Yglésio Moyses
Yglésio cobra retorno do ambulatório de cardiologia do Estado
Cotidiano

Serviço está paralisado por conta da pandemia do novo coronavírus

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) cobrou da SES (Secretaria de Estado da Saúde) e da SEGEP (Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores) o retorno do serviço de ambulatório de cardiologia do Estado, que funcionava no anexo do HCM (Hospital Carlos Macieira), na capital, mas está paralisado por conta da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o parlamentar, por conta da suspensão do atendimento, pacientes beneficiários dos serviços de saúde do IPREV (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Maranhão).

“O que acontece? Nós temos uma massa de servidores em que 80% desses pacientes são geralmente idosos, os usuários do hospital. Quando nós temos uma quantidade tão grande de idosos em um serviço importante, essencial como o de cardiologia, não está funcionando, é óbvio que a gente está em prejuízo a esses servidores, principalmente aos aposentados, aos mais idosos”, reclamou.

Yglésio disse que há uma quantidade de pessoas que estão com medo de doença e pacientes que eram acompanhados, e agora não estão sendo, acabam criando uma demanda reprimida possibilitando o agravamento da doença.

“O que a gente pede é que observando justamente a possibilidade da retomada, como foi falado há pouco nesta Casa, se estão sendo permitidas convenções partidárias, como as que aconteceram recentemente, no estado todo, na capital, a gente não tem por que dizer que as atividades não poderão voltar no ambulatório”, cobrou.

Yglésio é oficializado como candidato do PROS à prefeitura de São Luís
Política

Sem citar nominalmente os adversários, candidato destacou que a sua campanha não está ligada a líder político fora do partido

O PROS oficializou a candidatura do médico e deputado estadual Yglésio Moyses à prefeitura de São Luis, em convenção realizada nessa sexta-feira 11. Mauro César, também médico e do PROS, é o vice da chapa.

Em seu discurso, sem citar nominalmente os adversários na disputa, Yglésio destacou que a sua campanha será com as pessoas e não está ligada a líder político fora do partido.

“O nosso compromisso sempre foi com as pessoas e o nosso trabalho sempre será para a população. Não estamos ligados a nenhum outro partido político porque, quando vencermos essa eleição, o único interesse da nossa gestão será cuidar das pessoas”, ressaltou.

Procuradoria se manifesta contrária à sentença pró-Braide sobre suposto superfaturamento com emenda em Icatu
Política

Órgão diz que Yglésio Moyses demonstrou que ambulância semelhante à adquirida com recursos destinados pelo deputado federal é vendida a preço muito mais baixo

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão se manifestou contrária à sentença que julgou procedente representação ajuizada contra o deputado Yglésio Moyses (PROS) pela comissão provisória do Podemos, por suposta propaganda eleitoral antecipada negativa.

Em decisão proferida em meados de julho, acolhendo pedido do partido do deputado Eduardo Braide, a juíza Cristiana Ferraz Leite, da 76ª Zona Eleitoral, condenou Yglésio ao pagamento de multa de R$ 10 mil, o censurou sobre o assunto e determinou a exclusão de dois vídeos em que é feita associação entre o parlamentar do Podemos e suposta corrupção na saúde em Icatu, administrado por um aliado de Braide, por conta de emenda parlamentar destinada ao município.

No último dia 24, o procurador-regional Eleitoral Juraci Guimarães Júnior opinou pela conhecimento e provimento do recurso interposto pela defesa de Yglésio Moyses. Segundo assevera no parecer, o deputado do PROS não divulgou informação falsa, como tenta fazer crer o Podemos, ao mostrar, com documentos, que a gestão Dunga (PMN) comprou por R$ 215 mil, oriundo de emenda de Braide, uma ambulância cujo valor de mercado é R$ 150 mil.

“Ainda que o vídeo contenha uma grave acusação de superfaturamento na
compra da ambulância, esse fato não é sabidamente inverídico, pois o recorrente demonstrou que existe ambulância semelhante vendida a preço muito mais baixo”, escreveu.

Ainda no parecer, Juraci Guimarães Júnior destaca que o próprio Eduardo Braide veiculou-se ao episódio, ao divulgar ter destinado emendas para Icatu, e com os recursos a prefeitura haver adquirido “uma ambulância nova e toda equipada”.

Para a Procuradoria, Yglésio não ofendeu o pré-candidato a prefeito do Podemos ao também ligar recursos oriundos de emendas deste à dispensa de licitação de R$ 2 milhões pela Prefeitura de Icatu para contratação da Precision Soluções em Diagnósticos—empresa apontada de fachada pela Polícia Federal e CGU (Controladoria-Geral da União) durante a deflagração da Operação Cobiça Fatal.

“No conteúdo da mensagem impugnada, não há ofensa propriamente dita, mas sim críticas políticas, ainda que não sejam favoráveis ao recorrido, são insuficientes para a configuração da propaganda eleitoral antecipada negativa”, assinalou.

O caso está concluso para decisão no gabinete do juiz José Gonçalo Filho, membro efetivo, na categoria juiz de direito, da Corte do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão.

PROS vai de chapa pura, formada por médicos, para a Prefeitura de São Luís
Política

Com reedição, Yglésio Moyses e Mauro César Oliveira buscam repetir vitória de Jackson Lago e Tadeu Palácio, em 2000

O PROS (Partido Republicano da Ordem Social) vai lançar chapa pura, formada pelos médicos Yglésio Moyses e Mauro César Oliveira, para a disputa pela Prefeitura de São Luís.

Os detalhes para a convenção onde será oficializada as candidaturas do partido foram alinhadas em reunião recente, com a participação do presidente estadual da legenda, deputado federal Gastão Vieira.

A última vez em que São Luís teve uma chapa pura formada por médicos foi em 2000, com Jackson Lago e Tadeu Palácio, eleitos prefeito e vice-prefeito da capital. Com a reedição, o PROS busca repetir a vitória.

Yglésio quer garantir até R$ 200 por família de crianças de 0 a 6 anos
Economia

Poderão ser atendidas pelo programa famílias com renda média de meio salário mínimo, ou com renda familiar total de até dois salários mínimos

Após ouvir mães e especialistas da primeira infância, o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de São Luís, Yglésio Moysés (PROS), lançou o Programa de Apoio à Primeira Infância, o PAPI. O objetivo é garantir até R$ 200 por família de crianças que tenham crianças de 0 a 6 anos.

Além da renda, o PAPI também tem atenção para saúde e educação para mães e crianças. Um primeiro vídeo sobre o programa, de pouco mais de um minuto, foi publicado pelo parlamentar nas redes sociais.

No último sábado 15, Yglésio fez o lançamento para especialistas e mães de diversas regiões da Ilha de São Luís. Segundo explicou, o programa poderá contemplar “até duas crianças por família, de 0 a 6 anos, que estejam com frequência regular de, no mínimo, 85%, no caso das crianças de 4 a 6 anos, e que tenham acompanhamento nutricional. Além disso, só poderão receber o auxílio financeiro individual os beneficiários do Bolsa Família e do Auxílio Emergencial. Beneficiários de outros programas, como o previdenciário, por exemplo, não terão acesso ao auxílio”.

O recurso repassado deve ser de até R$ 200 por família.

Poderão ser atendidas pelo programa famílias com renda média de meio salário mínimo (R$ 522,50), ou com renda familiar total de até dois salários mínimos (R$ 2.090,00).

“Agora temos que ouvir as pessoas que mais importam nessa discussão, que são os possíveis beneficiários. Levaremos este projeto a diversas comunidades de São Luís nas próximas semanas, para seguir ouvindo e aprimorando o projeto com moradores de todas as regiões da cidade”, enfatizou.

Um anteprojeto de lei já foi protocolado na Assembleia Legislativa do Maranhão para ser enviado à Prefeitura de São Luís.

Covid-19: Yglésio questiona veto de Dino a projeto de lei para testagem obrigatória
Política

Proposta pretendia diminuir a propagação do novo coronavírus no Maranhão

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) questionou o governador Flávio Dino (PCdoB), em pronunciamento na Assembleia Legislativa, na última terça-feira 11, por haver vetado o projeto de lei, de autoria do parlamentar, que trata de testagem obrigatória para as empresas com vinte ou mais funcionários.

A proposta pretendia diminuir a propagação do novo coronavírus no Maranhão, por meio de testagem periódica. Se sancionada por Dino, empresários, funcionários e, principalmente, consumidores estariam mais protegidos da Covid-19, pois pessoas infectadas, conforme as orientações da OMS (Organização Municipal da Saúde), seriam identificadas e encaminhadas para quarentena em isolamento social.

“O governador vetou uma lei que poderia estimular a atividade econômica e proteger o empresário porque, indiscutivelmente, quando você consegue manter a empresa aberta e faturando, é mais vantajoso do que sua empresa ficar fechada”, lamentou Yglésio.

Sobre as razões que levaram Flávio Dino a vetar o projeto de lei, o deputado sugeriu que possa ter havido lobby.

“As razões do veto, óbvio que foram de natureza política, mas tentaram criar algumas teses aqui jurídicas em cima, teses de interferência em poderes que o Parlamento legislando sobre saúde. A competência do Parlamento para legislação em saúde é concorrente, pois o Poder Executivo se submete às leis criadas pelo Parlamento, então, o argumento não prospera”, explicou o deputado. “O segundo foi muito pior porque foi tratar de matéria trabalhista. Dizer que estávamos interferindo em matéria trabalhista? Se fosse por isso, a gente não teria nenhum tipo de interferência por mecanismo infralegal como decreto do governador na pandemia”, disparou.

PROS vai representar Emet contra divulgação de pesquisa eleitoral em São Luís
Política

Pré-candidato a prefeito pelo partido, Yglésio Moyses questiona disposição de respostas em questionário. Proprietário do instituto nega irregularidade

O Emet Instituto, Comércio e Consultoria deve ser alvo de representação na Justiça Eleitoral em razão de respostas em um dos cenários estimulados da pesquisa MA-04866/2020, segundo questionário cadastrado no sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), apresentar as opções “não sei” e “nenhum” dispostas antes dos nomes de pelo menos três postulantes ao Palácio de La Ravardière.

A representação será feita pelo PROS, do deputado estadual e pré-candidato a prefeito de São Luís, Yglésio Moyses. Além do parlamentar, também teriam sido prejudicados os pré-candidatos Franklin Douglas (PSOL) e Jeisael Marx (Rede).

“Um instituto de pesquisa na capital que surge do nada e se muda pra lugar nenhum e vai fazer uma pesquisa que, depois do ‘não sei’ e ‘nenhum’, apresenta mais nomes”, disse Yglésio, em discurso na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira 12.

Segundo o parlamentar, recentemente o Emet fez alteração contratual. Até pouco tempo, diz ele, o instituto estava habilitado na Receita Federal as atividades de comércio varejista de armas e munições.

“Até a última alteração contratual, [atuava no setor econômico de] comércio varejista de armas, serviço de transporte de passageiros, compra e venda de imóveis, corretagem na compra de imóveis, aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas, limpeza de prédios, atividades de segurança eletrônica, atividades paisagistas, serviços combinados de escritório e apoio administrativo, enfim, uma completa desmoralização”, disparou.

Insinuando, mas sem citar nomes, que há alguém por traz do instituto, Yglésio disse que entrará com representação contra a divulgação da pesquisa. “A gente sabe muito bem a quem está ligado o instituto, infelizmente a gente sabe também a quem serve o instituto, qual a finalidade desse tipo de pesquisa. Nós vamos entrar com uma representação ainda hoje contra a divulgação desse tipo de imoralidade que só faz confundir a cabeça do eleitorado aqui em São Luís”, finalizou.

Procurado pelo ATUAL7 para se posicionar sobre a sondagem e o instituto, o proprietário do Emet, Fernando Bastos, rebateu as suspeitas. Segundo ele, embora o questionário registrado no sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apresente três pré-candidatos após as opções “não sei” e “nenhum”, o sistema do instituto, durante as entrevistas, organiza os nomes alfabeticamente.

“O nosso sistema coloca, automaticamente, em ordem alfabética [os nomes dos pré-candidatos]. Nossa coleta é feita por meio de dispositivos eletrônicos. O deputado deve ter consultado no site do TSE, onde é registrada a pesquisa, e lá se copia e se lança. O questionário é enviado, mas isso não quer dizer que o questionário vai ser executado daquele jeito”, argumentou.

Bastos também comentou a respeito do mix de atividades econômicas do Emet. Ele afirmou que, até o momento, o instituto nunca atuou ou forneceu produto ou serviço a não ser pesquisa de opinião pública.

“Mas, independente disto, a nossa legislação permite que uma empresa exerça várias atividades. Não há ilícito nenhum em uma empresa exercer várias atividades. O próprio Yglésio, quando foi gestor público [diretor-geral do Socorrão I, em São Luís], contratou pelo menos 10 empresas que tinham várias atividades além das que ele contratou. O que me parece é que ele está tentando desacreditar uma pesquisa que sequer foi publicada. Ele pode tentar o que quiser judicialmente, nós vamos responder e não tenho dúvida de nossa vitória”, respondeu, justificando ainda que a atividade varejista de armas e munições se deu porque ele, como atleta e competidor, pretende montar um clube de tiro. “Eu eu já deixo ali a empresa pronta, neste sentido, e não vejo problema. Não há ilegalidade”.

Yglésio se irrita com Dino e cobra suspensão de aulas presenciais na rede privada
Política

Médico e pai, deputado tem agido com independência ao se posicionar sobre a pandemia apesar de fazer parte da base governista na Alema

O deputado Yglésio Moyses (PROS) deu sinais de que perdeu a paciência com Flávio Dino (PCdoB) diante da decisão do governador em liberar a retomada das aulas presenciais na rede privada de ensino. Médico e pai, ele tem agido com independência ao se posicionar sobre a pandemia do novo coronavírus apesar de fazer parte da base governista na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Em discuso na sessão dessa terça-feira 4, o parlamentar criticou duramente a gestão comunista por permitir a retomada das aulas nas escolas particulares e manter a suspensão, por tempo indeterminado, apenas na rede pública estadual.

“Me causa estranheza, a postura do Governo do Estado no sentido de permitir o retorno das aulas da rede privada e, ao mesmo tempo, não colocar a rede pública do Estado para voltar. Fico a me perguntar se há uma diferença de segurança entre as duas redes, se é um reconhecimento de uma eventual incapacidade de manter as medidas higiênicas sanitárias dentro da rede privada ou da rede pública, ou se apenas foi uma falta de preocupação com os pais”, disse.

Para Yglésio, o retorno das atividades presenciais na rede privada tem objetivo apenas financeiro, sem preocupações sanitárias com os estudantes, professores e demais funcionários das escolas. Ele criticou o silêncio de Dino sobre o apelo feito na semana passada, para que revisse a decisão de liberar as escolas particulares.

“Para mim, foi uma conduta inadequada por parte do Governo do Estado ter deixado a coisa dessa forma. Fez-se o apelo ao governador, houve apenas o silêncio. Eu lamento por isso. Sou integrante da base, mas como pai eu não poderia deixar de registrar a minha indignação com isso que está acontecendo”, disparou.

Irritado, ele criticou a política sanitária de Flávio Dino, por liberar a retomada das escolas particulares enquanto proíbe setores da cultura de exercer suas atividades.

“Por que é que o músico não pode voltar a tocar, se todo dia tem aglomeração política, cheia de gente, e o músico está sem poder trabalhar? Então, eu não estou entendendo qual é a ciência sanitária, se tá todo mundo aglomerando. A taxa de transmissão em São Luís não está baixa. É absurdo!”.

Covid-19: Yglésio pede a Dino que suspenda retorno às aulas presenciais na rede privada
Cotidiano

Deputado alerta que taxa de transmissão do novo coronavírus voltou a subir na capital. Apesar dos riscos, governador ignora apelo

O deputado Yglésio Moysés (PROS), que é médico, fez um apelo nas redes sociais ao governador Flávio Dino (PCdoB), para que o comunista edite novo decreto suspendendo o retorno às aulas presenciais na rede privada de ensino na capital.

Por decisão de Dino, tomada ainda em junho, as escolas particulares estão autorizadas a retomarem as atividades presenciais a partir desta segunda-feira 3, sob regras sanitárias de enfrentamento à Covid-19. Apenas nas escolas da rede pública estadual as aulas presenciais foram novamente suspensas, sem previsão de data para retorno.

Segundo Yglésio, nos últimos dias, São Luís voltou a registrar alta na taxa de transmissão do novo coronavírus. Neste cenário, alerta, o retorno às aulas presenciais na rede privada deve ser suspendido.

“Há uma discussão muito grande grande nas redes sociais, sobre a retomada das aulas. O Governo do Estado, por exemplo, adiou esse reinicio, mas nos causa estranheza a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado, nesse momento, não terem decretado uma suspensão, também, das aulas da rede privada de ensino em todos os bairros, todas as faixas de renda, sem qualquer distinção”, disse.

“Nos último dias, a gente observou uma retomada da transmissão, um aumento de transmissão, estamos acima de 1 na taxa de transmissão. Por tanto, não me parece razoável, neste momento, nós iniciarmos as aulas. A rede pública de ensino não vai começar, a rede privada não deveria começar também. Faço um apelo ao governador Flávio Dino, para que reveja essa situação, que emita um novo decreto suspendendo as aulas na rede privada também. Neste momento não há escola pública e escola particular, há a necessidade de preservarmos a saúde de todos”, completou.

O apelo foi feito na última sexta-feira 31. Dino, porém, apesar dos riscos de nova onda do novo coronavírus em São Luís, segue ignorando.

Segundo dados da prefeitura, mais de 1,6 mil pessoas já foram infectadas na capital e quase 1,2 mil morreram em decorrência da doença.

Sancionada lei que prevê apoio socioemocional no retorno às aulas presenciais
Cotidiano

Projeto foi apresentado pelo deputado Yglésio Moyses

O governador Flávio Dino (PCdoB) sancionou, na semana passada, projeto de lei que obriga as instituições particulares de ensino no Maranhão a conceder apoio socioemocional aos alunos, professores e demais funcionários no retorno às aulas presenciais, caso apresentem problemas psicológicos oriundos do tempo que ficaram em isolamento social por causa da pandemia do novo coronavírus.

De autoria do deputado estadual Yglésio Moyses (PROS), a medida destaca que os profissionais destinados a fazer esse trabalho devem ser psicólogos das próprias das instituições. Além disso, os pais podem ajudar preenchendo uma ficha e destacando a existência de sintomas apresentados pelos alunos, para fazer um diagnóstico preciso e direcionar ações específicas em cada caso.

“A lei aprovada é mais uma ferramenta entre as nossas mais de 70 proposições destinadas, exclusivamente, ao combate à pandemia no Maranhão. Todos nós tivemos grandes perdas com os efeitos negativos da Covid-19 em nossas vidas, o que requer ajuda psicológica para aquelas pessoas que mais sofreram com essa situação”, explicou Yglésio.

Ainda segundo lei, em casos confirmados de alunos e demais profissionais com sintomas de problemas psicológicos, eles deverão fornecer à instituição laudo médico comprovando o problema de saúde e a instituição, por sua vez, concederá o apoio psicológico dentro ou fora da escola. Os atendimentos precisam seguir todas as orientações sanitárias para evitar contato direto entre as pessoas e, consequentemente, a contaminação por Covid-19.

Juíza atende partido de Braide e justifica ser ‘atípico’ parlamentar fiscalizar a própria emenda
Política

Cristiana Ferraz Leite condenou Yglésio Moyses ao pagamento de R$ 10 mil por, após fiscalização, colocar sob suspeita recursos destinados pelo deputado federal para Icatu

A juíza Cristiana de Sousa Ferraz Leite, titular da 76ª Zona Eleitoral, atendeu a pedido do Podemos, partido do deputado federal Eduardo Braide, e condenou o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) ao pagamento de multa de R$ 10 mil, sob acusação de propaganda eleitoral antecipada negativa. Os dois são pré-candidatos à Prefeitura de São Luís.

No início de junho, após fiscalização in loco em Icatu, Yglésio divulgou vídeos nas redes sociais em que relaciona suposta corrupção da gestão Dunga (PMN) com recursos da saúde a Braide, por causa de emendas destinadas pelo parlamentar federal ao município.

Alegando ter havido propaganda negativa extemporânea, o Podemos entrou com quatro representações eleitorais, pedindo a retirada dos vídeos do ar e a condenação do deputado estadual.

Por tratarem de demandas idênticas sobre o mesmo assunto, a pedido da defesa de Yglésio, duas delas foram extintas pelo juiz Douglas Airton Ferreira Amorim, da 89ª Zona de São Luís, e as outras duas reunidas por Cristiana Ferraz Leite, por conexão.

Ao condenar Yglésio Moyses, a magistrada justificou, dentre outras coisas, ser algo anormal que um parlamentar, no caso Eduardo Braide, venha fiscalizar suas próprias emendas, ou seja, acompanhar se o dinheiro público foi realmente utilizado ou não para o que foi destinado.

“No caso em tela, o representante trouxe aos autos imagens que vinculam Eduardo Salim Braide à prática de irregularidades na aplicação de recursos públicos no município de Icatu-MA. Cumpre, entretanto, deixar consignado que é atípico responsabilizar parlamentar pelo mau emprego desses recursos, não ficando comprovada a efetiva participação do pré-candidato do partido representante nos ilícitos mencionados nas postagens”, escreveu.

Além do pagamento da multa, a juíza também determinou ao deputado estadual que exclua, definitivamente, os vídeos em que é feita associação entre a suposta corrupção na saúde em Icatu a Eduardo Braide. Yglésio Moysés foi ainda proibido de voltar a fazer publicações neste sentido.

Da decisão, cabe recurso.

Promulgada lei que garante desconto de 100% nas mensalidades escolares para alunos com TEA e TDAH
Economia

Também consta na atualização da lei a retroatividade nos descontos

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão promulgou, nesta quarta-feira 15, lei oriunda de proposta do deputado Yglésio Moyses (PROS) que amplia para 100% o desconto para alunos com TEA (Transtorno do Espectro Autista), TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e com outras condições que impossibilitem o estudante de acompanhar as aulas à distância, como a Síndrome de Down, por exemplo.

O novo texto também inclui o ensino infantil no rol de beneficiados com desconto nas mensalidades escolares, e garante a retroatividade dos descontos, a contar da segunda quinzena de março, quando foi declarado estado de calamidade pública no Maranhão por conta da pandemia do novo coronavírus.

Também consta na ampliação da lei a retroatividade nos descontos.

Segundo o texto, mesmo que a lei tenha sido publicada depois do decreto do governador Flávio Dino (PCdoB), em 16 de março, as instituições são obrigadas a devolver o dinheiro ou transformar a diferença em descontos nas mensalidades seguintes até o fim de 2020.

“A situação não está sendo fácil para ninguém e é preciso, com essa lei, abraçar o máximo de pessoas possível para que os efeitos negativos da pandemia sejam amenizados. Por isso, as alterações que nós propomos são uma resposta à negligência de muitas instituições que não estavam concedendo descontos aos alunos”, justificou Yglésio.

A lei terá vigência enquanto durar os efeitos do decreto estadual de calamidade pública.

Podemos, de Braide, quer exclusão de vídeos de Yglésio sobre suposta corrupção em Icatu
Política

Fiscalização in loco e documentos mostrados nas gravações apontam suposta ligação entre emendas do deputado federal, fraude em licitação e superfaturamento de uma ambulância

O Podemos, de Eduardo Braide, entrou com quatro representações na Justiça Eleitoral do Maranhão contra o deputado e pré-candidato a prefeito de São Luís, Yglésio Moysés (PROS), para que seja determinada a retirada de dois vídeos nas redes sociais em que o parlamentar estadual, com base em fiscalização in loco e documentos, expõe suposta corrupção com recursos destinados à saúde em Icatu.

Segundo o partido, em razão de Braide também postular o Executivo da capital, as gravações possuem grande potencial de ocasionar desequilíbrio ao pleito eleitoral, devido às citações do envolvimento dele no suposto esquema, por meio de emendas destinadas ao município.

Icatu tem como prefeito José Ribamar Moreira Gonçalves, o Dunga, aliado histórico de Braide. O gestor, inclusive, é filiado ao antigo partido do deputado federal, o PMN.

Em um dos vídeos em que o Podemos alega ter havido propaganda negativa antecipada a Eduardo Braide, Yglésio Moyses apresenta documentos que comprovariam que um procedimento licitatório realizado em Icatu, supostamente fraudulento, teve como origem dos recursos uma emenda do deputado federal.

No outro, em resposta ao próprio Braide, que divulgou gravação nas redes sociais em que rebate as suspeitas, Yglésio diz que houve superfaturamento de 40% na compra de uma ambulância com o dinheiro da emenda; e cobra posicionamento de Eduardo Braide sobre a falta de transparência destes recursos pela gestão Dunga.

Durante a sessão na Assembleia Legislativa desta quarta-feira 1ª, Yglésio Moyses falou sobre o caso. No discurso, disse que entrará com recurso a contra o que definiu como “tentativa de tolher o exercício da atividade parlamentar” dele, no caso, a de fiscalização do dinheiro público.

“Se eu não puder chegar em um município para fiscalizar os recursos do SUS de maneira adequada, eu nem devo estar neste Parlamento. E aí vem o deputado [Eduardo Braide], porque eu cheguei a Icatu!?! Entrarei ainda hoje com um Mandado de Segurança na Corte Eleitoral pedindo que seja respeitado o direito parlamentar de revelar as omissões e malversações que podem acontecer com o dinheiro público”, disparou.

Yglésio apresenta queixa-crime contra Jefferson Portela por injúria e difamação
Política

Secretário de Segurança chamou deputado de ‘covarde e vil’, após nota de repúdio do parlamentar contra prisão injustiça de um jovem apontado como suspeito pelo assassinato do publicitário Diogo Campos

O deputado estadual Yglésio Moysés (PROS) apresentou, nesta sexta-feira 26, uma queixa-crime contra o secretário estadual de Segurança Pública, Jefferson Portela.

No documento, o parlamentar diz ter sido vítima de injúria e difamação por parte de Portela, após a emissão de uma nota de repúdio contra a prisão desastrosa e injusta de um jovem apontado como suspeito pelo assassinato do publicitário Diogo Campos.

Segundo Yglésio, em entrevista a rádio Mirante AM, ao comentar sobre a nota de repúdio, Jefferson Portela teria se referido a ele como um “um representante popular covarde e vil”.

No pedido de reparação aos supostos danos causados à sua honra, o deputado propõe como composição civil que Jefferson Portela, caso condenado, efetue o pagamento de R$ 20 mil, como forma de despenalização. O valor será integralmente doado à Fundação Antônio Jorge Dino, mantenedora do Hospital Aldenora Bello, instituição privada referência no atendimento oncológico no Maranhão.

O relator do caso é o desembargador Tyrone Silva, do Tribunal de Justiça do Maranhão, onde Jefferson Portela tem foro por conta do cargo.

Entenda a prisão desastrosa e injusta

Na semana passada, com base em indícios rasos, a Polícia Civil do Maranhão pediu ao Poder Judiciário e conseguiu a prisão preventiva do jovem apontado como suspeito pelo assassinato do publicitário Diogo Campos. Ele chegou a ser mandado para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas e teve sua foto, fardado como presidiário, vazada em alguns blogs locais.

Apenas cerca de 48 horas depois da prisão, após laudo do Icrim (Instituto de Criminalística) confirmar a versão apresentada em vídeos pela família e pela defesa, de que o carro apontado pela Polícia Civil como o utilizado no crime não era o mesmo do suspeito, é que o jovem foi posto em liberdade.

Segundo mostram as gravações, no horário do assassinato do publicitário, o veículo apontado pela Polícia Civil como utilizado no crime, de propriedade do pai do jovem, assim como o próprio suspeito, estavam no local onde funciona uma oficina da família, em um bairro localizado a quilômetros de distância de onde ocorreu o crime.

No MA, empresas com mais de 20 funcionários terão de realizar testagem para Covid-19
Cotidiano

Poderão ser utilizados os tipo RT-PCR e os sorológicos

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na terça-feira 23, projeto de lei que obriga empresas no estado com mais de 20 funcionários a realizar testagem periódica, a cada 15 dias, para detecção do novo coronavírus. A matéria aguarda sanção do governador Flávio Dino (PCdoB).

Segundo a proposta, de autoria do deputado Yglésio Moysés (PROS), os testes que poderão ser utilizados são do tipo RT-PCR (considerado padrão de referência, realizado a partir de amostras coletadas através de cotonetes de nariz e orofaringe garganta) e os sorológicos (realizado a partir da amostra de sangue do paciente), mais baratos que o primeiro.

“Com a abertura gradual das atividades econômicas no Maranhão, é importante que as empresas tomem cuidados específicos para evitar que funcionários e até mesmo os clientes contraiam a Covid-19”, justificou Yglésio.

Pelo texto, os funcionários cujo resultado da testagem tenha sido o IgG (imunoglobina G) positivo e IgM (imunoglobina M) negativo, estarão liberados da testagem a cada 15 dias. Isso porque esses dois anticorpos indicam que a pessoa já possui um grau elevado de imunidade à doença, excluindo-o da necessidade de nova testagem imediata. Contudo, todos deverão ter temperatura auferida, por meio de termômetro digital, para ajudar no controle da doença.

Para resultados de exames positivos para Covid-19, os infectados deverão ser submetidos ao isolamento domiciliar.

Pré-candidato a prefeito, Yglésio assume comando do PROS em São Luís
Política

Parlamentar disputará o pleito como representante da terceira via

O deputado estadual Yglésio Moyses assumiu, desde a semana passada, a presidência do PROS (Partido Republicano da Ordem Social) em São Luís. A movimentação reforça a prioridade da Executiva Nacional da legenda na pré-candidatura do parlamentar para a prefeitura da capital —maior colégio eleitoral do Maranhão.

“Os passos estão sendo dados dentro do cronograma eleitoral. A eleição, ainda com data indefinida, é moldada dentro dos prazos estabelecidos pela Justiça Eleitoral, esse é o tempo necessário para que tenhamos uma candidatura vencedora”, disse Yglésio, a respeito do novo desafio.

Médico e professor universitário, Yglésio Moyses tem se destacado na Assembleia Legislativa por exercer um mandato técnico, propositivo e independente —embora o partido integre a base governista na Casa, o que lhe garante a entrada na disputa pelo Palácio de La Ravardière como autêntico representante da terceira via.

À frente do PROS, tem agora a missão de costurar com outras legendas a vaga de vice na chapa, caso não seja puro-sangue, e de fortalecer o partido nomes para a Câmara Municipal de São Luís. Atualmente, o partido não possui vereadores no Parlamento ludovicense.

Yglésio levanta suspeitas sobre emendas de Braide para Icatu
Política

Município é citado pela PF em investigação sobre desvio de dinheiro destinado para combate ao novo coronavírus. Prefeito e deputado federal negam corrupção

O deputado estadual Yglésio Moyses (Pros) tem levantado, desde o início desta semana, suspeitas sobre emendas parlamentares destinadas pelo deputado federal Eduardo Braide (Pode) para Icatu, município de 21,9 mil habitantes, localizado a 115 quilômetros de São Luís.

Segundo Yglésio, que é médico, em inspeção recentemente realizada no hospital municipal, constatou descaso com a unidade e verificou indícios de corrupção em um contrato de mais de R$ 2 milhões celebrado entre a prefeitura e a Precision Soluções Diagnósticos, que tem endereço cadastral na capital.

Apontada como empresa de fachada, na terça 9, a Precision foi alvo de mandado de busca e apreensão no bojo da Operação Cobiça Fatal, deflagrada pela Polícia Federal e CGU (Controladoria-Geral da União), contra suposto esquema de fraude em licitação custeada com dinheiro destinado para o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

No inquérito relacionado às investigações, a PF registra que suspeita de fraude e irregularidade na contratação da empresa pelo município administrado pelo prefeito José Ribamar Moreira Gonçalves, o Dunga (PMN). Ele é aliado histórico de Braide.

“A gente liga o sinal vermelho da corrupção. Vamos encaminhar esses dados, essas imagens, para o Ministério Público [Federal], para que acompanhe as denúncias e, se tiver culpados, que sejam devidamente responsabilizados”, disparou Yglésio, em um vídeo publicado nas redes sociais em que aponta que os recursos para a contratação empresa alvo da PF seriam oriundos da emenda do deputado federal.

Pressionados pela repercussão negativa, ontem 10, Braide e Dunga rebateram as suspeitas levantadas por Yglésio. Ambos negam corrupção e uso das emendas no contrato com a suposta empresa de fachada.

Sem comprovar as declarações, em nota, a gestão municipal de Icatu garantiu que, do contrato com a Precision Soluções Diagnósticos, foram pagos apenas R$ 130 mil na compra de insumos que já teriam sido entregues pela empresa. Disse ainda, sem detalhar quando, que houve o distrato do contrato. Sobre a emenda de Braide, garantiu que o dinheiro foi destinado para a aquisição de uma caminhonete para a vigilância sanitária e de uma ambulância para atendimento da rede pública de saúde municipal. Ainda segundo a gestão Dunga, o dinheiro também serviu para a montagem de um laboratório, aquisição de equipamentos para centro cirúrgico, insumos e reforma de parte do hospital, cuja obra ainda estaria em andamento.

Já Braide repetiu a resposta da prefeitura administrada pelo aliado sobre o destino dado aos R$ 2 milhões de sua emenda parlamentar, e classificou como falsas as informações divulgadas por Yglésio Moyses.

“Parece que o consórcio do governo [de Flávio Dino] entrou em desespero, espalhando fake news por aí. Todos vocês sabem que, durante a pandemia, tenho destinado recursos a vários municípios, e um deles é Icatu”, afirmou.

O contrato e a real origem do dinheiro usado pela Prefeitura de Icatu seguem sob investigação da PF, que devem avançar com as gravações feitas por Yglésio Moyses durante a fiscalização no município.