Edilázio Júnior
Comissão da Câmara, TCU e CGU vão vistoriar Porto do Itaqui
Cotidiano

A pedido do deputado Edilázio Júnior, grupo irá apurar possíveis ilegalidades ou irregularidades no porto, administrado pela Emap, alvo de ação da AGU

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara Federal aprovou, nesta quarta-feira 5, por unanimidade, requerimento de autoria do deputado federal Edilázio Júnior (PSD-MA) para que será realizada um vistoria técnica pela comitiva de parlamentares da Casa no Porto do Itaqui.

Também participarão da vistoria técnicos e auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU).

De acordo com o requerimento, a vistoria tem como objetivo apurar e possíveis ilegalidades ou irregularidades no porto, administrado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), alvo de ação da Advocacia Geral da União (AGU).

Na ocasião da apreciação do requerimento pela CFFC, o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), chegou a obstruir a votação, mesma estratégia utilizada durante a apresentação da matéria.

Contudo, foi vencido pelos demais membros do colegiado.

Por conta do ato antirrepublicano, Edilázio Júnior destacou a aprovação da vistoria no Porto Itaqui e lamentou a postura do ex-secretário de Comunicação e Assuntos Políticos do governo de Flávio Dino (PCdoB).

“Aprovamos o nosso requerimento de visita ao Porto do Itaqui apesar de o deputado Márcio Jerry ter baixo nível, partir para ofensas pessoais e obstruir a votação junto a um outro deputado do PCdoB. Conseguimos vencer por 12 a zero. Também foi aprovada a participação dos órgãos fiscalizadores da União, o TCU e o CGU, na visita. Saímos vitoriosos”, disse.

Edilázio requer de Dino e Gonzaga auditoria no Guardião e afastamento de Portela
Política

Segundo dois delegados da Polícia Civil do Maranhão, secretário de Segurança determinou espionagem a desembargadores do TJ. Ele nega as acusações e processa profissionais de imprensa pela divulgação do caso

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD-MA) protocolou ofício no Palácio dos Leões e notícia de fato na Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) do Maranhão, nesta sexta-feira 24, requerendo do governador Flávio Dino (PCdoB) e do promotor Luiz Gonzaga Coelho uma auditoria no sistema Guardião, utilizado pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) em escutas telefônicas; e o afastamento imediato do titular da pasta do cargo, delegado Jefferson Portela.

A cobrança foi feita após pelo menos dois delegados de Polícia Civil, Tiago Bardal e Ney Anderson, denunciarem que Portela teria determinado, por diversas vezes, o monitoramento e espionagem a desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão, além de familiares e assessores dos magistrados. O caso já está sendo apurado no âmbito da PGJ (Procuradoria-Geral de Justiça), por requisição do presidente da corte, desembargador Joaquim Figueiredo. Acompanham o STF (Supremo Tribunal Federal) e a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“As afirmações feitas pelo pelo Delegado Tiago Mattos Bardal, e pelo ex-chefe do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), delegado Ney Anderson Gaspar, importam em grave violação aos pilares do Estado Democrático de Direito, em específico a Separação dos Poderes, vez que, a prima facie, configura uma espécie de espionagem do Poder Judiciário pelo Poder Executivo em mesma esfera Estadual”, destaca Edilázio no ofício.

Sobre a auditoria, o parlamentar requer, por meio da empresa que produziu o equipamento, a Digitro Tecnologia Ltda, “que sejam revistos os registros de dados ali consignados, com fins de constatar a indevida inserção de números”. Na quarta-feira 22, após ouvir fontes do sistema de segurança do Maranhão, o ATUAL7 apontou esse caminho como forma de esclarecer a veracidade das denúncias dos delegados.

Em relação ao pedido de afastamento de Jefferson Portela do cargo, Edilázio Júnior argumenta a necessidade de isenção e imparcialidade das investigações pela PGJ, como exigiu publicamente o presidente do TJ-MA.

“Bem assim, a fim de garantir total isenção, imparcialidade e uma escorreita investigação, requer que Vossa Excelência determine o imediato afastamento do Sr. Jefferson Portela do cargo de Secretário de Segurança Pública”, destaca no ofício ao governador.

Também na última quarta, o deputado federal Aluísio Mendes (Pode-MA) requereu à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados a realização de audiência pública para ouvir Tiago Bardal e Ney Anderson sobre as denúncias. O pedido será analisado na próxima semana.

Balançando no cargo com a repercussão do escândalo, após a abertura das investigações por demanda do desembargador Joaquim Figueiredo, Portela emitiu nota negando as acusações. Também representou criminalmente Tiago Bardal e Ney Anderson, além do signatário deste texto e outros dois profissionais de imprensa [Neto Ferreira e Stênio Johnny] que têm acompanhado e tornado público o caso.

‘Um público que não tem nada a ver com a gente’, diz Edilázio sobre classe C
Maranhão

Declaração foi dada durante reunião com moradores da Península da Ponta d’Areia, sobre o projeto do Cais Flutuante São Luís-Alcântara

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) se posicionou de forma extremamente elitista e preconceituosa, nesta quinta-feira 11, durante encontro com moradores da Península da Ponta d’Areia, considerada a área mais nobre e cara da capital maranhense. No local, o governo de Flávio Dino (PCdoB) pretende construir o Cais Flutuante São Luís-Alcântara, nas proximidades do Iate Clube.

Contrário a instalação do projeto no local, o parlamentar declarou em tom alarmante aos presentes que, se a obra for construída onde pretende o governo, passarão a circular na Península não apenas pessoas da elite econômica local, mas também da classe C.

“Na imagem [o projeto] é muito bacana, é muito bonito. Se fosse aquilo ali, ia ser muito bacana, que cada um podia ter a sua lancha, podia ter o seu barco, seria algo a mais para agregar à Península da Ponta d’Areia, mas que de fato, o que vai trazer e o público que vai vir pra cá é um público que não tem nada a ver com vocês, que não tem nada a ver com a gente e, sem desmerecer, que não entendam mal, mas o que vai vir pra cá é o público C”, declarou.

Em outros trechos do discurso preconceituoso, Edilázio também se posicionou contra a circulação de moto-táxis, carrinhos lotação e vans na região. Os vídeos são do blog do John Cutrim.

Outro lado

Diante da repercussão negativa, Edilázio Júnior emitiu nota em que diz ter sido mal interpretado, e pede desculpas a quem se sentiu ofendido com as declarações.

Segundo ele, sua biografia e histórico de atuação parlamentar é de defesa dos “mais humildes”, e que seu posicionamento contrário à implantação do cais flutuante na Península se “se dá pelo fato de a área possuir hoje forte vocação para o turismo”.

Ainda na nota, Edilázio Júnior diz que houve “distorções” em torno de seu posicionamento sobre o projeto em razão dele fazer oposição ao governo de Dino.

“Por último, repudio as distorções criadas em torno do meu posicionamento e enfatizo que os ataques contra o meu mandato foram intensificados depois de eu ter ingressado com ações na Justiça, no Ministério Público e no Tribunal de Contas do Estado (TCE) contra o Governo Flávio Dino (PCdoB) por irregularidades em obras de rodovias estaduais e de má gestão de recursos públicos”, declarou.

Delação-bomba de Bardal será levada a Moro com pedido de investigação pela PF
Política

Afirmação foi feita pelo deputado federal Edilázio Júnior. Ex-chefe da Seic disse que Jefferson Portela mandou investigar, com objetivo de prender, quatro desembargadores do Maranhão

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) afirmou, nessa segunda-feira 1º, em entrevista à rádio Mirante AM, que vai encaminhar ofício ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, com pedido de apuração à
delação-bomba do ex-chefe da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Tiago Bardal.

Segundo declarado pelo delegado à 2ª Vara Criminal de São Luís, em depoimento colhido no mês passado, o secretário estadual da Segurança Pública, Jefferson Portela, mandou abrir investigação, com o objetivo de prender, pelo menos quatro desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão: Froz Sobrinho, Tyrone Silva, Guerreiro Júnior e Nelma Sarney.

Até o momento, nenhum dos magistrados, nem Portela, se manifestaram oficialmente a respeito do assunto.

Para Edilázio, contudo, é preciso que haja uma investigação isenta e enérgica para apurar o caso. Ele cobrou um posicionamento do Ministério Público, também em silêncio institucional sobre a delação-bomba de Bardal, e revelou que solicitará a Moro a apuração do depoimento.

“Como não há possibilidade de haver isenção numa apuração a nível estadual. Vou encaminhar essa semana um ofício ao ministro Sergio Moro, para que ele tome conhecimento desse vídeo do Thiago Bardal, e, se assim entender, que coloque a Polícia Federal para apurar os indícios”, disse.

Neste caso, havendo determinação de Moro para abertura de inquérito pela PF, não apenas o trecho em que Tiago Bardal diz ter recebido ordens de Portela para investigar desembargadores com o objetivo de prendê-los, como outros trechos do depoimento do ex-chefe da Seic, inclusive o relacionado ao Caso Décio Sá, também podem ser investigados.

Obra na MA-315, já deteriorada, teve aditivo de R$ 2 milhões antes do prazo legal
Maranhão

Valor original da ecorodovia que desmanchou menos de três meses após ser entregue já ultrapassava R$ 9 milhões. Deputado ajuizou ação contra o Estado

Entregue no dia 15 de janeiro deste ano pelo governador Flávio Dino (PCdoB), mas com asfalto já se desmanchando menos de três meses depois, a obra de pavimentação da MA-315, que liga Barreirinhas até Paulino Neves, ganhou um aditivo de R$ 2 milhões antes do prazo legal.

A informação, divulgada inicialmente pelo jornal O Estado, consta numa ação popular protocolada pelo deputado federal Edilázio Júnior (PSD) na Vara de Interesse Coletivo e Difuso de São Luís, na semana passada, contra a gestão comunista.

Segundo levantamento feito pela assessoria técnica no parlamentar, a obra teve valor original superior a R$ 9 milhões, com prazo para conclusão dos 38 quilômetros da ecorodovia em nove meses.

Na agência de notícias do Palácio dos Leões, é informado que, pelo dispêndio, a MA-315, que faz parte da Rota das Emoções, “recebeu pavimentação em TSD, garantindo mais segurança e aderência, principalmente no período chuvoso, além de drenagem superficial e sinalização vertical e horizontal”.

Contudo, seis meses após a assinatura do contrato – que corresponde a oito meses da apresentação de tabela de preços, houve a assinatura do aditivo milionário, indicando possível superfaturamento na obra comprovadamente mal executada, conforme mostram diversas fotos e vídeos compartilhados nas últimas semanas em redes sociais e grupos de WhatsApp.

Para Edilázio, o novo acordo é irregular. Ele argumenta que, segundo previsto no contrato, qualquer alteração de preços somente poderia ter sido feita 12 meses após a apresentação dos valores para a obra que estava em disputa.

Outra irregularidade exposta na ação pelo deputado do PSD diz respeito à apresentação de relatório da obra ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Pelo documento, a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) já recebeu a obra e todo o processo foi concluído.

No entanto, segundo o Portal da Transparência do governo Flávio Dino, foram pagos à Construtora Sucesso S.A., responsável pela obra, cerca de R$ 9,1 milhões, faltando ainda o pagamento do aditivo apontado como ilegal.

Sobre a ecorodovia já está deteriorada, contradizendo a própria informação oficial, ao jornal O Estado, a Sinfra colocou a culpa nas chuvas, numa empresa eólica de trafega pelo local e até nas dunas pelos danos na estrada.

Quatro deputados do MA vão acompanhar reforma da Previdência na CCJ
Política

Parlamentares foram indicados por seus respectivos partidos para integrar comissão mais importante da Câmara

Quatro deputados federais do Maranhão vão acompanhar a análise da proposta de reforma da Previdência na Câmara dos Deputados.

Eles foram indicados por seus respectivos partidos para integrar a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ), instalada na noite dessa quarta-feira 13. Considerada a mais importante da Casa, a comissão será a primeira onde a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) encaminhada pelo governo de Jair Bolsonaro começará sua tramitação para eventualmente ser aprovada.

Pelo Maranhão, compõem a CCJ como membros titulares os deputados Edilázio Júnior (PSD), Gil Cutrim (PDT) e Josimar Maranhãozinho (PR). O deputado Cléber Verde (PRB) foi escolhido como suplente do colegiado. Dos quatro, apenas o pedetista, por causa do partido, não é aliado do governo Bolsonaro.

No total, a CCJ possui 66 integrantes. O presidente eleito para a comissão foi o deputado Felipe Francischini (PSL-PR).

Se for aprovada a admissibilidade da PEC na CCJ, o texto seguirá para a análise de uma comissão especial, responsável por discutir o mérito da reforma, ou seja, o conteúdo enviado pelo governo Bolsonaro.

Por se tratar de emenda à Constituição, a reforma da Previdência só seguirá para o Senado se tiver o apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação.

Apenas seis deputados federais do MA abrem mão de benefícios na Câmara
Política

Parlamentares optaram por não receber auxílio-moradia de R$ 4,2 mil e nem ocupar imóvel funcional custeados pelos cofres públicos

Dois 18 deputados federais do Maranhão na atual legislatura, apenas seis optaram por não receber auxílio-moradia de R$ 4.253,00 e nem ocupar um imóvel funcional custeado pelos cofres públicos da Câmara dos Deputados.

O levantamento foi feito pelo ATUAL7 em dados do Portal da Transparência da Casa, nesta quarta-feira 6.

Até agora, dos 12 parlamentares que decidiram não abrir mão dos benefícios, oito escolheram ocupar um imóvel funcionar, e quatro recebem auxílio-moradia.

Os que rejeitaram os dois benefícios são: Eduardo Braide (PMN), Josimar Maranhãozinho (PR), Júnior Lourenço (PR), Gil Cutrim (PDT), Pedro Lucas (PTB) e Edilázio Júnior (PSD).

Já entre os que recebem reembolso para locação de imóveis na Capital federal, estão: Zé Carlos (PT), Bira do Pindaré (PSB), Márcio Jerry (PCdoB) e Cléber Verde (PRB).

Aparecem utilizando apartamentos bancados pela Câmara os deputados Pastor Gildenemyr (PSL), João Marcelo Souza (MDB), Hildo Rocha (MDB), Juscelino Filho (DEM), Aluísio Mendes (Pode), André Fufuca (PP) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – que se licenciou do mandato há poucos dias para comandar a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes).

Segundo a Câmara dos Deputados, o uso dos privilégios é legal, cabendo a cada parlamentar aceitar pegá-los ou não. Aos que escolhem receber o penduricalho, cabe também tentar convencer o eleitorado de que os pagamentos são honestos e apropriados.

Deputados insinuam uso da máquina por secretários, mas evitam expor nomes
Política

Parlamentares aproveitaram reclamação de Raimundo Cutrim para centrar críticas ao governador Flávio Dino

Pelo menos seis deputados estaduais agiram em desserviço com a função de fiscalizador da coisa pública, nesta quarta-feira 7, na Assembleia Legislativa do Maranhão, ao insinuar o uso eleitoreiro da máquina pública por secretários do governo Flávio Dino, do PCdoB, mas sem revelar ou cobrar pela revelação dos nomes de nenhum deles.

Numa especie de denúncia sem apontamento do autor do suposto crime, que mais pareceu reclamação de quem não está sendo prestigiado como acha que deveria estar, o deputado Raimundo Cutrim (PCdoB) encabeçou o movimento. Segundo ele, prefeitos que estão indo ao Palácio dos Leões em busca de recursos e obras para os municípios estão ouvindo que as ações bancadas pelo erário serão liberadas, mas desde que em troca de votos. “Aqui tem um secretário de Estado que foi a alguns prefeitos, e disse: ‘Olha, eu vou dar isto aqui para ti para você votar em mim. Se não for, eu não dou’”, reclamou o parlamentar.

Embora de oposição, o que os obrigaria — ou, pelo menos, deveria obrigá-los — a cobrar o nome do titular da pasta que estaria agindo em abuso de poder político, e assim buscar o reparo cível e criminal aos cofres públicos contra o suposto marginal, os deputados Eduardo Braide (PMN), Sousa Neto (PROS), Edilázio Júnior (PV) e até Wellington do Curso (PP) entraram no tema, mas para permanecer no mesmo lenga-lenga de Cutrim.

Até pior.

Durante os apartes e uso da tribuna, todos os oposicionistas aproveitaram a oportunidade mais para criticar Flávio Dino, classificando-o como mentiroso, perseguidor, retaliador e infiel, do que para dedicar a devida atenção a grave revelação feita pelo parlamentar governista.

O deputado Vinícius Louro (PR), outro da base leonina, também chegou a insinuar rebeldia ao Palácio, durante aparte ao discurso de Raimundo Cutrim, porém não passou do campo das lamúrias, por ser considerado por Dino e seu entorno como baixo-clero, razão de estar tendo suas bases invadidas e tomadas por secretários-candidatos.

Governistas negam pedido de informação sobre licitação da Praça da Lagoa
Política

Requerimento já havia sido negado pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Palácio dos Leões teme que Clayton Noleto passe por nova saia justa

O Palácio dos Leões garantiu e comemorou, nessa quarta-feira 8, mais uma vitória que, na prática, aponta para a falta de transparência do governo Flávio Dino. Durante sessão na Assembleia Legislativa do Maranhão, o Plenário da Casa, em sua maioria esmagadora de governistas, indeferiu pedido de informações ao secretário de Estado de Infraestrutura, Clayton Noleto, a respeito da licitação da Praça da Lagoa, em São Luís.

O pedido é de autoria do deputado Edilázio Júnior (PV), e já havia sido negado pela Mesa Diretora da Assembleia, na sessão dessa terça-feira 7. Na votação no Plenário, além do próprio Edilázio, apenas os deputados Wellington do Curso (PP), Eduardo Braide (PMN), Sousa Neto (PROS), Andrea Murad (PMDB) e Nina Melo (PMDB) votaram a favor do Requerimento.

Segundo o líder do governo comunista, deputado Rogério Cafeteira (PSB), a orientação pela negativa ao pedido se deu em razão da oposição ter feito palanque durante a sabatina de Noleto na AL-MA, há cerca de um mês. Na ocasião, o titular da Sinfra foi pego de calças curtas por Edilázio, que denunciou que o então chefe da Assessoria Jurídica da pasta, Eloy Weslem dos Santos Ribeiro, estaria com o registro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) cancelado e teria praticado suposta falsidade ideologia, no estado do Tocantins. Ele já foi afastado de suas funções e uma sindicância foi aberta para averiguar a denúncia.

“Tive toda a boa vontade de trazer o secretário Clayton Noleto a esta Casa para prestar todos os esclarecimentos. Só que transformaram este momento em um palanque. Então, em respeito à Mesa que ontem negou o pedido, encaminho o voto contra. Acho que o deputado tem todo o caminho para receber essas informações”, assinalou Cafeteira.

Edilázio Júnior rebateu e argumentou que, quando da presença de Noleto na Assembleia, ficou acertado pelo próprio secretário que, no que ele não soube responder, seriam encaminhados posteriormente todas as informações para Casa. “Já está fazendo quase 30 dias e nunca encaminhou. Hoje, estou fazendo um simples pedido. Caso não seja aprovado meu requerimento, eu vou apresentar em mãos lá na secretaria, protocolar e esperar a resposta do secretário”, salientou.

O deputado do PV lamentou a postura do governador do Maranhão, e cobrou seriedade do comunista no trato da coisa pública.

“O governador Flávio Dino, quando veio ler sua mensagem aqui nesta Casa, colocou os secretários à disposição, e é nosso dever fiscalizar. Mas além de fiscalizar, estou apenas fazendo um pedido de informação a respeito de uma licitação que o secretário se propôs a ser solícito a esta Casa e de me encaminhar, só que nunca encaminhou. Já está fazendo quase 30 dias e nunca encaminhou a licitação da Praça da Lagoa”, alertou.

Marcelo Tavares tenta barrar abertura de procedimento contra Clayton Noleto
Política

Secretário teria deixado de prestar informações sobre o “Mais Asfalto”. Chefe da Casa Civil oferece R$ 500 mil em emendas, ainda este ano, para quem barrar pedido

O secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, se encontra na sede da Assembleia Legislativa do Maranhão desde o início da sessão desta terça-feira 6. A missão: barrar no Plenário da Casa a abertura de um procedimento de crime de responsabilidade supostamente praticado pelo secretário de Estado de Infraestrutura, Clayton Noleto. Sentando de cadeira em cadeira ao lado de cada deputado da base, Tavares fala em mais 500 mil reais em emendas, ainda este ano, para quem barrar o pedido.

De autoria do deputado Edilázio Júnior (PV), o requerimento foi aprovado pela Mesa Diretora nessa segunda-feira 5, com base no artigo 33, § 2° da Constituição do Estado. Votaram a favor do processo o próprio Edilázio e o deputado César Pires (PEN), contra o voto apenas do deputado Othelino Neto (PCdoB), que exerce a presidência da Assembleia.

Segundo o parlamentar do PV, em outubro, ele teria solicitado a Noleto a relação completa dos municípios beneficiados pelo “Mais Asfalto”, bem como o cronograma físico/financeiro das obras do programa. O prazo para a prestação dos esclarecimentos era de 30 dias, mas as informações teriam sido fornecidas somente 57 dias depois do pedido, após Edilázio anunciar que entraria com o pedido de crime de responsabilidade contra o secretário – e, ainda assim, de forma incompleta.

Caso o plenário derrube a decisão da Mesa, Edilázio Júnior deve protocolar a denúncia no Ministério Público, sugerindo a propositura de uma ação civil pública. Se o deferimento for mantido, a Procuradoria da Assembleia reunirá a documentação com a denúncia de deputado e formalizará um processo na Justiça estadual, a quem caberá julgar se Clayton Noleto cometeu crime, ou não.

Edilázio cobra informações de supostas 100 obras entregues por Flávio Dino
Política

Comunista anunciou ter entregue 100 obras em todo o estado no mês de agosto, mas não seu detalhes a respeito dos supostos empreendimentos

O deputado estadual Edilázio Júnior (PV), apresentou requerimento junto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para pedir informações sobre as obras anunciadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

O parlamentar enfatizou que Dino anunciou ter entregue 100 obras em todo o estado no mês de agosto, mas sem dar qualquer detalhe a respeito dos supostos empreendimentos. Foi o que motivou o pedido de informações, endereçado ao secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares (PSB).

"Foi só o Jornal Nacional mostrar as obras paralisadas dos Centros de Hemodiálise para que o governador utilizasse as redes sociais para dizer que inaugurou 100 obras no mês de agosto. Nada mais justo então que ele forneça as informações das obras, apresentando o cronograma de execução e todos os detalhes", disse.

Edilázio classificou a afirmação de Dino como uma afronta à população do estado e ironizou a suposta maratona de obras entregues por Dino.

"Acredito que as 100 obras anunciadas por ele se escrevem com a letra s e não com a letra c. Cem obras só se for do programa "Mais Assalto", com registros de quase 100 assaltos no ano, já que a média é de 3 a 4 por dia. Se ele tivesse falado no "Mais Assalto", aí nós poderíamos dar crédito", ironizou.

Edilázio pediu seriedade e transparência ao governador. "O governador Flávio Dino tem que parar com esse tipo de postura. Dizer que inaugurou 100 obras em um mês é querer brincar com a população. Espero que ele nos forneça as informações solicitadas", finalizou.

Edilázio não segue PV e declara apoio a Wellington do Curso
Política

Partido Verde havia fechado com o progressista, mas acabou sendo levado por Sarney Filho a apoiar Eliziane Gama

O deputado estadual Edilázio Júnior decidiu não caminhar em São Luís junto com o seu partido, o PV, e declarou apoio ao candidato a prefeito da capital e colega de parlamento Wellington do Curso, do PP. A declaração foi feita durante pronunciamento na sessão legislativa desta terça-feira 16.

“O deputado Wellington do Curso, que é candidato a prefeito de São Luís, tem agora mais um soldado. Vamos caminhar juntos por toda essa capital, para que no dia 2 de outubro tenhamos êxito. Tenho certeza que o Wellington, pelo grande desempenho, sendo o grande destaque dessa legislatura, talvez o mais presente e o mais trabalhador, vai continuar a trabalhar da mesma forma na prefeitura”, disse.

Segundo Edilázio, um dos fatos que pesou para o apoio foi o da independência de Wellington em relação ao governo Flávio Dino. Ele lembrou que recentemente o comunista chegou a declarar que possui dois candidatos em São Luís ao pleito municipal de outubro próximo, nos caso os principais adversários de Wellington.

“O governador Flávio Dino, como sempre em cima do muro, assim como fez nas eleições presidenciais, afirmou que apoiará a reeleição do prefeito Edivaldo Júnior e também apoiará Eliziane Gama. Sendo assim, como sou oposição ao governo Flávio Dino, estarei apoiando e trabalhando pela candidatura do Wellington do Curso, futuro prefeito de São Luís”, afirmou.

Durante a declaração de apoio, o parlamentar lembrou ainda que o progressista está no partido de um grande amigo seu, o deputado federal licenciado André Fufuca, o que também favoreceu na tomada da decisão.

“O que mais me anima ainda é que o Wellington está no partido de um amigo que eu tenho, que é o deputado federal André Fufuca, que foi meu colega de parlamento”, lembrou.

O partido de Edilázio, que chegou a fechar nos bastidores com a candidatura de Wellington, acabou sendo levado pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, para o colo da candidata e deputada federal Eliziane Gama.

“O que mudou?”, questiona Adriano sobre governo Flávio Dino
Política

Outro membro do PV, o deputado Edilázio Júnior também elevou o tom em análise dos primeiros 15 meses da gestão comunista

O deputado Adriano Sarney (PV) bateu forte no governo Flávio Dino em inserção de TV gravada para ir ao ar neste fim de semana em rede estadual de rádio e televisão, mas vazado em grupos de WhastApp do início da tarde dessa quinta-feira 14.

Em tom duro, Adriano faz lembrança ao discurso de mudança pregado por Dino durante a campanha eleitoral de 2014 e questiona: "O que mudou?". Em outro trecho, ele sugere ao governador que dê menos desculpas para os problemas enfrentados pela população durante sua gestão e que apresente mais trabalho.

“Há mais de um ano o discurso de mudança chegou ao Governo do Maranhão. O que mudou? De lá para cá, piorou a saúde, a economia e aumentou o desemprego. Em vez de dar desculpas, é necessário buscar soluções”, vaticina.

E o próprio parlamentar aponta os caminhos:

“O governo tem que mostrar trabalho, cortar impostos, gerar emprego”, diz ele, citando portos, rodovias e ferrovias do Maranhão, capazes de atrair investimentos e fazer o estado voltar a crescer.

Inoperante e perseguidor

Outro membro do Partido Verde, o deputado Edilázio Júnior também seguiu na mesma linha de análise dos primeiros 15 meses do governo Flávio Dino.

Em tom ainda mais duro, Edilázio classifica o governo comunista de “inoperante”, e lembra que setores como saúde, segurança pública e infraestrutura pioraram. Ele ainda profetiza sobre a iminente derrocada comunista no Maranhão ao fazer referência a perseguição que Dino vem promovendo contra os servidores públicos desde que assumiu o comando do Palácio dos Leões.

“Um governo que persegue quem mais faz pelos maranhenses: os funcionários públicos. Os policiais, os servidores da Justiça, os professores, os procuradores. Um governo que prefere ser temido a ser amado é um governo de vida curta”, alertou.

Márcio Jerry e Edilázio Júnior se unem para tomar São Bento
Política

Secretário de Flávio Dino e parlamentar de oposição deixaram diferenças de lado em troca do apoderamento dos cofres do município

O secretário de Comunicação e Articulação Política Márcio Jerry Barroso (PCdoB) e o deputado estadual Edilázio Júnior (PV) mantêm uma postura diferente da conhecida nas redes sociais e tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão quando o assunto é a tentativa de apoderamento dos cofres de um município.

Relatório da CGU contra Luizinho Barros colocou ex-prefeito de São Bento como 2° colocado no ranking da corrupção no país
Youtube Vice-campeão Relatório da CGU contra Luizinho Barros colocou ex-prefeito de São Bento como 2° colocado no ranking da corrupção no país

É o que ocorre, por exemplo, em São Bento, localizado a 300 quilômetros de São Luís, onde o secretário de Flávio Dino e o parlamentar de oposição se uniram em torno do nome do famigerado Luiz Gonzaga Barros, o Luizinho, empregado pelo Palácio dos Leões como superintendente de Articulação Regional de Viana, apesar de acusado pela CGU (Controladoria Geral da União) de desvios de mais de R$ 26 milhões de verba federal destinada à educação, saúde, turismo, infraestrutura e até do dinheiro enviado para o desenvolvimento social e combate a fome, uma das principais bandeiras do governo comunista, por meio do “Mais IDH”.

A aliança foi confirmada pelo próprio Luizinho, há cerca de uma semana, durante reunião com populares no município, onde afirmou que já está trabalhando para se livrar dos problemas enfrentados na Justiça. Segundo ele, uma “grande reunião” está sendo arquitetada por Jerry e Edilázio em São Bento para este mês de abril.

“Não é uma reunião de mil, dois mil, de cinco mil, mas uma reunião de seis, sete, 10 mil pra lá. (...) E quem vai confirmar minha candidatura nesse dia não sou eu, mas são eles, que vão confirmar a minha candidatura”, garantiu.

Além do comunista e do deputado verde, Luizinho afirmou que também conta com o apoio do deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB), também com presença confirmada na “grande reunião”.

“A única BR que Flávio Dino conhece é a BR Construções”, diz Edilázio
Política

Parlamentar lembrou que governador se posicionou contrário à emenda da bancada federal para a continuidade da obra de duplicação da rodovia

O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) usou de analogia pontual, nessa terça-feira 29, para apontar a incoerência e completo descaso do governador governador Flávio Dino (PCdoB) a respeito da situação em que se encontra a BR-135, única porta de entrada e de saída, por terra, da capital do Maranhão.

Durante o seu pronunciamento, o parlamentar chamou atenção para o fato de que o comunista, no ano passado, se posicionou contrário à emenda da bancada federal para a continuidade da obra de duplicação da rodovia, e aproveitou para lembrar o caso que envolveu o governador com outra BR, a empresa recém-criada BR Construções e Comércio Ltda, suspeita de participação em um esquema fraudulento de licitação com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no Maranhão.

“A Emenda de bancada federal para a duplicação da BR-135, o governador Flávio Dino foi contrário. Depois da morte da bailarina Ana Duarte ficou provado que ele é inoperante, não tem prestígio com o governo federal, uma vez que tem de entrar na Justiça contra o DNIT, para que o órgão execute pelo menos um tapa-buraco. Mas sabe por quê? Porque a única BR que o governador Flávio Dino gosta é a BR Construções, essa eu sei que ele gosta, é a que trabalha no Detran, que nunca soube o que é licitação e que foi criada só para trabalhar no Detran”, lembrou.

Ainda apontando a incoerência do chefe do Palácio dos Leões em relação à rodovia, Edilázio Júnior lembrou que, durante a campanha eleitoral de 2014, o governador prometeu utilizar voos comerciais para se deslocar de São Luís, e não jatinhos e helicópteros pagos por dinheiro público. “Ele agora é governador e não sabe mais o que é andar de carro pelas rodovias estaduais e federais no Maranhão. Diferentemente do que pregou na campanha e logo após ter sido eleito, quando posou para um selfie dentro de um voo comercial, ele agora gasta milhões com jatos e helicópteros. É um falastrão”, disse.

Edilázio também relacionou às críticas de Dino àqueles que se colocam favoráveis ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Nós não podemos ser extremistas. Flávio Dino se porta como muçulmano do Estado Islâmico, como um talibã, um extremista. Quem não é a favor da presidente Dilma não presta, é golpista, é fascista. E isso ele fala dos próprios aliados. Quando ele fala que todo mundo é golpista, ele está falando do seu vice-governador e de vários secretários de estados, de vários deputados federais que o ajudaram”, enfatizou.

Em outro exemplo de incoerência do governador do Maranhão, o parlamentar lembrou do posicionamento confuso de Dino, em relação ao juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato.

“Há dois anos, quando Alberto Youssef foi preso num hotel aqui na capital, o governador Flávio Dino, à época ainda na Embratur, falou muito bem do doutor Sergio Moro, ele enalteceu o trabalho do juiz. Agora já mudou totalmente o discurso, ele afirma que o juiz age politicamente. Por isso que o atual presidente da Ajufe deu uma regulada no governador. Flávio Dino é hoje uma grande decepção para os juízes federais que o tinham como colega”, finalizou.

“A taca vai comer para cima do futi”, diz Edilázio sobre fiasco em evento de Dutra
Política

Apenas pessoas levadas em ônibus participaram de ato político do pré-candidato do PCdoB em Paço do Lumiar

O primeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado estadual Edilázio Júnior (PV), apontou fracasso da agenda política do governador Flávio Dino (PCdoB) e aliados no município de Paço do Lumiar, no último fim de semana.

O parlamentar especificou dois principais eventos, onde houve a tentativa, por parte do grupo de Dino, de avançar politicamente no município.

No primeiro caso ele lembrou de evento organizado pela cúpula estadual do PDT. O parlamentar afirmou ter recebido com estranheza a informação de que o prefeito de Paço do Lumiar, Josemar Sobreiro e o seu vice, Marconi, terem recebido o ex-ministro do Trabalho e presidente nacional do partido, Carlos Lupi, em São José de Ribamar, e não no município o qual administram.

“Para todos que foram e que leram, os jornais citavam que o Lupi ia em caravana junto do deputado Weverton Rocha para o município de Paço do Lumiar, mas não foi. O que chama atenção é de que Sobreiro, antes de ser prefeito, realizava as suas reuniões políticas em sua escola na Avenida 7, no Maiobão. Mas, ele preferiu um local fechado em São José de Ribamar porque não está preparado para ter a sua popularidade testada em Paço, tamanho é o descaso que hoje os luminenses atravessam”, disse.

Edilázio Júnior também criticou o evento político do PCdoB, que contou com a presença do governador Flávio Dino, no município, e que serviu para lançar a pré-candidatura do ex-deputado federal Domingos Dutra.

“O evento foi um verdadeiro fiasco. Todos falaram que foi um fiasco. Se a popularidade do governador for do jeito que ele está, e ele for pedir voto Maranhão afora e for recebido com o ‘carinho’ que ele foi recebido em Paço do Lumiar, eu acho melhor ficar no Palácio descansando, do que ir rodar o estado”, ironizou.

Ele desqualificou a pré-candidatura de Domingos Dutra, chamado por ele de “futi”, termo que era utilizado pelo próprio comunista para referir-se a seus adversários.

“Dutra não tem projeto algum de governo, não tem o que falar. Ele mora, como diz, há 30 anos no Maiobão. Imagina, há 30 anos. Ele foi tantas vezes deputado estadual, deputado federal e vice-prefeito da capital, sempre influente, mas não tem uma obra sequer em Paço do Lumiar. [...] A taca vai comer para cima do futi”, finalizou.

Aedes aegypti: Edilázio sugere a Dino que isente de ICMS repelentes e inseticidas
Política

Proposta do parlamentar leva em consideração o fato de ser elevado no Maranhão o número de registros de dengue, zika vírus e febre chikungunya

O primeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Edilázio Júnior (PV), protocolou, junto à Mesa Diretora da Casa, indicação ao governador Flávio Dino (PCdoB) solicitando ao comunista que isente de ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação), produtos como repelentes e inseticidas, sobretudo no período de duração de epidemias da dengue, zika vírus e febre chikungunya, transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

A proposta do parlamentar leva em consideração o fato de ser elevado no Maranhão o número de registros das doenças, que podem levar o indivíduo à morte. A indicação foi publicada no Diário Oficial dessa segunda-feira 22 do Legislativo.

Edilázio lembrou que o Ministério da Saúde já relacionou casos de microcefalia ao zika, o que torna ainda mais necessário, como medida de prevenção, o uso de repelentes e inseticidas. Em alguns estados, por exemplo, estes tipos de produtos estão sendo entregues sem custoso à população.

“A minha indicação pede que o governador Flávio Dino tenha sensibilidade e isente repelentes e inseticidas de ICMS nesse período em que o nosso país vem tendo esse surto do zika vírus e que vem trazendo esse desastre tão grande que é a microcefalia”, disse.

Edilázio Júnior lembrou que Flávio Dino aumentou no ano passado o ICMS para os repelentes e inseticidas, ao sancionar a lei estadual n.º 10.329, o que vai de encontro à recente medida adotada pelo Governo Federal, de distribuir repelentes sem qualquer custo ao cidadão.

“Porque faço isso? O governador Flávio Dino vem se destacando, inclusive em nível nacional, por defender impostos. Foi assim com a CPMF e foi assim no nosso estado, no ano passado quando ele aumentou o imposto do ICMS com o seu programa ‘Mais Imposto’. Ele aumentou o imposto dos repelentes no nosso estado”, finalizou.