Neto Evangelista
Por sobrevivência, clã Sarney se divide entre Braide e Neto em São Luís
Política

Candidatos do Podemos e do DEM ao Palácio de La Ravardière contam com apoio de Fernando e Roseana Sarney, respectivamente. PV e MDB, partidos da família, estão incluídos na estratégia

Com a maioria dos membros históricos cooptados pelo governador Flávio Dino (PCdoB) desde as eleições de 2014, o que restou do clã Sarney no Maranhão busca sobrevivência empresarial e política, incluindo volta à vida pública em 2022, por meio do pleito municipal deste ano.

Para isso, se dividiu na capital entre dois candidatos ao Palácio de La Ravardière: Eduardo Braide (Podemos) e Neto Evangelista (DEM).

O primeiro, Braide, tem o apoio de Fernando Sarney, que comanda o Sistema Mirante, conglomerado de comunicação da família, além do apoio direto do PV, de Adriano e Zequinha Sarney. O segundo, Neto, é apoiado por Roseana Sarney, também dona da Mirante, e pelo MDB, do próprio ex-senador José Sarney e da ex-governadora.

Longe de ser um racha, a divisão é estratégica.

Em São Luís, Wellington declara apoio a Neto Evangelista
Política

Segundo ele, posicionamento crítico à gestão Edivaldo Júnior e Flávio Dino permanecerá o mesmo

O deputado Wellington do Curso (PSDB), retirado da disputa pela prefeitura de São Luís por imposição da cúpula familiar do próprio partido, declarou apoio ao candidato do DEM ao Palácio de La Ravardière, Neto Evangelista. O anúncio foi feita nesta quinta-feira 15.

Segundo ele, embora Neto seja apadrinhado pelo PDT, do senador Weverton Rocha, que há mais de 30 anos está no Executivo municipal, não há incoerência na decisão, pois o apoio ao democrata se deu pelas suas propostas de governo.

Ainda de acordo com Wellington, apesar de Neto Evangelista ter o PDT na vice e fazer parte da base governista na Assembleia Legislativa, seu posicionamento crítico à gestão Edivaldo Holanda Júnior e a Flávio Dino (PCdoB) permanecerá o mesmo.

VLT é vidraça de Neto Evangelista em sua segunda campanha à prefeitura de São Luís
Política

Então candidato a vice de João Castelo em 2012, deputado garantiu que projeto já estava 90% pago. Atualmente com o PDT, ele deixou de cobrar a implantação do meio de transporte

Além do desgaste do PDT, partido enraizado há 31 anos na Prefeitura de São Luís e que busca mais 4 anos de poder nas eleições deste ano, em sua segunda tentativa de chegar ao Palácio de La Ravardière, o candidato Neto Evangelista (DEM) terá de se explicar ao eleitor sobre o VLT (Veiculo Leve sob Trilhos), uma das maiores promessas eleitoreiras conhecidas na capital.

A proposta foi feita por João Castelo (falecido em 2016), e seu então vice na chapa de reeleição, Neto Evangelista, às vésperas das eleições de 2012. À época, ambos eram do PSDB, atualmente fechado com o candidato Eduardo Braide (Podemos).

Consumindo mais de 7,8 milhões dos cofres públicos, segundo a promessa de Castelo e Neto, o VLT entraria em operação em dezembro daquele ano, como solução de transporte público na capital. Inicialmente, sairia da Praia Grande, na Avenida Beira-Mar, e se estenderia até o aeroporto de São Luís, no Tirirical. Uma segunda linha teria como destino a área Itaqui-Bacanga, e outras linhas seriam criadas posteriormente.

O veículo, porém, fez apenas uma única viagem, um passeio de 800 metros —do qual participaram políticos, secretários municipais e alguns jornalistas—, até onde ia os poucos dormentes dos trilhos que chegaram a ser colocados: do Terminal da Integração da Praia Grande até as proximidades do Mercado do Peixe. Após permanecer por cerca de dois anos parado no terminal, se deteriorando e alvo de vândalos, a sucata foi desmontada e guardada em um galpão alugado da empresa Transnordestina Logística S.A, no Tirirical, ao custo do contribuinte.

Na Assembleia Legislativa, após ser derrotado nas urnas por Edivaldo Holanda Júnior (PDT), por diversas vezes, Neto Evangelista usou a tribuna para garantir que havia projeto técnico, previsão orçamentária para implantação e que o VLT já estava 90% pago.

“Esta obra é de fundamental importância, de relevância inquestionável para a mobilidade urbana de uma cidade de mais de um milhão de habitantes”, declarou Neto Evangelista à época.

Com o passar do tempo, aliou-se a Edivaldo e as cobranças foram deixadas de lado. Atualmente, com o PDT na vice de sua chapa, a vidraça VLT é ainda maior, mais sensível e bem mais fácil de ser atingida pelos adversários.

No Portal da Transparência da Prefeitura de São Luís, segundo constatou o ATUAL7 em consulta feita às 13h30min desta segunda-feira 5, todos os dados sobre os valores repassados para a Transnordestina Logística pela guarda dos vagões, bem como os relacionados à compra junto à empresa Bom Sinal Indústria e Comércio Ltda, foram ocultados. Também não há qualquer informação sobre a compra do VLT nem da concessão do galpão no Sacop (Sistema de Acompanhamento Eletrônico de Contratação Pública) do TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Maranhão.

Com apoio de Lula, Rubens Júnior ganha força e empata tecnicamente com Duarte e Neto
Política

Apoio de partidos de adversários a Jair Bolsonaro tende a favorecer candidato do PCdoB na disputa pela prefeitura São Luís, segundo dados da Econométrica

O apoio do ex-presidente Lula (PT) ao deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB) tende a provocar uma mudança no cenário da disputa pela prefeitura de São Luís. Antes da adesão expressa do petista, Rubens Júnior patinava entre os últimos colocados em todas as pesquisas de intenção de votos, quase sempre registrando a preferência de apenas 1% do eleitorado ludovicense.

Segundo levantamento do Econométrica, divulgado pela TV Guará nessa quarta-feira 30, porém, ele aparece com 6% em intenção de votos, figurando na quarta posição da pesquisa estimulada. Antes dele, aparecem os deputados estaduais Duarte Júnior (Republicanos, 10,8%) e Neto Evangelista (DEM, 10,6%). O primeiro colocado, isolado, é o deputado federal Eduardo Braide (Podemos), com 47,3%.

Pela margem de erro, de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, Rubens está tecnicamente empatado com Duarte e Neto.

Como a pesquisa foi realizada antes da campanha eleitoral ser oficialmente liberada, agora com o candidato nas ruas em busca de votos, a tendência é de escalada de Rubens Júnior. Indiretamente, ele também tem o apoio do governador Flávio Dino (PCdoB), que evita declarar o voto expresso do afilhado para não contrariar seguidores de sua gestão.

Na capital, segundo a pesquisa Econométrica, Dino tem 70,1% de aprovação, o que favorece o candidato do PCdoB à prefeitura de São Luís. Já o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) registrou 51,1% de desaprovação.

Em Brasília, enquanto o PCdoB e o PT fazem oposição a Bolsonaro, os partidos de Eduardo Braide, Neto Evangelista e Duarte Júnior são aliados e votam de acordo com as pautas do governo.

O Econométrica entrevistou 1 mil pessoas, em 44 bairros de São Luís, entre os dias 20 e 22 de setembro de 2020. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número MA-06272/2020, e tem 95% de nível de confiança.

Neto Evangelista inicia campanha descumprido medidas de prevenção à Covid-19
Política

Segundo recomendações conjuntas do Ministério Público e MP Eleitoral, candidato deve ser alvo de inquérito policial, além de ações penais e cíveis, por colocar em risco a saúde pública

Embora a pandemia não tenha terminado nem exista vacina para a Covid-19, o candidato a prefeito de São Luís pela coligação composta pelos partidos DEM / PDT / MDB / PTB / PSL, Neto Evangelista, iniciou a campanha eleitoral, oficialmente liberada desde esse domingo 27, ignorando normas sanitárias de prevenção e combate ao novo coronavírus.

Segundo fotos e vídeos divulgados nas redes sociais pelo próprio democrata e políticos aliados, ele deu o pontapé inicial com uma caminhada no bairro São Francisco. No local, distribuiu abraços e apertos de mãos, beijou crianças, descumpriu o distanciamento seguro de 1,5 metro e retirou a máscara para, aos berros, discursar.

Embora crítico das irresponsabilidades do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante a pandemia por estimular aglomerações, e até tenha publicado nas redes sociais que esteve de luto pelas mortes no país provocadas pela Covid-19, o senador Weverton Rocha (PDT), padrinho da candidatura de Neto ao Palácio de La Ravardière, participou da aglomeração no São Francisco.

Desde o início da pandemia, apesar do lockdown (isolamento social mais rígido) decretado em maio pelo governador Flávio Dino (PCdoB) por determinação da Justiça, 20.794 pessoas foram diagnosticadas com Covid-19 em São Luís e 1.236 morreram em decorrência da doença.

Segundo recomendações conjuntas expedidas pelo Ministério Público e Ministério Público Eleitoral no Maranhão, candidatos da capital e demais municípios maranhenses devem se abster de realizar caminhadas, assim como comícios e confraternizações, por ocasionarem aglomeração de pessoas.

Os documentos foram assinados pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo Nicolau, e pelo procurador-regional Eleitoral, Juraci Guimarães Júnior, na última sexta-feira 22, com o objetivo de garantir cumprimento às medidas de controle da disseminação do novo coronavírus durante o período de campanha eleitoral, conforme recomendações estabelecidas em parecer técnico da Vigilância Sanitária do Maranhão, emitido no último dia 18.

Candidatos que colocarem em risco a saúde pública, como fez Neto Evangelista, serão alvos de inquéritos policiais, ações penais e cíveis, incluindo por danos morais coletivos. A atuação e repressão ao desrespeito com a saúde da população em meio à pandemia, segundo as recomendações, devem ser feitas pelos promotores das áreas eleitoral e de saúde.

Neto confirma PDT na vice; partido está há 31 anos na Prefeitura de São Luís
Política

Domínio do PDT sobre o Palácio de La Ravardière teve início em 1989, com Jackson Lago. Pedetistas encabeçaram ou integraram todas as gestões desde então

O deputado estadual e pré-candidato do DEM a prefeito de São Luís, Neto Evangelista, confirmou o PDT como dono da vice em sua chapa. O anúncio foi feito nesta quinta-feira 10. A indicada pelo senador Weverton Rocha (MA) é a militante pedetista Luzimar Lopes Correa. “Vamos andar em cada canto dessa cidade. O melhor para essa cidade é ter alguém que sabe na pele as necessidades da comunidade” destacou ela, durante o evento.

Apontada como histórica do partido, Nêga do Coroadinho, como é conhecida Luzimar, fala com propriedade sobre a ausência do poder público em São Luís e, pela filiação partidária, pode até ser reconhecida no pleito de 2020 como legítima representante da tentativa de ininterrupção da carência de uma gestão eficiente, eficaz e efetiva na vida do ludovicense.

Levantamento do ATUAL7 em dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aponta que o PDT está há exatos 31 anos na Prefeitura de São Luís, como cabeça ou integrante, inclusive na vice, de todas as gestões no La Ravardière desde a redemocratização do Brasil.

O domínio pedetista teve início com Jackson Lago, já falecido, na gestão de 1989 a 1992, depois continuou com Conceição Andrade (1993 a 1996), Jackson Lago novamente (1997–2000; 2001-2002) e Tadeu Palácio (2002 a 2008). Essa hegemonia foi quase interrompida com a gestão do PSDB de João Castelo, de 2009 a 2012. Entretanto, o tucano, também já falecido, contou com o apoio de Jackson Lago no segundo turno das eleições daquele ano, o que garantiu ao PDT a permanência de dezenas de milhares de comissionados na administração municipal. O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (2013–2016; 2017- 2020), embora não apoie publicamente Neto Evangelista por uma questão pessoal, atualmente é do PDT e permite o uso da estrutura da prefeitura em prol da eleição do democrata.

É o enraizamento do PDT na estrutura administrativa da prefeitura, custeada com recursos públicos, que explica o poder de fogo da militância do partido na capital, que agora deve sair oficialmente às ruas para permanecer no poder, com Neto Evangelista.

Ao contrário de todas as outras disputas, porém, o PDT estará oficialmente ladeado, pela primeira vez, do MDB de Sarney e Roseana, a quem dizia combater e, sob esse discurso, vem conseguindo incutir na cabeça e coração do eleitorado, durante as três últimas décadas, o insidioso apelido de Ilha Rebelde para São Luís. A capital merece mais quatro anos de tal rebeldia?

Se optar por coerência, Wellington deve evitar apoio a Braide, Duarte, Neto e Rubens
Política

Movimentos do deputado estadual ao longo da vida pública impedem acordo com os quatro pré-candidatos a prefeito de São Luís

Arrancado do pleito municipal de 2020, o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) fez movimentos ao longo da vida pública que o impedem, se desta vez priorizar pela coerência política, de declarar apoio a pelo menos quatro pré-candidatos a prefeito de São Luís.

Caso Wellington não repita o erro confesso de 2016, o principal rejeitado seria o deputado federal Eduardo Braide (Pode), por motivos expostos demasiadamente pelo próprio tucano nos últimos dias, inclusive na tribuna do Palácio Manuel Beckman: traição. Segundo Wellington, Braide teria se unido ao senador Roberto Rocha (MA) para tirá-lo da corrida eleitoral. Como resposta, ele tem trabalhado contra a eleição do apadrinhado pelo presidente do PSDB do Maranhão. Retroceder desse posicionamento, portanto, além de desconforme, seria suicídio político.

Apesar da promessa de quitação de dívidas financeiras atualmente com diversos credores para passar a dever apenas Josimar Maranhãozinho, qualquer cogitação de apoio ao deputado Duarte Júnior (Republicanos) também atropelaria o discurso e histórico de luta de Wellington. Por representação formulada pelo deputado do PSDB, o gabinete do ex-presidente do Procon é alvo de investigação na Polícia Federal, desde 2018. Em março, Wellington cobrou explicações de Duarte sobre documentos que apontam para possível participação de um funcionário de seu gabinete em suposta milícia virtual. Á época, Duarte Júnior deixou o plenário da Alema durante as cobranças, até hoje não esclarecidas. Eventual apoio seria um caso peculiar de Síndrome de Estocolmo. Pesa ainda as diversas suspeitas de corrupção contra Josimar, a quem Wellington teria de também passar a declarar ter “orgulho”.

Eventual priorização pela coerência também impediria Wellington do Curso de fechar com o deputado estadual Neto Evangelista. Embora pré-candidato do DEM, Neto tem como patrono o PDT e o senador Weverton Rocha, a quem, na campanha de 2016, quando terminou em terceiro lugar, Wellington combateu fervorosamente —e permaneceu enfrentando, mesmo após as eleições daquele ano. Para apoiar Neto, Wellington teria de sofrer ou fingir amnésia eleitoral, e passar a defender a continuação da gestão do PDT na capital.

Por fim, mas não menos incoerente, qualquer declaração de apoio a Rubens Júnior seria o mesmo que Wellington do Curso desmentir tudo o que declarou ao longo dos dois mandatos de deputado estadual na Assembleia Legislativa, como principal opositor e fiscalizador do governo do PCdoB e de Flávio Dino no Maranhão.

Vale lembrar que, em 2016, Wellington não agiu com coerência, segundo ele próprio tem confessado em entrevistas recentes. Embora tenha apontado o suposto envolvimento de Eduardo Braide em casos de corrupção com a chamada Máfia de Anajatuba durante o debate eleitoral, no segundo turno, o tucano fechou com o hoje alegado algoz, e passou a declarar que o suposto envolvimento e investigação contra Braide pela Polícia Federal seriam ataques do Palácio dos Leões.

Gasto de Neto com redes sociais é quase a soma do investimento de outros pré-candidatos
Política

Levantamento é da agência de conteúdo Palavra Digital. Maior gasto com um único anúncio é de Duarte Júnior, R$ 9 mil

Pré-candidato a prefeito de São Luís pelo DEM, o deputado estadual Neto Evangelista gastou com anúncio em redes sociais, entre 4 de agosto e 3 de setembro, quase a soma do investimento de todos os outros pré-candidatos ao pleito.

A informação foi divulgada neste domingo 6, pelo jornalista Itevaldo Júnior, da agência de conteúdo Palavra Digital, referente ao Facebook e Instagram.

De acordo com os dados, no período do levantamento, apenas o democrata investiu R$ 34.018 nas duas redes sociais.

Em seguida vem Rubens Pereira Júnior (PCdoB, R$ 15.251), Duarte Júnior (Republicanos, R$ 11.553), Eduardo Braide (Podemos, R$ 6.475), Adriano Sarney (PV, R$ 1.680) e Yglésio Moysés (PROS, R$ 538).

O levantamento mostra ainda que Carlos Madeira (SD) anunciou menos de R$ 100 em um único anúncio, e que os pré-candidatos Franklin Douglas (PSOL), Jeisael Marx (Rede) e Hertz Dias (PSTU) não anunciaram.

Em relação a gasto de valor mais alto em um único anúncio, Duarte Júnior lidera, com R$ 9 mil.

“Nos últimos 30 dias, vimos os pré-candidatos dando início aos seus investimentos em ads, alguns com mais robustez, outros sem qualquer investimento”, ressalta Itevaldo.

A Palavra Digital vem monitorando os movimentos e estratégias dos pré-candidatos à Prefeitura de São Luís nas diferentes redes sociais desde janeiro.

Pedetistas minimizam críticas de Neto à gestão do PDT em São Luís: ‘Democracia’
Política

Atualmente no comando da prefeitura com Edivaldo Júnior, partido pretende continuar no poder por meio da vice na chapa do pré-candidato do DEM

Na tentativa de contornar o mal-estar provocado pelas declarações do deputado Neto Evangelista (DEM), os presidentes estadual e municipal do PDT, respectivamente, senador Weverton Rocha e vereador Raimundo Penha, defenderam o direito do democrata de criticar a gestão pedetista na Prefeitura de São Luís.

“Nossa avaliação da Prova Brasil está 10 anos atrasada em relação ao país inteiro, e é também por isso que a educação é uma das prioridades do nosso plano de governo”, disse Neto em publicação no Twitter, na última sexta-feira 28, em simulação de independência política no pleito.

Para os caciques pedetistas, embora o PDT apadrinhe o pré-candidato do DEM na disputa pelo Palácio de La Ravardière, é da “democracia” e “natural” que a má gestão do partido em São Luís, atualmente sob Edivaldo Holanda Júnior, seja criticada.

“Somos de partidos diferentes e nem sempre pensamos do mesmo modo. O importante é que estamos todos unidos na mesma causa, que é buscar o melhor para São Luís. E o prefeito Edivaldo Holanda Junior tem feito um ótimo trabalho na cidade”, disse Weverton ao ATUAL7, em declaração contradizente.

“Desde quando crítica é sinônimo de intolerância ou afastamento ? Quem não souber conviver com elas, está no ramo errado! Viva a Democracia!”, respondeu novamente o senador, ao ser questionado sobre concordar ou não com as declarações negativas de Neto sobre a qualidade do ensino na rede pública municipal da capital.

Raimundo Penha, que antes rebatia prontamente qualquer crítica do democrata contra a gestão do PDT ou Edivaldo Júnior, também botou panos quentes na situação.

Ao ATUAL7, disse que, devido ao cumprimento de agenda em bairros de São Luís, ainda não havia tido “tempo de chegar” os dados apresentados por Neto Evangelista a respeito da Prova Brasil, e ainda que ele próprio também faz críticas e cobranças à gestão municipal.

“Acho natural. É da democracia. Estamos debatendo o futuro de São Luís e é normal avaliar dados. E sobre educação, eu mesmo, que sou vice-líder do governo na Câmara tenho feito várias cobranças ao secretário da educação que a meu ver tem deixado muito a desejar”, disse, corroborando com a fala de Neto Evangelista contra a administração municipal da capital.

Já Ivaldo Rodrigues, apontado como possível vice na chapa de Neto Evangelista, negou a indicação, e evitou falar sobre as críticas à gestão do PDT em São Luís.

“Estou na Zona Rural em atividades, não sei do que se trata e não tenho autorização de falar em nome do partido”, respondeu.

Prefeito de São Luís e fialiado ao PDT, Edivaldo Holanda Júnior ainda não se manifestou publicamente sobre as críticas.

Neto Evangelista simula independência e ataca gestão do PDT em São Luís
Política

Partido de Weverton Rocha é o principal fiador da pré-candidatura do democrata a prefeito da capital. Ele ainda demonstrou desconhecimento sobre exame aplicado pelo MEC

Em uma confusa dissimulação de independência política no pleito deste ano, o deputado estadual Neto Evangelista, pré-candidato a prefeito de São Luís pelo DEM, atacou a gestão da Prefeitura de São Luís pela, segundo ele, baixa qualidade do ensino oferecido na rede pública municipal.

“Nossa avaliação da Prova Brasil está 10 anos atrasada em relação ao país inteiro, e é também por isso que a educação é uma das prioridades do nosso plano de governo”, disse Evangelista em publicação no Twitter, na última sexta-feira 28.

Apesar de não citar nomes, a declaração eleitoral do democrata atinge em cheio o PDT, partido do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e hoje, sob articulação do senador Weverton Rocha, condutor de sua pré-candidatura ao Palácio de La Ravardière.

Além do ataque contra o principal aliado —que, inclusive, tende a indicar o vereador Ivaldo Rodrigues (PDT) como companheiro de chapa, na vice—, Neto Evangelista mostrou ignorância sobre o assunto que diz ser prioridade em seu plano de governo.

Exame que avalia o conhecimento em língua portuguesa e matemática dos alunos do 5º e do 9º anos (antigas 4ª e 8ª séries) do Ensino Fundamental, por meio de um prova padronizada aplicada pelo MEC (Ministério da Educação), a Prova Brasil mudou de nome para Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) desde 2018.

Aparentemente, com a citação ao nome anterior, o pré-candidato do DEM sequer sabia dessa simples informação.

Conta da Prefeitura de São Luís é usada para promover Neto Evangelista
Política

AddPress, braço da agência Enter Propaganda, que presta serviços para a gestão Edivaldo Júnior, está cuidando da pré-candidatura do democrata nas redes sociais

A conta da Prefeitura de São Luís no Giphy, plataforma de imagens e vídeos curtos do Facebook, mas que serve também para outras redes sociais, está sendo usada para promover o deputado estadual Neto Evangelista, pré-candidato a prefeito da capital pelo DEM.

Desde esse domingo 23, usuários podem compartilhar GIFs como “Amo São Luís!” acompanhados da hashtag “Tô com Neto”, da biblioteca “São Luís DEM Sticker”, vinculada à conta “prefeiturasaoluis”.

Apesar do link para o usuário estar desativado —provavelmente devido ao período eleitoral—, o que dificulta acesso à biblioteca completa de imagens e vídeos, pesquisa feita pelo ATUAL7 no Giphy conseguiu encontrar um GIF da mesma conta, com o logotipo da Prefeitura de São Luís, com diversas imagens sobre obras do Largo do Carmo, Praça da Misericórdia e Praça da Saudade, todas promovidas pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

A dona da conta de publicidade da Prefeitura de São Luís, sob o pedetista, é a Enter Propaganda e Marketing, do publicitário Evilson Almeida.

Por coincidência, a AddPress Comunicação Social, braço da agência, é quem cuida da pré-candidatura de Neto Evangelista nas redes sociais, inclusive com patrocínio de publicações da página do democrata no Facebook.

Aliados de Neto Evangelista erram ao comparar pesquisas de institutos diferentes
Política

Levantamentos não podem ser comparados porque têm metodologias, tamanhos de amostras, questionários e até margem de erro distintas

Para tentar massificar que a preferência do eleitorado da capital pela pré-candidatura de Neto Evangelista (DEM) a prefeito de São Luís estaria crescendo, e a de Eduardo Braide (PODE) caindo, aliados do democrata tem feito comparações entre pesquisas de diferentes institutos. A leitura dos dados, porém, é equivocada, e induz o eleitor da capital ao erro.

Segundo checagem do ATUAL7 nas pesquisas das eleições 2020 registradas no sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e já divulgadas, há diversas disparidades que impossibilitam qualquer comparativo que possa se levar em consideração.

O primeiro levantamento do pleito deste ano, por exemplo, do Datailha, foi realizado entre os dias 29 e 31 de janeiro, mediante amostragem polietápico por área (Multistage Área Sampling), em 40 bairros da cidade, com 980 eleitores. Sob o número MA-01492/2020, com margem de erro de 3,3%, diversos cenários estimulados foram incluídos na sondagem, até mesmo com nomes de quem nunca se colocou para a corrida, como Márcio Jerry (PCdoB), Roseana Sarney (MDB), Antônio Araújo (PCdoB) e Jefferson Portela (PCdoB).

Cinco meses depois, entre os dias 29 de junho e 2 de julho, o instituto Prever ouviu 1.006 eleitores, com margem de erro de 3%, em entrevistas pessoais e domiciliares em 68 bairros. Na pesquisa estimulada MA-04571/2020, foram incluídos nomes que, à época, ainda insinuaram que estariam na disputa, como Honorato Fernandes (PT) e Silvio Antônio (PSL).

Entre os dias 13 e 15 de julho, o Datailha voltou a realizar nova sondagem, porém, a pesquisa MA-00027/2020 ouviu 1.014 eleitores, em 41 bairros, ainda que novamente sob o método de amostragem polietápico por área. Diferentemente da anterior, desta vez, a margem de erro foi de 3% e, sem qualquer explicação pública, o Datailha não incluiu nas entrevistas nomes já confirmados na eleição municipal, a exemplo de Detinha (PL) e Franklin Douglas (PSOL).

Além disso, houve uma manipulação descarada em favor do pré-candidato Rubens Pereira Júnior, apontado falsamente no levantamento como apoiado pelo ex-presidente Lula (PT).

Também realizada em julho, com margem de erro de 3%, a JPesquisa MA-02519/2020 ouviu 1.000 eleitores entre os dias 21 e 24 daquele mês, pelo método PPT (probabilidade proporcional ao tamanho), sem divulgação de quais bairros foram abrangidos pelo levantamento. Quase dez nomes incluídos nas pesquisas do Datailha e Prever não foram incluídos na sondagem.

Já o Ibope, divulgado nessa segunda-feira 10, sob o número MA-05532/2020, entrevistou 602 pessoas entre os dias 30 de julho e 5 de agosto, também pelo método PPT, em 86 setores de fluxo em São Luís. Porém, além da margem de erro ser de 4%, a única entrevista estimulada também não apresentou nomes incluídos em levantamento de outros institutos.

Como se percebe, as pesquisas de institutos diferentes não podem ser comparadas porque foram realizadas com metodologias, tamanhos de amostras, questionários e até margem de erro distintas.

PDT vai com Neto Evangelista em São Luís; Edivaldo com Rubens Júnior
Política

Apoio ao democrata foi anunciado pelo presidente da Câmara de Vereadores, Osmar Filho, que retirou a pré-candidatura

O PDT decidiu fechar com a pré-candidatura do deputado estadual Neto Evangelista (DEM) para a Prefeitura de São Luís no pleito deste ano. O apoio foi confirmado pelo presidente da Câmara Municipal da capital, vereador Osmar Filho (PDT), nessa segunda-feira 15, em anúncio sobre a retirada de seu nome da disputa.

“Abri mão em favor dele”, afirmou Osmar Filho, ao programa Ponto & Vírgula, da Difusora AM.

Apesar da decisão final do partido, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) vai seguir outro rumo. Totalmente submisso ao governador Flávio Dino (PCdoB), ele está anilhado com a pré-candidatura de Rubens Pereira Júnior (PCdoB).

Com a traição ao partido e ao senador Weverton Rocha, presidente do PDT no Maranhão e principal fiador de sua reeleição para o Palácio de La Ravardière, Edivaldo tenta garantir a vaga de vice-governador em 2022, sob a benção de Dino, na chapa encabeçada por Carlos Brandão (Republicanos).

Sem citar nomes, Duarte faz críticas que atingem Rubens Júnior e Neto Evangelista
Política

Alegando estar sendo alvo de ataques, pré-candidato a prefeito de São Luís tem usado redes sociais para publicações contra o filhotismo na política

O deputado estadual e pré-candidato a prefeito de São Luís, Duarte Júnior (Republicanos), desde a semana passada, tem usado as redes sociais para, sem citar nomes, fazer críticas ao chamado filhotismo, política patrimonialista culturalmente instalada no Maranhão, onde filhos e demais parentes herdam mandatos como coisas de família.

Segundo publicou no último dia 21, sob a alegação de que estaria sendo alvo de ataques, “os filhotes do poder estão desesperados”, pois eventual vitória dele nas urnas em outubro “representa o fim desse sistema corrupto e ineficiente”. Quatro dias depois, na terça-feira 25, questionou seus seguidores: “Vocês já observaram como na história da nossa cidade a ampla maioria dos políticos possuem uma linhagem política? Geralmente são filhos, netos, sobrinhos…”, diz a publicação.

Procurado pelo ATUAL7, por e-mail enviado ao seu contato pessoal e de sua assessoria, Duarte Júnior não retornou informando quem seriam os tais “filhotes do poder” e nem quem são os políticos que “possuem uma linhagem política”.

Embora as críticas alcancem o deputado federal Eduardo Braide (Pode), um dos pré-candidatos da oposição e líder de todas pesquisas de intenções de votos, as declarações de Duarte Júnior atingem também, em cheio, pelo menos dois nomes da base de Flávio Dino (PCdoB) na disputa: o deputado federal licenciado e secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), e o deputado estadual Neto Evangelista (DEM).

Os três postulantes ao Palácio de La Ravardière chegaram ao poder por força e articulação de seus respectivos genitores.

Braide, no caso, é filho do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Carlos Braide, que também já o presenteou com a presidência da Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão) e com o comando da Semop (Secretaria Municipal Extraordinária de Orçamento Participativo) na gestão de João Castelo na capital. Já Rubens Júnior é filho do ex-deputado estadual Rubens Pereira, o Rubão; e Neto Evangelista é filho do também ex-presidente da Alema, João Evangelista, já falecido.

Também procurados, para se posicionarem sobre as críticas ao filhotismo, e se acreditavam que Duarte Júnior se referia de forma velada a eles, Rubens Júnior e Eduardo Braide não retornam o contato. Apenas Neto Evangelista respondeu: “Sugiro perguntar a ele”, disse.

Apesar das fortes críticas feitas nas redes sociais, e de não ter entrado na política por influência do pai biológico, Hildélis Duarte, o pré-candidato a prefeito de São Luís pelo Republicanos possui o pedigree do apadrinhamento, tão tradicional quanto o filhotismo. Atualmente, é afilhado político de quem manda e desmanda no Palácio dos Leões e entorno daquele Poder: o governador Flávio Dino e o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos).

Ações na Justiça contra Duarte e Rubens Júnior podem favorecer Neto Evangelista
Política

Dos três principais postulantes pela unção de Flávio Dino na disputa pela prefeitura da capital, apenas o democrata não é alvo de processo no TJ ou TRE

O avanço das investigações contra o secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior, e contra o deputado estadual Duarte Júnior, ambos do PCdoB, criaram um ambiente favorável ao nome do também deputado estadual Neto Evangelista (DEM) na disputa pela prefeitura de São Luís, como candidato oficial do governador Flávio Dino (PCdoB).

Conforme publicou o ATUAL7 na semana passada, Rubens Júnior virou réu numa ação civil pública por ato de improbidade administrativa. Segundo o Ministério Público do Maranhão, autor da ação aceita pela Justiça estadual, ele praticou nepotismo cruzado com o ex-presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado), conselheiro Edmar Serra Cutrim, por cerca de seis anos, supostamente lesando os cofres públicos por meio da irregularidade apontada.

Já Duarte Júnior, alvo de Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão sob acusação de abuso de autoridade e de poder, sofreu baixa ao ter negado pelo desembargador Tyrone Silva, relator do caso na Justiça Eleitoral, solicitação de perícia em imagens e vídeos que servem de fundamentação para a representação do MPE (Ministério Público Eleitoral) que pede a cassação de seu diploma de parlamentar eleito.

Em ambos os casos, em eventual condenação e transitado em julgado, pela Lei da Ficha Limpa, eles não poderão concorrer nas eleições do ano que vem e nem disputar qualquer outro cargo público pelos próximos oito anos. Além disso, enquanto não julgados, enfrentarão o fantasma da perda da função pública e dos direitos políticos.

Embora no grupo de Flávio Dino existam outros oito postulantes à unção do comunista, segundo anunciaram todas as pesquisas de intenção de votos já divulgadas, Neto Evangelista tem maiores chances de ser o escolhido pelo governador.

Além da boa colocação nas sondagens, provavelmente em razão de seu cacife político e potencial eleitoral estarem diretamente relacionados com São Luís, o democrata é o único, até o momento, que tem a garantia do próprio partido para disputar a sucessão do pedetista Edivaldo Holanda Júnior.

Conta também, inclusive, com a simpatia do presidente do próprio PDT no Maranhão, senador Weverton Rocha.

Durante a convenção estadual do DEM em abril último, ciente da opinião dominante sobre o peso e preparo de Neto Evangelista para encarar o, até então, favoritismo do deputado federal Eduardo Braide (PMN) na disputa, o governador Flávio Dino fez questão de reconhecer a trajetória política e experiência administrativa do democrata, que comandou a Secid no primeiro mandato do comunista à frente do Palácio dos Leões.

“Você jamais me terá contra você, em nenhum projeto, em nenhum pleito. Você sempre terá minha palavra de apoio e de incentivo”, declarou Dino, enfático, já apontando quem poderá ser seu candidato a prefeito da capital nas eleições de 2020.

Grupo de Flávio Dino tem 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís
Política

Apenas PCdoB e PDT têm três nomes, cada. Apesar de permitir que aliados tentem se viabilizar, governador já tem seu ungido para disputa

Entre nomes do alto e do baixo clero, o grupo comandado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) possui, atualmente, ao menos 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís para as eleições de 2020, segundo levantamento feito pelo ATUAL7.

Apesar da alta quantidade de postulantes, de acordo com declaração do presidente do PCdoB no Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, eminência parda da gestão comunista, chegado o período das convenções partidárias, não haverá dificuldade para a unção do escolhido.

Pelas movimentações públicas de Flávio Dino, apesar da permissão dada aos aliados para que tentem se viabilizar na disputa – sim!, por submissão voluntária dos próprios integrantes, no grupo dinista os passos só são dados após a permissão do governador –, o deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), desponta como já ungido antecipadamente pelo chefe. Recentemente, no que pode alavancá-lo na graça do ludovicense, ele recebeu das mãos do governador o comando do programa intitulado Nosso Centro, cujo investimento se aproxima de R$ 140 milhões.

Além de Rubens Júnior, também pelo PCdoB, se articulam no grupo dinista o deputado estadual Duarte Júnior e o vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro.

Outro partido que também possui três nomes em disputa interna é o PDT. Pela legenda, o predileto do presidente do partido no Maranhão, senador Weverton Rocha, é o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho. Em sua mais recente declaração sobre o pleito do próximo ano, porém, ele abriu brechas para que tentem se viabilizar o deputado estadual Yglésio Moyses e o vereador licenciado e secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues.

Os demais postulantes a prefeito de São Luís pela panelinha do Palácio dos Leões são: o deputado estadual Neto Evangelista, pelo DEM; o vice-presidente da Câmara de São Luís, Astro de Ogum, pelo PL (antigo PR); o deputado federal Bira do Pindaré, pelo PSB; e a deputada estadual Helena Duailibe, pelo Solidariedade.

Também recebeu autorização de Flávio Dino para tentar se viabilizar na disputa, mas ainda permanece sem partido, o comunicador Jeisael Marx, único outsider do grupo.

Wellington e Neto podem se enfrentar com fusão entre PSDB e DEM
Política

Deputados são pré-candidatos a prefeito de São Luís. Partidos estudam união visando 2020 e 2022

Os deputados estaduais Wellington do Curso e Neto Evangelista poderão se enfrentar internamente, em vez de na batalha eleitoral aberta, em caso de concretizada a fusão entre o PSDB e o DEM.

Embora ambos tenham anunciado recentemente, durante ato estadual de seus respectivos partidos, que são pré-candidatos a prefeito de São Luís, o palanque poderá começar a ser montado somente após a convenção nacional dos tucanos, marcada para o final deste mês, quando as conversas entre as legendas serão retomadas.

Ainda embrionária, a fusão entre PSDB e DEM vem sendo debatida abertamente, visando as eleições de 2020 e, principalmente, de 2022, já que as coligações não serão mais permitidas por lei.

Há a possibilidade do PSD também integrar a fusão, formando o maior partido do Brasil.