Josimar de Maranhãozinho
Nenhuma mulher é eleita para a bancada do MA na Câmara Federal
Política

Todos os 18 deputados federais eleitos são homens

Com 100% das urnas apuradas, foram definidos os 18 deputados federais para o mandato 2019-2022 na Câmara Federal pelo Maranhão. Nenhuma mulher foi eleita e a bancada maranhense na Casa será formada 100% por homens.

Josimar Cunha Rodrigues, o Josimar Maranhãozinho (PR) foi o candidato mais votado, com 195.768 votos. Na sequência, ficou Eduardo Braide (PMN), com 189.843 votos; e Márcio Jerry (PCdoB), com 134.223 votos.

Dentre as mulheres, Luana Costa (PSC), que concorria à reeleição, foi a mais votada, com 31.966 votos.

Confira os candidatos eleitos para deputado federal pelo Maranhão:

1. Josimar Maranhãozinho (PR)
2. Eduardo Braide (PMN)
3. Márcio Jerry (PCdoB)
4. Júnior Lourenço (PR)
5. Rubens Pereira Júnior (PCdoB)
6. Pedro Lucas (PTB)
7. Edilázio Júnior (PSD)
8. Aluisio Mendes (PODE)
9. André Fufuca (PP)
10. Cléber Verde (PRB)
11. Bira do Pindaré (PSB)
12. Juscelino Filho (DEM)
13. Júnior Marreca Filho (PATRIOTAS)
14. Hildo Rocha (MDB)
15. Zé Carlos (PT)
16. Gil Cutrim (PDT)
17. João Marcelo (MDB)
18. Pastor Gildenemyr (PMN)

Aluísio quer que Maranhãozinho seja submetido a teste de alfabetização
Política

Deputado do PR apresentou à Justiça Eleitoral certificado de escolaridade suspeito e juntou uma suposta matrícula em curso superior para provar que sabe ler e escrever. PF já apura o caso

O deputado estadual e candidato à Câmara dos Deputados, Josimar Cunha Rodrigues, o Josimar de Maranhãozinho ou Moral da BR (PR), é alvo de representação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão que pode obrigá-lo a se submeter a um teste de alfabetização e ditado, para provar que não é analfabeto e cumpre uma exigência constitucional — de saber ler e escrever — para aqueles que pretendem ocupar cargos eletivos.

Segundo denúncia formulada ao TRE/MA e à Polícia Federal pelo deputado federal Aluísio Mendes (Pode), integrante da bancada da Lava Jato na Câmara e que concorre à reeleição, Maranhãozinho teria apresentado documentos escolares supostamente fraudados à Justiça Eleitoral, quando de seu pedido de registro de candidatura à Câmara Baixa. Em caso de condenação, a denúncia de Aluísio pode tanto impedir que o deputado do PR concorra à Câmara quanto resultar em até uma sentença de cinco anos de reclusão.

Também por iniciativa do Podemos, Josimar de Maranhãozinho já é alvo de inquérito na PF por suposta falsificação da mesma documentação, apresentada à Corte Eleitoral na eleição de 2014. De acordo com a denúncia, para concorrer naquele pleito, Maranhãozinho apresentou comprovante de escolaridade do ensino fundamental suspeito, não apresentou comprovante de ensino médio e ainda juntou uma suposta matrícula em curso superior na Universidade Anhanguera.

Agora, no pedido de registro de candidatura nas eleições de 2018, Maranhãozinho mudou seu nível de escolaridade e o respectivo comprovante.

“O comprovante de escolaridade apresentado agora é diferente do que foi usado nas eleições de 2014, o que mostra a continuidade delitiva e a livre consciência para burlar a lei eleitoral”, afirma Aluisio Mendes.

A denúncia pede que Josimar de Maranhãozinho seja submetido ao teste de alfabetização perante o juiz do TRE/MA, para saber se ele detém as condições mínimas exigidas para ser candidato e, independente do julgamento do seu registro de candidatura, já foi protocolado contra ele um segundo pedido de inquérito na Polícia Federal, para analisar os documentos apresentados à Justiça Eleitoral.

Mulher de Josimar de Maranhãozinho tem candidatura impugnada no TRE
Política

Ex-prefeito de Centro do Guilherme, Detinha tem condenação no TJ/MA e no STF por trapaça contra a Lei de Licitações

A ex-prefeita do município de Centro do Guilherme, Maria Deusdete Cunha Rodrigues, a Detinha, teve pelo menos duas impugnações propostas ao seu pedido de registro de candidatura a deputada estadual no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão. Ela é esposa do deputado estadual Josimar de Maranhãozinho. Ambos são do Partido da República (PR).

Os autores são a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Maranhão e do candidato a deputado estadual Zé Costa (PT). Eles alegam que Detinha está inelegível por conta de condenação por trapaça em processo licitatório, já transitada em julgado. Pela legislação eleitoral, qualquer candidato, partido político, coligação ou o Ministério Público Eleitoral (MPE) tem o direito de impugnar o candidato inelegível ou sem condições de elegibilidade.

Na Ação de Impugnação de Registro de Candidatura (AIRC) proposta pelo procurador Regional Eleitoral Pedro Henrique Oliveira Castelo Branco, o TRE/MA é alertado sobre a inelegibilidade da esposa de Josimar de Maranhãozinho pelo período de oito anos, em razão da condenação dela no Tribunal de Justiça do Maranhão pela prática de crime de dispensa ilegal de licitação em continuidade delitiva, conforme previsto no artigo 89 da lei n.º 8.666/93, a Lei de Licitações e Contratos, combinado com o artigo 71 do Código Penal.

Deste processo, inclusive, após derrotas em recursos à condenação no próprio TJ/MA e no Supremo Tribunal Federal (STF), a ex-prefeita de Centro do Guilherme conseguiu livrar-se por meio de liminar do cumprimento de quatro anos de prisão, convertida em medias restritivas de direito, até o julgamento do mérito da revisão criminal interposta por sua defesa. Essa decisão, contudo, diz Pedro Henrique Oliveira Castelo Branco, “não produz efeitos na Justiça Eleitoral para o fim de garantir a Detinha o registro de candidatura”.

O mesmo argumento é sustentado por Zé Costa.

Segundo o candidato à Assembleia Legislativa do Maranhão, por conta da condenação, Detinha “não preenche as condições de elegibilidade e incide nas hipóteses de inelegibilidade das alíneas do art. 1º da LC nº 64/90 c/c LC nº 135”.

Josimar de Maranhãozinho declara patrimônio de R$ 14,5 milhões ao TRE
Política

Parlamentar do PR teve um aumento em bens acima de R$ 8 milhões em apenas quatro anos. Ele concorre para a Câmara Federal em 2018

Candidato a Câmara Federal no pleito de outubro próximo, o deputado estadual Josimar Cunha Rodrigues, o Josimar de Maranhãozinho ou Moral da BR (PR), já pode ser considerado um dos candidatos milionários nas eleições de 2018.

De acordo levantamento do ATUAL7 no DivulgaCand, sistema responsável pela divulgação das candidaturas registradas em todo o Brasil, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Maranhãozinho declarou possui um patrimônio R$ 14.591.074,31 (quatorze milhões, quinhentos e noventa e um mil, setenta e quatro reais e trinta e um centavos) ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão.

No detalhamento dos bens, há cotas ou quinhões, depósitos bancários e créditos e poupança, móveis, consórcios, veículos, fundos, terrenos e planos previdenciários privados.

Se comparado com a declaração de bens apresentada nas eleições de 2014, de exatos R$ 6.563.240,69 (seis milhões, quinhentos e sessenta e três mil, duzentos e quarenta reais e sessenta e nove centavos), quando conseguiu o feito se ser o deputado estadual mais votado do Maranhão, o parlamentar do PR conseguiu aumentar seu patrimônio em R$ 8.027.833,62 (oito milhões, vinte e sete mil, oitocentos e trinta e três reais e sessenta e dois centavos), em apenas quatro anos.

Como, segundo decidiu o TSE, estão proibidas as doações de empresas nas eleições deste ano, e houve a liberação para que os candidatos usem de recursos próprios em suas campanhas até o limite de gastos para o cargo — deputado federal é R$ 2,5 milhões —, Josimar de Maranhãozinho poderá, se quiser, bancar inteiramente a própria tentativa de eleição para a Câmara.

Além disso, como é presidente do Partido da República no estado, ele poderá ainda utilizar o dinheiro do Fundo Eleitoral da legenda, e ainda receber doações de pessoas físicas.

Josimar acerta ser vice para PR fechar com Roseana Sarney
Política

Deputado e ex-governadora conversaram sobre a possibilidade de aliança ao longo desta semana. Ele é presidente do partido no Maranhão

O presidente do Partido da República (PR) no Maranhão, deputado estadual Josimar Cunha Rodrigues, o Josimar de Maranhãozinho ou Moral da BR, conversou quase que diariamente ao longo desta semana com a ex-governadora e pré-candidata ao Palácio dos Leões pela quinta vez, Roseana Sarney (MDB). No diálogo, Josimar acertou ser o vice na chapa encabeçada pela emedebista em troca do apoio do PR, vantajoso em tempo de propaganda eleitoral gratuita em televisão e rádio, e gordo em fundo partidário.

Por Roseana, o acordo já teria sido logo fechado, numa atraente reunião realizada no portentoso edifício Murano, em São Luís, mas em razão de uma resistência em seu grupo, a articulação ainda não foi finalizada.

Segundo fontes próximas a Roseana e Josimar ouvidas pelo ATUAL7, a dificuldade para o fechamento da aliança ocorre principalmente por parte do senador João Alberto Souza (MDB-MA).

Como não vai disputar a reeleição, João Alberto tem apostado todas as fichas na manutenção do mandato de seu filho, o deputado federal João Marcelo (MDB-MA), com o apoio do alto clérigo da Igreja Assembleia de Deus, que também exige a vaga de vice em troca de apoio a Roseana Sarney, a ser ofertada ao pastor Pedro Lindoso.

O senador Edison Lobão (MDB-MA), que tenta a reeleição para a Câmara Alta, e o seu filho, Edinho Lobão (MDB-MA), também não concordam com a aliança, alegando que, em caso de Roseana precisar se licenciar dos Leões, Josimar não seria a pessoa mais confiável para comandar os cofres do Estado.

Às vésperas de sua convenção partidária, marcada para o domingo 29, e mesmo tendo, num mesmo dia, a emedebista apalavrado a vaga de vice com o PSC de Lindoso e o PR feito de conta que fechou a chapa que disputará o pleito proporcional na coligação de reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB), Roseana Sarney deixou claro a Josimar de Maranhãozinho, numa conversa nessa quinta-feira 26, que a possível aliança ainda não está descartada.

Aluísio Mendes avança em municípios controlados por Maranhãozinho
Política

Lideranças de Zé Doca e Centro do Guilherme reafirmaram apoio à reeleição do parlamentar do Podemos para a Câmara Federal

Lideranças de Zé Doca e de Centro do Guilherme, cidades localizadas no Oeste Maranhense, ratificaram apoio à reeleição do deputado federal Aluísio Mendes (Podemos), em atos políticos realizados no último fim de semana. A reafirmação de estabelecimento de base eleitoral nesses municípios é simbólica, pois representa o avanço do parlamentar em localidades, até então, controladas pelo deputado estadual Josimar de Maranhãozinho (PR).

Há anos a população dessas cidades temia confrontar Maranhãozinho, político metido a coronelzinho feudal, por conta do controle imposto por ele a mão de ferro nestes e em outros municípios. Diante das ações de Aluísio Mendes em benefício da população, porém, a esperança começa a vencer o medo. “Agradeço a todos pela receptividade e pela confiança demonstrada em nosso trabalho”, declarou Aluisio, num dos encontros.

Em Zé Doca, ele conta com o apoio do professor Zé Costa, vereadores e outras lideranças municipais.

No município, os cofres da prefeitura ainda são comandados pela irmã de Maranhãozinho, Josinha Cunha (PR). Como o irmão, ela é alvo de diversas ações na Justiça por malversação e possível desvio de dinheiro público, tendo inclusive tentado evitar um pedido de prisão pela Polícia Federal contra ela e outros membros da família, no bojo da Operação, por meio de um Habeas Corpus.

Também por meio do apoio de Zé Costa, Aluisio Mendes esteve em Centro do Guilherme, que fica na Microrregião de Gurupi, onde foi recebido pelo líder de oposição Fernandinho e o vereador João de Deus (SD). “Estávamos precisando de uma parceria como essa, com um deputado de coragem, para lutar ao nosso lado pela libertação desse município tão sofrido”, disse o vereador.

A cidade, incluída na rota da Estrada da Fome quando esteve sob a administração da mulher de Josimar de Maranhãozinho, a ex-prefeita ficha-suja Detinha, ainda é controlada pelo deputado por meio do prefeito Zé de Dário. Todos são do PR, presidido no estado por Maranhãozinho.

Além de Zé Doca e Centro do Guilherme, Aluísio Mendes também teve apoios reafirmados, ainda no último fim de semana, por lideranças políticas nas cidades de Araguanã e Governador Nunes Freire, onde foi recebido por uma multidão de populares.

Bolsonaro pode ter vice do partido de Josimar de Maranhãozinho
Política

Presidenciável tem preferência pelo senador Magno Malta, do PR, para ser seu vice em 2018

Caminha para ser do Partido da República, o PR, o vice da chapa para a Presidência do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL). O flerte eleitoral foi confirmado pelo próprio Bolsonaro, durante passagem pela Marcha para Jesus, em São Paulo, na quinta-feira 31.

Segundo ele, o senador Magno Malta (PR), uma das vozes mais conservadoras do Congresso, é o “vice dos sonhos”. Ainda de acordo com o presidenciável, só cabe o senador o PR dizer se topa, porque até “cartinha de amor” ele já enviou. Até o outro nome na bolsa de apostas, Josué Alencar — filho de José Alencar, vice de Lula —, também é do PR, e tem força com a cúpula partidária.

No Maranhão, estado onde Lula e Dilma Rousseff tiveram sempre a maior votação proporcional para o Palácio do Planalto, o Partido da República está sob comando do deputado estadual Josimar Cunha Rodrigues, vulgo Josimar de Maranhãozinho ou Moral da BR.

Os alcunhas foram criados e disseminados pelo próprio, logo após ele haver se apossado com mão de ferro da região do Alto Turi, uma das mais violentas do Maranhão, elegendo e reelegendo para prefeituras maranhenses de esposa ao seu motorista, e se alastrou por todo o estado, após ele haver escapado do cerco da Polícia Federal e espocar as urnas na chegada à Assembleia Legislativa, nas eleições de 2014.

Será com a forma de Josimar obter votos que, com o PR em sua vice, Bolsonaro pode até mesmo desbancar o PT no Maranhão.

Justiça pode usar força policial para obrigar Maranhãozinho a depor em ação penal
Política

Deputado tem evitado comparecer em oitivas em que figura como testemunha de acusação do MPF contra o delegado da Polícia Federal Pedro Meireles e o agiota Gláucio Alencar

A Seção Judiciária Federal do Maranhão pode determinar o uso de força policial para obrigar o deputado estadual Josimar de Maranhãozinho (PR) a depor numa ação penal que tem como réus o delegado da Polícia Federal Pedro Meireles, o agiota Gláucio Alencar e o advogados Ronaldo Ribeiro e Adaiah Rodrigues Neto.

O alerta foi dado pelo juiz federal Pedro Alves Dimas Júnior, substituto da 2ª Vara Criminal, em expediente assinado no último dia 3, após Maranhãozinho, apesar do compromisso assumido pela defesa do parlamentar, voltar a se ausentar de oitiva em que figura como testemunha de acusação, arrolada pelo Ministério Público Federal (MPF).

Para resolver o impasse, o magistrado determinou a intimação pessoal do deputado, para que compareça à audiência designada para o próximo dia 5, às 9 horas e 30 minutos, no prédio sede da Justiça Federal do Maranhão. Em caso de nova ausência injustificável, além de determinar a condução coercitiva do parlamentar, Pedro Dimas Júnior poderá ainda aplicar multa e pagamentos da eventual diligência a Josimar de Maranhãozinho. “Advirto que o não comparecimento da testemunha sem qualquer justificativa poderá implicar na aplicação do disposto nos artigos 218 e 219 do CPP”, despachou.

Além do deputado do PR, também foi arrolado como testemunha de acusação pelo MPF, e pela própria defesa, o líder do governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa, Rogério Cafeteira (PSB). Ele já foi ouvido no bojo do processo, após ter deferido pedido para que o depoimento fosse prestado sem a presença de três dos quatro acusados.

A ação penal é resultante de um inquérito policial federal que apurou e desbaratou um esquema de corrupção e achaques a prefeitos e agiotas no Maranhão.

 

Por unção ao Senado, Eliziane busca a benção de Josimar de Maranhãozinho
Política

Ela precisa do apoio do PR ao seu novo projeto político. Próximo partido a receber a visita da parlamentar será o PT

Ainda não está incluída nos dicionários, mas numa próxima atualização, a definição da palavra incoerência já pode vir com uma nova informação: Eliziane Gama. Aguardando sozinha, há quase dois meses, pela unção do governador Flávio Dino (PCdoB) para a segunda vaga ao Senado na chapa do Palácio dos Leões, a deputada federal maranhense do PPS segue seu périplo em busca da benção de líderes partidários.

Desta vez, a visita foi ao presidente estadual do PR, deputado Josimar Cunha Rodrigues, o Maranhãozinho.

Chamado também por Moral da BR, ele um é conhecido da Polícia Federal por casos de corrupção relacionados a enriquecimento suspeito, e de forma meteórica, em uma das regiões mais violentas do estado, o Alto do Turi, marcada por roubo de madeira e de cargas, tráfico de drogas, pistolagem, assaltos a banco e assassinatos mil. Tudo a que Gama, nos tempos em que ainda possui identidade ideológica, dizia combater.

“Foi muito boa nossa conversa e fiquei bastante honrada em ser bem recebida por mais um partido. Estamos unindo forças em prol dos diálogo para mais benefícios aos maranhenses”, comemorou ela, após reunião com Josimar de Maranhãozinho.

O PR foi a 11ª legenda visitada pela parlamentar. Para a próxima semana, Eliziane Gama tem na lista o PT, que ela combateu quando tentou emplacar-se nacionalmente como musa anticorrupção da CPI da Petrobras.

Na nova roupagem, que conta até com elogios à administração Edivaldo Holanda Júnior (PDT), ela se autodefine como uma pré-candidata ao Senado “bem articulada”.

Josimar vai depor dia 9 em ação penal contra Pedro Meireles e Gláucio
Política

Parlamentar está arrolado pelo MPF como testemunha de acusação

O deputado estadual Josimar de Maranhãozinho (PR) será interrogado pela Justiça Federal do Maranhão no próximo dia 9, a partir das 9 horas, no âmbito da ação penal que tem dentre os réus o delegado reintegrado à Polícia Federal, Pedro Meireles, e o agiota Gláucio Alencar.

Maranhãozinho está arrolado pelo Ministério Público Federal (MPF) como testemunha de acusação.

A audiência de instrução foi agendada pelo juiz federal José Magno Linhares, da 2º Vara Criminal, onde corre o processo, desde o final de final de novembro de 2017.

Também arrolado pelo MPF como testemunha de acusação, o deputado estadual Rogério Cafeteira (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa do Maranhão, requereu que a inquirição fosse feita sem a presença dos réus, pedido prontamente aceito por Linhares. Um outro empresário do mercado financeiro paralelo, Josival Cavalcanti da Silva, o Pacovan, considerado o maior agiota do estado, também é testemunha de acusação na ação penal.

Não foi possível confirmar se ambos já foram ouvidos pelo juízo.

Pedro Meireles, Gláucio Alencar e mais os advogados Ronaldo Ribeiro e Adaiah Rodrigues Neto são acusados pelo MPF de crime de quebra de sigilo financeiro. O processo é resultante de inquérito policial que apurou e desbaratou um esquema de corrupção e achaques a autoridades e agiotas no Maranhão.

PR vai comandar a Cultura e Turismo na nova barganha de Flávio Dino
Política

Josimar de Maranhãozinho vai indicar apadrinhado para controle de pasta ocupada por Diego Galdino

O Partido da República (PR), comandado nacionalmente por Antônio Carlos Rodrigues, ex-senador e ex-ministro dos Transportes, preso recentemente pela Polícia Federal no bojo da Operação Caixa D’Água; e presidido no Maranhão pelo deputado estadual Josimar de Maranhãozinho, também conhecido da PF, vai assumir o comando da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur).

O controle faz parte da política de barganha implementada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) em troca de apoio nas eleições de 2018. Desde de que o comunista, novo Capo di tutti capi do Maranhão, passou a avançar sobre as hostes que formavam a já extinta oligarquia Sarney, já quase meia dúzia de partidos embarcaram na mudança de Dino.

Segundo apurou o ATUAL7, o nome a ocupar a vaga do ainda titular da Sectur, Diego Galdino de Araújo, ainda não foi acertado. Contudo, Galdino já tem confidenciado aos mais próximos que deve deixar o comando da pasta nos próximos dias para a entrada de um apadrinhado de Maranhãozinho.

Além do PR, outros partidos também trocaram o sarneysmo pela dinastia. São eles: PRB, PP, PTB, PROS e DEM. Todos encastelados no Palácio dos Leões vermelho.

Na contramão da mudança, Flávio Dino coopta Josimar e Gastão Vieira
Política

Após tomar PRB, PP, PTB, PR e DEM, governador tira PR e PROS de José Sarney e vira o novo Capo di tutti capi do Maranhão

Apesar de estar vivendo a mais grave descoberta de corrupção nos pouco mais de 1000 dias a frente do Palácio dos Leões, o governador Flávio Dino (PCdoB) decidiu caminhar na contração do discurso da mudança, que lhe garantiu a vitória nas urnas em 2014, e segue cooptando sarneystas históricos de carteirinha para se manter no poder.

Depois de tomar os partidos PRB, PP, PTB, PR e DEM das mãos do ex-senador José Sarney (PMDB-AP), Dino avançou — se é que se pode chamar isso de avanço! — e cooptou também o PR e o PROS, por meio de seus presidentes estaduais, respectivamente, Josimar Cunha Rodrigues e Gastão Vieira.

O primeiro é conhecido pela Polícia Federal e pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) como Moral da BR ou Josimar de Maranhãozinho, em alusão ao domínio que possui na região do Alto Turi e agora Munim, onde opera com as prefeituras por meio de suas empresas.

Já o segundo, embora, até então, tirando o obscuro envio de emendas parlamentares para obras não realizadas no município de Buriticupu, não esteja diretamente relacionado a algum caso de corrupção, sempre foi considerado o maior Jaboti político de todo o Maranhão.

Fora votos de cabresto ou possivelmente comprados, e dos minutinhos a mais na propaganda eleitoral de 2018, nenhum dois dois acrescenta algo a Flávio Dino, a não ser musculatura para o apelido do mais novo oligarca e governador do Maranhão: Capo di tutti capi.

Recurso contra Josimar de Maranhãozinho volta à pauta do TSE
Política

Deputado é acusado de compra de votos e de abuso de poder político nas eleições de 2012, quando fez seu sucessor no município

Voltou à pauta do Pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta segunda-feira 13, o julgamento de um recurso contra o deputado estadual Josimar de Maranhãozinho, interposto pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) do Maranhão.

A ação deveria ter sido julgada desde a semana passada, no dia 7, mas acabou sendo adiada. A nova data marcada é para esta terça-feira 14.

De acordo com os autos, então prefeito do município de Maranhãozinho, Josimar teria comprado votos e de abusado de poder político nas eleições de 2012, para fazer seu sucessor, José Auricélio, e o vice da chapa, Raimundo Tarcísio de Lima. Todos são do Partido da República, o PR, presidido pelo parlamentar no Maranhão.

Em julho de 2015, o três chegaram ser condenados pela juíza Cynara Elisa Gama Freire, da 101º Zona Eleitoral, de Governador Nunes Freire, tornando-se inelegíveis até 2020.

Contudo, ao recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, Josimar conseguiu, milagrosamente, não apenas anular todas as provas produzidas no processo cautelar preparatório, como convencer a maioria dos membros da Corte de que “o arcabouço probatório produzido nos autos mostrou-se […] frágil e insuficiente para demonstrar a prático do ilícito narrado”.

O relator do recurso é o ministro Luiz Fux.

A sessão de julgamento está prevista para começar a partir das 19 horas.

TSE julga amanhã recurso contra Josimar de Maranhãozinho
Política

Parlamentar pode ter confirmada a sua ficha suja até 2020, por corrupção eleitoral

Está na pauta de julgamento do Pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), desta terça-feira 7, o recurso contra o deputado estadual Josimar Cunha Rodrigues e o prefeito de Maranhãozinho, José Auricélio de Moraes Leandro, ambos do PR, interposto pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

De acordo com os autos, então prefeito do município, Josimar foi acusado de comprar votos e de abuso de poder político nas eleições de 2012, para eleger José Auricélio e o vice da chapa, Raimundo Tarcísio de Lima.

Em julho de 2015, o trio chegou a ser condenado pela juíza Cynara Elisa Gama Freire, da 101º Zona Eleitoral, de Governador Nunes Freire, tornando-se inelegíveis até 2020.

Contudo, ao recorrer ao TRE-MA, Josimar de Maranhãozinho conseguiu, milagrosamente, não apenas anular todas as provas produzidas no processo cautelar preparatório, como convencer a maioria dos membros da Corte de que “o arcabouço probatório produzido nos autos mostrou-se […] frágil e insuficiente para demonstrar a prático do ilícito narrado”.

O relator do recurso é o ministro Luiz Fux.

A sessão de julgamento está prevista para começar a partir das 19 horas.

Aluísio pede ao TRF-1 informações sobre processos criminais contra Josimar
Política

Pedido foi encaminhado diretamente ao presidente do órgão. Deputado baseou requerimento da Lei de Acesso à Informação

O deputado federal Aluísio Mendes (PODE) encaminhou ofício ao presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, desembargador Hilton José Gomes Queiroz, no início deste mês, solicitando informações sobre a existência de processos criminais que tramitam no órgão contra o deputado estadual Josimar Cunha Rodrigues, o Josimar de Maranhãozinho (PR).

Mendes usou como base a Lei n.º 12.527/2011, a chamada Lei de Acesso à Informação (LAI), que regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas.

Segundo o deputado federal, ex-secretário estadual de Segurança Pública do Maranhão, o seu gabinete na Câmara dos Deputados tem recebido diversos pedidos de informação a respeito de processos criminais contra Maranhãozinho na esfera federal.

O requerimento tem entre seus anexos uma certidão da Seção Judiciária do Maranhão, a respeito de um processo em que Josimar, conhecido na região do Alto e do Baixo Turi como “Moral da BR”, foi indiciado por furto qualificado e formação de quadrilha. À época, por medo de ser preso pela Polícia Federal, ele chegou a correr atrás de um habeas corpus, como revelou o ATUAL7.

Nesse inquérito, inclusive, além de Josimar, também aparecem como indiciadas pela PF a sua mulher, a ex-prefeita do município de Centro do Guilherme, Maria Deusdete Lima, a Detinha, e Maria Josenilda Cunha Rodrigues, a Josinha Cunha, atual prefeita de Zé Doca e irmã do deputado denunciado. Ambas também são do PR, que tem Josimar como presidente estadual.

Juiz manda PF apurar falsificação de documentos por Josimar de Maranhãozinho
Política

Deputado é acusado de apresentar certificado e histórico escolar falsos à Justiça Eleitoral em 2014

O juiz Eduardo José Leal Moreira, membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, mandou a Polícia Federal apurar a denúncia de falsificação de documentos pelo deputado estadual Josimar Cunha Rodrigues, o Josimar de Maranhãozinho (PR).

A decisão é do final de julho último, em atendimento a pedido da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Maranhão para a instauração de inquérito policial contra o parlamentar, com intuito de apurar possível prática dos tipos penais descritos nos artigos 349 e/ou 353 do Código Eleitoral.

Segundo denúncia feita pelo deputado federal Aluísio Mendes (PODE), Josimar de Maranhãozinho teria falsificado ou utilizado documento falso de certificado de conclusão do ensino fundamental para registrar sua candidatura durante as eleições 2014, quando se elegeu deputado estadual.

Farta documentação anexada aos autos por Mendes aponta que Maranhãozinho nasceu em Várzea Alegre (CE) em 1976 e lá residiu até o ano de 1991, quando se mudou para Manaus (AM) e, somente no ano 2000, veio a residir no Maranhão. Mesmo assim, o certificado e o histórico escolar apresentados pelo deputado estadual à Justiça Eleitoral quando de sua candidatura atestam que ele teria cursado o Ensino Fundamental no Colégio Pentecostal Cândido Rodrigues, sediado em São Luís, entre 1992 e 1999, ou seja, antes de residir no Maranhão.

Ao analisar o caso, o magistrado afirma haver encontrado indícios suficientes de que Josimar cometeu o crime denunciado por Aluísio Mendes, e por isso determinou a abertura das investigações e a remessa dos autos para a PF.

“Da análise dos fatos ora em comento e dos documentos juntados ao presente volume, nota-se que há indícios suficientes de prática de delito eleitoral a autorizarem a instauração de procedimento investigatório. (...) Diante do exposto, determino a remessa dos presentes autos à Superintendência de Polícia Federal no Estado do Maranhão”, despachou.

O prazo para a conclusão das investigações é de 30 dias.

Legibilidade de Josimar em 2018 está nas mãos de Luiz Fux
Política

MPE recorreu de decisão do TRE-MA que anulou todas as provas produzidas contra o deputado e seu bando em Maranhãozinho

Segue nas mãos do ministro Luiz Fux, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decisão que pode levar o deputado estadual Josimar Cunha Rodrigues, o Josimar de Maranhãozinho, a ter novamente confirmada a sua ficha suja até 2020, por compra de votos e de abuso de poder político.

O caso remente às eleições de 2012, quando Josimar foi denunciado à Justiça Eleitoral pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) juntamente com o atual prefeito de Maranhãozinho, José Auricélio de Moraes Leandro, e o vice, Raimundo Tarcísio de Lima — todos do PR. Na ocasião, o deputado era o prefeito do município e elegeu os aliados. Todos chegaram a ser condenados, em julho de 2015, pela juíza Cynara Elisa Gama Freire, da 101ª Zona Eleitoral, de Governador Nunes Freire, ficando inelegíveis por oito anos.

Contudo, Josimar de Maranhão recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, conseguindo, sabe-se lá como, anular todas as provas produzidas contra ele e seu bando ao convencer a maioria dos membros da Corte Eleitoral que “o arcabouço probatório produzido nos autos mostrou-se [...] frágil e insuficiente para demonstrar a prático do ilícito narrado”.

Diante do livramento inesperado de Josimar pelo tribunal, o vice-procurador-geral-eleitoral substituto, Francisco de Assis Sanseverino, entrou com um Recurso Eleitoral Especial (REspe) no TSE, em setembro do ano passado, rechaçando a decisão e solicitando que o deputado estadual possa ser novamente submetido ao julgamento do TRE maranhense.

Em distribuição por prevenção, o caso foi parar sob a relatoria de Fux.

Segundo o acompanhamento processual da Justiça Eleitoral, o ministro recebeu os autos, já com o parecer final do MPE-MA, desde a primeira semana de julho deste ano. A expectativa, agora, é que ele julgue o caso até o final de agosto próximo.