do Poder Judiciário maranhense, desembargador Joaquim Figueiredo, sobre suposta espionagem a desembargadores da corte e ataques a juízes de primeira instância, que teriam sido classificados pelo secretário como “bandidos”.

As denúncias partiram dos delegados de Polícia Civil Tiago Bardal e Ney Anderson Gaspar, ex-chefes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) e do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), respectivamente.

Portela, que se manifestou publicamente apenas após revelado que o presidente do TJ-MA quer a apuração “rigorosa e imparcial” do caso, nega as acusações, e ameaça processar criminalmente os delegados pelas declarações contra ele.

Wellington quer proibir inauguração de obras incompletas no MA
Política

Deputado vai recorrer ao plenário da Alema contra parecer da CCJ que rejeitou projeto de lei de sua autoria

Projeto de lei do deputado Wellington do Curso (PSDB), que proíbe o Poder Executivo estadual de realizar solenidade, cerimônia ou qualquer ato para inauguração de obras públicas incompletas ou que não atendam ao fim a que se destinam, será submetido ao plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Apresentado em março último, a proposta foi rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, no início deste mês, por alegado vício informal de não observação ao princípio da reserva de iniciativa, que é quando determinada competência cabe exclusivamente a outro poder.

Pela rejeição votaram Rafael Leitoa (PDT), relator do projeto na CCJ, e os deputados Fernando Pessoa (SD), Wendell Lages (PMN) e Marco Aurélio (PCdoB). Todos são governistas. Apenas o deputado Adriano Sarney (PV), líder da oposição da Alema, votou pela aprovação da proposta.

A alegação de Leitoa acompanhada pelos demais membros do governo de Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa é que, segundo a Constituição Estadual, somente o chefe do Estado pode propor esse tipo de iniciativa, não cabendo ao Parlamento qualquer ingerência sobre esse tipo de competência/atribuição.

Wellington, porém, justifica que a proposta “visa resguardar o princípio da moralidade da administração pública em desfavor de agentes políticos que fazem uso de estratégias eleitoreiras que visam tão somente a promoção pessoal, sem se preocupar realmente com os interesses e necessidades da população”.

Ontem 8, o tucano apresentou requerimento à Mesa Diretora da Alema, solicitando que o parecer da CCJ contrário ao projeto de lei seja submetido à deliberação do plenário da Casa, em caráter de urgência.

“Nosso objetivo é proibir a inauguração de obras públicas incompletas ou que não atendam às exigências técnicas previstas na legislação vigente. Esse projeto já é lei em outros estados, como Goiás, tendo sido aprovado pela Assembleia de lá. Quanto à constitucionalidade, cumpre destacar que a nossa competência, no Parlamento estadual, é residual, abrangendo, portanto, a matéria aqui tratada. Espero, sinceramente, que os demais deputados votem pela constitucionalidade e em benefício do povo, ao invés de rejeitarem uma proposição somente por questões partidárias”, disse ao ATUAL7.

Wellington e Neto podem se enfrentar com fusão entre PSDB e DEM
Política

Deputados são pré-candidatos a prefeito de São Luís. Partidos estudam união visando 2020 e 2022

Os deputados estaduais Wellington do Curso e Neto Evangelista poderão se enfrentar internamente, em vez de na batalha eleitoral aberta, em caso de concretizada a fusão entre o PSDB e o DEM.

Embora ambos tenham anunciado recentemente, durante ato estadual de seus respectivos partidos, que são pré-candidatos a prefeito de São Luís, o palanque poderá começar a ser montado somente após a convenção nacional dos tucanos, marcada para o final deste mês, quando as conversas entre as legendas serão retomadas.

Ainda embrionária, a fusão entre PSDB e DEM vem sendo debatida abertamente, visando as eleições de 2020 e, principalmente, de 2022, já que as coligações não serão mais permitidas por lei.

Há a possibilidade do PSD também integrar a fusão, formando o maior partido do Brasil.

Wellington tenta abrir caixa-preta da Sinfra de Dino via Crea-MA
Política

Parlamentar busca desde 2017 acesso ao detalhamento de gastos da gestão de Clayton Noleto com a obra do Beira-Rio, em Imperatriz

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) protocolou ofício no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) do Maranhão, nesta quinta-feira 7, solicitando informações sobre registros de obras públicas realizadas pelo governo de Flávio Dino (PCdoB).

De acordo com a assessoria do parlamentar, a solicitação abrange todas as Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs) emitidas de janeiro de 2015 até fevereiro de 2019.

No pedido, Wellington argumenta ser necessário a documentação para esclarecer pontos a respeito de contratos, valores e origem de recursos destinados a diversas obras que, segundo ele, têm sido entregues pelo governo comunista e, dias depois, se deterioram, evidenciando a péssima qualidade do serviço.

“A população não entende o motivo pelo qual se gasta tanto com algo de péssima qualidade. Não é porque a obra é pública que se pode fazer de qualquer jeito. É dinheiro público e isso tem que ser fiscalizado”, justificou

A iniciativa foi tomada em razão do deputado não conseguir obter retorno de pedido feito diretamente à Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), desde 2017, sobre gastos com a obra da Beira-Rio, em Imperatriz.

A obra, segundo levantamento feito por Wellington, foi entregue com atraso de um ano e saltou de R$ 3 milhões orçados para quase R$ 10 milhões gastos. Em 2018, na falta de transparência sobre a origem dos recursos, ele denunciou o suposto superfaturamento ao Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e Ministério Público do Maranhão.

Também com o objetivo de abrir a caixa-preta da Sinfra, há cerca de duas semanas, Wellington ofereceu representação contra o titular da pasta, Clayton Noleto, no Ministério Público Estadual.

No documento, o parlamentar aponta para possível ato de improbidade administrativa de Noleto, em razão de alegada violação ao princípio da publicidade da Administração Pública.

Pedido de informações sobre viaturas locadas por Dino é novamente negado
Política

Votaram contra deputados governistas e até alguns membros da oposição. Requerimento de Wellington do Curso já havia sido indeferido pela Mesa Diretora da Alema

Foi novamente barrado na Assembleia Legislativa do Maranhão o pedido feito pelo deputado Wellington do Curso (PSDB) sobre as viaturas adquiridas e locadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB), entre os anos de 2015 e 2019. Ontem 18, a Mesa Diretora da Casa já havia indeferido o requerimento.

Dos parlamentares presentes da sessão desta terça-feira 19, votaram a favor apenas o autor do pedido e os deputados Adriano Sarney e César Pires, ambos do PV.

Os votos contrários foram dados, estranhamente, até mesmo por integrantes do recém-formado bloco oposicionista, Roberto Costa e Arnaldo Melo, os dois do MDB de José Sarney e da ex-governadora Roseana. Também por Rigo Teles, que é do PV de Adriano.

Dos novatos, seguindo encaminhamento do líder do governo Rafael Leitoa (PDT), se juntou aos demais anilhados ao Palácio dos Leões e novamente votou contra um pedido por transparência da coisa pública o deputado Duarte Júnior (PCdoB), que fez campanha e primeiro discurso prometendo que representaria a nova política no Palácio Manuel Beckman.

Deputados da situação e de oposição se anilharam aos interesses do Palácio dos Leões e negaram acesso aos dados sobre as viaturas adquiridas e locadas pela SSP/MA no governo Flávio Dino

Caso aprovado o pedido de Wellington do Curso, o secretário estadual de Segurança Pública, Jefferson Portela, teria um mês para fornecer informações sobre a quantidade de viaturas compradas e alugadas, com respectivos valores, placas e chassis. Também deveria indicar os órgãos e unidades para onde foram destinados os veículos, inclusividade detalhando para quais municípios.

Transparência barrada

É a segunda vez que um pedido de informações do deputado Wellington do Curso é barrado pela Mesa Diretora e pelo plenário da Alema.

Na semana passada, ele teve indeferido requerimento em que solicitou a relação das 830 unidades que o governo diz ter reformado, construído ou reconstruído pelo programa Escola Digna, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

Todos os novatos presentes na sessão também votaram contra o pedido.

Para o deputado tucano, “a base de Flávio Dino [na Assembleia Legislativa] mudou, mas a falta de transparência ainda é a mesma”.

Governistas barram pedido de informações sobre viaturas alugadas por Flávio Dino
Política

Requerimento de Wellington do Curso foi indeferido pela Mesa Diretora da Alema. Voltaram contra Cleide Coutinho e Pará Figueiredo. Plenário analisará solicitação amanhã

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão barrou, nesta segunda-feira 18, pedido de informações ao secretário estadual da Segurança Pública, Jefferson Portela, sobre as viaturas adquiridas e alugadas pelo governo de Flávio Dino (PCdoB), entre os anos de 2015 e 2019.

Votaram pelo indeferimento Cleide Coutinho (PDT) e Pará Figueiredo (PSL), ambos governistas.

Por meio do requerimento, Wellington tentou acesso à quantidade de viaturas e seus respectivos valores, bem como placas, chassis e órgãos e unidades para onde foram destinadas as viaturas, inclusividade detalhando quais as cidades.

Com a rejeição, ele solicitou que o pedido possa ser apreciado pelo Plenário da Casa, na sessão desta terça-feira 19.

Será mais um teste para os novatos em votação de temas polêmicos, de interesse da população, mas que desagradam o Palácio dos Leões.

Sem transparência

Esta é a segunda vez em que a Mesa da Alema barra pedido de informações públicas ao deputado Wellington do Curso.

A primeira foi na semana passada, a respeito do projeto Escola Digna. Ele pretendia, por meio da Assembleia Legislativa, ter acesso à relação das 830 unidades que o governo comunista diz ter reformado, construído ou reconstruído, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

Após a negativa da Mesa, o tucano apelou para o plenário, mas o pedido foi novamente rejeitado, inclusive com os votos de todos os novatos da Casa que estavam presentes na sessão votando contrários ao acesso à informação.

“A base de Flávio Dino mudou, mas a falta de transparência ainda é a mesma”, lamentou ele.

“Base mudou, mas falta de transparência é a mesma”, lamenta Wellington
Política

Deputado teve requerimento em que solicitava informações sobre o programa Escola Digna indeferido pela Mesa Diretora e pelo plenário da Alema

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) criticou os parlamentares estaduais novatos que, seguindo a determinação do Palácio dos Leões, decidiram indeferir um pedido de informação feito por ele sobre o programa Escola Digna.

No pedido, o tucano requereu, dentre outras informações, a relação das 830 escolas anunciadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) como reformadas, construídas ou reconstruídas, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

“Se realmente reformaram e reconstruíram, por que não enviar a relação?”, questionou.

Com o pedido rejeitado pela Mesa Diretora, o deputado recorreu ao plenário, tendo novamente a solicitação desaprovada. Votaram a favor, além dele próprio, apenas o deputado Adriano Sarney (PV).

Todos os novatos presentes na sessão, inclusive Duarte Júnior (PCdoB), que embora do partido da base do governo havia prometido agir no Parlamento de modo diferente da velha política, votaram contra a aprovação do pedido de informação.

“Mesmo com a mudança no Parlamento, eles indeferem um simples pedido de informação. A base de Flávio Dino mudou, mas a falta de transparência ainda é a mesma”, lamentou Wellington.

O parlamentar disse que, diante da negativa por parte dos governistas, a solicitação será feita por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Em primeiro teste, novatos barram pedido de informação sobre Escola Digna
Política

Até o deputado Duarte Júnior, que prometeu ser diferente no Parlamento estadual, votou contrário à transparência pública do programa

No primeiro teste sobre como atuarão ao longo do mandato diante de temas de interesse da população, mas contrários aos do Palácio dos Leões, todos os deputados novatos da 19ª legislatura, presentes na sessão desta terça-feira 12, votaram contra o pedido de informações sobre o Escola Digna, principal programa da anterior e da atual gestão de Flávio Dino (PCdoB).

O requerimento foi apresentado pelo deputado Wellington do Curso (PSDB), solicitando, dentre outras coisas, a relação das 830 unidades que o governo diz ter reformado, construído ou reconstruído, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

Embora eleitos sob o discurso de independência e de representantes da nova forma de fazer política, todos os parlamentares novatos presentes na sessão se juntaram aos ditos da velha política e, seguindo o encaminhamento do líder do governo, deputado Rafael Leitoa (PDT), mantiveram o indeferimento da Mesa Diretora da Casa. A votação terminou em 33 contrários à solicitação de informação sobre o Escola Digna e apenas dois favoráveis.

Até mesmo o ex-presidente do Procon, Duarte Júnior (PCdoB), que fez forte campanha eleitoral prometendo ser diferente no Parlamento, que afirmou não ter o direito de errar, e que logo na primeira sessão provocou um acalorado debate moralista com o deputado César Pires (PV), foi contrário à transparência pública.

Pelo deferimento, votaram apenas o próprio autor do pedido, Wellington do Curso, além do deputado Adriano Sarney (PV).

Dos novatos, votaram pela manutenção do indeferimento do pedido de informações sobre o programa Escola Digna os deputados Adelmo Soares (PCdoB), Andréa Rezende (DEM), Ciro Neto (PP), Daniella Tema (DEM), Detinha (PR), Duarte Júnior (PCdoB), Felipe dos Pneus (PRTB), Helena Duailibe (SD), Leonardo Sá (PRTB), Márcio Honaiser (PDT), Mical Damasceno (PTB), Pará Figueiredo (PSL), Pastor Cavalcante (PROS), Thaíza Hortegal (PP), Wendell Lages (PMN) e Yglésio Moisés (PDT).

Fernando Pessoa (SD) e Rildo Amaral, também eleitos pela primeira vez para a Alema, estavam ausentes na sessão.

Mesa da Alema indefere pedido de informação sobre Escola Digna
Política

Wellington tenta relação das 830 unidades que governo diz ter reformado, construído ou reconstruído. Requerimento será votado hoje pelo plenário

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão indeferiu, nessa segunda-feira 11, requerimento do deputado Wellington do Curso (PSDB) em que solicitava informações ao Palácio dos Leões sobre o programa Escola Digna, especificamente a relação das 830 unidades que o governo diz ter reformado, construído ou reconstruído, detalhando que tipo de ação foi feita em cada.

O pedido foi negado pelas deputadas Cleide Coutinho (PDT) e Daniella Tema (DEM), 2ª e 4ª secretárias da Mesa, respectivamente.

Por insistência de Wellington, que quer também toda a documentação referente aos processos licitatórios do programa, o requerimento deverá ser analisado, nesta terça-feira 12, pelo plenário.

Será o primeiro teste de posição sobre temas de interesse da população, mas contrários aos Leões, para novatos como Duarte Júnior (PCdoB) e Felipe dos Pneus (PRTB). Embora de partidos da base governista, ambos chegaram à Casa sob o discurso da independência e da nova política.

Wellington vai atuar de forma independente da bancada de oposição
Política

Deputado anunciou que não integrará o bloco formado por deputados do PV e MDB

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) anunciou, durante sessão plenária nesta terça-feira 5, que atuará de forma independente da bancada de oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB).

Segundo o parlamentar, ele permanecerá legislando e fiscalizando a aplicação do dinheiro público pelo Palácio dos Leões, mas não integrará o bloco oposicionista formado, na atual legislatura, por três deputados do PV (Adriano, César Pires e Rigo Teles) e dois do MDB (Roberto Costa e Arnaldo Melo).

“O nosso posicionamento é independente. Estamos em defesa do povo. Votaremos e aprovaremos projetos em defesa do povo, independentemente de ser ou não proposta da base. Não iremos amarrar nosso mandato popular a ninguém. Muito já fizemos e iremos fazer mais”, ressaltou.

Relembrando a atuação durante o primeiro mandato na Casa, quando deixou a base governista e passou a ser oposicionista por não concordar com projetos encaminhados por Dino à Alema e descobrir casos de corrupção no governo, Wellington reafirmou que manterá a responsabilidade e coerência que garantiram sua reeleição.

“Não sou dinista e nem sarneyzista. Meu compromisso não é com Flávio Dino nem com Sarney, mas com o povo do Maranhão. O nosso mandato tem dono: o povo do Maranhão! Tenho independência e coerência política, pois eu só tenho um lado e é ao lado do povo que vou continuar”, disse.

“O trabalho vai continuar”, diz Wellington ao tomar posse
Política

Apesar de fazer oposição a Flávio Dino, parlamentar deve atuar de forma independente na nova legislatura

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) tomou posse, nesta sexta-feira 1º, para exercer o segundo mandato na Assembleia Legislativa do Maranhão. A solenidade ocorreu no plenário do Palácio Manuel Beckman.

Durante a solenidade, o parlamentar agradeceu a Deus e aos eleitores pela oportunidade de continuar representando a população maranhense. Ele prometeu continuar com o mesmo foco de trabalho, em defesa principalmente dos mais carentes.

“Com a graça de Deus e com a confiança do povo esse momento foi possível. Tivemos um primeiro mandato em defesa do povo do Maranhão, priorizando a educação, os servidores públicos, os agentes de segurança pública e a saúde. Priorizando a nossa população, principalmente, a parte mais carente. Muito já fizemos e podemos fazer mais. O trabalho vai continuar”, disse.

Reeleito para o segundo mandato, Wellington do Curso tem 48 anos, nasceu em Teresina, no Piauí. É professor e fundador do Curso Wellington, preparatório para concursos e Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Foi sargento do Exército Brasileiro durante 15 anos. Candidato a deputado federal em 2010 pelo PSL, obteve mais de 23 mil votos. Na primeira eleição, foi eleito pelo PPS, também com mais de 23 mil votos.

Na nova legislatura, embora de oposição ao governo de Flávio Dino (PCdoB), ele deve atuar de forma independente no parlamento.

Governo é alvo de críticas por reduzir teto de despesas na saúde
Política

Medida pode afetar a prestação de serviços em cidades do interior. SES evita informar valor que era repassado anteriormente

A publicação de uma portaria pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) no último dia 30, em vigor desde o início deste mês, que estabelece a redução do teto das despesas da pasta com prestação dos serviços assistências da rede estadual de saúde, tem provocado diversas críticas ao Governo do Maranhão, comandado por Flávio Dino (PCdoB).

De acordo com o documento, o teto, por plantão de 24 horas, para especialidades de ginecologia/obstetrícia, cirurgia geral, clínica médica, anestesiologia, pediatria e ortopedia ficou fixado, para os meses de 31 dias, em R$ 77.500,00 para a capital; e 88.350,00 para o interior. Para os meses de 30 dias, o teto fixado é de R$ 75.000,00 para a capital; e R$ 85.500,00 para o interior. Em relação a fevereiro, o teto será calculado de forma proporcional ao número de dias de serviços prestados. Já as demais especialidades médicas deverão apresentar redução linear de, no mínimo, 10% sobre os valores até então pactuados.

Procurada pelo ATUAL7, desde o fim de semana, para tornar transparente o valor do teto anterior, a SES não retornou o contato.

Médicos reprovam

Por meio das redes sociais, diversos médicos que prestam serviços à rede estadual pública de saúde criticaram Dino e o titular da SES, o advogado Carlos Eduardo Lula.

Segundo o ex-presidente e fundador da Associação dos médicos do Socorrão I e II (AMESS), Érico Cantanhede, com a redução, além da classe médica, a população também deve ser atingida pela medida. Ele conclamou o Conselho Regional de Medicina (CRM) do Maranhão, Sindicato dos Médicos do Maranhão (SINDMED) e Associação Médica Brasileira (AMB), maiores entidades representativas do setor, a se posicionarem contra a redução do teto. “Certamente irá causar prejuízos financeiros para esses profissionais que se deslocam pelas estradas desse estado já tão mal conservadas, sem sinalização, correndo inclusive risco de acidentes e mortes e com o preço do combustível cada vez mais caro, e onde a principal vítima dessa medida será certamente a população que pode inclusive perder alguns serviços que poderão não se manter devido a esse posicionamento da SES”, lamentou.

Até mesmo o coordenador adjunto da Residência Médica de Psiquiatria do Hospital Nina Rodrigues, Hamilton Raposo, entusiasta do governo comunista, mostrou-se contra a portaria da SES. “Estou do seu lado”, disse ele a Érico Cantanhede, sendo elogiado por agir com coerência diante da situação experimentada pela classe, que há cinco anos não tem reajustado os valores dos plantões.

Deputados fazem alerta

A redução do teto das despesas com a prestação dos serviços assistenciais da rede estadual de saúde foi criticada também pelos deputados Adriano Sarney (PV) e Wellington do Curso (PSDB), na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Segundo o tucano, bastaria ao governo diminuir os gastos com publicidade e propaganda, e não com o pagamento de salários para os médicos, para que houvesse recursos para as novas ações e serviços de alta complexidade da rede assistência de saúde. “É de se lamentar que o governador não saiba o que é prioridade, não saiba que para população é melhor que o estado invista na saúde, ao invés de gastar milhões na propaganda, como ele faz”, afirmou Wellington.

Já para o deputado do PV, a falta de incentivo pode levar os profissionais a deixarem de prestar os serviços em cidades do interior maranhense. “Como incentivar médicas e médicos que trabalham de forma precária, em hospitais sem medicamentos, a sair da capital para receber o mesmo valor de plantão em municípios mais afastados? Qual o incentivo que esse médico terá de sair da capital para trabalhar no interior, já que aqui ele ganhará o mesmo valor?”, questionou Adriano.

Wellington volta a cobrar CPI: “Cyrela precisa ser responsabilizada”
Política

Pedido para instalação da comissão já conta com 21 assinaturas, sete a mais do que o necessário. Deputado lamenta o possível engavetamento do caso

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) voltou a cobrar, nessa quarta-feira 31, em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Maranhão, a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar supostos vícios construtivos da empreiteira Cyrela no Maranhão. Ele já havia feito a cobrança em maio último.

Conforme lembrou o parlamentar, o pedido para a abertura de uma CPI sobre o caso foi amplamente discutido em uma demorada audiência pública realizada em março deste ano, com a presença de diversos moradores de condomínios construídos pela construtora.

O deputado lamentou que um requerimento para a instalação da CPI, de autoria do deputado Zé Inácio (PT), que já conta com 21 assinaturas — sete a mais do que o necessário para a instalação —, protocolado na Mesa Diretora da Casa desde a segunda semana de abril último, esteja engavetado.

“A Assembleia Legislativa assumiu um compromisso e, até agora, a CPI ainda sequer saiu do papel, muito embora já tenhamos coletado 21 assinaturas e os blocos já indicaram os seus membros para composição da comissão. Fui o segundo a assinar o pedido de abertura da comissão e tenho insistido com a sua instauração. A Cyrela precisa ser responsabilizada”, disse.

Para a CPI ser instalada, de acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa, é necessário que o pedido seja lido em Plenário e publicado no Diário Oficial da Casa. As investigações, caso ocorra o trâmite, deverão ser iniciadas a partir de denúncias e reclamações de moradores sobre vazamento de gás e irregularidades no sistema elétrico, hidráulico, de revestimento cerâmico e infiltrações nos condomínios Jardim de Toscana e Jardim de Provence, empreendimentos imobiliários da Cyrela localizados no bairro Alto do Calhau; Condomínio Vitória São Luís, no bairro da Forquilha; e o Condomínio Pleno Residencial, que fica no bairro Jaracati.

A concessão de licenças ambiental, de liberação dos projetos de construção e dos ‘habite-se’ para os empreendimentos, e outros documentos emitidos pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), Conselho Regional de Engenharia (CREA) do Maranhão e Prefeitura Municipal de São Luís, além de relatórios de vistoria nos imóveis, também estarão dentre os principais alvos a serem analisados pela eventual comissão parlamentar.

Quando protocolado, o documento que pede a abertura da CPI constava com a assinatura dos deputados Zé Inácio (PT), Wellington do Curso (PSDB), Roberto Costa (MDB), Edson Araújo (PSB), Rogério Cafeteira (DEM), Eduardo Braide (PMN), Bira do Pindaré (PSB), Vinicius Louro (PR), Fábio Braga (SD), Léo Cunha (PSC), Marco Aurélio (PCdoB), Cabo Campos (PEN), Sérgio Vieira (PEN), Júnior Verde (PRB), Francisca Primo (PCdoB), Paulo Neto (PSDC), Valéria Macedo (PDT), Fernando Furtado (PCdoB), Andrea Murad (PRP), Sousa Neto (PRP) e Raimundo Cutrim (PCdoB).

 

“Votos limpos, conscientes e honestos”, diz Wellington sobre reeleição
Política

Deputado foi reeleito vencendo a máquina e hostes do próprio partido. Ele também confirmou a consolidação de seu nome na capital ao ter maior votação do que políticos tradicionais

O deputado estadual Wellington do Curso foi o maior vencedor das eleições para o Assembleia Legislativa do Maranhão. Sem pertencer a qualquer clã político e com uma discreta estrutura de campanha, ele foi reeleito com 24.950 votos para mais quatro anos no Palácio Manuel Beckman após lutar não apenas contra a máquina palaciana, que a todo custo queria lhe apear do mandato, mas contra hostes de seu próprio partido, o PSDB.

No tucanato maranhense, o predileto era o advogado Guilherme Paz, filho da ainda deputada e candidata derrota a vice-governadora, Graça Paz, e do coordenador de campanha de Roberto Rocha ao Palácio dos Leões, o ex-deputado Clodomir Paz.

Apesar de não ter alcançado uma votação expressiva, Wellington confirmou a consolidação de seu nome em São Luís, onde disputou a prefeitura em 2016 e poderá disputar novamente em 2020, sendo o segundo mais votado pelo eleitorado da capital, com 17.328 votos. Wellington, inclusive, mostrou maior robustez eleitoral do que diversos políticos tradicionais e de fortes feudos eleitorais espalhados pela cidade, que também foram eleitos, mas com menos votos que ele junto aos ludovicenses, a exemplo de Helena Duailibe (SD), Edivaldo Holanda (PTC), Neto Evangelista (DEM) e Roberto Costa (MDB).

Nas redes sociais, ele agradeceu o reconhecimento de sua luta no Parlamento estadual, destacando que fez uma campanha limpa, sem os recursos da máquina pública estadual e municipal.

“Tivemos uma campanha limpa, sem dinheiro de secretaria ou de Governo e Prefeitura! O nosso apoio foi de cada trabalhador, professor, militar, estudante, servidor público, concurseiro, pequeno empresário... O nosso apoio foi por parte dos maranhenses! É assim que seguiremos: de forma limpa! O nosso mandato, mais uma vez, foi conquistado com votos limpos, conscientes e honestos”, declarou.