Yglésio Moyses
Yglésio critica novo protocolo da SES sobre uso de cloroquina: ‘Falsa redução dos casos’
Cotidiano

Mesmo sem respaldo científico, governo Flávio Dino liberou a distribuição do remédio para pacientes com sintomas leves de Covid-19

A liberação dada pelo governo de Flávio Dino (PCdoB), desde o último dia 12, para que médicos da rede pública estadual de saúde receitem e distribuam cloroquina para pacientes com sintomas leves de Covid-19, foi criticada pelo deputado estadual Yglésio Moyses (PROS).

Embora pertencente ao grupo de deputados governistas na Assembleia Legislativa, o parlamentar, que é medico, fez uma série de considerações no Twitter contrárias ao uso do medicamento, ainda no domingo 17, quando o Governo do Maranhão anunciou publicamente a mudança no protocolo de tratamento da doença no estado, após vazamento da distribuição de kits de fármacos pela SES (Secretaria de Estado da Saúde) e Emserh (Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares), contendo a cloroquina.

Para Yglésio, conforme já mostrou o ATUAL7, não há evidências científicas de que o uso do medicamento traga benefícios para pacientes infectados pelo novo coronavírus, inclusive para aqueles com casos leves e moderados. A distribuição adotada pela SES sem respaldo da ciência, diz, provocará desobediência às medidas de isolamento social e falsa redução de casos confirmados da Covid-19.

“Medicamento não funciona, mas mesmo assim, uma parte da população vai aumentar o fluxo de procura às unidades. Coincidindo com o fim do lockdown, é mais uma medida que estimula redução do isolamento social. Muita gente vai se considerar imune e somar-se-ão comportamentos de risco. Vai reduzir a pressão por testes, porque muita gente vai achar que não precisa ser testado porque já está tomando a ‘cura mágica’ —falsa subnotificação. Falsa redução dos casos”, publicou.

Ainda segundo o parlamentar, além da falta de estudos que embasem o novo protocolo, o efeito provocado pode ser o contrário do esperado.

“Vai acelerar a retomada da economia em velocidade maior do que deveria, portanto há chance de segunda onda de contágio”, alertou.

Na Assembleia Legislativa, durante a sessão virtual realizada na manhã desta segunda 18, o deputado voltou a criticar a mudança no protocolo pela SES, para uso do medicamento contra a Covid-19.

“Inócuo. O remédio não funciona. Fizeram um debate político em algo que o mundo inteiro, os países desenvolvidos já abandonaram”, declarou.

Sem citar Carlos Lula, Yglésio rebate desinformação sobre queda de casos de Covid-19
Cotidiano

Secretário de Saúde do Maranhão divulgou nas redes sociais que infecção pelo novo coronavírus teria diminuído na Aglomeração Urbana de São Luís em razão do lockdown

Sem citar o nome do secretário Carlos Lula (Saúde), o deputado estadual Yglésio Moysés rebateu, nessa quarta-feira 13, a desinformação de que houve queda de casos confirmados de Covid-19 na Aglomeração Urbana de São Luís em razão do lockdown. A medida restritiva está em vigor há uma semana na capital e nos municípios de Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar, por decreto editado pelo governador Flávio Dino a mando da Justiça.

“Estamos com uma redução de casos por conta de uma redução proporcional da testagem”, explicou o parlamentar, que é médico, mostrando em seguida, por meio de gráficos, o apagão entre a coleta e a liberação do resultado de exames para detecção da Covid-19, inclusive em relação aos óbitos em decorrência da doença.

Ontem 12, nas redes sociais, Carlos Lula afirmou que houve queda de casos positivos em São Luís e nas outras três cidades da Região da Ilha do Maranhão, e atribui o feito ao lockdown.

“Uma semana de #lockdown e a Grande Ilha de São Luís já apresenta #queda, com apenas 166 novos casos positivos. É cedo ainda para comemorar, mas a conscientização coletiva é parte fundamental na luta contra a #covid19”, publicou o titular da SES.

Contudo, segundo Yglésio Moysés, até o momento, não há qualquer cenário de redução de casos de Covid-19.

“Quantos mais testes a gente faz, mas casos aparecem. Caiu a testagem, caiu a quantidade de casos”, rebate o parlamentar, disparando: “A gente precisa mostrar para a população como as coisas estão acontecendo de fato”, disparou.

Abaixo, o vídeo em que Yglésio rebate a desinformação do secretário de Saúde do Maranhão:

Alema aprova projeto de que prorroga validade de concursos
Cotidiano

A prorrogação dos prazos deve-se à pandemia do novo coronavírus

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, ontem 11, projeto de lei que prorroga a validade de todos os concursos públicos no estado.

De autoria do deputado Yglésio Moyses (PROS), a proposta determina que fica sobrestada a validade dos certames, independentemente de homologação, anteriormente à publicação do Decreto nº 35.677, de 21 de 2020, até o término da vigência do estado de calamidade pública no âmbito do Maranhão.

“Trata-se de uma medida que pretende evitar prejuízos aos direitos dos participantes de seleções públicas por motivos alheios às suas vontades”, frisa Yglésio.

O parlamentar lembrou que, há poucos dias, o governador Flávio Dino (PCdoB) anunciou a prorrogação do prazo do concurso da Polícia Militar, estendendo para o ano de 2022. Com a proposição aprovada pela Alema, a nova lei engloba todos os concursos públicos, como o da Sefaz (Secretaria Estadual da Fazenda do Maranhão).

A prorrogação dos prazos relativos aos concursos públicos deve-se à pandemia do novo coronavírus.

No estado, até o momento, mais de 8,5 mil pessoas já foram diagnosticadas com Covid-19, e mais de 400 morreram em decorrência da doença.

Governo acata proposta de Yglésio sobre adicional de insalubridade para profissionais de saúde
Cotidiano

Aumento passará de 20% para 40% para quem recebe salário de até R$ 2,5 mil. Terceirizados também receberão o valor

O aumento do adicional de insalubridade de 40% para os profissionais de saúde é uma briga de classe que intensificou com a chegada da pandemia do novo coronavírus. Da portaria à UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), os profissionais estão expostos aos riscos de contaminação pela Covid-19.

Nesta sexta-feira 8, a SES (Secretaria Estadual de Saúde) confirmou que aumentará de 20% para 40% o adicional de insalubridade aos profissionais da rede estadual com salário de até R$ 2,5 mil. O cálculo de insalubridade é em cima do valor do salário mínimo. A pauta foi levada ao governo Flávio Dino pelo deputado Yglésio Moyses (PROS), que é médico.

À época, Yglésio explicou que “tal medida se faz necessária porque a própria exposição repetida ao novo coronavírus aumenta o custo de vida desses profissionais em suas casas e com suas famílias”.
Nas redes sociais, o deputado comemorou a conquista. “Foi uma discussão que nós iniciamos junto ao governo do Estado e a gente feliz com o atendimento dessa demanda”, disse.

A medida contempla profissionais da portaria, higiene e limpeza, rouparia, farmácia, serviços gerais, nutrição, psicologia, fonoaudiologia, transporte (motoristas), técnicos em laboratório, técnicos em enfermagem e auxiliares de enfermagem, fisioterapia, recepção e trabalhadores da copa e cozinha.

Funcionários de empresas terceirizadas também receberão o valor.

Yglésio sugere acordão para decreto de lockdown na Ilha de São Luís: ‘CombinaDOWN’
Política

Apesar de ameaçar que adotaria medida restritiva, Flávio Dino vinha evitando tomar decisão agora determinada pela Justiça a pedido do Ministério Público

O deputado estadual Yglésio Moysés (PROS) sugeriu, nessa quinta-feira 30, em publicação no Twitter, mas sem fazer citações e sem entrar em detalhes, que possa ter havido um acordão entre o Ministério Público, Poder Judiciário e o Governo do Maranhão para a adoção na Ilha de São Luís do chamado lockdown —termo usado para situações de paralisação total ou parcial do deslocamento de pessoas e, consequentemente, da economia.

“Nova modalidade de Lockdown: O CombinaDOWN. Jabuticaba maranhense”, publicou o parlamentar, em referência à determinação do juiz Douglas Martins, a pedido do MP, para que o governador Flávio Dino (PCdoB) decrete a medida restritiva, a partir de 5 de maio próximo, inicialmente pelo prazo de 10 dias.

De fato, coincidentemente, há cerca de um mês, Dino vinha ameaçando decretar lockdown em São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar, mas vinha resistindo a adotar a medida restritiva, já declarando que, no máximo, poderia ser algo parecido com o fechamento total. Com a determinação judicial, porém, o comunista garantiu que não pretende recorrer, que a decisão será prontamente cumprida.

Para Yglésio Moysés, que é médico, a falta de testagem em massa, de plano de contingência e de comunicação eficaz sobre a adoção do lockdown pode levar a capital e demais municípios da Região Metropolitana à explosão de casos de infecção e de óbitos pelo novo coronavírus.

“Lockdown sem planejamento de comunicação, sem plano de contingência, sem testagem é ‘LOUCDOWN’”, publicou Yglésio, destacando não ser contra “apertar” o isolamento social, mas à forma “problemática e errada” como está sendo feita.

“Já era pra ter minimamente alguns cards explicando o que funciona e o que deixará de funcionar. Informação; Informação; Informação. Comunicação proativa, sincera e segura: isso que o povo precisa pra ficar menos tenso na pandemia”, ressaltou.

Yglésio propõe aumento do adicional de insalubridade para profissionais de saúde
Política

Indicação foi encaminhada a Flávio Dino, Edivaldo Holanda Júnior e ao presidente da Famem, Erlânio Xavier

O deputado estadual Yglésio Moysés (PROS) protocolou indicação visando aumentar o adicional de insalubridade dos profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde), durante 60 dias, prorrogável por mais 30. Segundo o parlamentar, esses profissionais estão submetidos ao mais alto risco, por conta da proliferação da Covid-19, bem como da gripe H1N1. Nos hospitais, unidades de saúde e policlínicas, eles estão na linha de frente de combate ao avanço das doenças, especialmente da primeira.

“Protocolarei uma indicação ao governador Flávio Dino e ao secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, para que seja aumentado, durante o período de 60 dias, prorrogável por mais 30, o adicional de insalubridade dos profissionais do SUS, para 40%, durante o combate da epidemia do novo coronavírus”, anunciou, no Twitter.

Yglésio estendeu a sugestão para o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PDT), e ao presidente da Famem (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão), Erlânio Xavier.

Para o deputado, a medida deverá alcançar o pessoal que faz o atendimento ao público, da portaria aos profissionais de saúde. “Tal medida se faz necessária porque a própria exposição repetida ao coronavírus aumenta o custo de vida desses profissionais em suas casas e com suas famílias.”, frisou.

Othelino anuncia votação de projeto que obriga escolas e faculdades a reduzirem mensalidade em 30%
Economia

Redução valeria enquanto as aulas estiverem suspensas no Maranhão por conta da pandemia do novo coronavírus

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), anunciou, nessa segunda-feira 20, em sua conta no Twitter, que incluirá na pauta de votação o projeto de lei que visa garantir a redução de 30% nas mensalidades na rede privada de ensino do Maranhão. A proposta é de autoria do deputado Rildo Amaral (SD), com emenda do deputado Yglésio Moyses (PROS).

Segundo Othelino, não houve boa vontade por parte da maioria das escolas (ensino fundamental e médio) e faculdades em discutir, de forma clara e transparente, a possível redução nos valores das mensalidades, enquanto as aulas estiverem suspensas por conta da pandemia do novo coronavírus, que causa a Covid-19,

“Achei que o bom senso iria prosperar e chegaríamos a um entendimento que beneficiasse a todos os envolvidos: empresários, estudantes, professores e funcionários administrativos dos estabelecimentos de ensino. Diante disso, informo que incluirei na Ordem do Dia da próxima sessão da Assembleia o Projeto de Lei, assim como a respectiva emenda”, publicou.

A data da votação ainda será definida.

Em pouco mais de um mês, mais de 1,3 mil pessoas foram diagnosticadas com a Covid-19 no estado, e 60 morreram em decorrência da doença.

Sancionada no MA lei que dispensa carimbos em prescrições médicas
Cotidiano

Projeto foi apresentado pelo deputado Yglésio Moyses antes do início da pandemia do novo coronavírus

Foi sancionada no Maranhão a lei que dispensa carimbos em prescrições para aquisição de medicamentos, de autoria do deputado estadual Yglésio Moysés (PROS).

O projeto foi apresentado na Assembleia Legislativa pelo parlamentar, que é médico, antes mesmo do início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A ideia, segundo ele, é desburocratizar o acesso a saúde, sendo que assinatura do profissional de saúde e o número do seu conselho de classe é suficiente para identificar o profissional.

De acordo com o texto, a receita poderá ser por meio físico ou digital, contendo a assinatura autêntica do profissional ou assinatura digital certificada pela Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira, na forma da Medida Provisória 2.200-2, de 24 de agosto de 2001. Com isso, a prática da telemedicina pode ter efeito mais prática, visto que receitas poderão ser também digitais.

A lei, porém, não dispensa o carimbo médico para receitas que contenham substâncias classificadas em normativas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), como entorpecentes ou psicotrópicas.

Como deve ser a receita

1º. Estar escrita em vernáculo, por extenso, e de modo legível, a tinta ou em meio digital, observados a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais;

2º. Exibir o nome do paciente e o modo de usar da medicação;

3º. Conter o nome completo do profissional, endereço do consultório ou residência deste e o número de inscrição no respectivo Conselho Profissional.

Os estabelecimentos deverão afixar em local visível cartaz ou equivalente com o teor da lei.

Com crise do coronavírus, Yglésio quer que IPVA seja cobrado só em outubro
Economia

Indicação foi encaminhada a Flávio Dino

Para tentar amenizar a crise econômico-financeira no Maranhão decorrente da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o deputado Yglésio Moyses (PROS) defende que seja suspensa a obrigatoriedade de pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) 2020 no estado, até outubro deste ano.

“Inevitavelmente o dinheiro parou de chegar ao bolso do trabalhador, atrapalhando todo o planejamento financeiro das famílias que dependem do seu negócio para se sustentarem”, justificou o parlamentar, que também é médico, em publicação nas redes sociais.

A indicação foi encaminhada ao governador Flávio Dino (PCdoB) e ao secretário estadual Marcellus Ribeiro Alves (Fazenda).

É também de Yglésio a indicação para a majoração do adicional de insalubridade dos profissionais vinculados ao SUS (Sistema Único de Saúde) em 40% por 60 dias, prorrogável por mais 30 dias, em virtude da Covid-19. Também a minoração de alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para micro e pequenos empreendedores, enquanto durar os efeitos da pandemia.

O governador Flávio Dino ainda não se manifestou sobre as indicações.

Aliado, Yglésio discute com Dino elaboração de plano de governo
Política

Pré-candidato a prefeito de São Luís pelo PROS apresentou ao comunista esboço de propostas e temáticas para o desenvolvimento da capital

O deputado estadual Yglésio Moysés, pré-candidato a prefeito de São Luís pelo PROS, discutiu com o governador Flávio Dino (PCdoB), em reunião no Palácio dos Leões nesta quinta-feria 27, a construção de seu plano de governo.

“Hoje, apresentei ao governador Flávio Dino o nosso plano de governo 2021-2024 em sua versão inicial. O governador será um parceiro nos dois primeiros anos da nossa gestão na Prefeitura de São Luís. Portanto, o diálogo é essencial para construção de um plano sólido e capaz de transformar a realidade dos ludovicenses”, postou Yglésio, nas redes sociais.

“Seguiremos em diálogo com a população, com agentes públicos e políticos, para aperfeiçoar as ideias e construir um modelo de gestão que certamente será vencedor no pleito que se aproxima. Vamos em frente!”, finalizou.

O pré-candidato do PROS é o primeiro, do consórcio de sete pré-candidatos aliados de Dino até o momento anunciados no pleito, a sentar com o governador para pensar em conjunto com o comunista propostas coerentes, integradas e viabilizadas para o desenvolvimento da cidade por meio de políticas públicas factíveis e participativas, e estratégias que propiciem à população da cidade uma qualidade de vida mais adequada e de longo prazo.

Na reunião, entre diversas outras temáticas, a discussão girou principalmente em torno de questões relacionadas à saúde, educação, geração de emprego e renda, meio ambiente e turismo, setor social e mobilidade.

Yglésio contrapõe discurso populista sobre reajuste da passagem de ônibus
Política

Até o momento, pré-candidato do Pros tem sido o único postulante à prefeitura de São Luís a apresentar propostas e a não usar de demagogia ao discutir o tema

Pré-candidato a prefeito de São Luís, o deputado estadual Yglésio Moyses (Pros) elevou o debate sobre o reajuste da passagem de ônibus na capital e, sob enfoque propositivo, contrapôs o discurso populista que vem sendo adotado por todos os demais postulantes ao Palácio de La Ravardière.

Em discurso na Assembleia Legislativa, na sessão dessa segunda-feira 17, Yglésio rebateu adversários no pleito por agirem com demagogia tarifária nas redes sociais, ao sugerirem e até prometem o congelamento ou a redução do preço da passagem de ônibus.

“Ao contrário do que foi propaganda por pessoas extremamente irresponsáveis, inclusive cobrando a redução de ICMS que já existe desde 2015, queremos fazer uma discussão séria sobre essa questão”, declarou.

Após análise criteriosa a respeito os problemas da mobilidade urbana da cidade, Yglésio Moyses propôs a criação de um fundo municipal de transporte, a ser financiado pelo ISS (Imposto sobre Serviços) que seria recolhido das empresas de aplicativos como Uber e 99, que operam na cidade sem pagar tributos. Esses recursos, segundo ele, seriam revestidos em melhoria do sistema de transporte público da capital.

O pré-candidato a prefeito pelo Pros lembrou também que, embora não deva haver leniência na cobrança do concessionário pela qualidade do serviço, os demais postulantes ao cargo devem ser transparentes e parar de esconder do eleitor que, se o reajuste da tarifa não corresponder às cláusulas de equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão pública, haverá impacto no subsídio dos cofres públicos e, consequentemente, essa conta será repassada para a população em geral, inclusive para quem não utiliza o transporte coletivo de passageiros. Também cobrou que parem de apenas apontar culpados.

“Não serve a ninguém deixar as empresas de transporte quebradas, porque vai desempregar pai e mãe de família, vai reduzir geração de renda, vai dificultar para todos. Precisamos ter esse entendimento. Vão ficar com essa palhaçada na rede social ou apontar como fazer resolver esse problema? Precisamos discutir as coisas na seriedade. A população não aguenta mais mentiras”, ressaltou.

TRE-MA libera filiação de Yglésio Moyses a outro partido
Política

Corte julgou procedente a ação declaratória de desfiliação do PDT

O TRE (Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão julgou, nesta segunda-feira 16, procedente a ação declaratória de desfiliação do PDT que libera o deputado estadual Yglésio Moyses para filiar-se a outro partido.

A decisão da corte foi unânime.

Participaram do julgamento os desembargadores Cleones Cunha, Tyrone Silva; os juízes José Gonçalo Filho, Júlio César Praseres; e os juristas Bruno Duailibe e Gustavo Vilas Boas.

Com a decisão do TRE-MA, Yglésio deve avançar nas tratativas partidárias para entrar em definitivo na pré-campanha a prefeito de São Luís.

PEC das emendas impositivas avança na Assembleia Legislativa do MA
Economia

Com apoio de Othelino Neto à proposta, deputados se reuniram na Presidência da Casa nesta terça para fechamento de um texto consensual

Deputados da Assembleia Legislativa do Maranhão se reuniram na sala da Presidência da Casa, entre o final da manhã e início da tarde desta terça-feira 27, para tratar sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que garante a efetivação das emendas parlamentares.

Segundo apurou o ATUAL7, a matéria já conta com o apoio de todos os 42 deputados da Alema, restando apenas acertar os últimos detalhes sobre o texto a ser apresentado e aprovado pelas comissões e em plenário, em relação ao percentual obrigatório da RCL (Receita Corrente Líquida) no primeiro ano de vigência da PEC e ao escalonado no ano seguinte ao da promulgação da proposta.

A nova iniciativa para tornar impositivas as emendas dos parlamentares está sendo encabeçada pelo deputado Yglésio Moyses (PDT), integrante da base do Palácio dos Leões na Assembleia Legislativa, que articulou o apoio de quase 20 deputados governistas, principalmente novatos.

O avanço ocorre, porém, em razão da PEC contar com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB). Ao ATUAL7, ele confirmou a reunião com os deputados, com o objetivo de chegar a um texto consensual. “Estamos dedicados a chegar a um termo que permita aprovar”, declarou.

Antes de Yglésio Moyses, já lutaram pela aprovação das emendas impositivas, mas sem sequer passar das articulações para recolhimento de assinaturas necessárias para o início das discussões – o total de 14 –, os deputados César Pires (PV), por diversas vezes, e o deputado Wellington do Curso (PSDB), ambos de oposição à gestão de Flávio Dino (PCdoB).

Grupo de Flávio Dino tem 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís
Política

Apenas PCdoB e PDT têm três nomes, cada. Apesar de permitir que aliados tentem se viabilizar, governador já tem seu ungido para disputa

Entre nomes do alto e do baixo clero, o grupo comandado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) possui, atualmente, ao menos 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís para as eleições de 2020, segundo levantamento feito pelo ATUAL7.

Apesar da alta quantidade de postulantes, de acordo com declaração do presidente do PCdoB no Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, eminência parda da gestão comunista, chegado o período das convenções partidárias, não haverá dificuldade para a unção do escolhido.

Pelas movimentações públicas de Flávio Dino, apesar da permissão dada aos aliados para que tentem se viabilizar na disputa – sim!, por submissão voluntária dos próprios integrantes, no grupo dinista os passos só são dados após a permissão do governador –, o deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), desponta como já ungido antecipadamente pelo chefe. Recentemente, no que pode alavancá-lo na graça do ludovicense, ele recebeu das mãos do governador o comando do programa intitulado Nosso Centro, cujo investimento se aproxima de R$ 140 milhões.

Além de Rubens Júnior, também pelo PCdoB, se articulam no grupo dinista o deputado estadual Duarte Júnior e o vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro.

Outro partido que também possui três nomes em disputa interna é o PDT. Pela legenda, o predileto do presidente do partido no Maranhão, senador Weverton Rocha, é o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho. Em sua mais recente declaração sobre o pleito do próximo ano, porém, ele abriu brechas para que tentem se viabilizar o deputado estadual Yglésio Moyses e o vereador licenciado e secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues.

Os demais postulantes a prefeito de São Luís pela panelinha do Palácio dos Leões são: o deputado estadual Neto Evangelista, pelo DEM; o vice-presidente da Câmara de São Luís, Astro de Ogum, pelo PL (antigo PR); o deputado federal Bira do Pindaré, pelo PSB; e a deputada estadual Helena Duailibe, pelo Solidariedade.

Também recebeu autorização de Flávio Dino para tentar se viabilizar na disputa, mas ainda permanece sem partido, o comunicador Jeisael Marx, único outsider do grupo.

Votação de empréstimo para precatórios fica para próxima semana
Política

CCJ adiou reunião para deliberação sobre parecer de Yglésio Moyses. Governo quer R$ 623,5 milhões na operação de crédito

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) adiou, para a quinta-feira 25, a apreciação do relatório a ser apresentado pelo deputado Yglésio Moyses (PDT) sobre a autorização solicitada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) para um novo empréstimo pelo Estado.

Em mensagem encaminhada à Casa há quase um mês, Dino submeteu aos parlamentares pedido para tomar exatos R$ 623.549.278,00 na operação de crédito. Segundo o comunista, o montante será utilizado para o pagamento de precatórios que já venceram, alvo de ação judicial por atrasos, e os que vencerão até dezembro de 2024.

A reunião da CCJ deveria acontecer nesta terça-feira 23. Porém, mesmo com o parecer já finalizado, os membros do colegiado decidiram adiar a deliberação. Embora governista, o pedetista vem fazendo suspense sobre o relatório.

Com o adiamento da apreciação pela CCJ, que analisa apenas a constitucionalidade do pedido, a autorização para o empréstimo irá para votação em plenário somente na segunda-feira 29 ou na terça-feira 30.

Apesar do esforço do governo para tentar encarar o caso com normalidade, no bastidor, a demora inédita para a aprovação de um pedido de Flávio Dino pela Assembleia Legislativa tem sido entendida como demonstração de fraqueza e inabilidade do Palácio dos Leões, que, por falta de liderança e articulação, não consegue manter sobre os deputados novatos aliados da base o mesmo cabresto colocado nos parlamentares mais antigos da Casa.