Yglésio Moyses
Rubens Pereira Júnior reassume mandato na Câmara
Política

Na vaga estava o suplente de deputado Gastão Vieira, do PROS, partido do também candidato a prefeito Yglésio Moyses

O candidato a prefeito de São Luís pelo PCdoB, Rubens Pereira Júnior, reassumiu o mandato na Câmara dos Deputados, desde o dia 4 de outubro último. Estranhamente, porém, até o momento, não houve qualquer divulgação nas redes sociais e no site do parlamentar a respeito do retorno à Casa.

Na vaga estava o suplente de deputado Gastão Vieira, do PROS, partido do também candidato a prefeito da capital, Yglésio Moyses.

Independente, embora de boa relação com o Palácio dos Leões, Yglésio tem rebatido tecnicamente e apontado como inviáveis diversas propostas eleitorais de adversários na disputa, inclusive de Rubens Júnior. Recentemente, inclusive, acusou secretários e dirigentes de órgãos do governo de Flávio Dino (PCdoB) de abuso de poder político em prol do comunista.

Yglésio aponta abuso de poder em ato eleitoral de secretários de Dino pró-Rubens Júnior
Política

Primeiro, segundo e terceiro escalão do Governo do Maranhão se reuniram para reforçar campanha de comunista à prefeitura de São Luís. Lei das Eleições veda cessão de servidores e uso de seus serviços para comitês de campanha eleitoral

O deputado estadual e candidato do PROS à prefeitura de São Luís, Yglésio Moyses, apontou crime eleitoral de secretários e dirigentes de órgãos de primeiro, segundo e terceiro escalão do governo de Flávio Dino (PCdoB) que participaram de ato de campanha de Rubens Pereira Júnior ao Palácio de La Ravardière, pelo mesmo PCdoB de Dino.

“Que coisa linda é ver um monte de secretário do governo estadual, muito provavelmente no horário de expediente, fazendo campanha pro Rubinho. Abuso de poder político mandou lembranças… Novas caras, velhas práticas”, postou no Twitter, nessa quarta-feira 4.

A publicação ocorreu poucas horas após o deputado federal Márcio Jerry, presidente estadual do PCdoB e coordenador da campanha de Rubens Júnior, divulgar na rede social o ato eleitoral, em anúncio de tom institucional, identificando os participantes da reunião pelos cargos no Palácio dos Leões, e não como cidadãos comuns.

“Time forte reuniu hoje para reforçar a campanha Rubens prefeito de São Luís. Secretários e dirigentes de órgãos do governo Flávio Dino na campanha rumo ao segundo turno. À vitória!”, publicou.

Ao ATUAL7, Jerry negou que tenha ocorrido abuso de poder político.

“A referência [aos cargos no governo estadual], obviamente, é à ação deles como cidadãos e cidadãs que são e não agindo como secretários e dirigentes”, alegou.

Procurado, o Governo do Maranhão não se manifestou até o momento.

Pela Lei das Eleições, agentes públicos, servidores ou não, não pode ser cedidos e nem usar de seus serviços para comitês de campanha eleitoral de candidato, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou empregado estiver licenciado. O que passar disso, pode ser enquadrado como abuso de poder político do candidato, com objetivo de afetar a igualdade de oportunidades entre os concorrentes ao pleito.

Apenas dois candidatos a prefeito de São Luís não usam fundos públicos na campanha
Política

Yglésio Moyses e Silvio Antônio têm feito campanha pela prefeitura de São Luís com recursos próprios e doações de pessoas físicas

Dos 10 candidatos que disputam a prefeitura de São Luís nas eleições municipais de 2020, até o momento, apenas Yglésio Moyses (PROS) e Silvio Antônio (PRTB) permanecem custeando a campanha ao Palácio de La Ravardière com recursos próprios e doações de pessoas físicas.

Os demais vêm bancando a campanha, quase total ou integralmente, com recursos dos fundos partidário e eleitoral, oriundos de recursos públicos. Os dados são do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), analisados pelo ATUAL7 com base nas prestações de contas parciais do pleito deste ano, referentes às receitas e despesas informadas pelos prefeituráveis à Justiça Eleitoral até o último domingo 25.

Yglésio Moysés já recebeu R$ 146.500,00 em doações privadas, próprias e de pessoas físicas, e gastou R$ 114.886,35. Já Silvio Antônio recebeu R$ 33.355,00 em doações privadas e gastou R$ 18.968,58.

Neto Evangelista (DEM) é o candidato que mais recebeu recursos públicos para chegar ao comando do Poder Executivo da capital do Maranhão. Da receita de R$ 2,92 milhões, integralmente composta de recursos dos fundos partidário e especial eleitoral, R$ 1.186.957,06 já foram gastos na campanha do candidato.

Embora tenha criticado o aumento do fundão eleitoral durante a votação na Câmara, Eduardo Braide (PODE) vem atropelando o próprio discurso, desfazendo o compromisso assumido na pré-campanha e usando dinheiro público, integralmente, para custear a caminhada eleitoral. Ao TSE, em declaração confusa, informou ter recebido R$ 830 mil do fundo especial, e já desembolsado 725.084,75 desse dinheiro.

Abaixo, o detalhamento de receitas oriundas de fundos públicos e outros recursos, e valor gasto com a campanha, por candidato. A lista está ordenada por nome do candidato na urna.

Contra candidatos trampolim, primeiro programa de Yglésio foca nas pessoas
Política

Sem padrinhos postulantes ao Palácio dos Leões em 2022, candidato do PROS garante que vai ser o povo na prefeitura

No primeiro programa eleitoral, Yglésio Moyses, que vem se destacando nos debates por apresentar mais preparo para gestão e conhecimento de São Luís, foca nas pessoas. Com pouco tempo de televisão, o candidato a prefeito da capital pelo PROS tem o desafio de se comunicar com o eleitorado em apenas 16 segundos. O tempo quase dobra quando se trata das inserções rotativas de rádio e televisão.

Já divulgado nas redes sociais, a propaganda mostra pessoas comuns se apresentando. Ao final, Yglésio diz que vai ser “você” na Prefeitura de São Luís.

É uma clara alusão aos adversários que representam clãs políticos em 2020 para fortalecer o palanque de padrinhos para o Palácio dos Leões em 2022.

Inteligente, a crítica é simples: enquanto outros candidatos são trampolim para 2022, “fazendo São Luís de caixa eletrônico”, como vem apontando Yglésio, o prefeiturável do PROS diz que vai ser o povo na prefeitura de São Luís, e não nomes como Roberto Rocha (PSDB), Weverton Rocha (PDT), Carlos Brandão (Republicanos) e Josimar de Maranhãozinho (PL).

Com enfrentamento a adversários, Franklin e Yglésio têm melhor desempenho em debate
Política

Candidatos do PSOL e do PROS à prefeitura de São Luís foram os únicos a discutir a capital com segurança e conhecimento técnico

Todos os 11 candidatos a prefeito de São Luís participaram, nesta quarta-feira 1º, do primeiro debate da campanha eleitoral na capital, promovido pela Bandeirantes Maranhão, em parceria com a TV UFMA.

Apesar do formato engessado por causa da pandemia e do número excessivo de participantes no debate em respeito à democracia, dois candidatos mostraram bom desempenho: Franklin Douglas (PSOL) e Yglésio Moysés (PROS). Falando com segurança e conhecimento técnico não apresentado pelos demais, foram os únicos que protagonizaram embates com os adversários sobre temas importantes para a capital.

Sem amarras ou padrinhos, o candidato do PSOL mostrou que cobrança não é ataque, e alertou o eleitorado sobre a omissão dos deputados prefeituráveis em relação ao descaso da gestão do atual prefeito, Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Também sobre o silêncio, ao longo dos anos de mandato (ou mandatos, de alguns) sobre a poluição das praias; não realização de concurso público para a saúde; falta de paradas de ônibus; calote na classe artística; sucateamento das escolas públicas municipais; e diversas promessas não cumpridas por Edivaldo em quase oito anos de mandato à frente do Palácio de La Ravardière. Mostrou-se firme e convicto em seu posicionamento em defesa dos mais pobres, principalmente quando abordou sobre a violenta repressão contra a comunidade do Cajueiro, assunto que assusta quase todos os concorrentes no pleito.

Yglésio, por sua vez, mostrou que não é um produto de marketing político-eleitoral, mas que estudou a fundo o orçamento e os problemas crônicos da cidade. Dominando bem todas as temáticas discutidas, sobretudo a da saúde, mostrou-se preparado para a gestão da capital e ainda desmontou diversas propostas fantasiosas e oportunismos de adversários.

No bloco sobre perguntas e respostas, enfrentaram-se sobre o tema urbanismo. Sempre tecnicamente, criticaram a falta de planejamento da cidade pelas gestões municipais atual e anteriores, e discutiram, em embate respeitável, propostas sobre condições adequadas de habitação à população ludovicense.

Os candidatos Eduardo Braide (Podemos), Duarte Júnior (Republicanos), Neto Evangelista (DEM) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB), líderes em intenções de voto na mais recente pesquisa Econométrica, apesar de apresentarem boa oratória, mais pareceu que apenas ensaiaram frases e decoraram números.

Jeisael Marx (Rede), embora tenha demonstrado conhecer um pouco da realidade da cidade e se destacado em alguns momentos, pela imposição forçada de voz e diversas atuações folclóricas, mais pareceu que estava apresentando um programa policial na TV do que se apresentando ao eleitorado como candidato a prefeito.

Bira do Pindaré (PSB) demonstrou-se inseguro quando debateu com Braide, e ficou sempre na defensiva quando enfrentou os demais concorrentes, tendo tempo para se apresentar livremente apenas nas considerações finais. De todos, teve o pior desempenho.

O candidato do Solidariedade, Carlos Madeira (SD), muito nervoso pela inexperiência em debates eleitorais, ficou perdido quanto ao tempo de fala e, dos poucos segundos que conseguiu aproveitar, mais pareceu um locutor esportivo tentando declamar um monólogo. Destacou-se levemente ao alertar o eleitorado da capital sobre obras eleitoreiras de fim de mandato pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Silvio Antônio (PRTB) e Hertz Dias (PSTU) apenas reverberam o discurso ideológico do que representam os seus partidos. Apóstolo, o primeiro demonizou o PT e a esquerda, e tentou santificar a direita e Jair Bolsonaro (sem partido), de quem tenta parecer representante na eleição, embora não tenha qualquer voto publicamente declarado por parte do presidente. Já o segundo, apesar de algumas colocações válidas sobre a atuação política contraditória de alguns de seus adversários na disputa, devido à ginga e ao movimento repetitivo com as mãos característicos do movimento hip hop, mais parecia que, em vez de debater a cidade com os demais candidatos, iria aproveitar o momento para mandar uma rima para geral.

‘É no debate que você vai conhecer de verdade os candidatos’, diz Yglésio
Política

Com o vice da chapa também médico, ele deve provocar comparações entre propostas dos concorrentes para a saúde e também para educação

Com pouco tempo de propaganda de televisão e rádio, o candidato do PROS à prefeitura de São Luís, deputado estadual Yglésio Moyses, aposta no debate eleitoral para mostrar preparo e reforçar os laços com o eleitorado ludovicense.

A 1º disputa acontece nesta quinta-feira 1º, a partir das 22h30, em transmissão simultânea entre os canais 15.1 (TV Band Maranhão) e 16.1 (TV UFMA). Também haverá transmissão pela rádio Universidade FM 106,9.

“É no debate que você vai conhecer de verdade os candidatos! Vou à Band para apresentar minhas propostas, meu plano de governo, debater a São Luís de verdade! No programa eleitoral, você conhece o produto de marketing. No debate, vai saber quem é quem!”, ressaltou Yglésio, em comentário no Twitter.

Com o vice da chapa, Dr. Mauro César, também médico, ele deve provocar comparações entre propostas dos concorrentes para a saúde e também para educação, com destaque para a primeira infância.

Todos os 11 postulantes ao Palácio de La Ravardière confirmaram presença no debate.

Yglésio cobra retorno do ambulatório de cardiologia do Estado
Cotidiano

Serviço está paralisado por conta da pandemia do novo coronavírus

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) cobrou da SES (Secretaria de Estado da Saúde) e da SEGEP (Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores) o retorno do serviço de ambulatório de cardiologia do Estado, que funcionava no anexo do HCM (Hospital Carlos Macieira), na capital, mas está paralisado por conta da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o parlamentar, por conta da suspensão do atendimento, pacientes beneficiários dos serviços de saúde do IPREV (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Maranhão).

“O que acontece? Nós temos uma massa de servidores em que 80% desses pacientes são geralmente idosos, os usuários do hospital. Quando nós temos uma quantidade tão grande de idosos em um serviço importante, essencial como o de cardiologia, não está funcionando, é óbvio que a gente está em prejuízo a esses servidores, principalmente aos aposentados, aos mais idosos”, reclamou.

Yglésio disse que há uma quantidade de pessoas que estão com medo de doença e pacientes que eram acompanhados, e agora não estão sendo, acabam criando uma demanda reprimida possibilitando o agravamento da doença.

“O que a gente pede é que observando justamente a possibilidade da retomada, como foi falado há pouco nesta Casa, se estão sendo permitidas convenções partidárias, como as que aconteceram recentemente, no estado todo, na capital, a gente não tem por que dizer que as atividades não poderão voltar no ambulatório”, cobrou.

Yglésio é oficializado como candidato do PROS à prefeitura de São Luís
Política

Sem citar nominalmente os adversários, candidato destacou que a sua campanha não está ligada a líder político fora do partido

O PROS oficializou a candidatura do médico e deputado estadual Yglésio Moyses à prefeitura de São Luis, em convenção realizada nessa sexta-feira 11. Mauro César, também médico e do PROS, é o vice da chapa.

Em seu discurso, sem citar nominalmente os adversários na disputa, Yglésio destacou que a sua campanha será com as pessoas e não está ligada a líder político fora do partido.

“O nosso compromisso sempre foi com as pessoas e o nosso trabalho sempre será para a população. Não estamos ligados a nenhum outro partido político porque, quando vencermos essa eleição, o único interesse da nossa gestão será cuidar das pessoas”, ressaltou.

Procuradoria se manifesta contrária à sentença pró-Braide sobre suposto superfaturamento com emenda em Icatu
Política

Órgão diz que Yglésio Moyses demonstrou que ambulância semelhante à adquirida com recursos destinados pelo deputado federal é vendida a preço muito mais baixo

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão se manifestou contrária à sentença que julgou procedente representação ajuizada contra o deputado Yglésio Moyses (PROS) pela comissão provisória do Podemos, por suposta propaganda eleitoral antecipada negativa.

Em decisão proferida em meados de julho, acolhendo pedido do partido do deputado Eduardo Braide, a juíza Cristiana Ferraz Leite, da 76ª Zona Eleitoral, condenou Yglésio ao pagamento de multa de R$ 10 mil, o censurou sobre o assunto e determinou a exclusão de dois vídeos em que é feita associação entre o parlamentar do Podemos e suposta corrupção na saúde em Icatu, administrado por um aliado de Braide, por conta de emenda parlamentar destinada ao município.

No último dia 24, o procurador-regional Eleitoral Juraci Guimarães Júnior opinou pela conhecimento e provimento do recurso interposto pela defesa de Yglésio Moyses. Segundo assevera no parecer, o deputado do PROS não divulgou informação falsa, como tenta fazer crer o Podemos, ao mostrar, com documentos, que a gestão Dunga (PMN) comprou por R$ 215 mil, oriundo de emenda de Braide, uma ambulância cujo valor de mercado é R$ 150 mil.

“Ainda que o vídeo contenha uma grave acusação de superfaturamento na
compra da ambulância, esse fato não é sabidamente inverídico, pois o recorrente demonstrou que existe ambulância semelhante vendida a preço muito mais baixo”, escreveu.

Ainda no parecer, Juraci Guimarães Júnior destaca que o próprio Eduardo Braide veiculou-se ao episódio, ao divulgar ter destinado emendas para Icatu, e com os recursos a prefeitura haver adquirido “uma ambulância nova e toda equipada”.

Para a Procuradoria, Yglésio não ofendeu o pré-candidato a prefeito do Podemos ao também ligar recursos oriundos de emendas deste à dispensa de licitação de R$ 2 milhões pela Prefeitura de Icatu para contratação da Precision Soluções em Diagnósticos—empresa apontada de fachada pela Polícia Federal e CGU (Controladoria-Geral da União) durante a deflagração da Operação Cobiça Fatal.

“No conteúdo da mensagem impugnada, não há ofensa propriamente dita, mas sim críticas políticas, ainda que não sejam favoráveis ao recorrido, são insuficientes para a configuração da propaganda eleitoral antecipada negativa”, assinalou.

O caso está concluso para decisão no gabinete do juiz José Gonçalo Filho, membro efetivo, na categoria juiz de direito, da Corte do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão.

PROS vai de chapa pura, formada por médicos, para a Prefeitura de São Luís
Política

Com reedição, Yglésio Moyses e Mauro César Oliveira buscam repetir vitória de Jackson Lago e Tadeu Palácio, em 2000

O PROS (Partido Republicano da Ordem Social) vai lançar chapa pura, formada pelos médicos Yglésio Moyses e Mauro César Oliveira, para a disputa pela Prefeitura de São Luís.

Os detalhes para a convenção onde será oficializada as candidaturas do partido foram alinhadas em reunião recente, com a participação do presidente estadual da legenda, deputado federal Gastão Vieira.

A última vez em que São Luís teve uma chapa pura formada por médicos foi em 2000, com Jackson Lago e Tadeu Palácio, eleitos prefeito e vice-prefeito da capital. Com a reedição, o PROS busca repetir a vitória.

Yglésio quer garantir até R$ 200 por família de crianças de 0 a 6 anos
Economia

Poderão ser atendidas pelo programa famílias com renda média de meio salário mínimo, ou com renda familiar total de até dois salários mínimos

Após ouvir mães e especialistas da primeira infância, o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de São Luís, Yglésio Moysés (PROS), lançou o Programa de Apoio à Primeira Infância, o PAPI. O objetivo é garantir até R$ 200 por família de crianças que tenham crianças de 0 a 6 anos.

Além da renda, o PAPI também tem atenção para saúde e educação para mães e crianças. Um primeiro vídeo sobre o programa, de pouco mais de um minuto, foi publicado pelo parlamentar nas redes sociais.

No último sábado 15, Yglésio fez o lançamento para especialistas e mães de diversas regiões da Ilha de São Luís. Segundo explicou, o programa poderá contemplar “até duas crianças por família, de 0 a 6 anos, que estejam com frequência regular de, no mínimo, 85%, no caso das crianças de 4 a 6 anos, e que tenham acompanhamento nutricional. Além disso, só poderão receber o auxílio financeiro individual os beneficiários do Bolsa Família e do Auxílio Emergencial. Beneficiários de outros programas, como o previdenciário, por exemplo, não terão acesso ao auxílio”.

O recurso repassado deve ser de até R$ 200 por família.

Poderão ser atendidas pelo programa famílias com renda média de meio salário mínimo (R$ 522,50), ou com renda familiar total de até dois salários mínimos (R$ 2.090,00).

“Agora temos que ouvir as pessoas que mais importam nessa discussão, que são os possíveis beneficiários. Levaremos este projeto a diversas comunidades de São Luís nas próximas semanas, para seguir ouvindo e aprimorando o projeto com moradores de todas as regiões da cidade”, enfatizou.

Um anteprojeto de lei já foi protocolado na Assembleia Legislativa do Maranhão para ser enviado à Prefeitura de São Luís.

Covid-19: Yglésio questiona veto de Dino a projeto de lei para testagem obrigatória
Política

Proposta pretendia diminuir a propagação do novo coronavírus no Maranhão

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) questionou o governador Flávio Dino (PCdoB), em pronunciamento na Assembleia Legislativa, na última terça-feira 11, por haver vetado o projeto de lei, de autoria do parlamentar, que trata de testagem obrigatória para as empresas com vinte ou mais funcionários.

A proposta pretendia diminuir a propagação do novo coronavírus no Maranhão, por meio de testagem periódica. Se sancionada por Dino, empresários, funcionários e, principalmente, consumidores estariam mais protegidos da Covid-19, pois pessoas infectadas, conforme as orientações da OMS (Organização Municipal da Saúde), seriam identificadas e encaminhadas para quarentena em isolamento social.

“O governador vetou uma lei que poderia estimular a atividade econômica e proteger o empresário porque, indiscutivelmente, quando você consegue manter a empresa aberta e faturando, é mais vantajoso do que sua empresa ficar fechada”, lamentou Yglésio.

Sobre as razões que levaram Flávio Dino a vetar o projeto de lei, o deputado sugeriu que possa ter havido lobby.

“As razões do veto, óbvio que foram de natureza política, mas tentaram criar algumas teses aqui jurídicas em cima, teses de interferência em poderes que o Parlamento legislando sobre saúde. A competência do Parlamento para legislação em saúde é concorrente, pois o Poder Executivo se submete às leis criadas pelo Parlamento, então, o argumento não prospera”, explicou o deputado. “O segundo foi muito pior porque foi tratar de matéria trabalhista. Dizer que estávamos interferindo em matéria trabalhista? Se fosse por isso, a gente não teria nenhum tipo de interferência por mecanismo infralegal como decreto do governador na pandemia”, disparou.

PROS vai representar Emet contra divulgação de pesquisa eleitoral em São Luís
Política

Pré-candidato a prefeito pelo partido, Yglésio Moyses questiona disposição de respostas em questionário. Proprietário do instituto nega irregularidade

O Emet Instituto, Comércio e Consultoria deve ser alvo de representação na Justiça Eleitoral em razão de respostas em um dos cenários estimulados da pesquisa MA-04866/2020, segundo questionário cadastrado no sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), apresentar as opções “não sei” e “nenhum” dispostas antes dos nomes de pelo menos três postulantes ao Palácio de La Ravardière.

A representação será feita pelo PROS, do deputado estadual e pré-candidato a prefeito de São Luís, Yglésio Moyses. Além do parlamentar, também teriam sido prejudicados os pré-candidatos Franklin Douglas (PSOL) e Jeisael Marx (Rede).

“Um instituto de pesquisa na capital que surge do nada e se muda pra lugar nenhum e vai fazer uma pesquisa que, depois do ‘não sei’ e ‘nenhum’, apresenta mais nomes”, disse Yglésio, em discurso na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira 12.

Segundo o parlamentar, recentemente o Emet fez alteração contratual. Até pouco tempo, diz ele, o instituto estava habilitado na Receita Federal as atividades de comércio varejista de armas e munições.

“Até a última alteração contratual, [atuava no setor econômico de] comércio varejista de armas, serviço de transporte de passageiros, compra e venda de imóveis, corretagem na compra de imóveis, aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas, limpeza de prédios, atividades de segurança eletrônica, atividades paisagistas, serviços combinados de escritório e apoio administrativo, enfim, uma completa desmoralização”, disparou.

Insinuando, mas sem citar nomes, que há alguém por traz do instituto, Yglésio disse que entrará com representação contra a divulgação da pesquisa. “A gente sabe muito bem a quem está ligado o instituto, infelizmente a gente sabe também a quem serve o instituto, qual a finalidade desse tipo de pesquisa. Nós vamos entrar com uma representação ainda hoje contra a divulgação desse tipo de imoralidade que só faz confundir a cabeça do eleitorado aqui em São Luís”, finalizou.

Procurado pelo ATUAL7 para se posicionar sobre a sondagem e o instituto, o proprietário do Emet, Fernando Bastos, rebateu as suspeitas. Segundo ele, embora o questionário registrado no sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apresente três pré-candidatos após as opções “não sei” e “nenhum”, o sistema do instituto, durante as entrevistas, organiza os nomes alfabeticamente.

“O nosso sistema coloca, automaticamente, em ordem alfabética [os nomes dos pré-candidatos]. Nossa coleta é feita por meio de dispositivos eletrônicos. O deputado deve ter consultado no site do TSE, onde é registrada a pesquisa, e lá se copia e se lança. O questionário é enviado, mas isso não quer dizer que o questionário vai ser executado daquele jeito”, argumentou.

Bastos também comentou a respeito do mix de atividades econômicas do Emet. Ele afirmou que, até o momento, o instituto nunca atuou ou forneceu produto ou serviço a não ser pesquisa de opinião pública.

“Mas, independente disto, a nossa legislação permite que uma empresa exerça várias atividades. Não há ilícito nenhum em uma empresa exercer várias atividades. O próprio Yglésio, quando foi gestor público [diretor-geral do Socorrão I, em São Luís], contratou pelo menos 10 empresas que tinham várias atividades além das que ele contratou. O que me parece é que ele está tentando desacreditar uma pesquisa que sequer foi publicada. Ele pode tentar o que quiser judicialmente, nós vamos responder e não tenho dúvida de nossa vitória”, respondeu, justificando ainda que a atividade varejista de armas e munições se deu porque ele, como atleta e competidor, pretende montar um clube de tiro. “Eu eu já deixo ali a empresa pronta, neste sentido, e não vejo problema. Não há ilegalidade”.

Yglésio se irrita com Dino e cobra suspensão de aulas presenciais na rede privada
Política

Médico e pai, deputado tem agido com independência ao se posicionar sobre a pandemia apesar de fazer parte da base governista na Alema

O deputado Yglésio Moyses (PROS) deu sinais de que perdeu a paciência com Flávio Dino (PCdoB) diante da decisão do governador em liberar a retomada das aulas presenciais na rede privada de ensino. Médico e pai, ele tem agido com independência ao se posicionar sobre a pandemia do novo coronavírus apesar de fazer parte da base governista na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Em discuso na sessão dessa terça-feira 4, o parlamentar criticou duramente a gestão comunista por permitir a retomada das aulas nas escolas particulares e manter a suspensão, por tempo indeterminado, apenas na rede pública estadual.

“Me causa estranheza, a postura do Governo do Estado no sentido de permitir o retorno das aulas da rede privada e, ao mesmo tempo, não colocar a rede pública do Estado para voltar. Fico a me perguntar se há uma diferença de segurança entre as duas redes, se é um reconhecimento de uma eventual incapacidade de manter as medidas higiênicas sanitárias dentro da rede privada ou da rede pública, ou se apenas foi uma falta de preocupação com os pais”, disse.

Para Yglésio, o retorno das atividades presenciais na rede privada tem objetivo apenas financeiro, sem preocupações sanitárias com os estudantes, professores e demais funcionários das escolas. Ele criticou o silêncio de Dino sobre o apelo feito na semana passada, para que revisse a decisão de liberar as escolas particulares.

“Para mim, foi uma conduta inadequada por parte do Governo do Estado ter deixado a coisa dessa forma. Fez-se o apelo ao governador, houve apenas o silêncio. Eu lamento por isso. Sou integrante da base, mas como pai eu não poderia deixar de registrar a minha indignação com isso que está acontecendo”, disparou.

Irritado, ele criticou a política sanitária de Flávio Dino, por liberar a retomada das escolas particulares enquanto proíbe setores da cultura de exercer suas atividades.

“Por que é que o músico não pode voltar a tocar, se todo dia tem aglomeração política, cheia de gente, e o músico está sem poder trabalhar? Então, eu não estou entendendo qual é a ciência sanitária, se tá todo mundo aglomerando. A taxa de transmissão em São Luís não está baixa. É absurdo!”.

Covid-19: Yglésio pede a Dino que suspenda retorno às aulas presenciais na rede privada
Cotidiano

Deputado alerta que taxa de transmissão do novo coronavírus voltou a subir na capital. Apesar dos riscos, governador ignora apelo

O deputado Yglésio Moysés (PROS), que é médico, fez um apelo nas redes sociais ao governador Flávio Dino (PCdoB), para que o comunista edite novo decreto suspendendo o retorno às aulas presenciais na rede privada de ensino na capital.

Por decisão de Dino, tomada ainda em junho, as escolas particulares estão autorizadas a retomarem as atividades presenciais a partir desta segunda-feira 3, sob regras sanitárias de enfrentamento à Covid-19. Apenas nas escolas da rede pública estadual as aulas presenciais foram novamente suspensas, sem previsão de data para retorno.

Segundo Yglésio, nos últimos dias, São Luís voltou a registrar alta na taxa de transmissão do novo coronavírus. Neste cenário, alerta, o retorno às aulas presenciais na rede privada deve ser suspendido.

“Há uma discussão muito grande grande nas redes sociais, sobre a retomada das aulas. O Governo do Estado, por exemplo, adiou esse reinicio, mas nos causa estranheza a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado, nesse momento, não terem decretado uma suspensão, também, das aulas da rede privada de ensino em todos os bairros, todas as faixas de renda, sem qualquer distinção”, disse.

“Nos último dias, a gente observou uma retomada da transmissão, um aumento de transmissão, estamos acima de 1 na taxa de transmissão. Por tanto, não me parece razoável, neste momento, nós iniciarmos as aulas. A rede pública de ensino não vai começar, a rede privada não deveria começar também. Faço um apelo ao governador Flávio Dino, para que reveja essa situação, que emita um novo decreto suspendendo as aulas na rede privada também. Neste momento não há escola pública e escola particular, há a necessidade de preservarmos a saúde de todos”, completou.

O apelo foi feito na última sexta-feira 31. Dino, porém, apesar dos riscos de nova onda do novo coronavírus em São Luís, segue ignorando.

Segundo dados da prefeitura, mais de 1,6 mil pessoas já foram infectadas na capital e quase 1,2 mil morreram em decorrência da doença.

Sancionada lei que prevê apoio socioemocional no retorno às aulas presenciais
Cotidiano

Projeto foi apresentado pelo deputado Yglésio Moyses

O governador Flávio Dino (PCdoB) sancionou, na semana passada, projeto de lei que obriga as instituições particulares de ensino no Maranhão a conceder apoio socioemocional aos alunos, professores e demais funcionários no retorno às aulas presenciais, caso apresentem problemas psicológicos oriundos do tempo que ficaram em isolamento social por causa da pandemia do novo coronavírus.

De autoria do deputado estadual Yglésio Moyses (PROS), a medida destaca que os profissionais destinados a fazer esse trabalho devem ser psicólogos das próprias das instituições. Além disso, os pais podem ajudar preenchendo uma ficha e destacando a existência de sintomas apresentados pelos alunos, para fazer um diagnóstico preciso e direcionar ações específicas em cada caso.

“A lei aprovada é mais uma ferramenta entre as nossas mais de 70 proposições destinadas, exclusivamente, ao combate à pandemia no Maranhão. Todos nós tivemos grandes perdas com os efeitos negativos da Covid-19 em nossas vidas, o que requer ajuda psicológica para aquelas pessoas que mais sofreram com essa situação”, explicou Yglésio.

Ainda segundo lei, em casos confirmados de alunos e demais profissionais com sintomas de problemas psicológicos, eles deverão fornecer à instituição laudo médico comprovando o problema de saúde e a instituição, por sua vez, concederá o apoio psicológico dentro ou fora da escola. Os atendimentos precisam seguir todas as orientações sanitárias para evitar contato direto entre as pessoas e, consequentemente, a contaminação por Covid-19.

Juíza atende partido de Braide e justifica ser ‘atípico’ parlamentar fiscalizar a própria emenda
Política

Cristiana Ferraz Leite condenou Yglésio Moyses ao pagamento de R$ 10 mil por, após fiscalização, colocar sob suspeita recursos destinados pelo deputado federal para Icatu

A juíza Cristiana de Sousa Ferraz Leite, titular da 76ª Zona Eleitoral, atendeu a pedido do Podemos, partido do deputado federal Eduardo Braide, e condenou o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) ao pagamento de multa de R$ 10 mil, sob acusação de propaganda eleitoral antecipada negativa. Os dois são pré-candidatos à Prefeitura de São Luís.

No início de junho, após fiscalização in loco em Icatu, Yglésio divulgou vídeos nas redes sociais em que relaciona suposta corrupção da gestão Dunga (PMN) com recursos da saúde a Braide, por causa de emendas destinadas pelo parlamentar federal ao município.

Alegando ter havido propaganda negativa extemporânea, o Podemos entrou com quatro representações eleitorais, pedindo a retirada dos vídeos do ar e a condenação do deputado estadual.

Por tratarem de demandas idênticas sobre o mesmo assunto, a pedido da defesa de Yglésio, duas delas foram extintas pelo juiz Douglas Airton Ferreira Amorim, da 89ª Zona de São Luís, e as outras duas reunidas por Cristiana Ferraz Leite, por conexão.

Ao condenar Yglésio Moyses, a magistrada justificou, dentre outras coisas, ser algo anormal que um parlamentar, no caso Eduardo Braide, venha fiscalizar suas próprias emendas, ou seja, acompanhar se o dinheiro público foi realmente utilizado ou não para o que foi destinado.

“No caso em tela, o representante trouxe aos autos imagens que vinculam Eduardo Salim Braide à prática de irregularidades na aplicação de recursos públicos no município de Icatu-MA. Cumpre, entretanto, deixar consignado que é atípico responsabilizar parlamentar pelo mau emprego desses recursos, não ficando comprovada a efetiva participação do pré-candidato do partido representante nos ilícitos mencionados nas postagens”, escreveu.

Além do pagamento da multa, a juíza também determinou ao deputado estadual que exclua, definitivamente, os vídeos em que é feita associação entre a suposta corrupção na saúde em Icatu a Eduardo Braide. Yglésio Moysés foi ainda proibido de voltar a fazer publicações neste sentido.

Da decisão, cabe recurso.