Adriano Sarney
Adriano diz que Dino traiu servidores com reforma da Previdência estadual relâmpago
Economia

Governador do Maranhão tentou se antecipar à PEC paralela com votação urgente do projeto na Alema. Manobra da oposição conseguiu adiar análise

O líder da oposição na Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Adriano Sarney (PV), criticou o governador Flávio Dino (PCdoB) por enviar à Casa proposta que objetiva aprovação de reforma da Previdência estadual, com aumento das alíquotas de contribuição dos servidores, patronal e dos aposentados, sem qualquer discussão sobre o texto.

A proposta chegou à Alema nesta terça-feira 19, e por pouco não foi votada no mesmo dia, em regime de urgência, apresentado pelo deputado Glalbert Cutrim (PDT), numa possível tentativa de antecipação à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) paralela que está em votação no Senado.

Para evitar o afogadilho, os parlamentares de oposição tiveram de realizar uma manobra, de pedido de vistas, adiando a votação para amanhã 20.

“Um projeto de complexidade indiscutível sendo votado a toque de caixa em apenas um dia? Não ouviram os servidores, não ouviram os deputados, não ouviram a população. Uma traição contra os servidores que agora terão maiores descontos em seus salários. Eles agora pagarão toda a incompetência do governo em relação aos desmandos do Fundo dos Aposentados que tanto denunciei nesta tribuna”, disse Adriano.

De acordo com o parlamentar, entre professores, policiais, médicos, enfermeiros e outras categorias, a reforma da Previdência de Dino deve atingir mais de 100 mil servidores, diretamente.

“Vamos adiar o máximo possível a aprovação dessa reforma sorrateira para que todos os servidores do Maranhão tenham tempo de saber das intenções do governo. É importante a participação dos servidores junto com a oposição do Maranhão”, garantiu o líder da oposição.

Adriano quer detalhes sobre repasses para obra do Hortomercado da Cidade Operária
Cotidiano

Justiça determinou reforma no local desde 2015. Vigilância Sanitária constatou que a feira não possuía estrutura sanitária e apresentava condições insalubres

A situação do Hortomercado da Cidade Operária, em São Luís, voltou a ser debatida pelo deputado Adriano Sarney (PV), nessa quarta-feira 30, na Assembleia Legislativa. Desde 2015, a Vara de Interesse Difusos e Coletivos determinou a reforma do local, com base em relatório da Vigilância Sanitária, que constatou que a feira não possuía estrutura sanitária e apresentava condições insalubres.

Em razão da demora do governo Flávio Dino (PCdoB), responsável pela manutenção do hortomercado, em concluir os trabalhos, o parlamentar encaminhou um ofício à Shammah - Transporte e Construção Ltda, a Guincho Shammah, empresa responsável pela reforma e adaptação, requerendo informações quanto ao repasse do dinheiro público para a obra.

Durante o pronunciamento, o parlamentar relatou, em vídeo, o drama vivido por feirantes, lojistas e clientes que convivem com o mau cheiro do lixo e os urubus que circulam pela obra inacabada da feira. Ele apresentou proposta de melhorias das condições sanitárias e de infraestrutura dos mercados da capital.

“Há mais de um ano travo uma luta para que saia do papel a reforma de inúmeras feiras administradas pela Prefeitura de São Luís, mas esta específica, da Cidade Operária, é de responsabilidade do Governo do Estado. No entanto, até agora a obra não foi realizada”, disse o deputado.

Adriano lembrou que o Ministério Público ingressou com mais uma ação na Justiça contra o governo, sob gestão de Flávio Dino (PCdoB), para que seja feita a reforma imediata do Hortomercado. A obra deveria ser concluída no dia 30 de julho de 2018, mas nunca foi entregue.

“Conversei com feirantes que ali estavam e me disseram que não é mais uma associação que toma conta do mercado, mas a Sagrima, que não estava pagando nem o vigia para tomar conta do local”, afirmou o deputado.

“Precisamos dar uma resposta à sociedade e a esse povo que trabalha na Cidade Operária. Consumidores, feirantes, lojistas, açougueiros, peixeiros e famílias que dependem desse local para sobreviver e para gerar renda”, destacou Adriano.

Adriano inova e lança projeto de emendas participativas
Política

Além de interatividade, ação garante participação popular na busca por solução para problemas enfrentados pelos maranhenses

O líder da oposição ao governo de Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa do Maranhão, Adriano Sarney (PV), divulgou que abrirá um processo de participação popular para a destinação dos R$ 4 milhões a que tem direito no orçamento Estado por meio de emenda parlamentar.

Batizado de “Emendas Participativas”, o projeto visa destinar, por meio de sugestões da população maranhense, benefícios a áreas prioritárias como saúde, educação, cultura, infraestrutura etc.

Com isso, além de interatividade, a proposta garante ainda participação popular e ativa colaboração com a solução dos problemas enfrentados pelos maranhenses.

“É uma inovação no modo de fazer política que permitirá o cidadão escolher onde e como serão investidas as emendas parlamentares. O dinheiro é público e a decisão é do povo!”, destacou Adriano.

Adriano diz que houve um acordo entre Flávio Dino e José Sarney
Política

Líder da oposição ao governo na Alema criticou o histórico recente do comunista que demoniza adversários e depois pede apoio

O deputado estadual Adriano Sarney (PV), líder da oposição ao governo de Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa do Maranhão, manifestou-se, terça-feira 2, sobre o encontro entre o comunista e o ex-presidente José Sarney (MDB-MA), na semana passada, em Brasília (DF).

Adriano afirmou que houve um acordo entre Flávio Dino e José Sarney, mas não entrou em detalhes sobre o conteúdo. Apenas destacou que não faz parte do alegado acordo, e que permanecerá na oposição ao Palácio dos Leões. “Esse acordo certamente não me envolverá jamais. Porque neste mandato o titular sou eu, e eu vou até o final independente de acordos políticos”, ressaltou.

Sobre a ida de Dino à casa de Sarney, Adriano criticou o histórico recente do comunista que, segundo destacou, demoniza adversários e depois pede apoio a eles. “Ele fez isso com o João Castelo, com o Aécio Neves, com o Jackson e com vários outros. A história política de Flávio Dino é direcionada pelo oportunismo político”, disse.

E ressaltou, ainda, que não cabe a ele expor os detalhes do acordo entre os políticos maranhenses. “Não sou eu quem devo apresentar as particularidades do que foi conversado entre José Sarney e Flávio Dino. Mas houve, sim, acordo e o povo do Maranhão vai presenciar esses detalhes futuramente”, reiterou.

Caema tem 30 dias para responder Alema sobre falta de água que atingiu São Luís
Cotidiano

Requerimento aprovado foi proposto por Adriano Sarney. Procon também terá de explicar quais medidas foram tomadas contra o prejuízo causado ao consumidor

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, nesta terça-feira 18, requerimento de autoria do líder da oposição ao governo de Flávio Dino (PCdoB), deputado Adriano Sarney (PV), que solicita ao presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Carlos Rogério, informações detalhadas acerca da falta de água que atingiu mais de 80 bairros de São Luís, na semana passada.

Também devem prestar esclarecimentos à Alema, a respeito das medidas tomadas contra o prejuízo causado ao consumidor, a presidente do Procon e do VIVA, Karen Barros. O prazo para o envio das respostas aos questionamentos é de 30 dias.

“A falta de abastecimento de água na última semana deixou mais de 80 bairros da ilha sem esse serviço essencial. Precisamos saber quais foram as causas desse problema para evitar futuras interrupções”, destacou Adriano.

O requerimento pede, também, que sejam informadas as medidas que serão tomadas pelo Governo do Maranhão para reparar os transtornos causados à população pela falta de água na capital maranhense.

Segundo o líder da oposição, é necessário que seja divulgado o andamento da obra do Novo Sistema Italuis e os prazos para o seu funcionamento.

Adriano apresenta emenda contra diminuição salarial da Polícia Civil
Política

Líder da oposição tenta modificar proposta encaminhada à Assembleia Legislativa pelo governador Flávio Dino

O líder do Bloco Parlamentar de Oposição na Assembleia Legislativa, deputado Adriano Sarney (PV), apresentou emenda ao Projeto de Lei n° 290/2019, de autoria do governo de Flávio Dino (PCdoB), que trata da redução dos benefícios salariais de policiais civis do Maranhão.

De acordo com o parlamentar, a proposta sugere a alteração do artigo 4 do anexo V da Lei 10.266, que trata dos subsídios do subgrupo de atividades da Polícia Civil. Caso aprovada a íntegra do texto encaminhado pelo comunista à Casa, os servidores terão a diminuição dos seus salários.

A emenda de Adriano pretende impedir justamente essa alteração, evitando novas despesas e mantendo os valores atuais pagos aos comissários, investigadores, escrivães, peritos e auxiliares de perito médico legal da Polícia Civil, integrantes da classe A/3.

“Em vez de aumentar os benefícios desses profissionais, ele diminui o adicional noturno e de insalubridade. É um absurdo! Entrei com uma emenda ao projeto para corrigir essa injustiça!”, destacou o deputado.

Adriano, Wellington e OAB-MA discutem situação dos concursados da PM
Cotidiano

Aprovados afirmam que muitos haviam sido nomeados pela gestão de Flávio Dino, mas que posteriormente foram exonerados

Os deputados estaduais Adriano Sarney (PV) e Wellington do Curso (PSDB) participaram, nessa segunda-feira 27, de audiência pública na sede da Seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em São Luís, onde foi discutida a situação de 1.700 concursados da Polícia Militar do Maranhão, do certame de 2017.

De acordo com os aprovados, muitos deles haviam sido nomeados pela gestão do governador Flávio Dino (PCdoB), mas posteriormente foram exonerados.

A reunião foi conduzida pelo conselheiro Bispo Serejo. Ele afirmou que já existe uma peça jurídica elaborada pela OAB-MA, pronta para dar entrada na Justiça, mas acrescentou que dois procuradores do Estado entraram em contato com a entidade, pedindo um prazo de 15 dias para que fosse encontrada uma solução. “Se, dentro desse prazo, não houver um acordo, a OAB entrará na Justiça”, afirmou. O prazo começou a contar desde ontem.

Durante a audiência, Adriano Sarney afirmou não acreditar no governo Dino, e cobrou uma solução mais energética para resolução do problema. “São pessoas que deixaram seus afazeres, que participaram de um concurso, que foram aprovados e fizeram curso de  formação e aperfeiçoamento e agora estão jogadas às traças. O governo é responsável por esse problema”, salientou.

O deputado Wellington do Curso fez pesadas críticas ao governo e disse aos concursados que eles jamais deixarão de ser amparados, de acordo com a lei.  “Podem se passar seis meses, seis anos ou mais, mas vocês serão nomeados e eu estarei ao lado de todos. É uma luta minha. Sei o que é esse sofrimento", disse.

Oposição evita confronto com Portela em escândalo de espionagem
Política

Até o momento, nenhum deputado cobrou explicações sobre as denúncias dos delegados Tiago Bardal e Ney Anderson

Uma semana após novas denúncias de que o secretário de Segurança Pública do Maranhão, delegado Jefferson Portela, teria utilizado a pasta politicamente e de forma ilegal em supostas ordens para arapongagem, nenhum dos três deputados estaduais considerados de oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa subiu à tribuna para cobrar explicações sobre o assunto.

Estranhamente, a mudez de Adriano Sarney (PV), Wellington do Curso (PSDB) e César Pires (PV) têm ocorrido, também, em relação à suposta proteção de Portela a aliados do Palácio dos Leões, em investigações sobre a máfia da agiotagem no estado.

Dino tem aproveitado o silêncio dos opositores no Palácio Manuel Beckman para refletir sobre a situação de Jefferson Portela, que balança no cargo em razão de investigação solicitada formalmente pelo presidente do Poder Judiciário maranhense, desembargador Joaquim Figueiredo, sobre suposta espionagem a desembargadores da corte e ataques a juízes de primeira instância, que teriam sido classificados pelo secretário como “bandidos”.

As denúncias partiram dos delegados de Polícia Civil Tiago Bardal e Ney Anderson Gaspar, ex-chefes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) e do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), respectivamente.

Portela, que se manifestou publicamente apenas após revelado que o presidente do TJ-MA quer a apuração “rigorosa e imparcial” do caso, nega as acusações, e ameaça processar criminalmente os delegados pelas declarações contra ele.

Adriano alerta para falência nas contas públicas do Maranhão
Política

Deputado diz que técnicos da Seplan admitiram que o governo Flávio Dino excedeu limite prudencial de despesas total com pessoal

A Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, na quarta-feira 24, audiência pública sobre o cumprimento de metas fiscais do governo de Flávio Dino (PCdoB), relativa ao último quadrimestre de 2018.

Durante a sessão, o líder da oposição, deputado Adriano Sarney (PV), chamou a atenção para uma série de irregularidades fiscais que, segundo ele, podem levar o Maranhão a um estado de caos fiscal caso nenhuma medida seja tomada.

A realização da audiência é uma exigência da Lei 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) conforme seu artigo 9°, parágrafo 4°.
Durante o evento, diz o deputado, a gestão comunista admitiu que excedeu o limite prudencial de despesa total com pessoal.

De acordo com Adriano, “esse limite é uma espécie de sinal de perigo”, não apenas para alertar o poder público da aproximação dos limites máximos, mas, principalmente, para impor ao gestor, restrições de gastos que evitem o alcance desse limite.

Ao longo da apresentação do balanço fiscal, os técnicos da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) admitiram que o caixa do Fundo Estadual de Previdência e Aposentadoria (Fepa) possui apenas R$ 62,9 milhões.

Ainda segundo Adriano Sarney, a dívida consolidada líquida do Estado do Maranhão passou de 43,70% em 2016 para 53,74% em 2018. Outros fundos estão no vermelho: a saúde do Estado está em crise; virou o ano com R$ 2.771.626,14 e agora a disponibilidade de caixa são de - (negativos) R$ 183.670.737,32; a situação da educação também é precária, virou o ano com R$ 0,00 e agora possui em caixa - (negativos) R$ 317.641.763,24.

Adriano Sarney quer ampliar Bolsa Atleta para R$ 1 mil
Maranhão

Incentivo ao esporte estudantil maranhense prevê o auxílio de apenas R$ 500 mensais por um ano

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) apresentou uma emenda ao Projeto de Lei nº 099/2019, de autoria do governo Flávio Dino, que institui o programa Bolsa Atleta e visa incentivar o esporte estudantil maranhense, prevendo o auxílio de R$ 500 mensais, pelo período de um ano. Ele quer ampliar o benefício para R$ 1 mil por mês.

A proposta deveria ter sido votado nesta quinta-feira 4, mas não houve quórum no plenário e a matéria retorna à pauta na próxima sessão, na segunda-feira 8.

“Sabemos das necessidades de custeio para o esporte maranhense, por isso estamos de olho na tramitação de projetos de lei como este e vamos continuar lutando contra o governo comunista por maior transparência nos processos para tentar ampliar o debate e aprimorar estas proposições”, declarou Adriano.

O Bolsa Atleta é auxílio mensal que tem como objetivo custear consultas médicas e aquisição de remédios; compra de passagens, pagamento de hospedagens e alimentação; aquisição de materiais e inscrição em eventos esportivos.

“Legado comunista será perder a concessão do Itaqui”, diz Adriano
Política

Deputado do PV questionou projeto enviado pelo Executivo para a Alema que trata do Complexo Industrial e Portuário do Maranhão

O deputado Adriano Sarney (PV) fez um alerta, em discurso na Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira 21, a respeito da tramitação de um projeto de lei encaminhado à Casa pelo Executivo estadual, no ano passado.

Segundo o parlamentar, a proposta pode ser uma manobra do governador Flávio Dino (PCdoB) para manter a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) no controle do Porto do Itaqui — alvo de fiscalização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) após transferências supostamente irregulares de mais de R$ 140 milhões de sua receita tarifária ao caixa do Estado do Maranhão.

“O legado comunista será perder a concessão do Itaqui. Não vamos fechar os olhos para um dos maiores bens do Maranhão, o Porto do Itaqui, que foi formulado, planejado e articulado por José Sarney”, declarou, aproveitando para fazer referência ao ex-presidente da República, seu avô.

O projeto enviado à Alema, segundo Adriano, trata sobre o Complexo Industrial e Portuário do Maranhão.

O texto autoriza a modificação do objeto social da Emap, ampliando a sua área de atuação no setor portuário. Com a mudança, caso seja aprovada e sancionada, a empresa estatal passará a administrar, operar, explorar e desenvolver o cais de São José de Ribamar, os terminais de ferryboat da Ponta da Espera e do Cujupe, o Porto Grande em São Luís e o próprio complexo.

“Causa estranheza um projeto desta natureza ser enviado à Assembleia justamente em um momento em que o governador Flávio Dino está em vias de perder a concessão do Porto do Itaqui. Isto, de fato, é uma espécie de confissão do governo comunista, admitindo o risco iminente de perder a concessão e, como se antevisse o inevitável, manobrasse para que a Emap possa continuar em operação. Eis a prova cabal de que o governo admite ter cometido irresponsabilidades administrativas, burlando o convênio com o Governo Federal”, disse.

Sobre o processo de fiscalização instaurado pela Antaq, o blog do Neto Ferreira revelou que, no final de janeiro último, o governo comunista conseguiu, por meio de liminar do juiz federal Clodomir Reis, da 3ª Vara Federal Cível da Justiça Federal no Maranhão, o direito de seguir controlando o Porto do Itaqui, por meio da Emap.

De acordo com reportagem do jornal O Estado, publicada hoje, a Advocacia-Geral da União (AGU) está juntando informações sobre o caso para recorrer da decisão do magistrado.

Adriano é formalizado líder da oposição ao governo Dino na Alema
Política

Bloco é formado por cinco parlamentares do PV e MDB

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) foi formalizado, nesta terça-feira (19), líder da oposição ao governo de Flávio Dino (PCdoB) na atual legislatura. Chamado de Bloco Parlamentar de Oposição (BPO), o grupo é formado pelo PV e MDB, e conta com cinco deputados.

“A oposição é um bloco de extrema importância para a democracia, um contraponto em todos os governos é necessário com respeito, educação, profissionalismo e, sobretudo, pensando em primeiro lugar no povo do Maranhão”, declarou.

Além de Adriano, fazem parte do BPO os deputados Arnaldo Melo (MDB), César Pires (PV), Roberto Costa (MDB) e Rigo Teles (PV).

Apesar da oficialização do bloco oposicionista, na votação em plenário sobre um requerimento do deputado Wellington do Curso (PSDB) a respeito das viaturas adquiridas e locadas pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), apenas o líder do grupo e César Pires votaram pela aprovação do pedido. Os demais, estranhamente, votaram fechados com o governo.

“Governo vai ter de explicar fechamento do Hospital de Matões”, diz Adriano
Política

Pedido de informações feito pelo deputado do PV foi aprovado pela Mesa Diretora da Alema

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão deferiu, nesta terça-feira 12, requerimento do deputado Adriano Sarney (PV) solicitando informações detalhadas à Secretaria de Estado da Saúde (SES) sobre a situação do Hospital Geral de Matões do Norte.

Alegando necessidade de reforma, em meio a protestos, o governo de Flávio Dino (PCdoB) fechou a unidade, suspendendo o atendimento à população de 14 municípios da região.

“Precisamos saber o que vai acontecer com as dezenas de servidores que foram surpreendidos com o fechamento do hospital e que chegaram a denunciar uma demissão em massa. É preciso saber dados completos da obra a ser feita no local, pois queremos saber custo, prazo de conclusão. Enfim, estamos cobrando transparência do governo”, declarou Adriano.

No requerimento, o parlamentar pede informações sobre os profissionais que, direta ou indiretamente, foram afetados pelo fechamento do hospital: se serão realocados ou se retornarão aos seus postos de trabalho ao final da paralisação/reforma, e como será o desdobramento da situação trabalhista, caso sejam dispensados ou exonerados, para que não haja dúvidas quanto à questão salarial dos funcionários daquela unidade.

Também requisita maiores explicações em alusão ao princípio da transparência administrativa e publicidade dos atos governamentais sobre a reforma da unidade, detalhando: a finalidade a que se destina a obra, nome da empresa que faz a execução da obra, nome do engenheiro responsável, valor da obra e período de execução.

Adriano eleva tom contra Dino e relembra que PCdoB integrou governos de Roseana
Política

Partido e até irmão do comunista tiveram cargos no primeiro escalão em gestões da emedebista

O deputado estadual Adriano Sarney (PV), único remanescente de seu grupo político com mandato a partir deste ano, começou a elevar o tom nas redes sociais contra o governador Flávio Dino (PCdoB) e o entorno do Palácio dos Leões, antecipando como deverá ser sua atuação a partir de agora na Assembleia Legislativa.

Na última semana, após embate com o deputado federal eleito Márcio Jerry (PCdoB), considerado eminência parda do governo comunista, o parlamentar usou novamente o Twitter para confrontar o discurso de que, antes de Dino, o Maranhão era dominado pela chamada oligarquia Sarney.

Para isso, conforme já havia sido mostrado pelo ATUAL7, Adriano relembrou que o PCdoB integrou pelo menos duas gestões de Roseana Sarney (MDB), sempre com cargos no primeiro escalão. “Nessa época não tinha oligarquia, tinha muito comunista ocupando cargo e defendendo o governo com unhas e dentes”, alfinetou, completando: “A família Dino veio depois do PCdoB. Sálvio Jesus de Castro e Costa ocupou cargos já no último mandato da ex-governadora. Entre 2010 e 2014”.

Citando os nomes dos três integrantes do partido de Dino que fizeram parte dos governos de Roseana — Marcos Kowarick, Stefano Silva Nunes e Eurico Fernandes — questionou: “Será que nestes oito anos também se tinha uma ‘oligarquia’ no Maranhão?”.

Enquadrados, até o momento nenhum integrante do PCdoB e nem do próprio governo comunista, conhecidos por encabeçar uma falange virtual que habita as redes sociais, retrucou as provocações.

Dinistas rejeitaram R$ 5 milhões para combater estragos das chuvas na capital
Política

Emenda ao Orçamento 2019 foi apresentada por Adriano Sarney. Deputado tentou realocar recursos da Segov, que tem previsão orçamentária de mais de R$ 70 milhões para o próximo ano

Parlamentares da base aliada ao governador Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa do Maranhão podem ter prejudicado a população de São Luís.

Segundo divulgado pela assessoria do deputado Adriano Sarney (PV), os dinistas votaram contra emenda de sua autoria, no valor de R$ 5 milhões, que seriam aplicados em obras de manutenção e prevenção aos efeitos danosos das chuvas, como alagamentos e deslizamentos na capital.

A rejeição ocorreu durante a votação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2019, aprovado pela Casa na semana passada.

De acordo com o texto, a previsão orçamentária de Dino para o próximo ano será de R$ 21.201.079,00 em receita total estimada. Deste montante, há previsão do Orçamento Fiscal, em R$ 14.624.235.217; Orçamento da Seguridade Social, em R$ 6.312.977.783; e Orçamento de Investimento das Empresas Estatais, em R$ 263.866.000.

Ao criticar a articulação dos dinistas contra a emenda, Adriano alertou que os recursos para São Luís seriam realocados da Secretaria de Governo (Segov), comandada pela ex-sócio do governador, Antônio Leitão Nunes, cuja previsão orçamentária para 2019 é de mais de R$ 70 milhões.

“É nosso dever discutir a melhor forma de aplicação das reservas e das finanças do Estado. Portanto, analisei o orçamento e percebi este absurdo que é uma secretaria estadual, que na prática tem servido para o governo defender seus interesses políticos, tenha uma fatia tão gorda do orçamento estadual, enquanto áreas prioritárias para o cidadão de bem fiquem à míngua, como é o caso de ações de combate aos efeitos danosos das chuvas”, lamentou.

 

Adriano anuncia ação na Justiça contra aumento de impostos no MA
Política

O chamado Pacote de Maldades do governador Flávio Dino foi aprovado ontem pela Assembleia Legislativa. Deputados que aprovaram terão emendas liberadas

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) declarou que ingressará na Justiça com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para contra a aprovação pela Assembleia Legislativa do Maranhão, nessa quarta-feira 5, do projeto de lei de autoria do governador Flávio Dino (PCdoB) que aumenta o imposto sobre a gasolina, diesel, bebidas alcoólicas, cervejas e chopes, bebidas isotônicas, bebidas energéticas e outros produtos. “Este projeto de lei inconstitucional, é um Frankenstein que trata de vários assuntos ao mesmo tempo”, afirmou.

Dos 42 deputados da Casa, apenas Adriano e outros seis - César Pires (PV), Roberto Costa (MDB), Wellington do Curso (PSDB), Léo Cunha (PSC), Max Barros (PMB) e Nina Melo (MDB) - votaram contra o apelidado Pacote de Maldades encaminhado pelo Palácio dos Leões.

“O governo comunista tem condições de fazer economia cortando gastos desnecessários e tornando a administração pública mais eficiente, mas optou pelo aumento de impostos, prejudicando a todos os maranhenses. Em quatro anos, este governo quebrou as finanças do Estado, dilapidou o fundo de previdência dos servidores públicos, desperdiçou mais de R$ 200 milhões em propaganda e comunicação, mas não aplicou em projetos de desenvolvimento e, agora, quer que o contribuinte, o povo maranhense, pague a conta da sua irresponsabilidade”, declarou o deputado do PV.

Os 24 deputados que votaram a favor do aumento terão o pagamento de suas emendas parlamentares liberadas pelo Palácio dos Leões. São eles: Antonio Pereira (DEM), Bira do Pindaré (PSB), Cabo Campos (PEN), Levi Pontes (PCdoB), Edivaldo Holanda (PTC), Edson Araújo (PSB), Fábio Macedo (PDT), Francisca Primo (PCdoB), Glalbert Cutrim (PDT), Hemetério Weba (PP), Júnior Verde (PRB), Marcos Caldas (PTB), Neto Evangelista (DEM), Paulo Neto (DEM), Rafael Leitoa (PDT), Marco Aurélio (PCdoB), Raimundo Cutrim (PCdoB), Ricardo Rios (SD), Rogério Cafeteira (DEM), Sérgio Frota (PR), Stênio Rezende (DEM), Valéria Macedo (PDT), Vinícius Louro (PR) e Zé Inácio (PT).

O deputado Eduardo Braide (PMN), embora tenha criticado o chamado Pacote de Maldades de Flávio Dino, ao final absteve-se da votação.

Adriano sugere cortes em propaganda para equilibrar contas do Estado
Política

Segundo o parlamentar, mais de R$ 200 milhões teriam sido gastos por Flávio Dino com publicidade e propaganda nos últimos quatro anos

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) publicou um vídeo em suas redes sociais em que critica o decreto anunciado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), que trata de cortes de gastos na administração pública, como forma de evitar a iminência de colapso nas finanças do Estado.

De acordo com o parlamentar, o servidor público estadual será o maior prejudicado com as novas medidas do comunista.

“O governador assumiu em janeiro de 2015 dizendo que o Estado estava quebrado e por quatro anos manteve as contas do jeito que está. Agora, em novembro de 2018, depois que Flávio Dino foi reeleito, ele começa a fazer cortes, demitindo pessoas, suspendendo diárias, atrasando salários e cortando direitos. Você acha que se o Maranhão estivesse em condições ruins, já em 2015, o governador iria esperar, até hoje, quatro anos depois, para acertar essas contas?”, questionou.

Apontando o governo de Dino como o responsável pela crise econômica do Estado, ele sugeriu que, em vez de prejudicar o servidor público, os cortes de gastos sejam iniciados na área de comunicação. Mais de R$ 200 milhões, segundo Adriano, teriam sido gastos com publicidade e propaganda nos últimos quatro anos.

“Não sei se você sabe, mas a sua Secretaria de Comunicação custou mais de R$ 200 milhões aos pagadores de impostos apenas nos últimos quatro anos”, revelou o parlamentar.