Yglésio Moyses
Com crise do coronavírus, Yglésio quer que IPVA seja cobrado só em outubro
Economia

Indicação foi encaminhada a Flávio Dino

Para tentar amenizar a crise econômico-financeira no Maranhão decorrente da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o deputado Yglésio Moyses (PROS) defende que seja suspensa a obrigatoriedade de pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) 2020 no estado, até outubro deste ano.

“Inevitavelmente o dinheiro parou de chegar ao bolso do trabalhador, atrapalhando todo o planejamento financeiro das famílias que dependem do seu negócio para se sustentarem”, justificou o parlamentar, que também é médico, em publicação nas redes sociais.

A indicação foi encaminhada ao governador Flávio Dino (PCdoB) e ao secretário estadual Marcellus Ribeiro Alves (Fazenda).

É também de Yglésio a indicação para a majoração do adicional de insalubridade dos profissionais vinculados ao SUS (Sistema Único de Saúde) em 40% por 60 dias, prorrogável por mais 30 dias, em virtude da Covid-19. Também a minoração de alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para micro e pequenos empreendedores, enquanto durar os efeitos da pandemia.

O governador Flávio Dino ainda não se manifestou sobre as indicações.

Aliado, Yglésio discute com Dino elaboração de plano de governo
Política

Pré-candidato a prefeito de São Luís pelo PROS apresentou ao comunista esboço de propostas e temáticas para o desenvolvimento da capital

O deputado estadual Yglésio Moysés, pré-candidato a prefeito de São Luís pelo PROS, discutiu com o governador Flávio Dino (PCdoB), em reunião no Palácio dos Leões nesta quinta-feria 27, a construção de seu plano de governo.

“Hoje, apresentei ao governador Flávio Dino o nosso plano de governo 2021-2024 em sua versão inicial. O governador será um parceiro nos dois primeiros anos da nossa gestão na Prefeitura de São Luís. Portanto, o diálogo é essencial para construção de um plano sólido e capaz de transformar a realidade dos ludovicenses”, postou Yglésio, nas redes sociais.

“Seguiremos em diálogo com a população, com agentes públicos e políticos, para aperfeiçoar as ideias e construir um modelo de gestão que certamente será vencedor no pleito que se aproxima. Vamos em frente!”, finalizou.

O pré-candidato do PROS é o primeiro, do consórcio de sete pré-candidatos aliados de Dino até o momento anunciados no pleito, a sentar com o governador para pensar em conjunto com o comunista propostas coerentes, integradas e viabilizadas para o desenvolvimento da cidade por meio de políticas públicas factíveis e participativas, e estratégias que propiciem à população da cidade uma qualidade de vida mais adequada e de longo prazo.

Na reunião, entre diversas outras temáticas, a discussão girou principalmente em torno de questões relacionadas à saúde, educação, geração de emprego e renda, meio ambiente e turismo, setor social e mobilidade.

Yglésio contrapõe discurso populista sobre reajuste da passagem de ônibus
Política

Até o momento, pré-candidato do Pros tem sido o único postulante à prefeitura de São Luís a apresentar propostas e a não usar de demagogia ao discutir o tema

Pré-candidato a prefeito de São Luís, o deputado estadual Yglésio Moyses (Pros) elevou o debate sobre o reajuste da passagem de ônibus na capital e, sob enfoque propositivo, contrapôs o discurso populista que vem sendo adotado por todos os demais postulantes ao Palácio de La Ravardière.

Em discurso na Assembleia Legislativa, na sessão dessa segunda-feira 17, Yglésio rebateu adversários no pleito por agirem com demagogia tarifária nas redes sociais, ao sugerirem e até prometem o congelamento ou a redução do preço da passagem de ônibus.

“Ao contrário do que foi propaganda por pessoas extremamente irresponsáveis, inclusive cobrando a redução de ICMS que já existe desde 2015, queremos fazer uma discussão séria sobre essa questão”, declarou.

Após análise criteriosa a respeito os problemas da mobilidade urbana da cidade, Yglésio Moyses propôs a criação de um fundo municipal de transporte, a ser financiado pelo ISS (Imposto sobre Serviços) que seria recolhido das empresas de aplicativos como Uber e 99, que operam na cidade sem pagar tributos. Esses recursos, segundo ele, seriam revestidos em melhoria do sistema de transporte público da capital.

O pré-candidato a prefeito pelo Pros lembrou também que, embora não deva haver leniência na cobrança do concessionário pela qualidade do serviço, os demais postulantes ao cargo devem ser transparentes e parar de esconder do eleitor que, se o reajuste da tarifa não corresponder às cláusulas de equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão pública, haverá impacto no subsídio dos cofres públicos e, consequentemente, essa conta será repassada para a população em geral, inclusive para quem não utiliza o transporte coletivo de passageiros. Também cobrou que parem de apenas apontar culpados.

“Não serve a ninguém deixar as empresas de transporte quebradas, porque vai desempregar pai e mãe de família, vai reduzir geração de renda, vai dificultar para todos. Precisamos ter esse entendimento. Vão ficar com essa palhaçada na rede social ou apontar como fazer resolver esse problema? Precisamos discutir as coisas na seriedade. A população não aguenta mais mentiras”, ressaltou.

TRE-MA libera filiação de Yglésio Moyses a outro partido
Política

Corte julgou procedente a ação declaratória de desfiliação do PDT

O TRE (Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão julgou, nesta segunda-feira 16, procedente a ação declaratória de desfiliação do PDT que libera o deputado estadual Yglésio Moyses para filiar-se a outro partido.

A decisão da corte foi unânime.

Participaram do julgamento os desembargadores Cleones Cunha, Tyrone Silva; os juízes José Gonçalo Filho, Júlio César Praseres; e os juristas Bruno Duailibe e Gustavo Vilas Boas.

Com a decisão do TRE-MA, Yglésio deve avançar nas tratativas partidárias para entrar em definitivo na pré-campanha a prefeito de São Luís.

PEC das emendas impositivas avança na Assembleia Legislativa do MA
Economia

Com apoio de Othelino Neto à proposta, deputados se reuniram na Presidência da Casa nesta terça para fechamento de um texto consensual

Deputados da Assembleia Legislativa do Maranhão se reuniram na sala da Presidência da Casa, entre o final da manhã e início da tarde desta terça-feira 27, para tratar sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que garante a efetivação das emendas parlamentares.

Segundo apurou o ATUAL7, a matéria já conta com o apoio de todos os 42 deputados da Alema, restando apenas acertar os últimos detalhes sobre o texto a ser apresentado e aprovado pelas comissões e em plenário, em relação ao percentual obrigatório da RCL (Receita Corrente Líquida) no primeiro ano de vigência da PEC e ao escalonado no ano seguinte ao da promulgação da proposta.

A nova iniciativa para tornar impositivas as emendas dos parlamentares está sendo encabeçada pelo deputado Yglésio Moyses (PDT), integrante da base do Palácio dos Leões na Assembleia Legislativa, que articulou o apoio de quase 20 deputados governistas, principalmente novatos.

O avanço ocorre, porém, em razão da PEC contar com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB). Ao ATUAL7, ele confirmou a reunião com os deputados, com o objetivo de chegar a um texto consensual. “Estamos dedicados a chegar a um termo que permita aprovar”, declarou.

Antes de Yglésio Moyses, já lutaram pela aprovação das emendas impositivas, mas sem sequer passar das articulações para recolhimento de assinaturas necessárias para o início das discussões – o total de 14 –, os deputados César Pires (PV), por diversas vezes, e o deputado Wellington do Curso (PSDB), ambos de oposição à gestão de Flávio Dino (PCdoB).

Grupo de Flávio Dino tem 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís
Política

Apenas PCdoB e PDT têm três nomes, cada. Apesar de permitir que aliados tentem se viabilizar, governador já tem seu ungido para disputa

Entre nomes do alto e do baixo clero, o grupo comandado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) possui, atualmente, ao menos 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís para as eleições de 2020, segundo levantamento feito pelo ATUAL7.

Apesar da alta quantidade de postulantes, de acordo com declaração do presidente do PCdoB no Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, eminência parda da gestão comunista, chegado o período das convenções partidárias, não haverá dificuldade para a unção do escolhido.

Pelas movimentações públicas de Flávio Dino, apesar da permissão dada aos aliados para que tentem se viabilizar na disputa – sim!, por submissão voluntária dos próprios integrantes, no grupo dinista os passos só são dados após a permissão do governador –, o deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), desponta como já ungido antecipadamente pelo chefe. Recentemente, no que pode alavancá-lo na graça do ludovicense, ele recebeu das mãos do governador o comando do programa intitulado Nosso Centro, cujo investimento se aproxima de R$ 140 milhões.

Além de Rubens Júnior, também pelo PCdoB, se articulam no grupo dinista o deputado estadual Duarte Júnior e o vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro.

Outro partido que também possui três nomes em disputa interna é o PDT. Pela legenda, o predileto do presidente do partido no Maranhão, senador Weverton Rocha, é o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho. Em sua mais recente declaração sobre o pleito do próximo ano, porém, ele abriu brechas para que tentem se viabilizar o deputado estadual Yglésio Moyses e o vereador licenciado e secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues.

Os demais postulantes a prefeito de São Luís pela panelinha do Palácio dos Leões são: o deputado estadual Neto Evangelista, pelo DEM; o vice-presidente da Câmara de São Luís, Astro de Ogum, pelo PL (antigo PR); o deputado federal Bira do Pindaré, pelo PSB; e a deputada estadual Helena Duailibe, pelo Solidariedade.

Também recebeu autorização de Flávio Dino para tentar se viabilizar na disputa, mas ainda permanece sem partido, o comunicador Jeisael Marx, único outsider do grupo.

Votação de empréstimo para precatórios fica para próxima semana
Política

CCJ adiou reunião para deliberação sobre parecer de Yglésio Moyses. Governo quer R$ 623,5 milhões na operação de crédito

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) adiou, para a quinta-feira 25, a apreciação do relatório a ser apresentado pelo deputado Yglésio Moyses (PDT) sobre a autorização solicitada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) para um novo empréstimo pelo Estado.

Em mensagem encaminhada à Casa há quase um mês, Dino submeteu aos parlamentares pedido para tomar exatos R$ 623.549.278,00 na operação de crédito. Segundo o comunista, o montante será utilizado para o pagamento de precatórios que já venceram, alvo de ação judicial por atrasos, e os que vencerão até dezembro de 2024.

A reunião da CCJ deveria acontecer nesta terça-feira 23. Porém, mesmo com o parecer já finalizado, os membros do colegiado decidiram adiar a deliberação. Embora governista, o pedetista vem fazendo suspense sobre o relatório.

Com o adiamento da apreciação pela CCJ, que analisa apenas a constitucionalidade do pedido, a autorização para o empréstimo irá para votação em plenário somente na segunda-feira 29 ou na terça-feira 30.

Apesar do esforço do governo para tentar encarar o caso com normalidade, no bastidor, a demora inédita para a aprovação de um pedido de Flávio Dino pela Assembleia Legislativa tem sido entendida como demonstração de fraqueza e inabilidade do Palácio dos Leões, que, por falta de liderança e articulação, não consegue manter sobre os deputados novatos aliados da base o mesmo cabresto colocado nos parlamentares mais antigos da Casa.