Eduardo Braide
Edilázio tem diagnóstico de Covid-19 após aglomeração em convenção de Braide
Política

Diversos candidatos a prefeito da capital e do interior do Maranhão têm ignorado a pandemia e colocado a saúde da população em risco

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) foi diagnosticado com Covid-19, segundo divulgado por ele próprio no Twitter, nessa segunda-feira 21. Sem sintomas severos, ele se recupera em isolamento domiciliar.

A confirmação de infecção ocorre uma semana após Edilázio haver se aglomerado na convenção que oficializou a candidatura do deputado federal Eduardo Braide (PODE) a prefeito de São Luís.

É primeiro caso de Covid-19 de participantes da convenção partidária, desde a aglomeração. Braide, que discursou no evento sem máscara, ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto.

Em São Luís, mais de 20 mil pessoas foram infectados pelo novo coronavírus e mais de 1,2 mil morreram em decorrência da doença. A letalidade na capital é 6.08%, considerada alta.

Na segunda 14, o ATUAL7 mostrou que, embora a pandemia do novo coronavírus não tenha terminado nem exista vacina para a Covid-19, diversos candidatos a prefeito da capital e do interior do Maranhão tem ignorado os riscos de contaminação e disseminação do novo coronavírus.

O próprio secretário estadual da Saúde, Carlos Lula, que é ainda presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde), também violou normas da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da própria pasta e se aglomerou, cumprimentou e dançou com dezenas de políticos, sem máscara, durante a convenção do candidato do PT à reeleição em Coroatá, Luís Amovelar Filho.

Apesar dos comentários virulentos nas redes sociais contra adversários que descumprem as medidas sanitárias e de segurança contra a Covid-19, principalmente contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o governador Flávio Dino (PCdoB) participou do evento petista, por videochamada, e não reclamou da aglomeração. Ao contrário, acenou para a multidão, disse que a convenção estava “linda” e, apesar do risco de nova aglomeração em meio à pandemia, prometeu ir ao município fazer “uma bela caminhada” com o aliado.

Com Wellington e Detinha fora, Braide é eleito no 1º turno, aponta Ibope
Política

Candidato do Podemos não cresceu, mas oscilou positivamente no limite da margem de erro em um mês

Com os deputados estaduais Wellington do Curso (PSDB) e Detinha (PL) oficialmente fora da disputa, se o pleito fosse hoje, o deputado federal Eduardo Braide (PODE) venceria a eleição para a prefeitura de São Luís no primeiro turno, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira 21, pela TV Mirante.

Levantamento realizado entre os dias 12 e 14 de setembro mostra que Braide não cresceu, mas oscilou positivamente no limite da margem de erro, mantendo larga vantagem sobre os adversários. Ele tem agora 43% da preferência do eleitorado, 4% acima dos 39% registrados na sondagem anterior, em agosto.

Se considerados apenas os votos válidos, Braide teria 51,19%.

O Ibope ouviu 602 eleitores de São Luís. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número MA-01425/2020.

Wellington não está mais na disputa após o PSDB decidir rejeitar sua pré-candidatura e seguir com Braide, em aliança que caminha para ser repetida em 2022, na disputa pela Palácio dos Leões. Já Detinha retirou a pré-candidatura para apoiar Duarte Júnior (Republicanos), em troca do comando de pastas municipais em eventual vitória nas urnas e da vice na chapa para Fabiana Vilar Rodrigues (PL), sobrinha de seu marido, deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA).

Sem máscara, Braide repete adversários, ignora Covid-19 e causa aglomeração
Política

Evento que confirmou a candidatura do deputado a prefeito de São Luís lotou salão do Rio Poty Hotel

Apesar de constantemente rememorar a destinação de emendas parlamentares para a saúde pública, o deputado federal Eduardo Braide repetiu alguns de seus adversários nas eleições municipais de 2020 e cometeu crime contra a mesma saúde pública que diz defender.

Como já haviam feito Neto Evangelista (DEM), Duarte Júnior (Republicanos) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB), deliberadamente, Braide também ignorou a pandemia do novo coronavírus e, sem máscara, aglomerou centenas de pessoas na realização da convenção partidária que confirmou sua candidatura à prefeitura de São Luís, nessa segunda-feira 14.

Fotos divulgadas pela assessoria do candidato mostram que tanto o palco quanto a parte inferior do salão do Rio Poty Hotel, na Ponta d'Areia, estiveram lotados e com grande aglomeração de políticos, militantes e eleitores desinformados sobre o risco de contaminação e morte pela Covid-19.

Balanço da SES (Secretaria de Estado da Saúde), atualizado ontem, registra que 19.689 pessoas já foram diagnosticadas com Covid-19 na capital, e 1.222 morreram em decorrência da doença. A letalidade (taxa de casos totais que evoluíram para óbito) em São Luís é de 6.21%, considerada muito alta devido a grande capacidade de transmissão do patógeno.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as aglomerações são o maior problema para espalhamento do novo coronavírus.

Três deputados do MA que votaram por perdão de dívidas de igrejas são pré-candidatos
Economia

Medida pode gerar impacto de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos

Dos 17 deputados federais na bancada do Maranhão que votaram a favor de emenda que concede anistia em tributos a serem pagos por igrejas no país, três disputarão prefeituras nas eleições municipais de 2020.

Dois deles serão cabeça de chapa, em São Luís: Bira do Pindaré (PSB) e Eduardo Braide (Pode). Já Paulo Marinho Júnior (PL) será novamente vice na chapa encabeçada pelo prefeito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos).

O ATUAL7 procurou os três pré-candidatos, mas apenas Braide, por meio de sua assessoria, retornou o contato explicando seu posicionamento.

“Por entender o papel fundamental na assistência social gratuita prestada pelas igrejas, que alcançam as comunidades mais vulneráveis, atendendo a quem mais precisa”, disse o pré-candidato do Podemos sobre o voto favorável à emenda.

O perdão de dívidas de igrejas registradas com a União foi aprovado pelo plenário da Câmara em julho, e pode gerar impacto de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem até sexta-feira 11 para tomar uma decisão. Sob pressão nas redes sociais, tende a vetar a medida, conforme recomendação da equipe econômica e setor jurídico do Palácio do Planalto.

Se optar por coerência, Wellington deve evitar apoio a Braide, Duarte, Neto e Rubens
Política

Movimentos do deputado estadual ao longo da vida pública impedem acordo com os quatro pré-candidatos a prefeito de São Luís

Arrancado do pleito municipal de 2020, o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) fez movimentos ao longo da vida pública que o impedem, se desta vez priorizar pela coerência política, de declarar apoio a pelo menos quatro pré-candidatos a prefeito de São Luís.

Caso Wellington não repita o erro confesso de 2016, o principal rejeitado seria o deputado federal Eduardo Braide (Pode), por motivos expostos demasiadamente pelo próprio tucano nos últimos dias, inclusive na tribuna do Palácio Manuel Beckman: traição. Segundo Wellington, Braide teria se unido ao senador Roberto Rocha (MA) para tirá-lo da corrida eleitoral. Como resposta, ele tem trabalhado contra a eleição do apadrinhado pelo presidente do PSDB do Maranhão. Retroceder desse posicionamento, portanto, além de desconforme, seria suicídio político.

Apesar da promessa de quitação de dívidas financeiras atualmente com diversos credores para passar a dever apenas Josimar Maranhãozinho, qualquer cogitação de apoio ao deputado Duarte Júnior (Republicanos) também atropelaria o discurso e histórico de luta de Wellington. Por representação formulada pelo deputado do PSDB, o gabinete do ex-presidente do Procon é alvo de investigação na Polícia Federal, desde 2018. Em março, Wellington cobrou explicações de Duarte sobre documentos que apontam para possível participação de um funcionário de seu gabinete em suposta milícia virtual. Á época, Duarte Júnior deixou o plenário da Alema durante as cobranças, até hoje não esclarecidas. Eventual apoio seria um caso peculiar de Síndrome de Estocolmo. Pesa ainda as diversas suspeitas de corrupção contra Josimar, a quem Wellington teria de também passar a declarar ter “orgulho”.

Eventual priorização pela coerência também impediria Wellington do Curso de fechar com o deputado estadual Neto Evangelista. Embora pré-candidato do DEM, Neto tem como patrono o PDT e o senador Weverton Rocha, a quem, na campanha de 2016, quando terminou em terceiro lugar, Wellington combateu fervorosamente —e permaneceu enfrentando, mesmo após as eleições daquele ano. Para apoiar Neto, Wellington teria de sofrer ou fingir amnésia eleitoral, e passar a defender a continuação da gestão do PDT na capital.

Por fim, mas não menos incoerente, qualquer declaração de apoio a Rubens Júnior seria o mesmo que Wellington do Curso desmentir tudo o que declarou ao longo dos dois mandatos de deputado estadual na Assembleia Legislativa, como principal opositor e fiscalizador do governo do PCdoB e de Flávio Dino no Maranhão.

Vale lembrar que, em 2016, Wellington não agiu com coerência, segundo ele próprio tem confessado em entrevistas recentes. Embora tenha apontado o suposto envolvimento de Eduardo Braide em casos de corrupção com a chamada Máfia de Anajatuba durante o debate eleitoral, no segundo turno, o tucano fechou com o hoje alegado algoz, e passou a declarar que o suposto envolvimento e investigação contra Braide pela Polícia Federal seriam ataques do Palácio dos Leões.

Procuradoria se manifesta contrária à sentença pró-Braide sobre suposto superfaturamento com emenda em Icatu
Política

Órgão diz que Yglésio Moyses demonstrou que ambulância semelhante à adquirida com recursos destinados pelo deputado federal é vendida a preço muito mais baixo

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão se manifestou contrária à sentença que julgou procedente representação ajuizada contra o deputado Yglésio Moyses (PROS) pela comissão provisória do Podemos, por suposta propaganda eleitoral antecipada negativa.

Em decisão proferida em meados de julho, acolhendo pedido do partido do deputado Eduardo Braide, a juíza Cristiana Ferraz Leite, da 76ª Zona Eleitoral, condenou Yglésio ao pagamento de multa de R$ 10 mil, o censurou sobre o assunto e determinou a exclusão de dois vídeos em que é feita associação entre o parlamentar do Podemos e suposta corrupção na saúde em Icatu, administrado por um aliado de Braide, por conta de emenda parlamentar destinada ao município.

No último dia 24, o procurador-regional Eleitoral Juraci Guimarães Júnior opinou pela conhecimento e provimento do recurso interposto pela defesa de Yglésio Moyses. Segundo assevera no parecer, o deputado do PROS não divulgou informação falsa, como tenta fazer crer o Podemos, ao mostrar, com documentos, que a gestão Dunga (PMN) comprou por R$ 215 mil, oriundo de emenda de Braide, uma ambulância cujo valor de mercado é R$ 150 mil.

“Ainda que o vídeo contenha uma grave acusação de superfaturamento na
compra da ambulância, esse fato não é sabidamente inverídico, pois o recorrente demonstrou que existe ambulância semelhante vendida a preço muito mais baixo”, escreveu.

Ainda no parecer, Juraci Guimarães Júnior destaca que o próprio Eduardo Braide veiculou-se ao episódio, ao divulgar ter destinado emendas para Icatu, e com os recursos a prefeitura haver adquirido “uma ambulância nova e toda equipada”.

Para a Procuradoria, Yglésio não ofendeu o pré-candidato a prefeito do Podemos ao também ligar recursos oriundos de emendas deste à dispensa de licitação de R$ 2 milhões pela Prefeitura de Icatu para contratação da Precision Soluções em Diagnósticos—empresa apontada de fachada pela Polícia Federal e CGU (Controladoria-Geral da União) durante a deflagração da Operação Cobiça Fatal.

“No conteúdo da mensagem impugnada, não há ofensa propriamente dita, mas sim críticas políticas, ainda que não sejam favoráveis ao recorrido, são insuficientes para a configuração da propaganda eleitoral antecipada negativa”, assinalou.

O caso está concluso para decisão no gabinete do juiz José Gonçalo Filho, membro efetivo, na categoria juiz de direito, da Corte do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão.

Braide mostra incômodo com Wellington e cobra fidelidade a acordo de Roberto Rocha
Política

Pré-candidato a prefeito pelo Podemos tenta reverter situação e diz que traição teria sido do tucano contra ele

O deputado federal Eduardo Braide (Pode-MA) demonstrou incômodo com as declarações de que ele e o senador Roberto Rocha (MA) seriam traidores, feitas pelo deputado estadual Wellington do Curso, por conta do apoio do PSDB à sua pré-candidatura a prefeito de São Luís.

Nesta quarta-feira 2, em entrevista ao radialista Jorge Aragão, no programa Ponto Final, da Mirante AM, Braide disse que, se houve traição, teria sido de Wellington contra ele. Como argumento, expôs um acordo que teria sido firmado entre ele e Rocha, nas eleições de 2018, e cobrou de Wellington fidelidade a esse acordo.

“Se tem alguém que foi traído nessa história, fui eu e é fácil de entender. Eu e o deputado Wellington caminhamos juntos no segundo turno de 2016. Já em 2018 eu era pré-candidato ao Governo do Maranhão, mas abri mão e apoiei o senador Roberto Rocha que, naquele momento, com Wellington presente, afirmou que estaríamos juntos me apoiando em 2020. Então, ninguém foi enganado sobre esse apoio do PSDB à minha pré-candidatura”, afirmou, fazendo possível referência a um ato unilateral e de indelicadeza partidária do senador durante as convenções do PSDB no pleito daquele ano.

Citando estratégia traçada entre ele e Wellington em 2018, de um ajudar o outro a alavancar as suas candidaturas, respectivamente para a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa, Braide disse que convidou o tucano para ser seu vice, e que, além de não aceitar, Wellington deixou de se comunicar com ele. Pelas declarações do pré-candidato do Podemos, inclusive insinuando mudança de campo político por parte do principal oposicionista do governo de Flávio Dino (PCdoB), essa teria sido a traição.

“Vale lembrar que em 2018, eu fiz dobradinha em São Luís com Wellington, ele estadual e eu federal. De lá para cá, foram várias conversas e sempre ficou claro que o acordo do PSDB me apoiar estava mantido. Com a proximidade do pleito, fiz o convite para ele ser meu vice, mas ele não aceitou. Só que, inexplicavelmente, o deputado Wellington deixou de atender minhas ligações. A pergunta que precisa ser feita é: se estávamos juntos em 2016, dobradinha em 2018, as conversas seguiam avançando, já que estamos ou estávamos no mesmo campo político, o que levou o deputado Wellington a mudar de postura?”, questionou.

As declarações de Braide sobre o posicionamento de Wellington do Curso, rebatendo o tucano no mesmo nível e apontando a ele como traidor, mostram que o pré-candidato do Podemos teme e tenta evitar eventual desgaste eleitoral com o caso mal resolvido pelo PSDB, e por isso já tenta reverter a situação.

Sobre a aliança que teria sido firmada em 2018 entre Eduardo Braide e Roberto Rocha, Wellington tem dito que não poderia ter agido com má-educação na convenção do PSDB daquele ano, que por isso não houve resposta imediata durante o evento, e que o próprio senador, ao longo de 2020, deu declarações por mais de uma vez desmentindo tal acordo, e sempre reafirmando que o partido tinha pré-candidato próprio para a prefeitura de São Luís.

Emet: Braide oscila para baixo e Duarte cresce na preferência do eleitorado
Política

Pré-candidato do Podemos continua na liderança, mas diminuiu a vantagem em relação ao segundo colocado

Nova pesquisa do Emet, divulgada nesta terça-feira 1º, aponta que o pré-candidato do Podemos a prefeito de São Luís, Eduardo Braide, exibiu uma mudança negativa na preferência do eleitorado da capital.

Segundo a sondagem, no cenário estimulado, Braide segue na liderança absoluta, mas aparece agora com 31,13% de intenções de voto. No levantamento anterior do instituto, divulgado há pouco mais de duas semanas, ele tinha 33,75%.

O segundo lugar é ocupado agora por Duarte Júnior, pré-candidato do Republicanos, com 16,08%. No levantamento anterior, ele estava na terceira posição, com 9,21%.

O Emet entrevistou 1.065 pessoas, mesma quantidade da pesquisa anterior, entre 26 e 30 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para cima ou para baixo, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada sob o número MA-04715/2020.

Preterido, Wellington vai fazer campanha contra Braide
Política

Em negociação envolvendo a prefeitura de São Paulo, PSDB decidiu apoiar o pré-candidato do Podemos em São Luís

Arrancado da disputa pela prefeitura de São Luís, o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) está decidido a fazer campanha contra o deputado federal Eduardo Braide, pré-candidato do Podemos.

Na semana passada, Braide foi oficialmente beneficiado com a retirada a força de Wellington do pleito, em uma decisão do alto tucanato maranhense, mas atribuída à Executiva nacional, escancaradamente, por alegado projeto político de poder que envolve a eleição para a prefeitura de São Paulo.

A negociação foi simples, segundo a própria família Rocha: em troca do apoio à reeleição de Bruno Covas (PSDB) na capital paulista, o Podemos reivindicou, em contrapartida, o apoio dos tucanos a Braide em São Luís.

Após avisar que não aceitaria ser traído, Wellington tem se articulado para, paralelamente à busca por um posicionamento oficial da Executiva nacional do PSDB, continuar a sair pelos bairros da cidade para discutir os problemas e propor soluções para o desenvolvimento de São Luís, e em campanha aberta contra o pré-candidato do Podemos.

Wellington também já prepara uma resposta para aliados de Braide que, há algumas semanas, tentam emplacar no eleitorado ludovicense que ele estaria fazendo o jogo do Palácio dos Leões ao não aceitar ser atropelado.

Aliados de Braide pressionam Wellington por desistência de pré-candidatura a prefeito
Política

Braidistas tentam evitar que tucano, traído, use força eleitoral contra pré-candidato do Podemos

Na iminência de que Eduardo Braide pague alto preço com o desgaste provocado por eventual traição a Wellington do Curso (PSDB), aliados do pré-candidato a prefeito de São Luís pelo Podemos aumentaram a pressão para que o tucano desista da disputa.

A última cartada tem sido forçada, principalmente por meio de blogs braidistas, sob a alegação de que, ao insistir com a pré-candidatura, Wellington estaria sendo usado ou se aliando ao governador Flávio Dino (PCdoB), a quem faz oposição responsável e fiscalizadora na Assembleia Legislativa.

A estratégia tenta também impor que, confirmada a tendência de atropelamento, para não ser chamado de neo comunista, Wellington não fique neutro, nem apoie outro nome que não seja o de Braide.

Wellington tem força eleitoral em São Luís maior que o PSDB e seu presidente no Maranhão, senador Roberto Rocha, que tem na aliança com o pré-candidato do Podemos um trampolim de projeto de poder para tentar chegar ao Palácio dos Leões em 2022. O temor dos braidistas é que Wellington, mesmo fora da eleição, se torne o principal responsável por eventual derrota de Braide nas urnas.

O posicionamento final do partido sobre a eleição na capital será oficializado nesta sexta-feira 28, segundo tem dito à imprensa o presidente municipal da legenda, Roberto Rocha Júnior.

Braide oscila para baixo e eleição será decidida no 2º turno, aponta Prever
Política

Pré-candidato do Podemos segue na liderança, mas exibiu uma mudança negativa em pouco mais de um mês

O pré-candidato a prefeito pelo Podemos, Eduardo Braide, exibiu uma mudança negativa na preferência do eleitorado de São Luís, segundo pesquisa Prever divulgada nesta quinta-feira 20.

Há pouco mais um mês, sondagem do mesmo instituto apontava Braide com 43,1% dos votos gerais, o que representaria 50,1% dos votos válidos, e eventual vitória no primeiro no turno. No novo levantamento, porém, ele oscilou para baixo, e agora marcou 41% em votos gerais (47,3% dos votos válidos).

Enquanto isso, seu oponente do Republicanos, Duarte Júnior, que na pesquisa anterior registrou 8,8% (10,3% dos votos válidos), agora tem 11,4% (13,1% dos votos válidos), e segue na segunda colocação.

A Prever entrevistou 1.016 eleitores na capital, contratada pela Farol Comunicação e Marketing, entre o último dia 16 e essa quarta 19. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos, e o intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral): MA-08464/2020.

Perfil fiador de Roberto Rocha incomoda aliados de Eduardo Braide
Política

Senador tem defendido que, para ser eleito prefeito de São Luís, pré-candidato do Podemos precisa estar coligado com o PSDB

Aliados do deputado federal Eduardo Braide (PODE), ouvidos reservadamente pelo ATUAL7, se dizem incomodados com o perfil fiador do senador Roberto Rocha (PSDB-MA).

Além da fritura pública à pré-candidatura de Wellington do Curso (PSDB) prejudicar o discurso de independência de Braide, avaliam, pois o alinha a um projeto de poder, em vez de cidade, o senador tem mais atrapalhado do que ajudado com a defesa excessiva de que, para ser eleito prefeito de São Luís, Eduardo Braide precisa estar coligado com o PSDB.

Rocha, argumentam os aliados do pré-candidato do Podemos, é quem precisa de Braide.

Líder em intenções de voto, Eduardo Braide é o menos rejeitado, aponta Ibope
Política

Apenas 9% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no pré-candidato do Podemos

Com 39% das intenções de voto na disputa pela Prefeitura de São Luís, Eduardo Braide (Pode) tem outra vantagem sobre os adversários: entre todos os pré-candidatos a prefeito da capital, ele tem a menor taxa de rejeição, segundo pesquisa Ibope.

De acordo com o levantamento, apenas 9% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Braide.

Aparecem ainda entre aqueles em quem os eleitores não votariam os pré-candidatos Carlos Madeira (SD) e Neto Evangelista (DEM), ambos com 11%; Duarte Júnior (Republicanos) e Franklin Douglas (PSOL), com 12%, cada; Jeisael Marx (Rede), Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e Saulo Arcangeli (PSTU), com 14%, cada; Wellington do Curso (PSDB) e Yglésio Moyses (PROS), com 16%, cada; Bira do Pindaré (PSB, 17%); Detinha (PL, 20%); e Adriano Sarney (PV), o mais rejeitado, com 34%.

Poderia votar em todos marcou 4%, e 10% não sabe ou não respondeu.

A margem de erro da pesquisa, contratada pela Jakarta Publicidade, é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 602 eleitores, entre os dias 30 de julho e 5 de agosto. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. Registro no TSE: MA-05532/2020. Essa é a primeira pesquisa do Ibope em São Luís em 2020.

Eduardo Braide lidera pesquisa em São Luís com 39%, aponta Ibope
Política

Duarte Júnior, Wellington do Curso, Neto Evangelista e Bira do Pindaré aparecem tecnicamente empatados na segunda colocação

O pré-candidato do Podemos, Eduardo Braide, lidera a corrida eleitoral pela Prefeitura de São Luís, aponta levantamento do Ibope, divulgado nesta segunda-feira 10.

Braide tem a preferência de 39% dos eleitores ouvidos na pesquisa estimulada, bem à frente dos demais adversários na disputa, que alcançaram índices bem menores.

Levando em consideração a margem de erro de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos, estão tecnicamente empatados na segunda colocação Duarte Júnior (Republicanos, com 13%), Wellington do Curso (PSDB, 9%), Neto Evangelista (DEM, 8%) e Bira do Pindaré (PSB, 5%).

Adriano Sarney (PV) vem na sequência, com 3%. Detinha (PL), Jeisael Marx (Rede) e Rubens Júnior (PCdoB) registraram 2%, cada.

Carlos Madeira (SD) e Yglésio Moyses (PROS) marcaram 1% de intenções de voto, cada. Franklin Douglas (PSOL) e Saulo Arcangeli (PSTU) não pontuaram.

Branco e nulo somaram 9% e outros 6% não sabem ou não responderam.

Contratado pela Jakarta Publicidade, sob o número MA-05532/2020, o Ibope ouviu 602 pessoas, de 30 de julho a 5 de agosto. O intervalo de confiança é de 95%. Essa é a primeira pesquisa do instituto em São Luís em 2020.

JPesquisa aponta 2º turno entre Eduardo Braide e Duarte Júnior
Política

Não pontuaram Detinha, Franklin Douglas e Saulo Arcangeli

Se as eleições fossem hoje, Eduardo Braide (PODE) e Duarte Júnior (Republicanos) disputariam o 2º turno em São Luís, segundo cenário mostrado pelo JPesquisa/Jornal Pequeno, neste domingo 26.

Braide lidera a preferência do eleitorado da capital, com 40% das intenções de voto. Duarte tem 15%.

O levantamento foi feito entre os dias 21 e 24 de julho, com 1 mil entrevistas presenciais. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número MA-02519/2020.

Neto Evangelista (DEM) tem 9%, e Wellington do Curso (PSDB) 7%. Na sequência, aparecem empatados com 4% Adriano Sarney (PV), Bira do Pindaré (PSB) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB).

Também empatados, com 3%, aparecem Carlos Madeira (SD) e Yglésio Moyses (PROS).

Jeisael Marx (Rede) tem 2%, e não pontuaram Detinha (PL), Franklin Douglas (PSOL) e Saulo Arcangeli (PSTU).

Nenhum deles marcou 6% e não sabe ou não respondeu 3%.

Votos válidos

Nos votos válidos, este é o cenário: Eduardo Braide tem 44%, Duarte Júnior 16%, Neto Evangelista 10% e Wellington do Curso 8%. Empatados com 4% estão Adriano Sarney, Bira do Pindaré e Rubens Pereira Júnior. Empatados com 3% estão Carlos Madeira e Yglésio Moisés. E Jeisael Marx tem 2%.

Braide lidera intenções de voto e três empatam em 2º lugar, mostra Datailha
Política

Pré-candidato do PCdoB e com maior aliança partidária, Rubens Júnior aparece entre os últimos colocados

O deputado federal Eduardo Braide, pré-candidato do Podemos à Prefeitura de São Luís, lidera as intenções de voto na pesquisa Datailha/Vieira Press, divulgada nesta quarta-feira 22.

De acordo com o levantamento, Braide tem a preferência de 40,1% dos eleitores ouvidos no cenário estimulado, quando são apresentados ao eleitor opções de voto.

Em segundo lugar aparecem três concorrentes tecnicamente embolados, levando em consideração a margem de erro de 3 pontos percentuais: os deputados estaduais Duarte Júnior (Republicados), com 9,5%; Wellington do Curso (PSDB), com 7,8%; e Neto Evangelista (DEM), com 6,7%.

Nome do PCdoB, partido do governador Flávio Dino, e pré-candidato com a maior aliança partidária, o ex-secretário de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior, aparece entre os últimos colocados, com 3,5% das intenções de voto.

Antes dele, segundo o Datailha, pontuaram melhor o deputado federal Bira do Pindaré (PSB), com 4,7%; e o deputado estadual Adriano Sarney (PV), com 3,9%.

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) tem 2,3%; e o comunicador Jeisael Marx (Rede) 2,0%. Na rabeira aparece o juiz federal aposentado Carlos Madeira (SD), com apenas 1,1%.

Declararam voto branco ou nulo 10,7% dos entrevistados e 7,7% disseram que não sabem em quem votar ou não responderam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 a 15 de julho de 2020 e ouviu 1.014 eleitores. A pesquisa está registrada sob o número MA-0027/2020, com 95% de nível de confiança.

Por considerar como manipulação eleitoral o questionamento em que Rubens Júnior é apontado falsamente como pré-candidato do ex-presidente Lula —o PT tem pré-candidatura própria, da bacharela em Direito e feminista Cricielle Muniz, não inserida pelo Datailha na sondagem—, o ATUAL7 decidiu não divulgar o resultado da pesquisa referente ao boato criado pelo instituto.

Juíza atende partido de Braide e justifica ser ‘atípico’ parlamentar fiscalizar a própria emenda
Política

Cristiana Ferraz Leite condenou Yglésio Moyses ao pagamento de R$ 10 mil por, após fiscalização, colocar sob suspeita recursos destinados pelo deputado federal para Icatu

A juíza Cristiana de Sousa Ferraz Leite, titular da 76ª Zona Eleitoral, atendeu a pedido do Podemos, partido do deputado federal Eduardo Braide, e condenou o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) ao pagamento de multa de R$ 10 mil, sob acusação de propaganda eleitoral antecipada negativa. Os dois são pré-candidatos à Prefeitura de São Luís.

No início de junho, após fiscalização in loco em Icatu, Yglésio divulgou vídeos nas redes sociais em que relaciona suposta corrupção da gestão Dunga (PMN) com recursos da saúde a Braide, por causa de emendas destinadas pelo parlamentar federal ao município.

Alegando ter havido propaganda negativa extemporânea, o Podemos entrou com quatro representações eleitorais, pedindo a retirada dos vídeos do ar e a condenação do deputado estadual.

Por tratarem de demandas idênticas sobre o mesmo assunto, a pedido da defesa de Yglésio, duas delas foram extintas pelo juiz Douglas Airton Ferreira Amorim, da 89ª Zona de São Luís, e as outras duas reunidas por Cristiana Ferraz Leite, por conexão.

Ao condenar Yglésio Moyses, a magistrada justificou, dentre outras coisas, ser algo anormal que um parlamentar, no caso Eduardo Braide, venha fiscalizar suas próprias emendas, ou seja, acompanhar se o dinheiro público foi realmente utilizado ou não para o que foi destinado.

“No caso em tela, o representante trouxe aos autos imagens que vinculam Eduardo Salim Braide à prática de irregularidades na aplicação de recursos públicos no município de Icatu-MA. Cumpre, entretanto, deixar consignado que é atípico responsabilizar parlamentar pelo mau emprego desses recursos, não ficando comprovada a efetiva participação do pré-candidato do partido representante nos ilícitos mencionados nas postagens”, escreveu.

Além do pagamento da multa, a juíza também determinou ao deputado estadual que exclua, definitivamente, os vídeos em que é feita associação entre a suposta corrupção na saúde em Icatu a Eduardo Braide. Yglésio Moysés foi ainda proibido de voltar a fazer publicações neste sentido.

Da decisão, cabe recurso.